Margaret River Pro

Italo voa alto no Main Break

Italo Ferreira dá show no Margaret River Pro, vence pela terceira fase com o maior somatório do dia, afasta o fantasma do corte e chega nas oitavas de final.
Margaret River Pro 2023, Main Break, Austrália

O cara do terceiro dia do Margaret River Pro foi Italo Ferreira. O campeão mundial de 2019 voou alto no Main Break e venceu pela terceira fase com a maior nota e o maior somatório do sábado (22). Filipe Toledo, Gabriel Medina, João Chianca e Yago Dora são os outros brasileiros classificados para as oitavas de final masculinas do evento. Dia também foi marcado pelo corte de alguns surfistas que não permanecerão no circuito da elite no restante da temporada de 2023.

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O sábado teve a repescagem e a terceira fase dos homens, além das quatro baterias iniciais das oitavas das mulheres. As disputas aconteceram em onda que chegaram aos 12 pés de face no Main Break, pico do Oeste da Austrália.

Os finalistas das Olimpíadas de Tóquio se enfrentaram na 14ª bateria do Round 3. Kanoa Igarashi ficou muito ativo na primeira metade do duelo de 40 minutos. O japonês surfou cinco ondas e estava na frente com as notas 6.33 e 5.27 pontos. Italo procurava por direitas melhores, e surfou apenas duas. O brasileiro havia conquistado 6.17 e 5.33 e precisava de 5.44 para vencer.

Italo foi pra liderança aos 21 minutos. O campeão olímpico marcou 6.27 pontos e deixou o japonês na necessidade de 6.11. O brasileiro atuou novamente logo em seguida, mas repetiu sua segunda maior nota e não alterou o placar. Kanoa tentou reverter o resultado quatro vezes, mas errou a finalização na melhor oportunidade e não chegou na nota que precisava.

A bateria chegou nos cinco minutos finais e Italo tinha a prioridade, mas quem surfou foi Kanoa. O japonês executou uma rasgada, um floater e uma batida. O brasileiro entrou na direita seguinte da mesma série. O atleta acelerou e voou alto com rotação. Ele comemorou muito. Kanoa não trocou de nota com 4.93 pontos e Italo disparou n a frente com 9.03, a maior nota do dia.

Italo ainda teve tempo de surfar uma direita da série e executar duas batidas fortes. O brazuca trocou de nota novamente, colocou mais 8.50 pontos no placar e venceu com o maior somatório do sábado, 17.53, contra 11.60 do adversário. Com o resultado o brasileiro garantiu permanência no CT 2023. O próximo adversário dele é o australiano Ethan Ewing.

“Escapar do corte é muito bom, mas esses dias têm sido difíceis, porque fico triste por meus amigos que saíram”, disse Italo Ferreira. “Mas, com certeza eu fiz uma grande bateria hoje (sábado). Eu queria conseguir notas mais altas no início, para poder ir aumentando a pontuação quando a bateria estivesse com a prioridade (de escolher a próxima onda). Foi incrível conseguir fazer as manobras que arrisquei, como aquele aéreo. Quando vi a rampa se formar, só pensei: ‘vamos lá! Estou bem feliz que deu certo’”.


Yago verticaliza no Main Break – Outro surfista que fez bonito no dia foi Yago Dora. Ele venceu pelo Round 3 com o segundo maior somatório do sábado. O atual nono colocado no ranking resolveu a bateria no primeiro quarto do confronto. Yago abriu a disputa aos três minutos com três batidas retas e fortes de backside. A atuação valeu a nota 9.00 pontos. Cinco minutos depois ele voltou a atacar as direitas do Main Break com agressividade, colocou mais 7.67 no somatório e deixou Nat Young precisando de duas ondas para reverter o resultado (16.67).

O norte-americano chegou a trocar de nota, mas não diminuiu a diferença para Yago. Já o brasileiro se distanciou ainda mais do adversário há quatro minutos do fim. Ele rasgou duas vezes, bateu com reverse e deu uma pancada na junção. Com mais 8.00 pontos ele fechou o caixão de Nat com o placar de 17.00 a 8.16. Com o resultado o norte-americano foi cortado do CT 2023.


Filipe segue em busca do bi – O primeiro brasileiro a vencer pela terceira fase foi Filipe Toledo. Ele deu mais um passo na luta pelo bicampeonato do Margaret River Pro.

A terceira fase masculina iniciou e as baterias passaram a ser simultâneas e com 40 minutos de duração. Filipe começou forte logo aos dois minutos. O atual melhor surfista do mundo fez duas manobras, a segunda uma batida agressiva. A performance valeu 7.83 pontos. Reef tentou entrar no jogo, mas até os 15 minutos só tinha duas ondas surfadas, que renderam notas abaixo de 1 ponto.

A bateria seguiu morna, com poucas ondas. Reef voltou a atuar sem a prioridade aos 18 minutos, porém só teve espaço para uma manobra, uma pancada forte e reta que valeu 3.17. Naquele momento ele precisava de 4.67 para vencer.

Filipe entrou em ação pela segunda vez na bateria aos 20 minutos. O campeão da prova em 2021 executou uma rasgada na parte mais cheia da onda, e depois fez outra curva, só que mais poderosa. A nota 6.67 pontos deixou o australiano na necessidade de 14.50 para avançar no Margaret River Pro.

O brasileiro voltou a aprontar na bateria. Filipe executou uma rasgada alongada e com pressão, depois fez outra curva mais curta, porém explosiva, e caiu numa batida. Com mais 7.23 pontos ele dificultou ainda mais o caminho de Reef, que ficou na necessidade de 15.06.

Enquanto o australiano não conseguia escolher ondas boas, Filipe seguia trocando notas sem a prioridade. Aos 28 minutos o brasileiro fez três manobras expressivas, anotou 7.70 pontos e aumentou a diferença no placar para 15.53.

Filipe seguiu num ritmo intenso e mais uma vez alterou o somatório com 7.87 pontos. Reef enfim fez uma onda boa. Perto do final da bateria o australiano executou quatro batidas, as duas primeiras muito fortes, e anotou 8.50. Ele passou a precisar de 7.20.

O brasileiro usou a prioridade nos segundos finais, mas não melhorou sua situação no confronto. Reef ainda teve tempo de surfar. Ele atuou quando restavam apenas dois segundos para o fim, porém caiu na segunda manobra e se despediu da etapa.

