Open J-Bay

Brasileiros chegam às quartas

Três brasileiros estão garantidos nas quartas de final do Open J-Bay. Vaga na fase classifica Filipe Toledo para o WSL Finals. Pior notícia é a lesão de Italo Ferreira.
Open J-Bay 2023, Jeffreys Bay, África do Sul

Três brasileiros estão nas quartas de final do Open J-Bay. Filipe Toledo, Yago Dora e Gabriel Medina avançaram nesta terça-feira (18) de ondas clássicas na Baía de Jeffreys, África do Sul. Vaga na fase classificou Filipe para o WSL Finals. Brasil perdeu quatro surfistas no dia. Derrota de Italo Ferreira foi a mais dolorosa, já que o surfista lesionou o joelho, saiu da água antes do término da bateria e foi direto para o hospital.

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O terceiro dia de ação da etapa sul-africana do CT teve direitas espetaculares, que nos melhores momentos chegaram a 2 metros nas séries. Nesse cenário foram realizadas 22 baterias e as quartas de final das categorias masculina e feminina estão formadas. A primeira feminina teve 35 minutos de duração. As quartas das mulheres e a repescagem masculina foram realizadas em disputas simultâneas de 44 minutos. Já as oitavas masculinas tiveram o aumento de dois minutos.

Filipe Toledo competiu pelas oitavas de final contra Rio Waida e deu show com direito a nota 9.63 pontos. O indonésio cometeu erros nas suas duas ondas iniciais. Ele caiu no terceiro ataque na primeira atuação (3.27), e na segunda fez uma linha diferente na direita, perdeu algumas seções e caiu na finalização (4.50). O líder do ranking também atuou logo no início e foi melhor. O campeão mundial da última temporada executou cinco manobras, algumas expressivas, como uma rasgada ampla e outra potente, e conquistou 7.17 pontos.

Filipe surfou sua segunda direita na bateria aos 17 minutos. O brasileiro começou com três rasgadas diferentes, todas muito fortes. Na sequência ele executou um cutback, rasgou e fechou a atuação com batida passando as quilhas por cima do lip. A nota foi a maior do Open J-Bay até o momento ao lado da norte-americana Caroline Marks, 9.63 pontos.

Após mais uma onda fraca de Rio, o brasileiro marcou 7.10 pontos, mas a nota não entrou no somatório. O indonésio então conseguiu sua primeira boa participação no confronto. Ele marcou 7.17 e passou a precisar de 9.64 para vencer.

Filipe voltou a se distanciar no somatório aos 39 minutos. O brazuca executou cinco manobras e anotou 7.93 pontos. Rio tentou dar o troco na mesma série, mas não melhorou sua situação. Ele precisava de duas ondas para reverter o resultado (17.56). O tempo acabou e Rio terminou a etapa em nono lugar. Já Filipinho partiu para as quartas e é o primeiro surfista masculino da elite confirmado no WSL Finals, evento que definirá os campeões mundiais da temporada em Tresltes, Caliórnia (EUA), no mês de setembro.

“Eu estava muito ansioso para ouvir essa notícia (risos). É o resultado de muito trabalho, de sacrifício com longas viagens de avião e muitos gastos, então é gratificante saber que não foi em vão”, vibrou Filipe Toledo. “Estou muito feliz e agradeço a WSL por realizar eventos incríveis. J-Bay é um lugar especial para mim, é a minha etapa preferida e foi difícil ficar vendo essas ondas perfeitas o dia todo, porque minha bateria era só agora a tarde. Eu consegui surfar bem, usar a minha estratégia e quero conquistar mais um bom resultado aqui”.


Medina garantido nas quartas – Gabriel Medina foi o primeiro brasileiro classificado para as quartas de final do Open J-Bay. Ele ficou com uma vaga após dura batalha de ateltas de base Goofy contra o australiano Ryan Calllinan. O tricampeão mundial apresentou seu forte ataque de backside e conseguiu se impor com duas notas no critério excelente.

Os atletas ficaram ativos no início da segunda bateria da fase. No primeiro minuto Ryan fez três rasgadas e uma batida antes de cair na tentativa de acertar outra pancada. Ele largou com 6.33 pontos. Medina começou com uma nota fraca, mas aos dois minutos executou cinco batidas fortes, além de uma rasgada, e anotou 7.83.

Não demorou muito e Ryan voltou a atuar. O australiano bateu, rasgou, acertou mais três batidas seguidas, quase caindo na última, e fechou a apresentação com outra pancada. Ele conquistou 7.10 e deixou Medina precisando de 5.60 pontos. O brasileiro segurou a prioridade e não trocou de nota quando atuou.

Uma nova série entrou aos 28 minutos. Ryan usou a prioridade e surfou primeiro. O aussie rasgou e depois fez três batidas contundentes. Medina surfou a direita seguinte. Ele começou com uma batida poderosa, depois rasgou, bateu, subiu na crista num floater, executou mais duas pancadas e botou pra dentro, achando a saída por baixo do lip. Ryan marcou 7.33 e Medina assumiu a liderança com 8.23.

O australiano foi em busca dos 8.73 pontos que precisava quatro minutos depois. Ryan entrou numa direita grande e, depois de três manobras pouco expressivas, acertou duas pancadas muito fortes. Ele chegou muito perto da virada com 8.70, e passou a necessitar de 7.36 para vencer.

Sem a prioridade, Ryan pegou uma direita menor aos 38 minutos. O surfista executou três batidas, uma rasgada, acertou o lip mais uma vez e quase caiu, porém completou a manobra. A nota 6.17 pontos não mudou o placar. Medina usou a prioridade dois minutos depois. O surfista acertou uma batida forte, rasgou com amplitude, depois executou outra pancada, rasgou mais duas vezes e fechou a apresentação com batida. Medina conquistou 8.60 e aumentou a diferença para 8.13.

Ryan usou a prioridade quase no minuto final. O atleta rasgou duas vezes, mas na sequência caiu na cavada. Ele não teve mais oportunidades e se despediu da competição. Medina avançou e enfrenta o havaiano Ian Gentil nas quartas.

“As ondas estão incríveis hoje (terça-feira) e está sendo um dia ótimo para competir”, destacou Gabriel Medina. “Mesmo assim, é necessário escolher bem as ondas, com paredes mais longas para fazer mais manobras. Estou feliz que deu tudo certo, porque quero continuar passando as baterias, para ter mais oportunidades de surfar essas ondas só com mais uma pessoa na água. Eu já conheço o sabor da vitória aqui e tem um gosto ótimo, é muito saborosa (risos), então quero sentir isso novamente”.


Yago também na fase dos oito melhores – Yago Dora foi o terceiro brasileiro classificado para as quartas de final. O atleta eliminou o havaiano Barron Mamiya e enfrentará o japonês Kanoa Igarashi de olho numa vaga na semi.

O duelo entre eles foi o último das oitavas de final e aconteceu ainda em altas ondas com cerca de 1,5 metro em Jeffreys Bay, porém em séries demoradas. Yago tentou atuar logo no início, porém Kanoa, que estava na outra bateria, fez o uso da prioridade e o brasileiro precisou desistir da direita.

