MEO Pro Portugal 2025

Yago vence Italo na decisão

Yago Dora supera Italo Ferreira na final do MEO Pro Portugal 2025 e sobe para quarto lugar no ranking. Italo segue líder.
MEO Pro Portugal 2025, Supertubos, Peniche

O MEO Pro Portugal 2025 terminou neste domingo (23) com final brasileira. Yago Dora venceu Italo Ferreira na decisão do masculino e subiu para a quarta posição no ranking. Italo segue como líder. Filipe Toledo parou nas quartas e terminou em quinto lugar. Entre as mulheres deu a norte-americana Caroline Marks, que venceu a havaiana Gabriela Bryan na final. Domingo decisivo teve ondas de 1 a 1,5 metro um pouco irregulares na maior parte do tempo.

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Yago Dora foi o primeiro a conquistar nota expressiva na final. Aos quatro minutos Italo usou a prioridade numa direita e bateu forte de backside para anotar 3.50 pontos. Yago entrou na esquerda seguinte e acelerou para voar com reverse. Ele ainda executou mais um cutback. A nota foi 6.67 pontos.

Italo respondeu aos oito minutos também com aéreo reverse de frontside. Ele ainda teve espaço para bater na junção. Ele precisava de 4.18 e assumiu a liderança com a nota 7.43 pontos. Yago respondeu com duas ondas. Na primeira não saiu do tubo da direita e na segunda bateu forte na esquerda, mas precisava de 4.27 e anotou 4.23 pontos.

Yago seguiu ativo e aos 13 minutos entrou numa esquerda e colocou manobra aérea e de borda na performance para reassumir a liderança com a nota 6.70 pontos. Italo botou pra dentro de uma direita logo depois, mas tentou sair por baixo do lip e foi derrubado pela onda. Ele chegou na metade da disputa necessitando de 5.94 para ser o campeão da etapa.

Italo ficou ativo e chegou a trocar nota a dez minutos do fim, porém os 4.43 pontos conquistados com dois ataques de backside não mudaram sua posição na disputa. Três minutos depois ele voou alto de frontside, mas caiu na aterrissagem na base da esquerda após uma rotação completa. Italo decolou novamente a três minutos do final. Yago tinha a prioridade, mas deixou a esquerda para o adversário que voou sem rotação e rasgou. Ele foi até o inside, porém a onda não ofereceu mais seções para manobras.

A final chegou nos últimos segundos e Italo achou uma esquerda. O atleta acelerou e voou com reverse, porém precisava de 5.94 e anotou 5.00 pontos para terminar sua quarta final em Supertubos como vice-campeão.

Yago é o sétimo brasileiro a vencer o CT de Portugal. Adriano de Souza venceu em 2010, Filipe Toledo foi campeão numa final contra Italo em 2015, Gabriel Medina levou a melhor em 2017, Italo nos anos de 2018 e 2019, Tatiana Weston-Webb em 2022 e João Chianca em 2023.


Caminho de Yago até a final – Yago precisou vencer três bateria neste domingo para garantir lugar na decisão do MEO Pro Portugal 2025. Ele foi o primeiro brasileiro garantido nas quartas de final da etapa. O surfista derrotou o havaiano Imaikalani deVault com as duas maiores notas da bateria.

O dia decisivo começou a WSL tendo problemas técnicos na transmissão do evento. Algumas ondas dos atletas, além das notas e do tempo de bateria não apareciam na tela. A sinal também caia com certa frequência. Yago abriu o duelo com uma rasgada de frontside que valeu 3.00 pontos. Na sequência anotou 7.00 em nova atuação pra esquerda e após duas notas fracas colocou mais 5.17 no somatório para vencer pelo placar de 12.17 a 6.33 pontos.

Os dois atletas ficaram muito ativos no confronto e Imai pegou ainda mais ondas que o brasileiro (11 contra 8), mas em nove atuações ele não chegou na casa de 1 pontos. Sua melhor performance no duelo aconteceu de frontside na direita de Supertubos e valeu 4.00 pontos.

Yago x Jack – O adversário de Yago nas quartas foi Jack Robinson, surfista que venceu batalha australiana contra Liam O’Brien na primeira bateria das oitavas de final com o somatório de 15.67 pontos contra 2.83 do adversário.

Jack abriu a bateria com uma batida forte de frontside. Ele caiu no ataque seguinte e anotou 3.50 pontos. Yago também atuou pra direita, porém de backside. O brasileiro rasgou e bateu para conquistar 6.33 e assumir a liderança. Yago surfou um tubo de frontside aos seis minutos e inseriu mais 4.33 no somatório. Ele saiu do canudo sendo atingido pela crista. O australiano passou a buscar 7.16 para reverter o resultado.

Yago voltou a surfar aos dez minutos. Ele não tinha a prioridade, mas entrou numa esquerda e conquistou 6.00 pontos. A diferença para o adversário aumentou para 8.83 pontos. Aos 15 minutos, logo após Jack usar o direito de escolha de onda numa esquerda ruim, o brasileiro surfou um tubo longo para esquerda e anotou 8.00 pontos.

Jack passou a ficar ativo, mas seguia surfando ondas ruins. A oito minutos do fim o australiano executou três manobras de backside, colocou 5.00 no somatório e passou a buscar 9.33 para vencer. Jack não conseguiu se conectar com Supertubos, ao contrário de Yago que a dois minutos do fim pegou outro tubo de frontside. Ele ainda executou um layback na saída para trocar nota mais uma vez (7.50) e vencer pelo placar 15.80 a 8.50 pontos.

Yago segura Ethan – O última a cair para Yago antes da final foi Ethan Ewing, australiano que eliminou Filipe Toledo nas quartas de final. A primeira semifinal do masculino foi reiniciada após dez minutos sem ondas. Ethan abriu com nota fraca (0.50). Logo depois, aos três minutos, ele bateu de frontside chutando e derrapando a rabeta para colocar mais 2.50 no somatório. Yago estreou na disputa na sequência. O brasileiro acelerou numa esquerda e decolou com rotação para largar com 7.50 pontos.

Yago ficou ativo sem a prioridade. Ele surfou três ondas em dois minutos e, após duas notas fracas, bateu três vezes de backside para inserir 5.33 pontos no somatório. Ethan passou a precisar de duas ondas para conquistar os 12.83 necessários para reverter o resultado.

O brasileiro chegou perto de mexer no placar duas vezes (5.17 e 4.83). Ethan tentou tubo pra direita, manobra pra esquerda, mas não conseguiu mexer no placar e finalizou o MEO Pro Portugal 2025 em terceiro lugar.

Caminho de Italo até a final – Assim como Yago, Italo também precisou superar três adversários para chegar na final da etapa europeia do CT. Nas oitavas o duelo foi contra o australiano Joel Vaughan.

Italo largou com uma nota fraca, depois conquistou 2.83 pontos com duas rasgadas de backside na direita. O campeão mundial de 2019 subiu o nível numa performance para esquerda que valeu 9.17 pontos. Ele voou muito alto e completou a rotação antes de aterrissar com segurança. Joel tentou se manter no jogo com a nota 5.17 pontos. Na apresentação o aussie passou rápido de backside por dentro da esquerda, depois rasgou e bateu.

O brasileiro tentou outros voos de frontside, mas não conseguiu repetir a atuação de nível excelente. Italo colocou mais 3.67 pontos no somatório e venceu com 12.84 no placar. Joel perdeu precisando de 7.68 pontos e se despediu da prova em nono lugar.


Italo x Rio – Os finalistas da etapa do CT de Abu Dhabi se enfrentaram nas quartas de final do MEO Pro Portugal 2025. Italo Ferreira voltou a vencer o indonésio Rio Waida e garantiu vaga nas semifinais da etapa europeia do CT.

Rio foi o primeiro a atuar na bateria. O indonésio entrou de frontside numa direita aos seis minutos, bateu e caiu na volta de um floater. A nota foi 3.33 pontos. Cada um surfou duas ondas na primeira metade do confronto e essa foi a melhor atuação.