“Eu me senti muito bem na bateria, as condições do mar estão perfeitas e são ondas assim que sempre sonhamos competir”, disse Filipe Toledo. “Eu decidi surfar com uma prancha maior hoje, uma cópia da que usei em Sunset Beach (Havaí) e estou feliz por ter avançado para as oitavas de final. A sensação de soltar umas rasgadas grandes nessas paredes (das ondas) é muito boa, então quero fazer mais isso, manter esse ritmo nas próximas baterias”.


Medina também nas oitavas – A terceira bateria do Round 3 teve Gabriel Medina contra Maxime Huscenot. O tricampeão mundial passou pelo francês com as duas maiores notas da disputa. Com a derrota o francês foi cortado do CT 2023.

O duelo entre Medina e Maxime só começou a ganhar corpo aos 19 minutos. O brasileiro executou uma batida vertical, depois rasgou e executou outra pancada reta. A atuação valeu 7.60 pontos. Três minutos depois o francês anotou 6.33 e se manteve na briga.

Medina voltou a bater reto aos 25 minutos. Ele executou uma rasgada e duas batidas para marcar 6.33 pontos. Maxime surfou a onda seguinte da mesma série e colocou 6.30 no somatório, após realizar quatro ataques certos, sendo um layback o melhor.

A bateria seguiu sem alterações até os três minutos finais. Medina usou a prioridade para bloquear o adversário. Ele melhorou seu somatório com a nota 6.77 pontos e confirmou a vitória pelo placar de 14.27 a 12.63.

Maxime foi cortado da elite com a derrota. Ele chegou na etapa em 29º lugar no ranking e precisava de um bom resultado para sair da Austrália entre os 22 melhores.


Chianca vence campeão mundial – A quinta bateria do round teve o líder do ranking. João Chianca não tomou conhecimento do atual campeão do mundo na categoria Pro Junior, venceu com ampla vantagem no placar e garantiu vaga nas oitavas de final do Margaret River Pro.

Chianca marcou duas notas na casa dos sete pontos (7.83 e 7.17) nos seis minutos iniciais. Nas apresentações o brasileiro surfou tubo e executou rasgadas e batidas.

O australiano Jarvis Earle fez duas tentativas de chegar perto do brasileiro no placar, mas a maior nota que conquistou foi 3.17 pontos. Chianca ampliou a diferença aos 15 minutos. Ele executou um layback forte, além de uma rasgada e uma batida. A performance valeu 7.27 e o surfista deixou o adversário na necessidade de 15.10 para vencer.

Jarvis tentou entrar no jogo quando restavam sete minutos para o fim. Ele usou a prioridade, rasgou três vezes e bateu na junção, porém a nota 5.00 pontos não alterou sua situação no duelo. O aussie ainda fez outras tentativas, mas não mudou o placar e foi eliminado.

“Eu me sinto muito sortudo por ter essa vida, mas acordo todos os dias sabendo que tenho muito a melhorar. Estou focado nisso, no aprimoramento diário”, disse João Chianca. “Os meus patrocinadores são incríveis, me dão muito apoio e confiança, para eu fazer o meu melhor dentro d´água. Eu só quero manter esse ritmo e continuar evoluindo, pois sempre acho que posso melhorar. Também não quero pensar muito lá na frente, no futuro. Prefiro focar somente no próximo passo, bateria por bateria”.


Brasileiros eliminados – Três brasileiros foram eliminados neste sábado na Austrália e dois deles acabaram cortados da elite. Caio Ibelli se despediu do Margaret River Pro em 17º lugar. Ele passou pela repescagem, mas perdeu nos final da bateria do Round 3 e foi eliminado.

O terceiro dia da etapa começou com muita ação em ondas de 6 a 8 pés de face no Main Break, penteadas por um forte vento terral. Cada um dos três surfistas da primeira bateria da repescagem masculina surfaram duas ondas nos seis minutos iniciais. Caio marcou 6.60 e 5.97 pra ficar na liderança. O australiano Jacob Willcox ficou em segundo, precisando de 6.08 para vencer, e o também aussie Jack Thomas de 5.35 para não ser eliminado do evento.

Jacob pegou a liderança do brasileiro aos 12 minutos. O atleta executou duas batidas, marcou mais uma vez a nota 6.50 pontos e deixou o brasileiro em segundo lugar, na necessidade de 6.40 para vencer. Jack passou a precisar de 6.74 para assumir a segunda posição.

Caio usou a prioridade para tentar recuperar a primeira posição, mas a onda não foi boa. Jack e Jacob também atuaram, mas não melhoraram suas situações no confronto. O brasileiro foi para a virada pouco antes dos dez minutos finais. Caio executou um cutback, depois bateu de forma vertical e na sequência atingiu a junção. A atuação valeu 6.53 pontos.

O tempo passou e os surfistas não alteraram o placar até os dois minutos finais. Naquele momento Jacob fez um surfe vertical de duas manobras, marcou 6.80 pontos para sair da água vitorioso. Caio avançou em segundo lugar e Jack se despediu do Margaret River Pro na 33ª posição.

A 11ª bateria do Round 3 chegou na metade com Caio em primeiro lugar, porém ele logo perdeu a liderança para o havaiano Barron Mamiya. O brazuca retomou a primeira posição quando restavam 11 minutos para o término do duelo. Caio usou a prioridade, executou um cutback e bateu forte na junção. Ele precisava de 4.97 e marcou 5.27 pontos. Barron tentou dar o troco logo em seguida, mas necessitava de 4.48 e conquistou 4.37.

O brasileiro aumentou a diferença quando faltavam sete minutos. Caio bateu, rasgou e deu outra pancada. Com 5.47 pontos ele deixou Barron na necessidade de 5.84 para vencer. O havaiano ficou com a prioridade e escolheu uma onda perto do minuto final. Barron executou três rasgadas e comemorou. Caio surfou a direita seguinte da mesma série e também comemorou a atuação após fazer duas rasgadas e uma batida. O havaiano anotou 6.63 pontos, foi pra liderança e deixou o brasileiro precisando de 6.27 para vencer. Caio recebeu 5.87 pela última performance e acabou eliminado do Margaret River.