A primeira atuação pra valer de Yago aconteceu aos 12 minutos. Ele fez duas rasgadas e duas batidas até entrar no tubo e não sair. Ele marcou 6.17 pontos. Dois minutos depois Barron pegou sua segunda onda. Ele que tinha 4.33, fez uma rasgada, um cutback, outra curva e duas batidas para adicionar 5.33 ao somatório.

O brasileiro assumiu a liderança aos 20 minutos. Yago bateu, executou um snap, uma rasgada e outra pancada para anotar 6.67 pontos. Barron passou a necessitar de 7.51 para vencer, mas foi o brazuca que trocou de nota mais uma vez. Aos 27 minutos entrou uma série e Yago surfou a primeira onda sem a prioridade. Ele rasgou, bateu duas vezes, fez outra duas curvas e mais uma pancada para adicionar 7.33 ao somatório.

O havaiano fez duas tentativas para virar o resultado ou pelo menos diminuir a diferença, que naquele momento era de 8.67 pontos, porém não teve sucesso. Yago usou a prioridade quando faltavam oito minutos. O brasileiro marcou 6.60 e não mudou o placar. Barron então ficou com o direito de escolha de ondas nos minutos finais. O havaiano ainda teve mais uma chance, porém não conseguiu chegar no critério excelente e foi eliminado.


Baixas brasileiras – Nesta terça-feira o Brasil perdeu surfistas. O atual quarto colocado no ranking, João Chianca optou por esperar pelas séries, mas elas ficaram escassas e o brasileiro foi superado pelo japonês Kanoa Igarahi.

João começou melhor a sétima disputa do Round. O surfista executou três rasgadas e depois bateu, mas não completou a manobra. Ele largou com 6.00 pontos. Kanoa teve boa performance aos oito minutos, depois de uma nota fraca. O japonês rasgou quatro vezes e fechou a apresentação com uma batida. A nota foi 7.67 pontos.

Nove minutos depois o japonês deu mais um passo rumo à fase dos oito melhores da etapa. Kanoa fez duas curvas antes de passar por dentro de um tubo curto. Logo depois ele rasgou, bateu pra ganhar a seção e executou um layback forte. Ele conquistou 6.07 pontos e deixou João precisando de 7.74 para vencer.

O brasileiro chegou nos 11 minutos finais tendo surfado apenas duas ondas, uma delas muito fraca. Aos 35 minutos ele entrou em ação e marcou 6.67 pontos. Com isso ele passou a precisar de 7.08 para vencer. Kanoa segurou a prioridade e surfou quando restavam três minutos. O japonês não trocou de nota. O brasileiro ficou sozinho no pico, porém nenhuma outra onda apareceu até o fim da bateria e ele foi eliminado.

Quedas na repescagem – Tatiana Weston-Webb foi a única brasileira a competir duas vezes no dia. Ela perdeu as duas. Pela primeira fase a surfista que defendia o título da etapa enfrentou a vice-campeã de 2022, a australiana Tyler Wright, e a francesa Johanne Defay.

Tyler abriu a bateria aos dois minutos. Ela executou seis manobras e anotou 6.00 pontos. Johanne começou com uma onda fraca, e Tati, aos seis minutos, chegou perto do critério excelente. A brasileira bateu, rasgou três vezes seguidas e executou uma pancada vertical pra fechar a apresentação. A nota foi 7.83. A bateria seguiu ativa, e aos dez minutos Johanne fez sua primeira onda completa. A francesa executou seis rasgadas e caiu dentro do tubo para marcar 6.17.

A brasileira aumentou a diferença para as adversárias aos 12 minutos. Tati fez três manobras, uma rasgada e duas pancadas, e anotou 6.53 pontos para se distanciar das adversárias. Precisando de 8.36 para vencer, Tyler entrou em ação na metade do confronto e fez quatro curvas e uma batida para marcar 8.07. Johanne e Tati também surfaram na mesma série. A francesa fez oito manobras para anotar 6.93. Tati marcou 5.73 e não alterou seu somatório.

A bateria entrou nos dez minutos finais com Tyler precisando de 6.29 e Johanne de 7.44 pontos. A australiana usou a prioridade aos 26 minutos numa direita da série. Ela rasgou de forma mais lenta, depois executou duas curvas mais agressivas, fez um cutback e caiu na tentativa do layback. A francesa pegou a direita seguinte da mesma série, rasgou duas vezes e executou um layback. Tyler assumiu a liderança com a nota 6.83. Johanne não alterou seu somatório (5.50) e continuou em terceiro lugar.

A brasileira usou a prioridade e foi em busca dos 7.08 pontos que precisava quando restavam três minutos para o fim. Tati rasgou na parte mais cheia da onda, depois conseguiu fazer uma curva mais agressiva, porém a direita correu e ela ficou pra trás da seção. A bateria chegou ao fim, Tyler venceu e garantiu vaga nas quartas de final. Tati (2ª) e Johanne (3ª) caíram para a repescagem.

Tati cai na repescagem – A adversária da brasileira na repescagem foi Stephanie Gilmores. A australiana comandou as ações na primeira metade da bateria de 44 minutos. Stephanie abriu o duelo logo no início com 6.17 pontos, nota conquistada com uma rasgada, um layback e uma batida incompleta. A brasileira atuou pela primeira vez na disputa aos oito minutos. Tati rasgou e caiu no segundo ataque.

A aussie ampliou a diferença aos dez minutos. Stephanie entrou na direita e acelerou de frontside para executar uma rasgada com amplitude, depois fez outra curva forte e surfou um tubo longo, porém sem ficar muito fundo. A atuação valeu 7.67 pontos. Com isso a brasileira passou a precisar de 13.84 para chegar nas quartas de final.

A brasileira seguia ativa, porém continuava cometendo erros. Já a australiana conseguia melhorar seu somatório. Aos 20 minutos Stephanie executou uma rasgada curta, depois acelerou e fez outras três curvas para colocar mais 6.33 pontos no placar. Tati marcou 4.40 e saiu da necessidade de duas ondas para reverter o resultado, mas ainda precisava de 9.60 para vencer.

A bateria ficou morna por uns minutos, até que aos 34 a australiana usou a prioridade. Stephanie fez um cutback, um snap e duas rasgadas expressivas, uma alongada e outra invertendo a direção da prancha. Com mais 6.70 pontos ela deixou Tati precisando de 9.97. A brasileira usou a prioridade na sequência, novamente numa direita sem potencial para nota alta. Ela até melhorou sua pontuação (3.67), mas não alterou sua situação no confronto.

A melhor atuação da brasileira aconteceu no minuto final. Tati pegou uma onda boa e surfou até o fim. A surfista executou cinco manobras, três expressivas, e marcou 8.00 pontos, nota que foi insuficiente para a virada.


Caio é eliminado por Jordy – A primeira eliminação brasileiro no dia entre homens aconteceu na sexta disputa da repescagem. Caio Ibelli até começou bem, porém o bicampeão da etapa, o sul-africano Jordy Smith, cresceu no duelo, marcou duas notas no critério excelente e avançou às oitavas de final.