Italo assumiu a liderança aos 16 minutos. O brasileiro entrou numa esquerda intermediária e voou com alto com rotação completa. A performance valeu 6.67 pontos. Rio, que precisava de 3.85, entrou num tudo de backside, mas não conseguiu sair.

Os atletas trocaram suas notas de backup e Rio entrou nos cinco minutos finais com a prioridade, na busca de 5.28 para vencer a bateria. O brasileiro seguiu atuando e conseguiu aumentar a diferença com 3.20 pontos. O indonésio não atuou mais no confronto e perdeu pela segunda vez seguida para Italo, dessa vez pelo placar de 9.87 a 6.43 pontos.

Líder contra vice-líder – O líder do ranking Italo Ferreira eliminou o vice-líder Barron Mamiya na segunda semifinal e confirmou lugar na decisão. O brasileiro surfou duas ondas nos três minutos iniciais. A primeira foi ruim (0.37), mas na segunda, uma esquerda, ele voou com reverse e bateu na junção para anotar 5.17 pontos. O havaiano largou aos oito minutos com três rasgadas de backside na esquerda. A nota foi 2.83 pontos. O brazuca tentou responder com um aéreo de frontside, mas caiu da prancha na aterrissagem. Barron tentou os 3.35 que precisava aos nove minutos. Ele bateu forte na direita, mas os 3.07 não o levaram para a liderança.

A bateria seguiu quente, mas sem notas expressivas. Italo mexeu no placar duas vezes com 2.57 e 3.10 pontos. Barron ficou dentro de um tubo quadrado para esquerda. O havaiano chegou na metade do confronto precisando de 5.20 para ser finalista da etapa.

Italo alterou o somatório aos 18 minutos com um aéreo reverse na esquerda. A performance valeu 5.67 pontos e Barron ficou necessitando de 7.77 para vencer o duelo. Ele reagiu com um canudo fundo e apertado de backside. Com 4.17 ele ficou precisando de 6.67 para reverter resultado. Barron encaixou duas batidas de frontside a nove minutos do fim, mas os 3.90 pontos não alteraram sua situação na bateria.

O brasileiro usou a prioridade a seis minutos do fim, mas não trocou nota com dois ataques de backside (4.93). O havaiano usou o direito de escolha de onda um minuto depois e também executou duas manobras, porém de frontside. Ele melhorou sua pontuação com 4.90 pontos. Logo depois ele acertou mais duas pancadas, porém precisava de 5.94 e anotou 5.03 pontos.

Italo bloqueou Barron perto do minuto final, voou com reverse e bateu na esquerda para colocar mais 5.37 no somatório. O havaiano ficou sozinho no pico e teve uma chance, mas a esquerda foi ruim e ele se despediu da etapa com a terceira posição. Esse foi o sexto duelo entre os dois e Italo agora tem duas vitórias contra quatro do havaiano.

Filipe em quinto – Filipe Toledo foi o outro brasileiro que chegou no último dia do MEO Pro Portugal 2025. Filipe Toledo virou pra cima de Jordy Smith quase no fim da bateria válida pelas oitavas de final.

O brasileiro fez a maior nota da primeira metade da disputa. Ele bateu de frontside na direita e depois caiu quando executou um snap forte derrapando a rabeta. A performance valeu 2.10 pontos. Ele ficou mais ativo do que Jordy, mas os dois tentavam os tubos e não saiam, ou não encontravam seções boas para manobras.

Filipe anotou 3.50 logo depois com uma esquerda pequena e espumada que ofereceu espaço para três batidas. Jordy respondeu na sequência também com uma direita. O sul-africano executou um snap linkado com uma batida e anotou 3.37 pontos.

O brazuca quase completou um bom tubo de backside, mas na saída foi atingido pela crista e teve a prancha partida ao meio. Jordy assumiu a liderança na sequência. O atleta da África do Sul passou por dentro de Supertubos e rasgou na saída do canudo para anotar 4.67 e deixar o brasileiro na busca de 4.55 para avançar na etapa.

Filipinho conquistou 3.93 pontos e passou a buscar 4.12 para vencer. Os dois surfaram quase no fim. Filipe surfou um tubo pra direita e ainda entrou no inside para executar uma batida. Ele comemorou bastante. Jordy também atuou de frontside. Ele ficou um pouco preso após o primeiro ataque, uma batida, depois rasgou, bateu novamente, fez um cutback e acertou uma pancada no inside. Filipe foi pra liderança com 5.50. Jordy ficou na necessidade de 4.77 e se despediu da etapa ao conquistar 3.80 pontos. Próximo adversário do brazuca é o australiano Ethan Ewing.

Filipe para nas quartas – Filipe Toledo caiu nas quartas. O australiano Ethan Ewing deu um duro golpe no brasileiro, que até reagiu bem, porém não conseguiu reverter o resultado. Com a derrota o surfista se despediu da etapa em quinto lugar.

Filipe começou com notas fracas e Ethan atuou pela primeira vez na bateria aos sete minutos. O aussie chegou no critério excelente depois de sair de um tubo de backside depois da baforada. Ele conquistou 9.17 pontos. Filipe voltou para o jogo logo após a metade do duelo. O brazuca voou com rotação numa esquerda e executou uma batida para anotar 7.83 pontos. Ethan respondeu com uma batida de frontside (3.00) e Filipe passou a necessitar de 4.35 para vencer.

Ethan ampliou um pouco a diferença para o brasileiro a sete minutos do fim. O surfista bateu, rasgou e bateu novamente para trocar 3.00 por 3.33 pontos. Filipe passou a precisar de 4.68 para chegar na semifinal. O brasileiro ficou com a prioridade nos minutos finais, porém não teve mais oportunidades e foi eliminado. Filipe sai da Europa na nona posição no ranking.

Caroline bicampeã – A norte-americana Caroline Marks é bicampeã do MEO Pro Portugal. A decisão de 2025 foi contra a havaiana Gabriela Bryan. Caroline abriu a final de 35 minutos com duas manobras de frontside que valeram 3.00 pontos. Aos dez minutos a surfista dos Estados Unidos bateu duas vezes de backside. Ela ainda tentou mais um ataque, mas caiu da prancha. A performance valeu 4.90 pontos.

Gabriela teve como melhor atuação a nota 4.17 conquistada em sua primeira atuação no confronto. Ela passou 25 minutos precisando de 3.74 para reverter a situação, porém não conseguiu e finalizou a etapa em segundo lugar. Com o resultado Caroline subiu para o terceiro lugar no ranking e Gabriela para o quinto.

Caroline venceu Molly Picklum na semifinal com notas conquistadas de backside nas direitas de Supertubos (4.83 e 3.70). A australiana perdeu precisando de 4.21 pontos. O placar terminou com 8.53 a 7.50 pontos. Gabriela e Erin Brooks se enfrentaram na outra disputa do round. As atletas usaram as direitas para as apresentações. Gabriela começou forte com 5.33 e aos sete minutos bateu duas vezes para anotar 6.50 pontos. Erin, que tinha 4.17, precisava de 7.66 para vencer. A canadense diminuiu a diferença três minutos depois com uma pancada passando a rabeta por cima da crista. A nota 5.23 diminuiu a diferença para 6.60 pontos.

Erin quase virou aos 19 minutos com dois ataques que valeram 6.40 pontos. A surfista do Canadá segurou a prioridade nos minutos finais, porém não conseguiu os 5.44 que precisava e se despediu do evento em terceiro lugar. Caroline venceu pela primeira vez em Portugal no anos de 2019.