Michael fora da elite – Neste sábado o Brasil perdeu um representante da elite do surfe em 2023. Michael Rodrigues ficou em último lugar na bateria da repescagem do Margaret River Pro, e foi eliminado da etapa e do CT. Ele chegou na prova australiana em 26º lugar no ranking e precisava de um bom resultado para ficar entre os 22 melhores, porém fez seu pior resultado na temporada (33ª posição).

A metade da terceira disputa da repescagem masculina teve pouca ação. O brasileiro pegou apenas uma onda (3.67). Jarvis Earle fez 4.43 e 0.73 e Calllum Robson foi o melhor. O australiano abriu com 4.83 e aos 17 minutos colocou 7.67 pontos no somatório, após fazer algumas curvas e ter uma batida forte, com inversão de rabeta, como a manobra de destaque.

Michael segurou a prioridade e surfou sua segunda onda aos 24 minutos. O brasileiro executou uma rasgada e uma batida potente para anotar 5.50 pontos e assumir o segundo lugar. Ele passou a precisar de 7.01 para vencer, e Jarvis de 4.75 para eliminar o brazuca.

O brasileiro dificultou o caminho do australiano quando restavam seis minutos. Jarvis tinha a prioridade, mas Michael surfou, acertou três rasgadas e uma batida para aumentar seu somatório com 5.07 pontos. A diferença para o líder Callum continuou a mesma, mas cresceu para Jarvis, que passou a precisar de 6.14.

Jarvis manteve a prioridade até os últimos dois minutos. O aussie entrou numa direita da série, fez duas rasgadas e executou uma batida reta, de cabeça pra baixo. O surfista seguiu na direita, fez outra curva e mais uma pancada. A nota só foi divulgada após o término da disputa, e os 6.33 pontos classificaram Jarvis e eliminaram Michael da etapa e do CT 2023.


Samuel se despede da primeira divisão – Samuel Pupo caiu fora do Margaret River Pro na segunda bateria do Round 3 masculino numa derrota para Jordy Smith. A disputa chegou embolada na metade dos 40 minutos. Jordy estava na frente com as notas 5.50 e 5.03 pontos, contra 5.50 e 5.23 de Samuel. Depois disso o sul-africano aumentou o nível. Primeiro marcou 6.50 e depois, aos 27 minutos, rasgou com muita força e bateu para conquistar 8.00. Samuel passou a necessitar de 9.00 para seguir vivo no Margaret River Pro.

O brasileiro usou a prioridade aos 33 minutos. Samuel fez uma rasgada alongada, uma batida e uma pancada na junção. Ele comemorou a performance. A nota foi 7.40 pontos e ele passou a precisar de 7.11 para vencer.

Samuel tentou a virada sem a prioridade, porém a direita não ofereceu muitas oportunidades. Jordy surfou no minuto final para barrar o brasileiro, porém Samuel ainda entrou em ação mais uma vez. Ele dropou no segundo final, mas caiu após duas manobras, marcou apenas 3.23 e foi eliminado. Com o resultado o sul-africano se garantiu na elite e o brasileiro foi cortado da primeira divisão do surfe.

Kelly é cortado do CT – O mundo pode ter visto neste sábado a última participação de Kelly Slater no CT como integrante da elite. O norte-americano caiu na terceira fase do Margaret River Pro e perdeu a chance de ficar entre os 22 melhores do ranking que permanecerão no tour 2023.

Kelly competiu contra o australiano Liam O’Brien, que também chegou na etapa ameaçado de corte. Após um bom início do norte-americano (6.17), Liam cresceu no duelo, executou batidas retas e rasgadas com pressão, anotou duas notas na casa dos sete pontos (7.83 e 7.70), e deixou Kelly na necessidade de 9.36 para seguir vivo na elite.

O surfista 11 vezes campeão mundial seguiu forçando as manobras, e aos 24 minutos diminuiu a diferença. Kelly bateu forte, depois rasgou derrapando a rabeta e fez outra curva na parte menor da onda. A atuação valeu 7.83 pontos e ele passou a precisar de 7.70.

Liam usou a prioridade para bloquear Kelly quando restavam dez minutos para o fim. Ele fez duas manobras, mas não alterou seu somatório. O norte-americano atuou um minuto depois, mas caiu após rasgar duas vezes a direita do Main Break.

A bateria chegou nos quatro minutos finais e Liam voltou a usar o direito de escolha de onda para impedir que Kelly entrasse em ação. O norte-americano pegou a prioridade e ficou com três minutos para marcar os 7.70 pontos que precisava.

Kelly foi para o tudo ou nada no minuto final. Ele começou a apresentação com uma batida, depois executou outra pancada e perdeu um pouco do equilíbrio, mas seguiu firme e atacou a junção. A nota 5.57 pontos não alterou o resultado, ele foi eliminado do Margaret River Pro e cortado da elite mundial.

“Eu realmente senti nessa bateria, que algo mágico poderia acontecer”, disse Kelly Slater. “Se você está precisando de menos de 10 pontos, existe a chance de ganhar, se vier uma onda. Eu estava me sentindo bem, surfando solto e não fiquei estressado com a situação em nenhum momento. Eu estava realmente curtindo o dia, está um dia lindo, com boas ondas, então só fiquei curtindo tudo e, sabe, nós estamos respirando”.

Cortados da elite – Além de Samuel, Kelly, Nat, Michael e Maxime, outros cinco surfistas foram cortados da elite neste terceiro dia do Margaret River Pro. O primeiro a se despedir do CT 2023 foi Carlos Muñoz. O surfista da Costa Rica fez uma bateria muito ruim na repescagem e foi eliminado ao ficar em último lugar.

Outro que está fora da segunda metade da temporada 2023 do CT é Ezekiel Lau. O havaiano fez um bom trabalho na repescagem, porém caiu na fase seguinte e não tem mais chances de ficar entre os 22 melhores após a etapa australiana. O australiano Jackson Baker e os norte-americanos Kolohe Andino e Jake Marshall também foram cortados.

Tati em nono lugar – O sábado foi finalizado na Austrália com as quatro baterias iniciais das oitavas femininas. Tatiana Weston-Webb foi eliminada no último duelo. A norte-americana Lakey Peterson começou melhor, porém a brasileira entrou no ritmo e virou o resultado. A mudança na posição da disputa aconteceu quando restavam 17 minutos para o fim. Tati usou a prioridade, executou duas rasgadas em partes lentas da onda, e fechou a apresentação com uma forte batida. Ela necessitava de 4.57 pontos e marcou 6.17.