Caio iniciou forte a sexta bateria da repescagem masculina. O brasileiro anotou 7.33 pontos depois de surfar um tubo longo e profundo, executar uma rasgada, bater reto e não encontrar a saída do segundo canudo da direita. Jordy entrou em ação pela segunda vez no duelo no minuto seguinte. Após uma onda fraca ele também chegou na casa dos sete pontos. O sul-africano fez uma curva forte com pressão na rabeta, um cutback, uma batida, um layback, outra rasgada e botou pra dentro, saindo meio embolado com o lip. A nota foi 7.17.

Jordy voltou a atuar logo depois. Ele entrou numa direita intermediária, fez seis manobras e passou por dentro de um tubo. A atuação valeu 8.50 pontos. Caio tentou dar o troco logo depois, porém caiu no primeiro ataque. Aos 16 minutos o brasileiro tentou a virada. Ele precisava de 8.34 para assumir a liderança e marcou 7.70 após performance que teve rasgada, tubo pouco profundo, outra rasgada, layback, cutback, mais um canudo curto e duas batidas. Ele passou a necessitar de 7.98 para chegar nas oitavas de final.

Jordy deu mais um duro golpe no brasileiro aos 26 minutos. O surfista da África do Sul rasgou, executou um layback forte, fez mais duas curvas e bateu mais duas vezes antes de cair no ataque à junção. A performance valeu 8.17 pontos. Com isso o brasileiro passou a necessitar de 8.97 para vencer.

Caio tentou reagir, mas foi Jordy que trocou de nota. O sul-africano rasgou duas vezes, executou um cutback, fez mais duas curvas, uma batida e entrou no tubo. Ele saiu rápido, mas logo botou pra dentro novamente pra ficar mais tempo. Jordy saiu e anotou 9.00 pontos. Com os ataques, o sul-africano deixou o brazuca na necessidade de 9.80. O brasileiro foi para o tudo ou nada, fez mais duas tentativas, mas perdeu e se despediu do Open J-Bay na 17ª posição.

Italo sofre lesão e é eliminado – A outra eliminação brazuca na repescagem aconteceu na bateria seguinte a de Caio. Italo Ferreira liderava o confronto até o início da segunda metade, quando se lesionou na volta de um floater e abandonou a bateria. O havaiano Ian Gentil surfou perto do ocorrido, virou o resultado, venceu e escreveu seu nome nas oitavas de final.

Italo e Ian começaram com notas parecidas, mas com pequena vantagem para o brasileiro (6.17 e 3.10 contra 5.00 e 3.83). Aos 11 minutos o brazuca cresceu no duelo. Ele executou uma rasgada curta, acelerou pra ganhar a seção, depois bateu, rasgou duas vezes e acertou a junção para anotar 7.93 pontos. Ian surfou logo em seguida, e com sete manobras marcou 6.77.

A bateria seguiu e aos 23 minutos Italo fez três manobras para ampliar a diferença com 6.30 pontos. Aos 26 minutos o brasileiro sofreu uma lesão. Ele subiu no lip num floater e caiu no impacto da aterrissagem. O atleta pediu auxílio do jet ski, abandonou o duelo e foi direto para o hospital. Ian então pegou outra direita, bateu forte, fez três rasgadas e mais duas pancadas. O havaiano precisava de 6.70 e marcou 7.93 para assumir a liderança.

Ian permaneceu dentro d’água e repetiu a nota 6.77 pontos, mas não alterou seu somatório. Com a vitória por 14.70 a 13.47 ele garantiu vaga nas oitavas de final.

Melhor do dia – O melhor surfista do dia foi Connor O’Leary. O australiano venceu pela repescagem com o maior somatório do dia, 18.24 pontos. No total ele marcou quatro notas no critério excelente, duas em cada bateria que disputou nesta terça-feira.

Connor superou Callum Robson sem dificuldade na repescagem. O duelo ficou morno até os 26 minutos. Naquele momento Connor fez sete manobras, sendo algumas batidas verticais, rasgadas e cutbacks. A nota foi 8.67 pontos.

Connor liderava com folga até praticamente garantir a vitória quando restavam sete minutos para o fim. O surfista bateu muito forte, depois foi vertical mais uma vez, rasgou com pressão, exeucutou outra pancasa, mais duas rasgadas se fechou a apresentação com nova batida. A apresentação valeu 9.57 e ele venceu com o somatório de 18.24 pontos.

Nas oitavas o duelo foi contra John John Florence. O havaiano começou acelerado na quarta bateria da fase. O havaiano anotou 9.23 pontos aos cinco minutos. Na atuação ele executou duas rasgadas, antes de ficar fundo num tubo longo e acertar um layback agressivo na saída. Connor não desistiu e seguiu trabalhando. Os dois colocaram notas na casa dos sete pontos no somatório, e o australiano encostou com 8.77.

Connor tentou a virada quando restavam oito minutos. O australiano bateu reto, rasgou com pressão, depois acelerou e executou outras duas pancadas verticais. Ele precisava de 7.54 e chegou muito perto com 7.37 pontos. A virada não aconteceu e John John colocou mais 8.00 no somatório, aumentando a diferença para 8.47.

Connor ainda teve mais uma chance. Quase no minuto final ele usou a prioridade e fez quatro ataques verticais para assumir a liderança com 8.70 pontos e vencer a bateria.


Próxima chamada e previsão das ondas – A próxima chamada para o Open J-Bay acontece nesta quarta-feira (19), às 2h15 (de Brasília). A previsão oficial das ondas, feita pelo Surfline, indica que Jeffreys Bay continuará bombando séries de até 10 pés de face. O vento esperado é o terral, que pode dar lugar ao lateral durante a tarde.

Open J-Bay 2023
Round 1 Feminino
Baterias disputadas na segunda-feira (17)

1 Gabriela Bryan (HAV) 12.67 x Molly Picklum (AUS) 6.90 x Caitlin Simmers (EUA) 6.03

2 Sarah Baum (AFR) 9.50 x Carissa Moore (HAV) 6.20 x Lakey Peterson (EUA) 5.93

Baterias disputadas nesta terça-feira (18)