MEO Pro Portugal 2025
Final Masculino
Yago Dora (BRA) 13.37 x 12.43 Italo Ferreira (BRA)
Semifinais

1 Yago Dora (BRA) 12.83 x 3.50 Ethan Ewing (AUS)

2 Italo Ferreira (BRA) 11.04 x 9.93 Barron Mamiya (HAV)

Quartas de final

1 Yago Dora (BRA) 15.50 x 8.50Jack Robinson (AUS)

2 Ethan Ewing (AUS) 12.50 x 8.96 Filipe Toledo (BRA)

3 Italo Ferreira (BRA) 9.87 x 6.43 Rio Waida (IDN)

4 Barron Mamiya (HAV) 10.34 x 9.27 Marco Mignot (FRA)

Oitavas de final

1 Jack Robinson (AUS) 11.93 x 6.00 Liam O’Brien (AUS)

2 Yago Dora (BRA) 12.17 x 6.33 Imaikalani deVault (HAV)

3 Ethan Ewing (AUS) 12.76 x 7.94 Cole Houshmand (EUA)

4 Filipe Toledo (BRA) 9.43 x 8.47 Jordy Smith (AFR)

5 Italo Ferreira (BRA) 12.84 x 9.00 Joel Vaughan (AUS)

6 Rio Waida (IDN) 9.17 x 7.36 Kanoa Igarashi (JAP)

7 Marco Mignot (FRA) 9.50 x 4.83 Seth Moniz (HAV)

8 Barron Mamiya (HAV) 12.84 x 11.23 Leonardo Fioravanti (ITA)

Final Feminino

Caroline Marks (EUA) 7.90 x 6.97 Gabriela Bryan (HAV)

Semifinais

1 Caroline Marks (EUA) 8.53 x 7.50 Molly Picklum (AUS)

2 Gabriela Bryan (HAV) 11.83 x 11.63 Erin Brooks (CAN)

Ranking Masculino do CT após o MEO Pro Portugal 2025
1 Italo Ferreira (BRA) 23.885

2 Barron Mamiya (HAV) 17.415

3 Ethan Ewing (AUS) 15.490

4 Yago Dora (BRA) 15.010

5 Rio Waida (IDN) 13.875

6 Leonardo Fioravanti (ITA) 12.450

7 Jack Robinson (AUS) 12.160

8 Kanoa Igarashi (JAP) 11.385

9 Filipe Toledo (BRA) 11.385
10 Miguel Pupo (BRA) 10.820

11 Joel Vaughan (AUS) 9.960

12 Jordy Smith (AFR) 7.970

13 Liam O’Brien (AUS) 7.970

14 Ian Gouveia (BRA) 7.680

15 Jackson Bunch (HAV) 7.405

16 Jake Marshall (EUA) 7.405

17 Seth Moniz (HAV) 6.905

18 Marco Mignot (FRA) 6.340

19 George Pittar (AUS) 6.340

20 Griffin Colapinto (EUA) 5.980

21 Connor O’Leary (AUS) 5.980

22 Cole Houshmand (EUA) 5.980

23 Deivid Silva (BRA) 5.980

24 Alan Cleland (MEX) 4.915

25 João Chianca (BRA) 4.915

26 Ian Gentil (HAV) 3.990

27 Matthew McGillivray (AFR) 3.990

28 Ramzi Boukhiam (MAR) 3.990

29 Alejo Muniz (BRA) 3.990
30 Edgard Groggia (BRA) 3.990

31 Imaikalani deVault (HAV) 3.850

32 Ryan Callinan (AUS) 2.925

33 Samuel Pupo (BRA) 2.925

34 Crosby Colapinto (EUA) 1.860

35 Gabriel Medina (BRA) 795
Ranking Feminino do CT após o MEO Pro Portugal 2025

1 Caitlin Simmers (EUA) 22,545

2 Molly Picklum (AUS)19,970

3 Caroline Marks (EUA)19,490

4 Tyler Wright (AUS)17,355

5 Gabriela Bryan (HAV)16,495

6 Erin Brooks (CAN) 13,440

7 Sawyer Lindblad (EUA) 12,100

8 Vahine Fierro (FRA) 11,305

9 Lakey Peterson (EUA) 11,305

10 Bella Kenworthy (EUA) 10,535

11 Johanne Defay (FRA) 8,400

12 Isabella Nichols (AUS) 8,400

13 Brisa Hennessy (CRI) 8,400

14 Luana Silva (BRA) 7,830

15 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 7,830

16 Sally Fitzgibbons (AUS) 6,265

17 Tatiana Weston-Webb (BRA)6,265

18 Nadia Erostarbe (ESP) 2,610

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    A Seleção Brasileira está convocada para o ISA World Surfing Games 2026. A Confederação Brasileira de Surf anunciou nesta segunda-feira (5) os seis atletas que representarão o país entre os dias 6 e 15 de novembro, em Punta Rocas, no Peru, na competição que abre o ciclo classificatório do surfe para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. No masculino, o Brasil será representado por Yago Dora, Italo Ferreira e Miguel Pupo. Os três são os brasileiros mais bem colocados no ranking do Championship Tour em 2026. Yago, atual campeão mundial, lidera a classificação; Italo ocupa a terceira posição; e Miguel chegou ao quarto lugar depois da vitória em Trestles. O time feminino terá Luana Silva, Laura Raupp e Tainá Hinckel. Luana é a única brasileira no CT, enquanto Laura garantiu presença como campeã brasileira de 2025. Sophia Medina seria a representante vinda do Challenger Series, mas recusou a convocação, abrindo a vaga para Tainá, a próxima brasileira no ranking. Segundo a Confederação, os critérios de convocação priorizam os três melhores atletas brasileiros no ranking do CT da temporada. Caso as vagas não sejam preenchidas, passam a valer na sequência o Challenger Series, considerando o melhor brasileiro até a 40ª posição, bem como o ranking brasileiro de 2025. Vaga extra em Los Angeles Além das medalhas individuais em Punta Rocas, o ISA World Surfing Games terá peso direto na composição das equipes para os Jogos Olímpicos de 2028. O país campeão por equipes no masculino conquista uma vaga olímpica extra, assim como o campeão por equipes no feminino. A vaga pertence ao país, e não ao atleta que obtiver o resultado. Normalmente, cada nação poderá levar até dois surfistas por gênero aos Jogos, mas esse número pode chegar a três caso o país conquiste uma das vagas extras por equipes nos ISA World Surfing Games de 2026 ou 2027. O Brasil conhece bem esse caminho. Em Paris 2024, foi o único país a competir com o número máximo de atletas tanto no masculino quanto no feminino depois de vencer os títulos por equipes do ISA World Surfing Games 2024 nas duas categorias. As medalhas olímpicas do surfe em Los Angeles 2028 serão disputadas entre 15 e 23 de julho, em Lower Trestles, na Califórnia, palco onde Miguel Pupo venceu recentemente uma etapa do CT 2026. Seleção Brasileira MasculinoYago DoraItalo FerreiraMiguel Pupo FemininoLuana SilvaLaura RauppTainá Hinckel Como funciona a classificação para Los Angeles 2028 Para o Brasil, a classificação olímpica passa por diferentes caminhos, que seguem uma ordem de prioridade. O principal será o Championship Tour de 2028: o ranking considerado entre 15 de agosto de 2027 e 15 de junho de 2028 distribuirá oito vagas masculinas e oito femininas, com limite de um atleta por país em cada gênero. O segundo caminho será o ISA World Surfing Games 2028, que classificará outros sete homens e sete mulheres, novamente com apenas uma vaga por país em cada gênero. Na prática, por essas duas vias, um país poderá garantir até dois surfistas no masculino e dois no feminino: um pelo CT e outro pelo Mundial da ISA. É aí que os Mundiais de 2026 e 2027 ganham importância especial. O país campeão por equipes em cada gênero recebe uma vaga olímpica adicional, o que abre a possibilidade de chegar a Los Angeles com três atletas no masculino e/ou três no feminino. Essa vaga pertence ao país, e não ao surfista que conquistar o resultado. No caso brasileiro, caberá ao COB e à Confederação Brasileira de Surfe definir posteriormente quem ocupará a posição. Outro caminho para os brasileiros será os Jogos Pan-Americanos de 2027, também programados para Punta Rocas. Os campeões masculino e feminino garantem classificação para Los Angeles 2028, mas a vaga deixa de ser utilizada caso o atleta posteriormente se classifique por uma via considerada superior, como o CT ou o ISA World Surfing Games 2028. O sistema ainda prevê vagas por competições continentais, país-sede e universalidade. Entre elas estão os Jogos Asiáticos de 2026, vagas para África e Oceania pelo ISA Games 2027, o Campeonato Europeu de 2027 e vagas destinadas aos Estados Unidos como anfitriões, caso o limite máximo por país ainda não tenha sido preenchido.