Lakey passou a necessitar de 5.45 pontos e chegou perto com 4.67. O tempo passou e Tati atuou perto dos quatro minutos finais. A brasileira executou uma rasgada, e partiu para uma batida, porém caiu. A norte-americana atuou na direita seguinte da mesma série. Lakey rasgou, fez um cutback e bateu na junção. Ela anotou 6.57, foi pra liderança e deixou a brazuca na necessidade de 5.91 pra vencer. Tati usou a prioridade quando restavam 22 segundos, fez uma rasgada, um cutback, porém errou a finalização e se despediu do Margaret River Pro em nono lugar.

Próxima chamada e previsão das ondas – A próxima chamada para o Margaret River Pro acontece neste sábado (21), às 19h45 (de Brasília).

De acordo com a previsão, as ondas perderão tamanho e devem quebrar com 8 a 10 pés de face, ainda com swell de Sudoeste. O vento terral pode soprar nas primeiras horas do dia, e virar para maral no meio da manhã. A intensidade vai de fraca pela manhã, a forte durante a tarde.

Como assistir ao vivo – O Margaret River Pro tem até o dia 30 de abril para ser realizado. O evento será transmitido ao vivo pelo site WorldSurfLeague.com , além do Aplicativo e do Canal da WSL no YouTube. No Brasil, todas as etapas do CT também serão transmitidas ao vivo nos canais SporTV (por assinatura) e no Globoplay (plataforma de streaming).

Margaret River Pro 2023
Round 2 Masculino (Repescagem)

1 Jacob Willcox (AUS) 13.30 x Caio Ibelli (BRA) 13.13 x Jack Thomas (AUS) 10.26

2 Leonardo Fioravanti (ITA) 14.67 x Jerome Forrest (AUS) 11.27 x Carlos Muñoz (CRI) 4.97

3 Callum Robson (AUS) 12.50 x Jarvis Earle (AUS) 10.76 x Michael Rodrigues (BRA) 10.57

4 Reef Heazlewood (AUS) 15.16 x Kanoa Igarashi (JAP) 14.56 x Rio Waida (IDN) 14.50

Round 3

1 Filipe Toledo (BRA) 15.70 x 12.43 Reef Heazlewood (AUS)

2 Jordy Smith (AFR) 14.50 x 12.90 Samuel Pupo (BRA)

3 Gabriel Medina (BRA) 14.27 x 12.63 Maxime Huscenot (FRA)

4 Leonardo Fioravanti (ITA) 15.33 x W.O. Ian Gentil (HAV) *

5 João Chianca (BRA) 15.10 x 8.17 Jarvis Earle (AUS)

6 Callum Robson (AUS) 14.10 x 12.44 Jackson Baker (AUS)

7 Connor O’Leary (AUS) 14.43 x 12.77 Ezekiel Lau (HAV)

8 Yago Dora (BRA) 17.00 x 8.16 Nat Young (EUA)

9 Griffin Colapinto (EUA) 14.17 x 7.76 Jerome Forrest (AUS)

10 Liam O’Brien (AUS) 15.53 x 14.00 Kelly Slater (EUA)

11 Barron Mamiya (HAV) 11.73 x 11.34 Caio Ibeli (BRA)

12 Ryan Callinan (AUS) 13.33 x 11.93 Kolohe Andino (EUA)

13 Ethan Ewing (AUS) 14.50 x 13.63 Jacob Willcox (AUS)

14 Italo Ferreira (BRA) 17.53 x 11.60 Kanoa Igarashi (JAP)

15 Matthew McGillivray (AFR) 12.93 x 8.93 Seth Moniz (HAV)

16 John John Florence (HAV) 16.33 x 12.76 Jake Marshall (EUA)

* A bateria foi realizada mesmo sem Ian Gentil, que ficou fora por motivos médicos. O havaiano sofreu uma queda durante um treino na sexta-feira (21) e não se sentiu bem durante a noite.
Oitavas de final

1 Filipe Toledo (BRA) x Jordy Smith (AFR)

Gabriel Medina (BRA) x Leonardo Fioravanti (ITA)

João Chianca (BRA) x Callum Robson (AUS)