3 Tyler Wright (AUS) 14.90 x Tatiana Weston-Webb (BRA) 14.36 x Johanne Defay (FRA) 13.10

4 Carolime Marks (EUA) 17.80 x Bettylou Sakura Johnson (HAV) 15.00 x Stephanie Gilmore (AUS) 7.03

Repescagem

1 Carissa Moore (HAV) 16.27 x 13.63 Johanne Defay (FRA)

2 Lakey Peterson (EUA) 13.67 x 8.33 Caitlin Simmmers (EUA)

3 Molly Picklum (AUS) 14.90 x 12.74 Bettylou Sakura Johnson (HAV)

4 Stephanie Gilmore (AUS) 14.37 x 12.40 Tatiana Weston-Webb (BRA)
Quartas de final

1 Tyler Wright (AUS) x Gabriela Bryan (HAV)

2 Caroline Marks (EUA) x Lakey Peterson (EUA)

3 Carissa Moore (HAV) x Sarah Baum (AFR)

4 Molly Picklum (AUS) x Stephanie Gilmore (AUS)

Repescagem Masculino

1 Ethan Ewing (AUS) 14.73 x 8.50 Adin Masencamp (AFR)

2 Connor O’Leary (AUS) 18.24 x 10.33 Callum Robson (AUS)

3 Jack Robinson (AUS) 13.00 x 12.76 Kelly Slater (EUA)

4 Barron Mamiya (HAV) 11.33 x 11.23 Mattew McGilivray (AFR)

5 Ryan Callinan (AUS) 15.60 x 12.73 Seth Moniz (HAV)

6 Jordy Smith (AFR) 17.50 x 15.03 Caio Ibelli (BRA)

7 Ian Gentil (HAV) 14.70 x 13.47 Italo Ferreira (BRA)

8 Kanoa Igarashi (JAP) 15.73 x 14.90 Liam O’Brien (AUS)

Oitavas de final

1 Ian Gentil (HAV) 15.43 x 14.30 Grifin Colapinto (EUA)

2 Gabriel Medina (BRA) 16.83 x 16.03 Ryan Callinan (AUS)

3 Ethan Ewing (AUS) 16.23 x 14.37 Jordy Smith (AFR)

4 Connor O’Leary (AUS) 17.47 x 17.23 John John Florence (HAV)

5 Filipe Toledo (BRA) 17.56 x 11.67 Rio Waida (IDN)

6 Jack Robinson (AUS) 14.00 x 13.54 Leonardo Fioravanti (ITA)

7 Kanoa Igarashi (JAP) 13.74 x 12.67 João Chianca (BRA)

8 Yago Dora (BRA) 14.00 x 11.03 Barron Mamiya (HAV)

Quartas de final

1 Ian Gentil (HAV) x Gabriel Medina (BRA)

2 Ethan Ewing (AUS) x Connor O’Leary (AUS)

3 Filipe Toledo (BRA) x Jack Robinson (AUS)

4 Kanoa Igarashi (JAP) x Yago Dora (BRA)

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    O Brasil ficou no topo das duas categorias de maior onda do Big Wave Challenge 2025/26. Rodrigo Koxa venceu a Maior Onda Masculina, enquanto Michelle des Bouillons conquistou a Maior Onda Feminina na cerimônia realizada no último sábado (19) no Lido Theater, em Newport Beach, Califórnia. Os dois troféus vieram de performances em Nazaré, Portugal, e carregam uma expectativa ainda maior. As ondas premiadas receberam medições preliminares que, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer novos recordes mundiais no masculino e no feminino. Koxa volta ao topo Rodrigo Koxa conquistou o prêmio pela segunda vez na carreira com a onda surfada no dia 19 de dezembro de 2025, na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 29,15 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, o brasileiro poderá superar os 26,21 metros do alemão Sebastian Steudtner, atual detentor do recorde mundial. O brasileiro disputava a categoria com Lucas Chumbo e o francês Clément Roseyro. As três ondas finalistas foram surfadas em Nazaré. A conquista tem significado especial para Koxa. Em 2018, ele entrou para o Guinness World Records com uma onda de 24,38 metros surfada também em Nazaré. A marca permaneceu como recorde até ser superada por Steudtner. Agora, oito anos depois, Koxa volta a ter a possibilidade de ocupar o topo. Nas redes sociais, Koxa comemorou o bicampeonato e agradeceu à equipe que participou da onda vencedora, com destaque para Vitor Faria, responsável por colocá-lo na onda, além da spotter Laura Chichorro e de Victor Mascarenhas, no resgate. Michelle conquista segundo troféu Michelle des Bouillons completou a dobradinha brasileira com a vitória na Maior Onda Feminina. A carioca de 36 anos foi premiada pela onda surfada no dia 13 de dezembro de 2025, também na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 24,99 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, Michelle poderá superar os 22,40 metros de Maya Gabeira, atual recordista mundial feminina, em uma onda surfada no dia 11 de fevereiro de 2020 no mesmo pico português. Havia expectativa de que a medida de 24,99 metros fosse oficializada durante a cerimônia na Califórnia, mas isso não aconteceu. Assim, o recorde mundial permanece com Maya enquanto a marca de Michelle não for homologada. Michelle teve o marido Ian Cosenza como piloto de tow-in na onda premiada. A brasileira superou na categoria a francesa Justine Dupont e a italiana Michaela Fregonese, novamente com todas as ondas finalistas surfadas em Nazaré. Esta foi a terceira participação consecutiva de Michelle no Big Wave Challenge. Ela já havia vencido a categoria de Maior Onda em 2024 e ficou entre as finalistas em 2025. Nazaré teve papel dominante na premiação. Depois de colocar dez ondas entre as indicadas ao Big Wave Challenge 2025/26, a Praia do Norte esteve diretamente ligada a quatro troféus. Além das vitórias de Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons nas categorias de Maior Onda, Grant “Twiggy” Baker venceu o Paddle Masculino e Alberto Truncer levou o Wipeout do Ano, todos por performances no pico português. Entre os outros destaques da noite, Tom Lowe foi eleito Surfer of the Year Masculino. O britânico conquistou o prêmio pouco mais de um ano depois de sofrer um acidente quase fatal em Teahupo’o, no Taiti. Natxo Gonzalez venceu o Ride of the Year Masculino por uma onda surfada na remada em Mullaghmore, na Irlanda, enquanto Izzi Gomez levou a versão feminina com uma onda em Teahupo’o. Justine Dupont foi eleita Surfer of the Year Feminino. A temporada também teve uma geografia diferente da habitual nas ondas gigantes. Havaí e Costa Oeste dos Estados Unidos ficaram fora das indicações do Big Wave Challenge, enquanto Mullaghmore e Teahupo’o tiveram papel decisivo na realização da premiação. Segundo a Surfer, o organizador Bill Sharp chegou a afirmar que o evento teria sido cancelado se não fossem as ondas registradas nos dois picos. Noite de gala na Califórnia A cerimônia marcou a 26ª edição do Big Wave Challenge e distribuiu mais de US$ 100 mil em premiações. Além das categorias de Maior Onda, o evento reconhece performances em modalidades como Ride of the Year, Paddle, Wipeout of the Year e Surfer of the Year. Entre os outros resultados já confirmados, o britânico Tom Lowe, da Cornualha, conquistou o prêmio de Surfer of the Year masculino. Lowe estava entre os finalistas ao lado do sul-africano Grant Baker e do norte-americano Mason Barnes. Para o Brasil, a noite terminou com uma dobradinha nas maiores ondas da temporada. Koxa e Michelle deixam Newport Beach com os troféus nas mãos enquanto aguardam a definição sobre as medições de suas ondas. As marcas preliminares de 29,15 metros no masculino e 24,99 metros no feminino, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer dois novos recordes mundiais. Leia mais Ela soltou a corda. O resto é história.Michelle pode bater recorde mundialKoxa revive sonho de recorde em Déjà VuO passo a passo da medição VENCEDORES E FINALISTAS – BIG WAVE CHALLENGE 2025/26 MEN’S RIDE OF THE YEARVencedor: Natxo Gonzalez (ESP) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Clem McInerneyFinalistas: Matahi Drollet (TAH) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Maiko Mou; Tom Lowe (GBR) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Michael Darrigade. WOMEN’S RIDE OF THE YEARVencedora: Izzi Gomez (COL) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Owen MilneFinalistas: Justine Dupont (FRA) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Peter Clyne; Aelan Vaast (TAH) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Kotaha Surfing Productions. MEN’S BIGGEST WAVEVencedor: Rodrigo Koxa (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Mattias Hammar – Fotos: Jayden Cheo, Stephan Mathers e Ianco RochaFinalistas: Lucas “Chumbo” Chianca (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan Chaves; Clément Roseyro (FRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Arthur Picard. WOMEN’S BIGGEST WAVEVencedora: Michelle des Bouillons (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan ChavesFinalistas: Justine Dupont (FRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan Chaves – Fotos: Laurent Masurel e Aurnad Plas; Michaela Fregonese (ITA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Kaique Silva. MEN’S PADDLEVencedor: Grant “Twiggy” Baker (RSA) – Nazaré, Portugal – Fotos: Peter “Joli”

    Brasil conquista as categorias de Maior Onda Masculina e Feminina com Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons, que ainda podem estabelecer também os novos recordes mundiais.