    Yago Dora, Italo Ferreira, Miguel Pupo, Luana Silva, Laura Raupp e Tainá Hinckel representam o Brasil de 6 a 15 de novembro em Punta Rocas, na abertura do ciclo olímpico para Los Angeles 2028.

    O Finals Day teve as melhores condições de toda a semana na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). Ondas de aproximadamente 1,5 metro, boa formação e vento terral receberam as disputas a partir das quartas de final neste sábado (3), no encerramento da terceira etapa do Challenger Series 2026. No fim do dia, a festa foi brasileira. Ryan Kainalo superou Alister Reginato na decisão masculina, garantiu o título e deixou Maresias na liderança do ranking. No feminino, a australiana Charli Hately derrotou a portuguesa Francisca Veselko. Ambos conquistaram 10.000 pontos no ranking. Ryan voa e assume a liderança Único brasileiro a chegar ao Finals Day, Ryan Kainalo teve um sábado perfeito em Maresias. Depois de superar o peruano Lucca Mesinas nas quartas de final, o paulista dominou o australiano Oscar Berry na semifinal e chegou à primeira decisão da carreira no Challenger Series. Na final contra Alister Reginato, Ryan abriu sua conta com um aéreo alto para receber 6.83. Depois, conectou três manobras fortes na parte crítica da onda e arrancou 7.67, chegando a 14.50 pontos. Reginato terminou com 5.83 e, a quatro minutos do fim, ainda precisava de 9.17 para virar a bateria. Ryan administrou a vantagem até a buzina e, ao sair da água, correu para abraçar o pai. “Estou muito feliz, ainda digerindo tudo isso. Foi um dia inesquecível. A praia estava cheia, a torcida brasileira é diferente de tudo. Energia surreal. Estou muito feliz, de verdade”, celebra Ryan Kainalo. O brasileiro já havia produzido um dos grandes momentos do dia na semifinal contra Oscar Berry. Ryan acertou um aéreo full rotation para receber 8.50, maior nota masculina do Finals Day, colocou o australiano em combinação e venceu por 14.20 x 3.73. Com os 10.000 pontos da vitória, o surfista de 20 anos assumiu a liderança do Challenger Series e deu um passo importante na corrida por uma vaga no Championship Tour de 2027. Charli Hately leva o feminino No feminino, Charli Hately também alcançou a primeira decisão da carreira no Challenger Series e aproveitou a oportunidade. A australiana de 17 anos derrotou Francisca Veselko por 14.33 x 10.67 na final, com notas 7.83 e 6.50. Charli mostrou paciência para encontrar as melhores direitas de Maresias e atacou as ondas com um backside potente. “É loucura. Não consigo acreditar que venci. Coloquei minha cabeça no lugar, peguei as ondas e agora tudo parece surreal. Sou muito grata. A todos em casa, à minha família, a todos que estão torcendo. Sou muito agradecida”, afirma Hately. A campanha teve ainda uma virada importante na semifinal. Charli passou os primeiros 20 minutos atrás de Anat Lelior, mas encontrou as ondas na reta final, marcou 7.33 e 6.50 e avançou com 13.83 x 10.97. Com o título, a australiana somou 10.000 pontos e saltou para a décima colocação do Challenger Series, com 11.940 pontos. Francisca assume vice-liderança Vice-campeã em Maresias, Francisca Veselko também deixou São Sebastião em posição importante na corrida pelo CT. A portuguesa eliminou Teresa Bonvalot nas quartas e teve uma grande atuação contra Sally Fitzgibbons na semifinal. Francisca marcou 8.83 em uma sequência de fortes manobras de frontside e venceu por 13.50 x 7.10. A nota foi a maior do feminino em toda a competição. Com os 7.800 pontos do segundo lugar, Francisca assumiu a vice-liderança do Challenger Series, atrás apenas da australiana Sierra Kerr. Números do São Sebastião Pro O feminino teve 635 ondas surfadas em 31 baterias. Francisca Veselko foi a única atleta a alcançar uma nota de critério excelente, com o 8.83 da semifinal. Charli Hately veio na sequência com 7.83 na final, mesma nota alcançada anteriormente por Sanoa Dempfle-Olin. Kana Nakashio teve a maior somatória feminina da competição, 14.40, ainda no Round das 32. Entre os homens, foram 1.092 ondas surfadas em 47 baterias. Jackson Bunch ficou com a maior nota da competição, 8.83 no Round dos 64. Ryan Kainalo veio na sequência com o 8.50 da semifinal, seguido pelo 8.33 de Joel Vaughan no Round das 32. Resultados a partir das oitavas de final Masculino Oitavas de final 1 – Oscar Berry (AUS) 9.67 x Kade Matson (EUA) 5.662 – Charly Quivront (FRA) 12.00 x Joel Vaughan (AUS) 9.963 – Lucca Mesinas (PER) 10.14 x Jackson Bunch (HAV) 9.604 – Ryan Kainalo (BRA) 11.50 x Yago Dominguez (ESP) 10.105 – Alonso Correa (PER) 10.00 x Beyrick De Vries (NED) 7.836 – Kei Kobayashi (JAP) 12.83 x Jett Schilling (EUA) 9.777 – Alister Reginato (AUS) 9.50 x Crosby Colapinto (EUA) 8.338 – Ian Gentil (HAV) 9.17 x Owen Moss (EUA) 7.80 Quartas de final 1 – Oscar Berry (AUS) 13.50 x Charly Quivront (FRA) 9.672 – Ryan Kainalo (BRA) 12.67 x Lucca Mesinas (PER) 11.003 – Alonso Correa (PER) 11.73 x Kei Kobayashi (JAP) 4.934 – Alister Reginato (AUS) 12.84 x Ian Gentil (HAV) 11.50 Semifinais 1 – Ryan Kainalo (BRA) 14.20 x Oscar Berry (AUS) 3.732 – Alister Reginato (AUS) 14.33 x Alonso Correa (PER) 9.57 Final 1 – Ryan Kainalo (BRA) 14.50 x Alister Reginato (AUS) 5.83 Feminino Oitavas de final 1 – Kiara Goold (PYF) 12.13 x Sierra Kerr (AUS) 10.172 – Anat Lelior (ISR) 10.00 x Amuro Tsuzuki (JAP) 8.743 – Charli Hately (AUS) 11.60 x Anon Matsuoka (JAP) 11.134 – Eweleiula Wong (HAV) 11.07 x Sol Aguirre (PER) 7.335 – Francisca Veselko (POR) 9.50 x Ziggy Aloha Mackenzie (AUS) 8.676 – Teresa Bonvalot (POR) 5.27 x India Robinson (AUS) 5.137 – Sally Fitzgibbons (AUS) 12.00 x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) 9.668 – Kana Nakashio (JAP) 7.60 x Sophia Medina (BRA) 7.03 Quartas de final 1 – Anat Lelior (ISR) 10.50 x Kiara Goold (PYF) 8.172 – Charli Hately (AUS) 11.24 x Eweleiula Wong (HAV) 8.173 – Francisca Veselko (POR) 13.16 x Teresa Bonvalot (POR) 9.704 – Sally Fitzgibbons (AUS) 10.97 x Kana Nakashio (JAP) 8.43 Semifinais 1 – Charli Hately (AUS) 13.83 x Anat Lelior (ISR) 10.972 – Francisca Veselko (POR) 13.50 x Sally Fitzgibbons (AUS) 7.10 Final 1 – Charli Hately (AUS) 14.33 x Francisca Veselko (POR)

    Charli Hately conquista título feminino e Ryan Kainalo assume topo do Challenger Series, com vitória no Banco do Brasil São Sebastião Pro, em Maresias (SP).