4 Connor O’Leary (AUS) x Yago Dora (BRA)

5 Griffin Colapinto (EUA) x Liam O’Brien (AUS)

6 Barron Mamiya (HAV) x Ryan Callinan (AUS)

7 Ethan Ewing (AUS) x Italo Ferreira (BRA)

8 Matthew McGillivray (AFR) x John John Florence (HAV)

Oitavas de final Femininas

1 Molly Picklum (AUS) 12.33 x 10.07 Courtney Conlogue (EUA)

2 Bronte Macaulay (AUS) 13.23 x 12.67 Bettylou Sakura Johnson (HAV)

3 Carissa Moore (HAV) 15.93 x 14.66 Sophie McCulloch (AUS)

4 Lakey Peterson (EUA) 12.07 x 10.94 Tatiana Weston-Webb (BRA)

5 Tyler Wright (AUS) x Johanne Defay (FRA)

6 Gabriela Bryan (HAV) x Stephanie Gilmore (AUS)

7 Caitlin Simmers (EUA) x Sally Fitzgibbons (AUS)

8 Caroline Marks (EUA) x Brisa Hennessy (CRI)

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    Próxima chamada para o Fiji Pro acontece nesta quarta-feira (25), às 16h (de Brasília). A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. A janela segue até 4 de setembro. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Fiji A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Em inglês: Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 2 1 – Seth Moniz (HAV) 12.67 x 11.80 Marco Mignot (FRA)2 – Ethan Ewing (AUS) x Cole Houshmand (EUA)3 – Yago Dora (BRA) x Mateus Herdy (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) x Alan Cleland (MEX)5 – João Chianca (BRA) x Morgan Cibilic (AUS)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) x Eli Hanneman (HAV)7 – Liam O’Brien (AUS) x Callum Robson (AUS)8 – George Pittar (AUS) x Jackson Marshall (EUA)9 – Italo Ferreira (BRA) x Matthew McGillivray (AFS)10 – Connor O’Leary (JAP) x Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) x Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) x Ramzi Boukhiam (MAR)14 – Kauli Vaast (FRA) x Crosby Colapinto (EUA)15 – Jack Robinson (AUS) x Barron Mamiya (HAV)16 – Gabriel Medina (BRA) x Jacob Willcox (AUS) Feminino Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) x Sally Fitzgibbons (AUS)2 – Luana Silva (BRA) x Bettylou Sakura Johnson (HAV)3 – Sawyer Lindblad (EUA) x Vahine Fierro (FRA)4 – Caroline Marks (EUA) x Erin Brooks (CAN)5 – Gabriela Bryan (HAV) x Yolanda Hopkins (POR)6 – Nadia Erostarbe (ESP) x Isabella Nichols (AUS)7 – Molly Picklum (AUS) x Brisa Hennessy (CRC)8 – Lakey Peterson (EUA) x Francisca Veselko (POR) Round 1 Masculino 1 – Matthew McGillivray (AFS) 5.33 x 1.43 Luke Thompson (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 12.00 x 8.33 Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) 12.16 x 11.23 Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) 11.50 x 6.10 Oscar Berry (AUS) Feminino 1 – Yolanda Hopkins (POR) 9.77 x 9.57 Tya Zebrowski (FRA)2 – Sally Fitzgibbons (AUS) 9.97 x 8.37 Stephanie Gilmore (AUS)3 – Vahine Fierro (FRA) 14.17 x 6.66 Alyssa Spencer (EUA)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.66 x 4.60 Anat Lelior (ISR)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 9.73 x 8.50 Bella Kenworthy (EUA)6 – Francisca Veselko (POR) 12.17 x 12.00 Tyler Wright (AUS)7 – Erin Brooks (CAN) 18.00 x 3.06 Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) 9.33 x 3.80 Ulukilupetea Kurop (FIJ)

    Próxima chamada para o Fiji Pro acontece nesta quarta-feira (25), às 16h (de Brasília). Previsão indica que swell segue firme em Cloudbreak.

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.

    Teahupoo mostrou mais uma vez por que é uma das etapas mais aguardadas do Circuito Mundial. Tubos, notas altas, baterias apertadas e eliminações de alguns dos principais nomes da temporada marcaram a sétima parada do Championship Tour 2026, o Outerknown Tahiti Pro. Seth Moniz e Erin Brooks ficaram com os títulos. Para o Brasil, o grande destaque foi Italo Ferreira, que chegou às semifinais e deixou a Polinésia Francesa na liderança do ranking mundial. Primeira vitória de Seth Moniz Seth Moniz viveu em Teahupoo o maior momento de sua carreira no Championship Tour. Em sua sétima temporada na elite, o havaiano conquistou sua primeira vitória no CT ao derrotar Griffin Colapinto na decisão. A campanha foi construída desde o Round 1. No caminho até o título, Seth passou por Eimeo Czermak, Yago Dora, Barron Mamiya e Alan Cleland antes de encontrar Italo Ferreira nas semifinais. Depois de superar o brasileiro, derrotou Griffin na decisão. Na final, Seth venceu por 18,17 a 14,67, garantindo o primeiro troféu de sua carreira no CT. O resultado também provocou uma grande mudança em sua temporada: ele saltou 12 posições e chegou ao 19º lugar no ranking. Italo veste a lycra amarela Italo Ferreira chegou ao último dia de competição como principal esperança brasileira e avançou às semifinais ao derrotar Ethan Ewing nas quartas. O potiguar começou a bateria com um tubo para 5,33 e depois encontrou uma onda que rendeu 7,17. Na reta final, ainda conseguiu um 8,33 para fechar a disputa com 15,50 pontos contra 11,94 do australiano. Na semifinal contra Seth Moniz, Italo chegou a abrir boa vantagem. O brasileiro liderava por 12,50 a 5,50, mas o havaiano cresceu na parte final da bateria, recebeu 7,83 e 7,93 e virou o confronto. Seth avançou com 15,76 contra 13,83, enquanto Italo terminou a etapa na terceira colocação. Mesmo eliminado, o saldo do brasileiro foi importante na corrida pelo título mundial. Com os 6.085 pontos conquistados em Teahupoo, Italo chegou a 39.930 pontos e abriu 5.000 de vantagem sobre Leonardo Fioravanti, vice-líder. O Brasil ainda ocupa quatro das cinco primeiras posições do ranking: além de Italo na liderança, Yago Dora aparece em terceiro, Miguel Pupo em quarto e Gabriel Medina em quinto. Erin Brooks vira final e conquista o título No feminino, Erin Brooks protagonizou uma reação na decisão contra Anat Lelior. A israelense abriu vantagem e chegou à metade da bateria com duas ondas excelentes, 8,33 e 8,00. Brooks reagiu primeiro com um 8,27 e depois encontrou outro tubo para 8,93, assumindo a liderança. A canadense venceu por 17,20 a 16,33. Foi a primeira vitória de Erin como integrante fixa do Championship Tour. A canadense, de 19 anos, havia começado o Finals Day eliminando a atual campeã mundial e defensora do título da etapa, Molly Picklum, e depois passou por Isabella Nichols na semifinal. Com o resultado, Brooks subiu sete posições e chegou ao 11º lugar do ranking. Anat Lelior também deixou Teahupoo com o maior resultado de sua carreira. O vice-campeonato representou a primeira final de um surfista de Israel no Championship Tour. Slater desafia o tempo Aos 54 anos, Kelly Slater foi um dos grandes personagens da etapa. O 11 vezes campeão mundial eliminou Gabriel Medina em um dos confrontos mais aguardados do campeonato e fez isso com uma atuação que entrou para os destaques do ano. Slater somou 19,06 pontos na bateria, mostrando mais uma vez sua sintonia com Teahupoo. Sua campanha terminou nas oitavas de final, diante de Jack Robinson, mas não antes de o norte-americano voltar a deixar sua marca no campeonato onde construiu alguns dos maiores momentos de sua carreira. Brasileiros em Teahupoo Além da semifinal de Italo, João Chianca, Alejo Muniz e Miguel Pupo chegaram às oitavas de final. Miguel foi superado por Griffin Colapinto, enquanto Chumbinho e Alejo também se despediram nesta fase. Gabriel Medina havia sido eliminado anteriormente por Kelly Slater. No feminino, Luana Silva caiu no Round 2 diante da portuguesa Yolanda Hopkins. Próxima parada: Fiji Encerrado o Tahiti Pro, o Championship Tour permanece no Pacífico Sul. A próxima etapa será disputada em Cloudbreak, Fiji, com janela entre 25 de agosto e 4 de setembro. “A gente segue na disputa. É uma longa jornada e tenho que colocar o pezinho no chão para trabalhar campeonato a campeonato” Italo Ferreira, campeão mundial de 2019 Italo chega à próxima etapa com a lycra amarela, mas evita antecipar qualquer possibilidade de disputa pelo segundo título mundial. O brasileiro já definiu também seu próximo objetivo: conquistar pela primeira vez a etapa de Fiji. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS)

    Seth Moniz conquista primeira vitória no CT, Erin Brooks vence entre as mulheres e Italo Ferreira deixa o Taiti na liderança do ranking após chegar às semifinais do Outerknown Tahiti Pro 2026.