    Miguel Pupo é o campeão do Lexus Trestles Pro. O brasileiro protagonizou uma virada nos minutos finais da decisão desta sexta-feira (18), em Lower Trestles, na Califórnia (EUA), para derrotar o japonês Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 e conquistar sua segunda vitória na temporada 2026. Kanoa permaneceu na frente durante boa parte da bateria e chegou à reta final com 14.40 pontos. Miguel já tinha a melhor onda da decisão, um 8.50, mas ainda precisava de 5.90 para assumir a liderança. A oportunidade apareceu quando restavam cerca de seis minutos. Miguel atacou a direita de Trestles e recebeu 6.27 dos juízes. Com 14.77 no total, passou à frente e permaneceu na liderança até a buzina. O título é o segundo de Miguel nesta temporada. Em Bells Beach, na Austrália, o paulista já havia subido ao lugar mais alto do pódio. A vitória em Trestles é a terceira da carreira no Championship Tour, depois de Teahupoo, em 2022, e Bells Beach, em 2026. O resultado também levou Miguel à quarta colocação do ranking mundial. Caminho até o título Miguel começou sua campanha em Trestles com vitória sobre Ramzi Boukhiam no Round 2. Depois, superou Liam O’Brien no Round 3 e encontrou o compatriota Mateus Herdy nas quartas de final. Na semifinal, diante de Cole Houshmand, o brasileiro fez sua maior somatória no evento: 16.00 pontos, com notas 8.33 e 7.67. A vitória colocou Miguel na decisão contra Kanoa Igarashi. Do outro lado da chave, Kanoa havia eliminado Yago Dora na semifinal. Mesmo sem chegar à decisão, Yago deixou Trestles na liderança do ranking mundial. Brasil domina Top 5 O encerramento de Trestles deixou quatro brasileiros entre os cinco primeiros colocados do ranking masculino. Yago Dora assumiu a liderança, seguido pelo italiano Leonardo Fioravanti. Italo Ferreira aparece em terceiro, Miguel Pupo subiu para quarto e Gabriel Medina ocupa a quinta posição. A liderança de Yago e a quarta colocação de Miguel também aparecem no material pós-evento anexado. A etapa também definiu o corte para a sequência da temporada. Filipe Toledo garantiu permanência entre os 22 primeiros e segue para as próximas duas etapas, em Portugal e nas Filipinas. Mateus Herdy ficou abaixo da linha de corte e retorna ao CT em Pipeline, no Havaí, última etapa da temporada. Erin Brooks vence no feminino No feminino, Erin Brooks conquistou sua terceira vitória consecutiva no Championship Tour. A canadense derrotou Gabriela Bryan por 13.00 a 11.90 na final. Carissa Moore deixou Trestles na liderança do ranking feminino, com Gabriela Bryan na segunda posição. A brasileira Luana Silva ocupa o quinto lugar. Próximas etapas Portugal – 16 a 25 de outubroFilipinas – 31 de outubro a 10 de novembroPipeline (Havaí) – 8 a 20 de dezembro Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Callum Robson (AUS) 12.27 x 8.83 Connor O’Leary (JAP)2 – Griffin Colapinto (EUA) 14.50 x 12.87 Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) 14.33 x 11.83 Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) 12.20 x 10.53 Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) 14.43 x 11.77 João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) 14.26 x 12.40 Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) 17.00 x 12.40 Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) 12.37 x 11.50 Alejo Muniz (BRA)9 – Luke Thompson (AFS) 13.87 x 6.90 Leonardo Fioravanti (ITA)10 – Cole Houshmand (EUA) 14.00 x 5.40 Morgan Cibilic (AUS)11 – Alan Cleland (MEX) 13.26 x 11.67 George Pittar (AUS)12 – Jake Marshall (EUA) 13.53 x 12.83 Samuel Pupo (BRA)13 – Mateus Herdy (BRA) 12.00 x 11.83 Gabriel Medina (BRA)14 – Jack Robinson (AUS) 12.97 x 10.13 Seth Moniz (HAV)15 – Liam O’Brien (AUS) 15.10 x 14.43 Filipe Toledo (BRA)16 – Miguel Pupo (BRA) 13.20 x 12.16 Ramzi Boukhiam (MAR) Round 3 1 – Callum Robson (AUS) 12.83 x 11.03 Griffin Colapinto (EUA)2 – Yago Dora (BRA) 12.50 x 10.97 Kauli Vaast (FRA)3 – Marco Mignot (FRA) 13.70 x 13.37 Italo Ferreira (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.67 x 12.00 Ethan Ewing (AUS)5 – Cole Houshmand (EUA) 13.33 x 10.93 Luke Thompson (AFS)6 – Jake Marshall (EUA) 12.44 x 5.93 Alan Cleland (MEX)7 – Mateus Herdy (BRA) 14.10 x 9.84 Jack Robinson (AUS)8 – Miguel Pupo (BRA) 13.40 x 10.13 Liam O’Brien (AUS) Quartas de final 1 – Yago Dora (BRA) 11.67 x 8.16 Callum Robson (AUS)2 – Kanoa Igarashi (JAP) 15.67 x 10.26 Marco Mignot (FRA)3 – Cole Houshmand (EUA) 18.50 x 10.00 Jake Marshall (EUA)4 – Miguel Pupo (BRA) 15.83 x 13.50 Mateus Herdy (BRA) Semifinais 1 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.33 x 11.94 Yago Dora (BRA)2 – Miguel Pupo (BRA) 16.00 x 11.50 Cole Houshmand (EUA) Final 1 – Miguel Pupo (BRA) 14.77 x 14.40 Kanoa Igarashi (JAP) Feminino Round 1 1 – Brisa Hennessy (CRC) 10.90 x 10.10 Stephanie Gilmore (AUS)2 – Tya Zebrowski (FRA) 13.33 x 12.23 Alyssa Spencer (EUA)3 – Vahine Fierro (FRA) 12.16 x 11.50 Anat Lelior (ISR)4 – Yolanda Hopkins (POR) 11.96 x 11.37 Sally Fitzgibbons (AUS)5 – Tyler Wright (AUS) 10.67 x 7.17 Francisca Veselko (POR)6 – Bella Kenworthy (EUA) 13.33 x 10.77 Bettylou Sakura Johnson (HAV)7 – Eden Walla (EUA) 11.83 x 8.73 Nadia Erostarbe (ESP)8 – Caroline Marks (EUA) 15.67 x 12.50 Kirra Pinkerton (EUA) Round 2 1 – Gabriela Bryan (HAV) 14.07 x 13.50 Tya Zebrowski (FRA)2 – Luana Silva (BRA) 13.03 x 10.93 Tyler Wright (AUS)3 – Sawyer Lindblad (EUA) 15.34 x 8.74 Vahine Fierro (FRA)4 – Eden Walla (EUA) 12.00 x 10.50 Lakey Peterson (EUA)5 – Carissa Moore (HAV) 12.90 x 12.24 Brisa Hennessy (CRC)6 – Erin Brooks (CAN) 12.27 x 11.70 Caroline Marks (EUA)7 – Molly Picklum (AUS) 13.33 x 9.50 Yolanda Hopkins (POR)8 – Bella Kenworthy (EUA) 13.87 x 12.64 Caitlin Simmers (EUA) Quartas de final 1 – Gabriela Bryan (HAV)