    A Praia de Paúba, na Costa Sul de São Sebastião (SP), recebe neste sábado (3) a nona edição do Paúba Super Tubos. A competição reúne 56 surfistas convidados em um dos picos mais técnicos do Litoral Norte paulista, com transmissão ao vivo durante todo o dia. Conhecida pelas ondas fortes, rápidas e tubulares que quebram próximas à faixa de areia, Paúba deve oferecer condições de alto nível para os competidores. A previsão divulgada pela organização indica ondas com mais de 1 metro de altura. A disputa acontece em categoria única e exclusivamente para convidados, selecionados pelo nível técnico necessário para enfrentar as características da onda. O formato conta com seis fases e começou com 40 atletas no Round 1. Os 16 classificados avançam e encontram outros competidores já posicionados na chave. As semifinais e a grande final estão previstas para o período da tarde, com os horários sujeitos a alterações de acordo com as condições do mar. A lista de participantes ainda pode receber nomes que disputam o Challenger Series da WSL em Maresias. Segundo a organização, atletas eliminados antes das finais da competição internacional poderão participar do Paúba Super Tubos. Além das disputas dentro d’água, o evento movimenta a Praia de Paúba e a Costa Sul de São Sebastião, com a presença de atletas, equipes e público. A competição conta com apoio da Prefeitura de São Sebastião, por meio da Secretaria de Esportes.

    Nona edição do Paúba Super Tubos reúne 56 surfistas neste sábado (3), nas ondas tubulares da Costa Sul de São Sebastião; acompanhe a transmissão ao vivo.

    O Banco do Brasil São Sebastião Pro chega neste sábado (3) ao Finals Day na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). A chamada está marcada para 6h30 (Brasília), com possibilidade de início das baterias às 7h05. As quartas de final abrem o caminho para a definição dos campeões da terceira etapa do Challenger Series 2026. O Brasil terá apenas um representante no último dia. Ryan Kainalo garantiu vaga nas quartas ao vencer o espanhol Yago Dominguez por 11,50 x 10,10 em uma bateria decidida nos minutos finais. O brasileiro liderou boa parte do confronto, perdeu a primeira posição perto do fim e precisou melhorar sua segunda nota para avançar. Na última oportunidade, encontrou a onda necessária e recuperou a liderança com notas 6,50 e 5,00. Ryan mira liderança do Challenger Series Além de seguir na briga pelo título em Maresias, Ryan Kainalo pode deixar a etapa na liderança do ranking do Challenger Series. Com a eliminação do havaiano Jackson Bunch nas oitavas, o brasileiro assume a primeira colocação caso alcance a final. Nas quartas, Ryan enfrenta o peruano Lucca Mesinas, que eliminou Bunch por 10,14 x 9,60. O duelo será o único confronto sul-americano da rodada. “Foi uma bateria muito difícil. O mar está muito difícil, as ondas estão sem parede, e quando ele virou a bateria em cima de mim, sabia que seria muito complicado achar uma onda boa. Mas acreditei e deu tudo certo”, comemorou Ryan após a classificação. Sophia Medina se despede No feminino, Sophia Medina foi eliminada pela japonesa Kana Nakashio na última bateria das oitavas. Nakashio venceu por 7,60 x 7,03 e avançou para enfrentar a australiana Sally Fitzgibbons nas quartas. A líder do ranking, Sierra Kerr, também ficou pelo caminho. A australiana precisava de mais duas vitórias para confirmar matematicamente a classificação ao Championship Tour de 2027, mas foi superada pela taitiana Kiara Goold por 12,13 x 10,17. Destaques do último dia Kei Kobayashi teve a maior nota masculina desta sexta-feira ao marcar 8,00 pontos na vitória sobre Jett Schilling. O japonês enfrenta Alonso Correa nas quartas. Entre as mulheres, Sally Fitzgibbons avançou com 12,00 pontos de somatório diante de Sanoa Dempfle-Olin e segue na busca pela reclassificação para o Championship Tour. Próxima chamada A próxima chamada do Banco do Brasil São Sebastião Pro acontece neste sábado (3), às 6h30 (Brasília), com possibilidade de início das baterias às 7h05, na Praia de Maresias. O Finals Day começa pelas quartas de final e termina com a definição dos campeões masculino e feminino da etapa. O Finals Day começa pelas quartas de final e termina com a definição dos campeões masculino e feminino da etapa. O Finals Day começa pelas quartas de final e termina com a definição dos campeões masculino e feminino da etapa. Baterias do Banco do Brasil São Sebastião Pro 2026 Feminino Round das 32 1 – Sierra Kerr (AUS) 12.10 x Amuro Tsuzuki (JAP) 11.60 x Isla Huppatz (AUS) 8.97 x Bella Kenworthy (EUA) 7.902 – Anat Lelior (ISR) 11.30 x Kiara Goold (PYF) 11.00 x Tya Zebrowski (FRA) 10.83 x Moana Jones Wong (HAV) 5.703 – Charli Hately (AUS) 12.77 x Sol Aguirre (PER) 12.24 x Vahine Fierro (FRA) 12.10 x Talia Swindal (EUA) 10.334 – Eweleiula Wong (HAV) 11.24 x Anon Matsuoka (JAP) 10.00 x Laura Raupp (BRA) 8.53 x Brisa Hennessy (CRC) 7.635 – Francisca Veselko (POR) 12.20 x India Robinson (AUS) 12.16 x Eden Walla (EUA) 11.04 x Maria Salgado (POR) 8.936 – Teresa Bonvalot (POR) 10.96 x Ziggy Aloha Mackenzie (AUS) 10.40 x Lucy Darragh (AUS) 8.34 x Sophie McCulloch (AUS) 8.037 – Sally Fitzgibbons (AUS) 12.56 x Sophia Medina (BRA) 11.66 x Daniella Rosas (PER) 10.33 x Ellie Harrison (AUS) 9.778 – Kana Nakashio (JAP) 14.40 x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) 13.83 x Kirra Pinkerton (EUA) 13.67 x Alyssa Spencer (EUA) 11.37 Oitavas de final 1 – Kiara Goold (PYF) 12.13 x Sierra Kerr (AUS) 10.172 – Anat Lelior (ISR) 10.00 x Amuro Tsuzuki (JAP) 8.743 – Charli Hately (AUS) 11.60 x Anon Matsuoka (JAP) 11.134 – Eweleiula Wong (HAV) 11.07 x Sol Aguirre (PER) 7.335 – Francisca Veselko (POR) 9.50 x Ziggy Aloha Mackenzie (AUS) 8.676 – Teresa Bonvalot (POR) 5.27 x India Robinson (AUS) 5.137 – Sally Fitzgibbons (AUS) 12.00 x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) 9.668 – Kana Nakashio (JAP) 7.60 x Sophia Medina (BRA) 7.03 Quartas de final 1 – Kiara Goold (PYF) x Anat Lelior (ISR)2 – Charli Hately (AUS) x Eweleiula Wong (HAV)3 – Francisca Veselko (POR) x Teresa Bonvalot (POR)4 – Sally Fitzgibbons (AUS) x Kana Nakashio (JAP) Masculino Round dos 32 1 – Kade Matson (EUA) 13.06 x Charly Quivront (FRA) 12.77 x Reef Heazlewood (AUS) 12.26 x Douglas Silva (BRA) 12.172 – Joel Vaughan (AUS) 15.26 x Oscar Berry (AUS) 10.43 x Shohei Kato (JAP) 10.03 x Jacob Willcox (AUS) 9.873 – Jackson Bunch (HAV) 13.33 x Yago Dominguez (ESP) 11.97 x Hiroto Ohhara (JAP) 10.87 x Winter Vincent (AUS) 9.934 – Ryan Kainalo (BRA) 11.40 x Lucca Mesinas (PER) 11.27 x Jake Marshall (EUA) 9.36 x Lennix Smith (AUS) 7.905 – Alonso Correa (PER) 13.40 x Jett Schilling (EUA) 12.97 x Deivid Silva (BRA) 11.53 x Jack Robinson (AUS) 8.606 – Kei Kobayashi (JAP) 12.83 x Beyrick De Vries (NED) 9.80 x Connor Slijpen (AFS) 9.03 x Mihimana Braye (PYF) 5.737 – Alister Reginato (AUS) 11.96 x Owen Moss (EUA) 11.50 x Adin Masencamp (AFS) 10.57 x Levi Slawson (EUA) 8.378 – Ian Gentil (HAV) 10.64 x Crosby Colapinto (EUA) 9.50 x Dimitri Poulos (EUA) 8.10 x Eli Hanneman (HAV) 4.97 Oitavas de final 1 – Oscar Berry (AUS) 9.67 x Kade Matson (EUA) 5.662 – Charly Quivront (FRA) 12.00 x Joel Vaughan (AUS) 9.963 – Lucca Mesinas (PER) 10.14 x Jackson Bunch (HAV) 9.604 – Ryan Kainalo (BRA) 11.50 x Yago Dominguez (ESP) 10.105 – Alonso Correa (PER) 10.00 x Beyrick De Vries (NED) 7.836 – Kei Kobayashi (JAP) 12.83 x Jett Schilling (EUA) 9.777 – Alister Reginato (AUS) 9.50 x Crosby Colapinto (EUA) 8.338 –