    A próxima chamada o Outerknown Tahiti Pro 2026 acontece nesta segunda-feira (10) às 14h (de Brasília). Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Teahupoo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto. Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, o Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos no Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feito de surfista para surfista, o Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS) 18.20 x 17.40 Callum Robson (AUS)15 Griffin Colapinto (EUA) 19.60 x 8.50 Rio Waida (IND)16 Miguel Pupo (BRA) 13.50 x 1.94 Mateus Herdy (BRA) Round 3 1 Kauli Vaast (FRA) 12.00 x 12.34 Alan Cleland (MEX)2 Seth Moniz (HAV) 12.10 x 9.04 Barron Mamiya (HAV)3 Connor O’Leary (JAP) 10.33 x 11.66 Italo Ferreira (BRA)4 Liam O’Brien (AUS) 6.66 x 7.67 Ethan Ewing (AUS)5 Ramzi Boukhiam (MAR) 14.00 x 9.10 João Chianca (BRA)6 Alejo Muniz (BRA) 2.10 x 13.66 George Pittar (AUS)7 Kelly Slater (EUA) 8.46 x 15.00 Jack Robinson (AUS)8 Griffin Colapinto (EUA) 16.67 x 15.17 Miguel Pupo (BRA) Quartas de final 1 Alan Cleland (MEX) 1.50 x 13.66 Seth Moniz (HAV)2 Italo Ferreira (BRA) 15.50 x 11.94 Ethan Ewing (AUS)3 Ramzi Boukhiam (MAR) 17.74 x 8.84 George Pittar (AUS)4 Jack Robinson (AUS) 11.50 x 11.83 Griffin Colapinto (EUA) Semifinais 1 Seth Moniz (HAV) 15.76 x 13.83 Italo Ferreira (BRA)2 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.37 x 15.40 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 Seth Moniz (HAV) 18.17 x 14.67 Griffin Colapinto (EUA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 1.67 x 4.16 Anat Lelior (ISR)2 Tya Zebrowski (FRA) 2.00 x 6.90 Erin Brooks (CAN)3 Isabella Nichols (AUS) 8.77 x 7.13 Vahine Fierro (FRA)4 Stephanie Gilmore (AUS) 3.90 x 4.73 Yolanda Hopkins (POR)5 Alyssa Spencer (EUA) 5.00 x 1.93 Bella Kenworthy (EUA)6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4.44 x 6.00 Brisa Hennessy (CRC)7 Nadia Erostarbe (ESP) 8.67 x 4.66 Francisca Veselko (POR)8 Tyler Wright (AUS) 4.57 x 5.34 Kelia Gallina (TAH) Round 2 1 Caroline Moore (HAV) 8.90 x 11.83 Erin Brooks (CAN)2 Molly Picklum (AUS) 9.50 x 3.56 Alyssa Spencer (EUA)3 Sawyer Lindblad (EUA) 6.67 x 7.16 Isabella Nichols (AUS)4 Lakey Peterson (EUA) 4.73 x 4.90 Nadia Erostarbe (ESP)5 Gabriela Bryan (HAV) 1.46 x 12.73 Anat Lelior (ISR)6 Caroline Marks (EUA) 5.50 x 8.27 Kelia Gallina (TAH)7 Luana Silva (BRA) 3.97 x 10.17 Yolanda Hopkins (POR)8 Caity Simmers (EUA) 13.50 x 1.33 Brisa Hennessy (CRC) Quartas de final 1 Erin Brooks (CAN) 13.50 x 3.27 Molly Picklum (AUS)2 Isabella Nichols (AUS) 7.83 x 7.26 Nadia Erostarbe (ESP)3 Anat Lelior (ISR) 9.50 x 6.53 Kelia Gallina (TAH)4 Yolanda Hopkins (POR) 12.33 x 6.90 Caity Simmers (EUA) Semifinais 1 Erin Brooks (CAN) 15.10 x 11.17 Isabella Nichols (AUS)2 Anat Lelior (ISR) 12.50 x 3.43 Yolanda Hopkins (POR) Final 1 Erin Brooks (CAN) 17.20 x 16.33 Anat Lelior (ISR))

    Confira ao vivo o Outerknown Tahiti Pro 2026 e participe dos comentários e debates no nosso fórum, durante as etapas da WSL.