    Com virada emocionante nos minutos finais, Miguel Pupo vence Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 na Califórnia, conquista segundo título na temporada e sobe para quarto no ranking mundial.

    Há ondas perfeitas espalhadas por praticamente todos os cantos do planeta. Point breaks extensos, tubos perfeitos sobre bancadas de coral, ondas gigantes e assustadoras, destinos cada vez mais remotos no mapa do surfe. Mas poucos lugares carregam o peso do Havaí. É ali que a história do surfe como conhecemos hoje começou muito antes de campeonatos, transmissões ao vivo, pranchas modernas ou qualquer ideia de uma indústria em torno do esporte. No arquipélago havaiano, deslizar sobre as ondas faz parte de uma tradição ancestral, profundamente ligada à cultura local. Mas não é preciso ser surfista para entender por que uma viagem ao Havaí ocupa um lugar especial no imaginário de tanta gente. Na ilha de Oahu, Waikiki reúne alguns dos cartões-postais mais conhecidos do Havaí, com sua extensa faixa de areia, águas cristalinas e a imponente cratera vulcânica de Diamond Head compondo a paisagem. Ao redor da praia, Honolulu oferece restaurantes, compras e vida noturna. E até quem nunca subiu em uma prancha pode experimentar o surfe nas ondas mais acessíveis de Waikiki. Do outro lado da ilha está um cenário completamente diferente. No North Shore, Haleiwa preserva o clima de uma surf town, com lojas, restaurantes e food trucks no caminho para algumas das praias mais famosas do planeta. É também nessa faixa de costa que quebram algumas das ondas mais impressionantes e desejadas do mundo. Ali, o surfe extrapola a água e ajuda a ditar o ritmo da vida ao redor do oceano, uma relação que faz do Havaí muito mais do que um destino de ondas. É justamente esse universo que inspira a campanha Na Onda Com BB Mastercard, criada sob o conceito “Onde o surfe encontra experiências extraordinárias”. A iniciativa une benefícios aos clientes, incentivo ao esporte e levará consumidores ao Havaí justamente no auge da temporada havaiana, quando as grandes ondas despertam no North Shore e alguns dos melhores surfistas do mundo estão na ilha. Clique aqui para participar Quando o North Shore desperta Durante o inverno do Hemisfério Norte, grandes tempestades formadas no Pacífico enviam ondulações poderosas em direção ao arquipélago. Quando essa energia encontra o North Shore de Oahu, algumas das ondas mais famosas do planeta ganham vida. É nessa época que a pequena faixa de costa passa a concentrar alguns dos melhores surfistas do mundo. Entre campeonatos, treinos e sessões de freesurf, atletas, fãs e fotógrafos dividem o mesmo cenário, enquanto boa parte das atenções do mundo do surfe se volta para o North Shore. E é justamente nesse momento que os clientes contemplados pela campanha Na Onda Com BB Mastercard estarão no Havaí, com a oportunidade de acompanhar ao vivo, em Pipeline, a etapa decisiva da temporada 2026 do Circuito Mundial da WSL. Sete milhas de história Em aproximadamente sete milhas de costa (cerca de 11 quilômetros) encontram-se picos como Waimea Bay, Sunset Beach e Pipeline, entre muitos outros. Essa concentração de ondas perfeitas e tão diferentes deu ao trecho um apelido que atravessa gerações: Seven Mile Miracle, o Milagre das Sete Milhas. Waimea teve papel fundamental no desenvolvimento do surfe moderno de ondas grandes. Sunset tornou-se um dos grandes campos de prova dos melhores surfistas do mundo. Mas foi outra onda, quebrando sobre uma rasa bancada de recife e muito próxima da areia, que se transformou no maior símbolo do North Shore: Pipeline. A onda que parecia impossível No início dos anos 1960, Pipeline ainda representava uma espécie de fronteira. Rápida, oca e quebrando sobre uma bancada rasa, a onda parecia especialmente ameaçadora para as grandes e pesadas pranchas da época. Em dezembro de 1961, uma sessão do californiano Phil Edwards, registrada pelo cineasta Bruce Brown, ajudaria a mudar essa história. Com a evolução das pranchas e das técnicas, Pipeline se transformou em um dos maiores símbolos do esporte. Gerry Lopez desenvolveu nos anos 1970 uma relação tão marcante com a onda que ganhou o apelido de Mr. Pipeline. Debaixo d’água, uma bancada rasa de recife ajuda a produzir as paredes espessas e os tubos que fizeram a fama do pico. Com swells maiores, entram em ação bancadas mais afastadas, conhecidas como Second Reef e Third Reef. Na visão do surfista, Pipeline quebra para a esquerda e Backdoor para a direita. E tudo acontece diante dos olhos de quem está na areia. O Brasil entra em cena Pipeline se transformou em um dos grandes palcos do surfe competitivo e, durante muitos anos, recebeu a última etapa da temporada. E o Brasil passou de coadjuvante a protagonista dessa história. Em 1976, Pepê Lopes já colocava o País em uma final em Pipeline. Em 1991, Fábio Gouveia venceu em Sunset Beach e quebrou outra barreira ao conquistar uma etapa da elite profissional em solo havaiano. A Brazilian Storm mudou definitivamente essa relação. Gabriel Medina conquistou em Pipeline, em 2014, o primeiro título mundial brasileiro. Adriano de Souza, o Mineirinho, foi campeão mundial e venceu o Pipe Masters em 2015. Três anos depois, Medina voltou ao Havaí para conquistar o bicampeonato. E então veio 2019. Dois brasileiros, Pipeline e um título mundial Italo Ferreira e Gabriel Medina chegaram à última bateria da temporada de 2019 com tudo em jogo. De um lado, Medina, já bicampeão mundial. Do outro, Italo em busca de seu primeiro título. A final do Pipe Masters definiria também quem seria o campeão do mundo. Dois brasileiros disputando o título mundial em uma das ondas mais emblemáticas do planeta. Italo venceu. Saiu de Pipeline campeão do Pipe Masters e campeão mundial pela primeira vez. Aquela cena talvez seja uma das melhores representações da transformação vivida pelo surfe brasileiro nas últimas décadas. O país que durante anos via o Havaí como território a ser conquistado passou a decidir entre seus próprios atletas quem seria o melhor surfista do mundo. Desde o primeiro título de Medina, em 2014, o Brasil acumulou oito títulos mundiais masculinos em 11 temporadas disputadas, com cinco campeões diferentes: Gabriel Medina, Adriano de Souza, Italo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora. Mas a ligação entre Brasil e

    Berço do surfe, Havaí reúne ondas lendárias, paisagens paradisíacas e uma relação especial com o Brasil. Campanha Na Onda Com BB Mastercard leva clientes para viver essa experiência de perto.