    Banco do Brasil São Sebastião Pro chega ao último dia neste sábado (3), com chamada às 6h30 e possível início às 7h05. Ryan Kainalo é o único brasileiro na disputa e pode assumir a liderança do CS.

    Um dos eventos de base mais tradicionais do surfe está de volta ao Brasil. Depois de 11 anos, o Quiksilver King of the Groms retorna ao país nos dias 10 e 11 de outubro, na Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). A edição de 2026 também marca uma novidade: a Roxy passa a realizar o evento ao lado da Quiksilver, dando espaço também às meninas no King and Queen of the Groms. A competição será disputada nas categorias Sub-12, Sub-14 e Sub-16, no masculino e feminino, e está aberta a surfistas de até 16 anos. Criado pela Quiksilver entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000, o KOTG nasceu com o objetivo de descobrir e dar visibilidade aos jovens surfistas de alta performance. Ao longo de suas edições, o evento recebeu nomes que posteriormente se destacaram no Circuito Mundial. Entre eles está Gabriel Medina, vencedor da final internacional de 2009, na França, quando conseguiu duas notas 10 e somou 20 pontos. Outros nomes que passaram e venceram o campeonato incluem Filipe Toledo, John John Florence, Jack Robinson, Leonardo Fioravanti e Matt Banting. Retorno ao Brasil O King of the Groms foi realizado cinco vezes no Brasil: Itajaí (SC), em 2010; Itacaré (BA), em 2011; Baía Formosa (RN), em 2012; São Francisco do Sul (SC), em 2013; e Fernando de Noronha (PE), em 2015. Na última edição brasileira, Fernando de Noronha recebeu não apenas uma seletiva regional, mas a própria Final Mundial do evento. Em 2026, a Roxy passa a realizar o evento ao lado da Quiksilver, com disputas também no feminino. “O King of the Groms sempre foi muito importante para a Quiksilver e eu considero esse evento mais do que um campeonato. Ele faz parte da história do surf e ajudou a colocar muitos talentos no radar. E, depois de tantos anos, trazer esse nome de volta ao Brasil, agora também com o feminino (Roxy), tem um significado enorme para nós. Queremos resgatar esse espírito e, ao mesmo tempo, criar novas histórias. Temos uma geração de groms muito forte no Brasil e poder reabrir essa porta e acompanhar de perto quem serão os próximos nomes do surf brasileiro é, sem dúvida, uma das partes mais legais desse projeto”, disse Karol Lopes, gerente de Marketing da Quiksilver e Roxy Brasil. Inscrições abertas As inscrições já estão abertas e custam R$ 150. Os atletas devem se inscrever exclusivamente pelo e-mail [email protected], enviando comprovante de pagamento, documento com foto e os dados do atleta. Quiksilver & Roxy King and Queen of the GromsPraia de Itamambuca – Ubatuba (SP)10 e 11 de outubro de 2026Sub-12 Masculino e FemininoSub-14 Masculino e FemininoSub-16 Masculino e FemininoInscrição: R$ 150

    Meninos e meninas de até 16 anos disputam o Quiksilver King and Queen of the Groms nos dias 10 e 11 de outubro em Itamambuca, Ubatuba (SP), depois de 11 anos da última edição no Brasil.

    A Praia de Maresias, em São Sebastião (SP), recebe entre os dias 26 de setembro e 3 de outubro o Banco do Brasil São Sebastião Pro, etapa do Challenger Series 2026/27 da World Surf League (WSL). Esta será a primeira vez que o estado de São Paulo recebe uma etapa da divisão de acesso ao Championship Tour. O evento terá 80 homens e 48 mulheres de diferentes países em um momento importante da corrida pelas vagas na elite. Ao fim da temporada do Challenger Series, os dez primeiros colocados do ranking masculino e as seis primeiras do feminino garantem classificação para o Championship Tour de 2027. A passagem do circuito por Maresias também coloca o Challenger Series em uma região diretamente ligada à história do surfe brasileiro. São Sebastião revelou diferentes gerações de surfistas e terá agora atletas de vários países disputando pontos para chegar à elite mundial. Corrida pelo CT esquenta em Maresias Com as primeiras etapas da temporada concluídas, o Banco do Brasil São Sebastião Pro chega em um momento importante na disputa pelas vagas no Championship Tour. Weslley Dantas lidera o ranking masculino do Challenger Series com 15.700 pontos. O brasileiro começou a campanha com o vice-campeonato no Ballito Pro e reforçou a liderança ao vencer o QS 6.000 Internacional de Matosinhos, em Portugal. Jackson Bunch, do Havaí, subiu três posições e aparece em segundo, com 15.405 pontos, depois da vitória no QS 6.000 Internacional de Saquarema. Jake Marshall, dos Estados Unidos, ocupa a terceira colocação, com 14.745, seguido pelo compatriota Cole Houshmand, quarto colocado, com 13.320. O Brasil tem outros três surfistas dentro do Top 10. Ryan Kainalo é o quinto, com 10.995 pontos, Ian Gouveia aparece em sexto, com 10.105, e Deivid Silva ocupa a oitava posição, com 9.025. Mateus Herdy está logo abaixo da linha de classificação, na 11ª colocação, com 8.065 pontos, mesma pontuação do décimo colocado Taj Lindblad, dos Estados Unidos. Gabriel Klaussner aparece em 13º, com 7.755. Assim, cinco brasileiros estão entre os 13 primeiros antes da etapa de Maresias. O novo formato dos eventos internacionais QS 6.000 também passou a fazer parte da estratégia na corrida pela classificação. Os atletas podem contabilizar um resultado de QS 6.000 Internacional na pontuação total do Challenger Series. Dantas e Kainalo já aproveitaram essa possibilidade com vitórias nos eventos de Portugal e Espanha, respectivamente. No feminino, a australiana Sierra Kerr lidera com 20.745 pontos. Teresa Bonvalot, de Portugal, é a segunda, com 13.590, seguida pela norte-americana Eden Walla, com 13.150. Francisca Veselko, de Portugal, aparece em quarto, com 12.545, enquanto Ariane Ochoa, da Espanha, ocupa a quinta posição, com 11.465. A australiana Ellie Harrison fecha atualmente o Top 6, com 11.020 pontos. Laura Raupp é a brasileira mais bem colocada. Ela ocupa a 14ª posição, com 6.985 pontos, e terá em Maresias a oportunidade de diminuir a distância para a zona de classificação. Com pontos importantes em jogo, os resultados da etapa paulista podem mexer diretamente na corrida pelas vagas no Championship Tour de 2027. Challenger estreia em São Paulo O Banco do Brasil São Sebastião Pro marca a primeira passagem do Challenger Series pelo estado de São Paulo. A etapa será disputada em Maresias, no litoral norte paulista, região com forte ligação com a história do surfe profissional brasileiro. São Sebastião revelou gerações de surfistas que ajudaram o Brasil a se tornar uma das principais potências da modalidade. A chegada do Challenger Series aproxima esse legado de uma nova geração de atletas que busca construir o próprio caminho até o Championship Tour. Música e atividades fora d’água A programação do Banco do Brasil São Sebastião Pro também terá música, bem-estar e atividades fora da competição. No dia 26 de setembro, abertura da janela, o WSL Sunset Reggae Edition terá shows de Maneva, Planta & Raiz e Gabriel Elias na Praia de Maresias. O primeiro fim de semana também recebe o WSL Wellness, com atividades gratuitas nos dias 26 e 27 de setembro voltadas a movimento, preparação física e recuperação. A programação inclui yoga com Sue Moura, Functional Surf Training com Allan Menache, preparador físico dos campeões mundiais Gabriel Medina e Adriano de Souza, e treinamento funcional com Ricardo Lapa, com participação da repórter e influenciadora da WSL Rachel Apollonio. Para participar das aulas programadas, é necessário fazer inscrição antecipada. Entre 28 de setembro e 3 de outubro, as ações de bem-estar e lifestyle continuam. Estudantes da rede pública de ensino de São Sebastião também participarão de clínicas esportivas gratuitas de surfe, skate, altinha e vela. Transmissão ao vivo O Banco do Brasil São Sebastião Pro acontece de 26 de setembro a 3 de outubro de 2026, na Praia de Maresias. Assim que a competição for oficialmente iniciada, as baterias terão transmissão ao vivo pelo site e pelo aplicativo gratuito da WSL. O evento tem patrocínio de Banco do Brasil, Prefeitura de São Sebastião, VIVO, GWM, Natura Kaiak, Aquacoco, Probiótica, Dr. Peanut, Mana Poke, BB Seguros, Mãe Terra, Riachuelo, Corona Cero, Apple Watch, Sun Ninja e EY, além de parcerias de mídia com Globo, 89 A Rádio Rock, Eletromídia e TV Vanguarda.