    Etapa Natal chegou ao fim neste domingo nas areias da Praia de Miami com vitórias de Daniella Rosas e Douglas Silva. Com status QS 4.000 da World Surf League (WSL), a etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as Quartas de Final masculina, seguidas pelas Semifinais nos dois naipes, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas as categorias, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral potiguar. Douglas Silva desbanca líder do ranking para celebrar a vitória Em um duelo entre Santa Catarina e Pernambuco, Douglas Silva (BRA) conquistou sua primeira vitória no Circuito Banco do Brasil de Surfe, superando o catarinense Luan Wood (BRA), líder do ranking do QS sul-americano e do Circuito BB, embalado pelo título da etapa de Imbituba. Em uma final eletrizante na Praia de Miami, Douglas começou forte e abriu a disputa com uma onda 8,50, e Luan respondeu logo na sequência, marcando 8,07 pontos ao trabalhar muito bem as manobras de base-lip. Luan precisava de 7,14 pontos para virar o resultado e ainda teve uma última oportunidade quando os dois surfistas conseguiram pegar ondas a menos de 30 segundos do fim, mas o  catarinense recebeu 6,50 e não conseguiu a virada, confirmando Douglas Silva como grande campeão da etapa de Natal. “Primeiramente, agradecer a Deus por esse momento. Estou muito feliz, estava me sentindo bem desde o começo do evento. Estava leve. Quero agradecer a todos pela torcida, aos meus patrocinadores que acreditam no meu sonho e no meu futuro, ao meu coach Alan… Aproveitar pra dar um feliz Dia dos Pais pra todo mundo. Muito feliz de sair com a primeira vitória no Circuito BB. Seguir firme e forte trabalhando, o trabalho não para”, celebra o campeão, que completa: “Eu sempre falo pra todo mundo que nossa vida é ganha nos mínimos detalhes e é algo que eu tenho trabalhado bastante com meu coach. Estamos ajudando muito isso. 1% melhor a cada dia. Deus colocou pessoas boas na minha vida e está dando certo. A gente trabalha todos os dias para que dê certo e a gente está colhendo os resultados“. Trajetória impecável começa nas semifinais As semifinais masculinas do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocaram frente a frente dois dos surfistas que mais se destacaram no evento. Douglas Silva eliminou o campeão da etapa de 2025, Israel Junior (BRA), por 16,84 a 12,67 pontos, deixando o potiguar em combinação. O duelo foi marcado pelo confronto entre dois aerialistas: Israel ainda arriscou mais um superman, repetindo o feito das quartas, mas foi Douglas quem construiu a vitória com um surfe de borda muito forte, tanto de backside quanto de frontside, garantindo duas notas de critério excelente (8,67 e 8,17).  Em grande fase, Douglas chegou à decisão com uma campanha praticamente perfeita em Natal. Antes da final, Dodô já mostrava confiança em suas declarações:  “Eu tô muito leve, muito tranquilo. Eu realmente vim aqui pra sair com o título, estou muito focado nessa etapa (…) Essa é minha meta“. Na semifinal anterior, Luan Wood confirmou o favoritismo e superou Rafael Barbosa (BRA) por 14,70 a 13,67, garantindo vaga na decisão. Luan chegou a Natal na liderança do ranking depois das duas primeiras etapas e vinha de uma sequência consistente: no sábado, venceu suas duas baterias, incluindo uma onda 7,67 que foi decisiva para avançar às quartas. Rafael também chegou forte, ocupando posição de destaque no ranking e tendo como antecedente recente um duelo apertado contra Luan. A vitória colocou Luan na final contra Douglas, em um confronto que reúne o líder do QS sul-americano e o atleta que chega embalado por um dos melhores momentos da temporada. Peruana supera Maria Eduarda Cesar e conquista o título  A final feminina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocou frente a frente experiência e nova geração. De um lado, Maria Eduarda Cesar (BRA), uma das promessas do surfe brasileiro com apenas 18 anos, disputando a primeira final de sua carreira no Circuito BB. Do outro, a peruana Daniella Rosas (PER), atleta olímpica, tricampeã sul-americana da WSL e atual campeã do circuito Banco do Brasil, que chegou à segunda final em duas etapas disputadas em 2026. Em 2025, Daniella foi ainda campeã em São Sebastião e em Imbituba. Em uma decisão de 30 minutos, Dani venceu por 9,07 a 9,84 pontos, administrando bem a escolha das ondas e a prioridade nos minutos finais. Duda apostou principalmente nas direitas em frente ao palanque, mas a peruana foi mais eficiente na leitura do mar. O resultado reforça a consistência de Daniella em eventos no Brasil.  “Estou super agradecida. Poder ganhar aqui é super especial. Venho de uma sequência não muito boa no Challenger, mas estou feliz de poder ganhar aqui. Em Imbituba não foi meu grande dia (na final contra a Sophia Medina), e aqui fiquei o mais tranquila possível e ajustei meus erros. Estou feliz e agradecida”, celebra a campeã, que projeta os próximos passos:  “Agora vou pra casa, porque faz muito tempo que não vou pra lá. Saio para a Espanha, depois volto para o Brasil para a etapa do Espírito Santo… Tenho bons resultados no Brasil e quero manter isso constante. Estou totalmente focada nos Challengers. Esse ano me sinto muito melhor, estou super feliz em todos os sentidos. Agradecida de estar aqui, de ganhar aqui. A verdade é que estou muito feliz”, finaliza Dani.  Atleta BB, Tainá Hinckel (BRA) e Alexia Monteiro (BRA) encerraram suas participações na semifinal, terminando o evento em terceiro lugar no geral.  Resultados Circuito Banco do Brasil de Surfe em Etapa Natal Masculino Quartas de final 1 Luan Wood (BRA) 11.60 x 8.70 Wesley Leite (BRA)2 Rafael Barbosa (BRA) 13.50 x 12.23 Gabriel Klaussner (BRA)3 Israel Junior (BRA) 14.00 x 12.03 Ryan Kainalo (BRA)4 Douglas Silva (BRA) 15.10 x

    Pernambucano Douglas Silva conquista primeira vitória no Circuito Banco do Brasil, e peruana Daniella Rosas vence no feminino na etapa de Natal, disputada na Praia de Miami (RN).