    A Seleção Brasileira Júnior conquistou três medalhas no Surf City El Salvador ISA World Junior Surfing Championship 2026. A paranaense Luara Mandelli ficou com o bronze na Sub-18 Feminino, o paulista John Muller levou o cobre na Sub-18 Masculino e o Brasil terminou com o bronze por equipes, como a terceira melhor seleção entre os 56 países participantes da 22ª edição do Mundial Júnior da ISA. A principal competição de base do surfe no mundo começou com 420 surfistas. Apenas 11 países tiveram representantes entre os 24 atletas que disputaram as semifinais no domingo, em La Bocana. A Austrália ficou com o ouro por equipes, seguida por Estados Unidos, Brasil e Peru, repetindo as quatro primeiras posições do Mundial de 2025, no Peru. Luara repete feito de 20 anos atrás Na decisão da Sub-18 Feminino, Luara Mandelli chegou à final depois de superar a australiana Stella Green nas semifinais. Na disputa pelas medalhas, Leihani Zoric dominou com notas 8,17 e 7,83, somando 16,00 pontos para conquistar o ouro para a Austrália. Zoie Zietz, dos Países Baixos, ficou com a prata, com 12,77 pontos. Luara somou 8,44 e conquistou o bronze, enquanto a argentina Victoria Muñoz Larreta terminou com o cobre. Com o resultado, Luara repetiu um feito de 20 anos atrás. A paraibana Diana Cristina, a índia Tininha, havia conquistado o bronze no Mundial Júnior de 2006, realizado em Maresias, São Sebastião (SP). Luara tornou-se a segunda brasileira a conquistar uma medalha em 22 edições do Mundial Júnior da ISA. John Muller fica com o cobre O Brasil também disputou as medalhas na Sub-18 Masculino. John Muller venceu a primeira semifinal usando os aéreos. Ryan Martins também buscava uma vaga na decisão, mas o norte-americano Jett Maughan conseguiu uma onda nos minutos finais, acertou um aéreo e recebeu nota 9 para avançar junto com John. Na final, o brasileiro começou na frente com 5,67, mas Maughan e os australianos Ocean Lancaster e Ben Zanatta Creagh passaram a concentrar a disputa pela vitória. O norte-americano assumiu a liderança ao receber 8,23 e chegou aos 15,06 pontos. John ainda acertou um aéreo full rotation de backside no último minuto e recebeu 6,40, sua maior nota, mas não conseguiu deixar a quarta posição. Jett Maughan conquistou o ouro com 15,06 pontos, Ben Zanatta Creagh levou a prata com 14,80, Ocean Lancaster ficou com o bronze com 14,74 e John terminou com 12,07 e a medalha de cobre. Brasil é bronze por equipes A campanha colocou novamente o Brasil entre as três melhores seleções do Mundial Júnior. A Austrália conquistou o ouro por equipes com 8.078 pontos, os Estados Unidos ficaram com a prata com 6.048 e o Brasil levou o bronze com 5.430. O Peru terminou em quarto, com 5.293 pontos e a medalha de cobre. Além dos medalhistas Luara Mandelli e John Muller, Ryan Martins terminou em quinto lugar na Sub-18 Masculino e Arthur Vilar foi sétimo na Sub-16 Masculino. Valentina Zanoni ficou em 13º na Sub-18 Feminino e Carol Bastides terminou em 19º na Sub-16 Feminino. O Brasil foi o primeiro campeão por equipes do Mundial Júnior da ISA, na estreia da competição em 2003, na África do Sul. Entre os brasileiros que já conquistaram o ouro individual estão Jefferson Silva, Jadson André, Alejo Muniz, Gabriel Medina, Filipe Toledo, Matheus Navarro, Luan Wood, Weslley Dantas e Ryan Kainalo. Em 2023, no Rio de Janeiro, a Seleção Brasileira Júnior voltou a conquistar o título por equipes, 20 anos depois da primeira vitória. Resultados Sub-18 Feminino – Final 1 – Leihani Zoric (AUS) 16,002 – Zoie Zietz (NED) 12,773 – Luara Mandelli (BRA) 8,444 – Victoria Muñoz Larreta (ARG) 7,03 Sub-18 Masculino – Final 1 – Jett Maughan (USA) 15,062 – Ben Zanatta Creagh (AUS) 14,803 – Ocean Lancaster (AUS) 14,744 – John Muller (BRA) 12,07 Ranking por equipes 1 – Austrália – 8.078 pontos2 – Estados Unidos – 6.048 pontos3 – Brasil – 5.430 pontos4 – Peru – 5.293 pontos5 – Japão – 5.035 pontos6 – Havaí – 5.012 pontos7 – Espanha – 4.625 pontos8 – Nova Zelândia – 4.542 pontos9 – França – 4.416 pontos10 – Portugal – 4.095 pontos

    Luara Mandelli leva bronze na Sub-18, John Muller fica com o cobre e Seleção Brasileira termina em terceiro lugar entre 56 países no Mundial Júnior da ISA em El Salvador.

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chega nesta sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia. A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A primeira chamada acontece às 11h30 (horário de Brasília), com possível início das baterias ao meio-dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Hayden Rodgers (EUA)3 – Joel Vaughan (AUS) x Oscar Berry (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) x Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x vencedor R1 H12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor R1 H34 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor R1 H27 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor R1 H110 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake

    Nona etapa do CT abre janela em Trestles, Califórnia (EUA), com dez brasileiros e ondas de até 2 metros. Novo swell ganha força entre os dias 16 e 18.

    Há mais de 30 anos, Pete Beukes chegou a Lamberts Bay, na costa oeste da África do Sul, para trabalhar como mergulhador de diamantes. No caminho, encontrou também uma costa bruta, isolada e repleta de ondas. Décadas depois, ele retorna a esse universo ao lado do filho, Eli Beukes. A história dos dois é o fio condutor de Rough Diamonds, novo filme de surfe produzido pela Now Now Media. Com 31 minutos de duração, a produção acompanha pai e filho por uma das regiões mais selvagens do litoral sul-africano, combinando sessões de surfe, estrada e a relação construída entre duas gerações. A ligação de Pete com a região começou no início dos anos 1990. Depois de deixar a Marinha e seguir para Lamberts Bay para trabalhar como mergulhador de diamantes, ele descobriu uma costa exposta ao Atlântico, marcada por água fria, isolamento e ondas de qualidade. Anos mais tarde, é Eli quem recebe do pai os segredos acumulados durante décadas de exploração. Mas Rough Diamonds não apresenta a viagem como uma simples busca por ondas perfeitas. A própria geografia da costa oeste impõe dificuldades e transforma a jornada em parte importante da narrativa. Ondas pesadas, natureza praticamente intocada e longos deslocamentos ajudam a construir o cenário para a história de Pete e Eli. Além dos dois protagonistas, o filme conta com participações de Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy Smith. A direção e o roteiro são de Will Bendix, com fotografia de Alan van Gysen e produção da Now Now Media. O projeto é apresentado pela Monster Energy em associação com a O’Neill. Rough Diamonds estreia nesta sexta-feira (11) e está disponível gratuitamente no YouTube. Ficha técnica Filme: Rough DiamondsDuração: 31 minutosCom: Eli Beukes, Pete Beukes, Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy SmithNow Now Media: @nownowmediaEli Beukes: @elibeukesApresentado por: Monster Energy, em associação com O’NeillRoteiro e direção: Will BendixDireção de fotografia: Alan van GysenProdução executiva: Ryan FranklinProdução: Alan van Gysen Trilha sonora “Werner Meets Egberto” | Guy Buttery“Understanding Happiness” | Rafi B Levy“Earthstrong” | Hattamitsunami