    Válido como etapa do WSL Challenger Series, o Banco do Brasil São Sebastião Pro reúne 80 homens e 48 mulheres na Praia de Maresias, de 26 de setembro a 3 de outubro, na corrida por vagas no CT 2027.

    O Brasil ficou no topo das duas categorias de maior onda do Big Wave Challenge 2025/26. Rodrigo Koxa venceu a Maior Onda Masculina, enquanto Michelle des Bouillons conquistou a Maior Onda Feminina na cerimônia realizada no último sábado (19) no Lido Theater, em Newport Beach, Califórnia. Os dois troféus vieram de performances em Nazaré, Portugal, e carregam uma expectativa ainda maior. As ondas premiadas receberam medições preliminares que, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer novos recordes mundiais no masculino e no feminino. Koxa volta ao topo Rodrigo Koxa conquistou o prêmio pela segunda vez na carreira com a onda surfada no dia 19 de dezembro de 2025, na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 29,15 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, o brasileiro poderá superar os 26,21 metros do alemão Sebastian Steudtner, atual detentor do recorde mundial. O brasileiro disputava a categoria com Lucas Chumbo e o francês Clément Roseyro. As três ondas finalistas foram surfadas em Nazaré. A conquista tem significado especial para Koxa. Em 2018, ele entrou para o Guinness World Records com uma onda de 24,38 metros surfada também em Nazaré. A marca permaneceu como recorde até ser superada por Steudtner. Agora, oito anos depois, Koxa volta a ter a possibilidade de ocupar o topo. Nas redes sociais, Koxa comemorou o bicampeonato e agradeceu à equipe que participou da onda vencedora, com destaque para Vitor Faria, responsável por colocá-lo na onda, além da spotter Laura Chichorro e de Victor Mascarenhas, no resgate. Michelle conquista segundo troféu Michelle des Bouillons completou a dobradinha brasileira com a vitória na Maior Onda Feminina. A carioca de 36 anos foi premiada pela onda surfada no dia 13 de dezembro de 2025, também na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 24,99 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, Michelle poderá superar os 22,40 metros de Maya Gabeira, atual recordista mundial feminina, em uma onda surfada no dia 11 de fevereiro de 2020 no mesmo pico português. Havia expectativa de que a medida de 24,99 metros fosse oficializada durante a cerimônia na Califórnia, mas isso não aconteceu. Assim, o recorde mundial permanece com Maya enquanto a marca de Michelle não for homologada. Michelle teve o marido Ian Cosenza como piloto de tow-in na onda premiada. A brasileira superou na categoria a francesa Justine Dupont e a italiana Michaela Fregonese, novamente com todas as ondas finalistas surfadas em Nazaré. Esta foi a terceira participação consecutiva de Michelle no Big Wave Challenge. Ela já havia vencido a categoria de Maior Onda em 2024 e ficou entre as finalistas em 2025. Nazaré teve papel dominante na premiação. Depois de colocar dez ondas entre as indicadas ao Big Wave Challenge 2025/26, a Praia do Norte esteve diretamente ligada a quatro troféus. Além das vitórias de Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons nas categorias de Maior Onda, Grant “Twiggy” Baker venceu o Paddle Masculino e Alberto Truncer levou o Wipeout do Ano, todos por performances no pico português. Entre os outros destaques da noite, Tom Lowe foi eleito Surfer of the Year Masculino. O britânico conquistou o prêmio pouco mais de um ano depois de sofrer um acidente quase fatal em Teahupo’o, no Taiti. Natxo Gonzalez venceu o Ride of the Year Masculino por uma onda surfada na remada em Mullaghmore, na Irlanda, enquanto Izzi Gomez levou a versão feminina com uma onda em Teahupo’o. Justine Dupont foi eleita Surfer of the Year Feminino. A temporada também teve uma geografia diferente da habitual nas ondas gigantes. Havaí e Costa Oeste dos Estados Unidos ficaram fora das indicações do Big Wave Challenge, enquanto Mullaghmore e Teahupo’o tiveram papel decisivo na realização da premiação. Segundo a Surfer, o organizador Bill Sharp chegou a afirmar que o evento teria sido cancelado se não fossem as ondas registradas nos dois picos. Noite de gala na Califórnia A cerimônia marcou a 26ª edição do Big Wave Challenge e distribuiu mais de US$ 100 mil em premiações. Além das categorias de Maior Onda, o evento reconhece performances em modalidades como Ride of the Year, Paddle, Wipeout of the Year e Surfer of the Year. Entre os outros resultados já confirmados, o britânico Tom Lowe, da Cornualha, conquistou o prêmio de Surfer of the Year masculino. Lowe estava entre os finalistas ao lado do sul-africano Grant Baker e do norte-americano Mason Barnes. Para o Brasil, a noite terminou com uma dobradinha nas maiores ondas da temporada. Koxa e Michelle deixam Newport Beach com os troféus nas mãos enquanto aguardam a definição sobre as medições de suas ondas. As marcas preliminares de 29,15 metros no masculino e 24,99 metros no feminino, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer dois novos recordes mundiais. Leia mais Ela soltou a corda. O resto é história.Michelle pode bater recorde mundialKoxa revive sonho de recorde em Déjà VuO passo a passo da medição VENCEDORES E FINALISTAS – BIG WAVE CHALLENGE 2025/26 MEN’S RIDE OF THE YEARVencedor: Natxo Gonzalez (ESP) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Clem McInerneyFinalistas: Matahi Drollet (TAH) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Maiko Mou; Tom Lowe (GBR) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Michael Darrigade. WOMEN’S RIDE OF THE YEARVencedora: Izzi Gomez (COL) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Owen MilneFinalistas: Justine Dupont (FRA) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Peter Clyne; Aelan Vaast (TAH) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Kotaha Surfing Productions. MEN’S BIGGEST WAVEVencedor: Rodrigo Koxa (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Mattias Hammar – Fotos: Jayden Cheo, Stephan Mathers e Ianco RochaFinalistas: Lucas “Chumbo” Chianca (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan Chaves; Clément Roseyro (FRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Arthur Picard. WOMEN’S BIGGEST WAVEVencedora: Michelle des Bouillons (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan ChavesFinalistas: Justine Dupont (FRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan Chaves – Fotos: Laurent Masurel e Aurnad Plas; Michaela Fregonese (ITA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Kaique Silva. MEN’S PADDLEVencedor: Grant “Twiggy” Baker (RSA) – Nazaré, Portugal – Fotos: Peter “Joli”

    Brasil conquista as categorias de Maior Onda Masculina e Feminina com Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons, que ainda podem estabelecer também os novos recordes mundiais.