    A Defesa Civil mantém alertas para ventos fortes nesta sexta-feira (7) em áreas do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, com rajadas que podem chegar a 100 km/h no litoral paulista. A situação já provocou ventos de 97,2 km/h em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, durante a noite de quinta-feira (6). Clique aqui para ver a previsão das ondas em SP Clique aqui para ver a previsão das ondas no RJ No estado de São Paulo, a previsão é de alerta vermelho nesta sexta e no sábado (8), com destaque para o litoral, a faixa leste e regiões de serra. A Defesa Civil chegou a enviar alertas severos aos celulares da população do litoral sul e da Baixada Santista até Bertioga. A força do vento já pôde ser sentida em diferentes pontos da costa paulista. Além dos 97,2 km/h registrados em Itanhaém na noite de quinta, os ventos chegaram a 90 km/h em Mongaguá no período noturno. Na manhã desta sexta, Caraguatatuba registrou rajadas de 49,3 km/h. Também houve registros de 37,6 km/h em Santos, 36,7 km/h em Cananéia, 31,2 km/h em Mongaguá e 31,1 km/h em Ilhabela. A Baixada Santista está entre as regiões com previsão de ventos fortes e maior risco no estado. Bertioga, Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba suspenderam as aulas da rede pública nesta sexta-feira. Segundo a Defesa Civil, a ventania pode provocar queda de árvores e placas, destelhamentos, interrupções no fornecimento de energia, dificuldades no tráfego, impactos em aeroportos e agitação marítima. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Agência SP (@agenciaspoficial) Rio de Janeiro também recebe alerta No Rio de Janeiro, a Defesa Civil estadual também emitiu um alerta severo para ventos e chuva forte na manhã desta sexta-feira. A mensagem enviada aos celulares alertou para vento forte nas próximas horas e orientou a população a evitar deslocamentos. A cidade do Rio entrou em Estágio 2 ainda na noite de quinta-feira, diante da previsão de intensificação dos ventos entre quinta e domingo (9). As aulas das redes municipal e estadual foram suspensas nesta sexta por precaução. As condições para um vendaval se intensificaram com a combinação entre um ciclone e uma frente fria, e os ventos podem passar dos 90 km/h na Região Metropolitana do Rio. Para esta sexta, a previsão indica rajadas fortes, entre 52 e 76 km/h, e muito fortes, acima de 76 km/h, a partir da manhã. Atenção redobrada no litoral A ventania está associada à chegada de um ciclone extratropical à região Sul do país e exige atenção especial de quem está no litoral. Além dos ventos fortes, há previsão de ressaca. No estado de São Paulo, nove das 16 regiões administrativas estão em alerta vermelho, incluindo Santos e o Vale do Paraíba e litoral norte. Além dos riscos provocados pelo vento em terra, a Defesa Civil paulista inclui a agitação marítima entre os possíveis impactos das condições meteorológicas. O cenário reforça a necessidade de atenção de quem pretende frequentar praias ou realizar atividades no mar durante o período de maior intensidade dos ventos. No domingo (9), a previsão para São Paulo passa para alerta amarelo, com as rajadas se deslocando gradualmente em direção ao Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Corpo de Bombeiros Militar/ RJ (@corpodebombeiros_rj)

    Litoral paulista está entre as áreas de maior atenção nesta sexta-feira (7), enquanto Rio de Janeiro também recebe alerta para ventos fortes. Rajadas já chegaram a 97,2 km/h em Itanhaém.

    O Circuito Banco do Brasil de Surfe retorna ao Rio Grande do Norte para mais uma etapa da temporada de 2026. Entre os dias 7 e 9 de agosto, a Praia de Miami, em Natal, recebe pela terceira vez uma das principais etapas do calendário da WSL South America, válida pelo Qualifying Series (QS) 4.000. E, entre os principais nomes da competição, um atleta chega cercado de expectativa: o potiguar Mateus Sena, campeão da etapa em 2024 e um dos favoritos para repetir o feito diante da torcida. Em cinco anos, o Circuito Banco do Brasil de Surfe consolidou-se como a principal plataforma de desenvolvimento do surfe profissional sul-americano. Já foram 21 etapas realizadas, mais de duas mil inscrições e mais de 700 atletas únicos, de 15 nacionalidades, reforçando a importância da competição para a formação de novos talentos. “Cada etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe representa muito mais do que uma competição. É uma oportunidade de fortalecer o surfe brasileiro, criar caminhos para a nova geração de atletas e aproximar ainda mais o esporte das comunidades onde ele nasceu e se desenvolveu. Natal reúne todos esses elementos o que faz elevar a expectativa de realizar mais um grande evento e seguir consolidando o circuito como a principal plataforma de desenvolvimento do surfe profissional na América do Sul”, evidencia Ivan Martinho, presidente da WSL América Latina. O Rio Grande do Norte tem tradição na modalidade, revelando nomes como Italo Ferreira, campeão olímpico e mundial da WSL, Jadson André, que permaneceu por 13 temporadas na elite do Championship Tour, além de atletas como Joca Junior, Marcelo Nunes, Danilo Costa, Aldemir Calunga, Alan Jhones e Israel Junior. Agora, Mateus Sena busca escrever mais um capítulo dessa história. Foi justamente na Praia de Miami que o surfista viveu um dos momentos mais marcantes da carreira. Em 2024, conquistou o título da etapa e também da temporada do Circuito Banco do Brasil de Surfe. Na decisão, arrancou uma nota 8.50 na última onda, a menos de dois minutos do fim da bateria, para virar sobre Adauto Sena e levantar o troféu diante da praia lotada. “A conquista de 2024 foi um dos momentos mais marcantes da minha carreira. Foi o primeiro título sul-americano da história do Rio Grande do Norte em um evento desse porte, e isso torna essa vitória ainda mais especial. Guardo lembranças muito boas daquele dia, com minha família, meus amigos e todas as pessoas que me viram crescer acompanhando da praia. Tudo isso me dá ainda mais confiança, porque sei que já consegui uma vez e agora vou em busca de repetir esse resultado”, destaca Mateus. No ano seguinte, a tradição foi mantida com mais um título potiguar, desta vez conquistado por Israel Junior. Agora, em 2026, os dois surfistas entram na disputa com a chance de se tornarem os primeiros bicampeões da etapa de Natal. Competindo novamente diante da família, dos amigos e da torcida local, Mateus afirma chegar mais preparado para lidar com a responsabilidade de correr em casa. “Depois de já ter vencido uma etapa, chego mais leve, focado e tranquilo, sabendo que o trabalho foi feito. Me preparei da melhor forma, cuidando da alimentação, treinando o corpo e a mente, dentro e fora da água, e isso me dá muita confiança. Poder contar com minha família, meus amigos e com as pessoas que me viram crescer, na praia onde tudo começou, torna esse momento ainda mais especial. Espero poder retribuir todo esse apoio com um grande resultado”, afirma. Além do aspecto esportivo, o surfista destaca o impacto que a realização de uma etapa da WSL pode gerar para o estado e para os jovens atletas da região. “É muito importante para o desenvolvimento do surfe no Rio Grande do Norte. O estado tem ondas de qualidade e muitos surfistas talentosos que ainda não estão no radar do cenário nacional e internacional. Um evento desse porte cria oportunidades para que esses atletas mostrem seu potencial. Além disso, o histórico recente mostra a força do surfe potiguar, com títulos conquistados em 2024 e 2025 por atletas da casa. Espero que este ano a gente possa manter essa tradição”.

    Campeão do circuito em 2024 na Praia de Miami, natalense Mateus Sena volta a competir em casa em busca de manter a hegemonia potiguar em etapa do Circuito Banco do Brasil.