    Novo filme Rough Diamonds acompanha Pete e Eli Beukes em uma jornada de surfe pela costa oeste da África do Sul, região de ondas pesadas e cenários praticamente intocados.

    A história e a evolução das pranchas de surfe estarão no centro das atenções no próximo dia 19 de setembro, em Santos (SP). A segunda edição do Shapers Surf Fest reúne shapers, fabricantes, surfistas e marcas na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico da cidade, das 13h às 22h. O evento contará com 28 expositores de diferentes estados e também do exterior, apresentando desde longboards até modelos de alta performance, além de acessórios e novidades do mercado. O público poderá conhecer as pranchas de perto, conversar diretamente com os profissionais responsáveis pela produção e também adquirir equipamentos durante o encontro. Um dos destaques desta edição será a homenagem aos shapers que começaram a produzir pranchas na região durante a década de 1970. Mais de 25 nomes já estão confirmados para participar da celebração, que pretende aproximar os pioneiros de diferentes gerações de profissionais ligados à fabricação de pranchas. A programação também terá rodas de conversa com shapers e profissionais do mercado, abordando a evolução dos equipamentos, histórias do surfe e os rumos da indústria. A sustentabilidade na produção de pranchas será outro tema colocado em discussão ao longo do evento. Além da programação ligada diretamente ao surfe, o Shapers Surf Fest terá área gastronômica, sorteios e atividades para o público. O encerramento será musical, com Binho Nunes, ex-surfista profissional, ao lado de Neco Carbone e Edinho Leite. A segunda edição é realizada por Luke Franco, Dêmi Viola e Bruno Esposito. O Waves é parceiro de mídia do evento. Shapers Surf Fest 202619 de setembroDas 13h às 22hCasa da Frontaria AzulejadaCentro Histórico de Santos (SP) Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Shaper’s Surf Fest (@shaperssurffest)

    Segunda edição do Shapers Surf Fest reúne 28 expositores, homenageia pioneiros da fabricação de pranchas e promove encontro entre diferentes gerações do surfe no dia 19 de setembro, em Santos (SP).

    O havaiano Makana Pang escreveu seu nome na história de Desert Point nesta quarta-feira (9). Ele venceu a edição indonésia do Capítulo Perfeito, primeiro evento de surfe realizado na famosa esquerda de Lombok, e fechou a decisão com a única nota 10 do dia. Os brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Foram seis horas consecutivas de ação em ondas com cerca de 2 metros. Oito convidados tiveram praticamente livre uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta, cenário que recebeu pela primeira vez um evento desta dimensão. Makana já havia mostrado força nas primeiras fases. Depois de marcar 9,17 em uma de suas ondas, o havaiano chegou à final diante de Bruno Santos, Ícaro Ronchi e do indonésio Usman Trioko. Os dois brasileiros acumularam notas acima de 8 pontos ao longo do evento, mas foi Pang quem encontrou, na decisão, o tubo mais longo e tecnicamente exigente do dia para arrancar a nota máxima dos juízes. Com 17,57 pontos, Makana ficou com a vitória. Bruno terminou muito próximo, com 16,76, seguido por Ícaro, com 15,43, e Usman, com 10,60. Além da conquista em Desert Point, o havaiano garantiu um wildcard direto para o Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. “Fazer parte do primeiro evento de surf de sempre em Desert Point foi uma honra. E conseguir um 10 perfeito na final foi um sonho tornado realidade. Estar ali com apenas mais três pessoas na água é provavelmente uma das coisas mais loucas que já vivi no surf. Esta onda é imbatível. Estou muito feliz e muito grato” Brasileiros chegam fortes à final Bruno Santos e Ícaro Ronchi foram dois dos grandes nomes do dia. Bruninho, profundo conhecedor de Desert Point, chegou a registrar o maior somatório de uma bateria em todo o evento: 18,24 pontos, na segunda passagem pela água. Ícaro veio logo atrás na mesma bateria, com expressivos 17,93. Os resultados oficiais mostram que ambos avançaram para a final em grande fase. A presença de Ícaro na decisão teve ainda um ingrediente especial. Convocado de última hora, ele ocupou a vaga deixada por Bruno Santos na lista de wildcards depois que Bruninho passou a ocupar uma vaga pelo seeding, em consequência da desistência de Nic von Rupp. Ícaro aproveitou a oportunidade e terminou o evento no terceiro lugar. Pedro Calado foi o terceiro brasileiro no evento. Ele somou 8,60 pontos na primeira bateria e melhorou para 11,80 na segunda, mas não conseguiu avançar à final. Tubos decidem tudo Como manda o formato do Capítulo Perfeito, apenas o tempo e a qualidade dentro dos tubos foram considerados pelos juízes, sem pontuação para manobras. É a característica que acompanha o evento desde sua primeira edição, realizada em 2012. Antes da entrada dos oito convidados, o dia começou com uma bateria especial dedicada aos surfistas de Desert Point. Diki Wahyudi venceu o Local Heat com 5,77 pontos, seguido por Ilham Sukron, com 4,00. A organização também tomou uma decisão inédita em relação aos 10 mil euros de premiação. O valor, originalmente reservado ao vencedor, foi dividido entre todos os participantes. Segundo Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito, a escolha refletiu a proposta de compartilhar a experiência proporcionada pelas condições encontradas em Lombok. “Hoje, todos os surfistas saíram daqui a sentir-se vencedores e, por isso, o prize money é dividido por todos. Conseguimos envolver a comunidade local e isso deixa-nos particularmente felizes”, afirmou Rui. Estreia internacional Desert Point marcou ainda um novo capítulo na história do evento. Em sua 12ª edição, foi a primeira vez que o Capítulo Perfeito saiu de Portugal. A estreia internacional terminou justamente com aquilo que define sua proposta: condições tubulares e uma nota 10 na bateria decisiva. Com a vitória, Makana Pang agora tem encontro marcado com Carcavelos em 2027. Em Lombok, o havaiano entrou para a história como o primeiro vencedor de um evento de surfe realizado em Desert Point. Resultado final do Capítulo Perfeito 2026 – Desert Point Melhor tubo: Makana Pang (HAV) – 10,00 pontos

    Havaiano Makana Pang vence primeiro evento de surfe realizado em Desert Point com nota 10 na final. Brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminam em segundo e terceiro.