    Miguel Pupo é o campeão do Lexus Trestles Pro. O brasileiro protagonizou uma virada nos minutos finais da decisão desta sexta-feira (18), em Lower Trestles, na Califórnia (EUA), para derrotar o japonês Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 e conquistar sua segunda vitória na temporada 2026. Kanoa permaneceu na frente durante boa parte da bateria e chegou à reta final com 14.40 pontos. Miguel já tinha a melhor onda da decisão, um 8.50, mas ainda precisava de 5.90 para assumir a liderança. A oportunidade apareceu quando restavam cerca de seis minutos. Miguel atacou a direita de Trestles e recebeu 6.27 dos juízes. Com 14.77 no total, passou à frente e permaneceu na liderança até a buzina. O título é o segundo de Miguel nesta temporada. Em Bells Beach, na Austrália, o paulista já havia subido ao lugar mais alto do pódio. A vitória em Trestles é a terceira da carreira no Championship Tour, depois de Teahupoo, em 2022, e Bells Beach, em 2026. O resultado também levou Miguel à quarta colocação do ranking mundial. Caminho até o título Miguel começou sua campanha em Trestles com vitória sobre Ramzi Boukhiam no Round 2. Depois, superou Liam O’Brien no Round 3 e encontrou o compatriota Mateus Herdy nas quartas de final. Na semifinal, diante de Cole Houshmand, o brasileiro fez sua maior somatória no evento: 16.00 pontos, com notas 8.33 e 7.67. A vitória colocou Miguel na decisão contra Kanoa Igarashi. Do outro lado da chave, Kanoa havia eliminado Yago Dora na semifinal. Mesmo sem chegar à decisão, Yago deixou Trestles na liderança do ranking mundial. Brasil domina Top 5 O encerramento de Trestles deixou quatro brasileiros entre os cinco primeiros colocados do ranking masculino. Yago Dora assumiu a liderança, seguido pelo italiano Leonardo Fioravanti. Italo Ferreira aparece em terceiro, Miguel Pupo subiu para quarto e Gabriel Medina ocupa a quinta posição. A liderança de Yago e a quarta colocação de Miguel também aparecem no material pós-evento anexado. A etapa também definiu o corte para a sequência da temporada. Filipe Toledo garantiu permanência entre os 22 primeiros e segue para as próximas duas etapas, em Portugal e nas Filipinas. Mateus Herdy ficou abaixo da linha de corte e retorna ao CT em Pipeline, no Havaí, última etapa da temporada. Erin Brooks vence no feminino No feminino, Erin Brooks conquistou sua terceira vitória consecutiva no Championship Tour. A canadense derrotou Gabriela Bryan por 13.00 a 11.90 na final. Carissa Moore deixou Trestles na liderança do ranking feminino, com Gabriela Bryan na segunda posição. A brasileira Luana Silva ocupa o quinto lugar. Próximas etapas Portugal – 16 a 25 de outubroFilipinas – 31 de outubro a 10 de novembroPipeline (Havaí) – 8 a 20 de dezembro Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Callum Robson (AUS) 12.27 x 8.83 Connor O’Leary (JAP)2 – Griffin Colapinto (EUA) 14.50 x 12.87 Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) 14.33 x 11.83 Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) 12.20 x 10.53 Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) 14.43 x 11.77 João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) 14.26 x 12.40 Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) 17.00 x 12.40 Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) 12.37 x 11.50 Alejo Muniz (BRA)9 – Luke Thompson (AFS) 13.87 x 6.90 Leonardo Fioravanti (ITA)10 – Cole Houshmand (EUA) 14.00 x 5.40 Morgan Cibilic (AUS)11 – Alan Cleland (MEX) 13.26 x 11.67 George Pittar (AUS)12 – Jake Marshall (EUA) 13.53 x 12.83 Samuel Pupo (BRA)13 – Mateus Herdy (BRA) 12.00 x 11.83 Gabriel Medina (BRA)14 – Jack Robinson (AUS) 12.97 x 10.13 Seth Moniz (HAV)15 – Liam O’Brien (AUS) 15.10 x 14.43 Filipe Toledo (BRA)16 – Miguel Pupo (BRA) 13.20 x 12.16 Ramzi Boukhiam (MAR) Round 3 1 – Callum Robson (AUS) 12.83 x 11.03 Griffin Colapinto (EUA)2 – Yago Dora (BRA) 12.50 x 10.97 Kauli Vaast (FRA)3 – Marco Mignot (FRA) 13.70 x 13.37 Italo Ferreira (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.67 x 12.00 Ethan Ewing (AUS)5 – Cole Houshmand (EUA) 13.33 x 10.93 Luke Thompson (AFS)6 – Jake Marshall (EUA) 12.44 x 5.93 Alan Cleland (MEX)7 – Mateus Herdy (BRA) 14.10 x 9.84 Jack Robinson (AUS)8 – Miguel Pupo (BRA) 13.40 x 10.13 Liam O’Brien (AUS) Quartas de final 1 – Yago Dora (BRA) 11.67 x 8.16 Callum Robson (AUS)2 – Kanoa Igarashi (JAP) 15.67 x 10.26 Marco Mignot (FRA)3 – Cole Houshmand (EUA) 18.50 x 10.00 Jake Marshall (EUA)4 – Miguel Pupo (BRA) 15.83 x 13.50 Mateus Herdy (BRA) Semifinais 1 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.33 x 11.94 Yago Dora (BRA)2 – Miguel Pupo (BRA) 16.00 x 11.50 Cole Houshmand (EUA) Final 1 – Miguel Pupo (BRA) 14.77 x 14.40 Kanoa Igarashi (JAP) Feminino Round 1 1 – Brisa Hennessy (CRC) 10.90 x 10.10 Stephanie Gilmore (AUS)2 – Tya Zebrowski (FRA) 13.33 x 12.23 Alyssa Spencer (EUA)3 – Vahine Fierro (FRA) 12.16 x 11.50 Anat Lelior (ISR)4 – Yolanda Hopkins (POR) 11.96 x 11.37 Sally Fitzgibbons (AUS)5 – Tyler Wright (AUS) 10.67 x 7.17 Francisca Veselko (POR)6 – Bella Kenworthy (EUA) 13.33 x 10.77 Bettylou Sakura Johnson (HAV)7 – Eden Walla (EUA) 11.83 x 8.73 Nadia Erostarbe (ESP)8 – Caroline Marks (EUA) 15.67 x 12.50 Kirra Pinkerton (EUA) Round 2 1 – Gabriela Bryan (HAV) 14.07 x 13.50 Tya Zebrowski (FRA)2 – Luana Silva (BRA) 13.03 x 10.93 Tyler Wright (AUS)3 – Sawyer Lindblad (EUA) 15.34 x 8.74 Vahine Fierro (FRA)4 – Eden Walla (EUA) 12.00 x 10.50 Lakey Peterson (EUA)5 – Carissa Moore (HAV) 12.90 x 12.24 Brisa Hennessy (CRC)6 – Erin Brooks (CAN) 12.27 x 11.70 Caroline Marks (EUA)7 – Molly Picklum (AUS) 13.33 x 9.50 Yolanda Hopkins (POR)8 – Bella Kenworthy (EUA) 13.87 x 12.64 Caitlin Simmers (EUA) Quartas de final 1 – Gabriela Bryan (HAV)

    Com virada emocionante nos minutos finais, Miguel Pupo vence Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 na Califórnia, conquista segundo título na temporada e sobe para quarto no ranking mundial.