Márcio Freire

Um raro surfista de alma

Personalidades do mundo do surfe deixam seu depoimento para homenagear a passagem do surfista baiano Márcio Freire.
Marcio Freire

A morte prematura de Márcio Freire deixou perplexa a comunidade do surfe. Desbravador das ondas de Jaws na remada, em Maui, Havaí, ao lado dos amigos também baianos Danilo Couto e Yuri Soledade, Márcio Freire foi uma pessoa especial, amável, gentil e cordial, aliás, como todos deveriam ser.

Clique aqui para saber mais sobre a morte de Márcio Freire

Passei toda a minha carreira de jornalista contando a história da vida dos surfistas nas revistas e no site Waves. É fácil falar da vida deles todos. Porém, falar da morte de um amigo, ou mesmo de um conhecido, é bastante difícil e penoso. Mas alguém tem que assumir a missão.

A seguir, alguns depoimentos da galera que conviveu ou admirava a trajetória deste baiano sangue bom e atirado nas ondas, um verdadeiro Mad Dog em sua loucura saudável e ao mesmo tempo insana de amar as ondas grandes.

Bruno Lemos, fotógrafo e produtor do filme Mad Dogs – Eu poderia muito bem dizer que o mundo do surfe está em luto hoje, mas, na verdade, o planeta está em luto hoje com a passagem desse incrível e único ser humano chamado Márcio Freire.

Um dos caras mais tranquilos e alegres que já conheci. Viveu pra surfar e faleceu surfando. Dava pra ver o brilho nos olhos e a felicidade de estar prestes a dar mais uma caída épica em Jaws, lugar que amava. Vamos todos sentir sua falta, amigo!

Jaime Viudes, longboarder – Ser chamado de cachorro louco poderia soar ofensivo em algum outro esporte, mas no caso do surfe de ondas gigantes o “elogio” massageia o ego de qualquer um desses caras que colocam suas vidas em risco a cada swell.

Porém isso nunca parece ter inflado o ego do Márcio Freire. Bastava olhar no seu rosto para perceber que era um cara simples. Para conseguir respeito na meritocracia do surfe, a nível internacional, ou você é excepcionalmente técnico ou você tem muita atitude para dropar as maiores.

Hoje, com cada vez mais segurança para o big surf, cresce o número de surfistas se aventurando nas ondas grandes, mas são poucos os remanescentes dos legítimos big riders, que encaravam os maiores dias no braço, sem jet skis, coletes e tubos de oxigênio.

E ainda que sua imagem de big rider tenha sido construída após a chegada dos jets, ele encarou muitas sessões de surfe só com a prancha, a cordinha e seus dois parceiros de fé para garantir sua segurança. Quem tem um pouco de noção desse universo sabe que isso não garante a vida de ninguém na hora que o bicho pega.

E ainda dá para imaginar quantos mares bizarros ele deve ter pegado sozinho. Isso pode ser uma prova de que ele nunca teve intenção de construir uma reputação, apenas queria fazer o que amava. Para um cara ser chamado de Mad Dog pelos havaianos, pode ter certeza que mesmo que, nunca ninguém, nem a mídia, tivesse tocado no nome dele, ele estaria pegando ondas grandes de qualquer jeito. Essa era primeira coisa que eu pensava quando ouvia falar do Márcio Freire. Surfista de verdade!

Tulio Brandão, jornalista multimídia – Márcio era um cara querido na comunidade, do bem, humilde, um dos grandes representantes da essência mais raiz do surfe. Um cara que resolveu descer o cliff e entrar remando em Jaws.

Um cara que aceitou trabalhar duro para pagar pelo seu sonho, diante da falta de patrocínio. Pouca gente está disposta a isso. A morte trágica pode em algum momento nos colocar num lugar de crítica, por conta da ausência de colete inflável e de uma possível falta de forma, mas a esta altura isso não faz sentido.

Márcio era gigante, exímio no que fazia, e o perdemos porque no surfe de ondas gigantes há, sim, espaço para a morte. Ele morreu como viveu, amando profundamente o que fazia. Esta pra mim é a maior lição.

Motaury Porto, fotógrafo – A melhor e maior onda da vida! Nós, como surfistas, sempre buscamos as melhores ondas e alguns buscam as maiores. Deslizar sobre o mar em cima de uma prancha, independente de qual modalidade, é algo que nunca poderá ser descrito em palavras.

Mas, é facilmente observável na vida de vários surfistas mundo afora. O surfista de alma vive para se manter perto do mar e das ondas. Márcio Freire era exatamente um destes surfistas e que nos deixa para surfar a mais perfeita, a maior onda de todas e também a mais misteriosa, a eternidade!

Que nosso Pai, criador das nossas ondas e da onda eterna, console o coração dos familiares do Márcio, assim como amigos e fãs. Enquanto isso, que possamos pegar nossas ondas aqui neste mundo, ondas de compreensão, perdão, paz e, principalmente, de amor, que tem o poder que transcende tudo. Com carinho, meus sentimentos.

Yordan Bosco, jornalista especializado – Encontrei Márcio pela última vez há cerca de um ou dois anos na Praia do Forte, quando tivemos a oportunidade de um bom papo. Ele tinha vindo do Havaí, estava feliz e cheio de planos de viajar e surfar.

O mesmo cara tranquilo, manso e sereno que conheci no início dos anos 90, nas competições, quando ele corria a categoria mirim ou junior e eu era juiz.

Uma perda inestimável para toda a comunidade do surfe. Deixa um legado de coragem, de atitude, de luz e de amor. Um cara que passava a lição, no semblante e no seu jeito, de que não precisamos de muito para ser feliz.

Thiago Rausch, freesurfer – Tive o privilégio de conhecer o Marcinho há dois anos, no Passo de Torres. Surfamos umas marolas no meio do Rio Mampituba e foi muita vibe, o cara era muito humilde e surfava muito, a bateria foi casca-grossa.

Entre uma onda e outra, já que estávamos sozinhos no pico, eu aproveitei e fiz o máximo de perguntas sobre Jaws que pude, já que não é todo dia que recebemos no quintal de casa um verdadeiro mito do surfe mundial. De maneira muito gentil e tranquila, ele respondeu, ou melhor, me contou um pouco de sua linda história.

O mar estava bem mais ou menos, o vento nordeste e o sorriso no rosto nos acompanhava, os botos também. Marcinho estava viajando pelo Brasil, um sonho que estava realizando, conhecendo lugares, pessoas aleatórias como eu e visitando amigos.

No caso, o destino era Tramandaí, onde vive seu amigo dos tempos de Havaí, Peterson Marchese. Ele também veio visitar o Pedra Dornelles. Acho que estes simples fatos, a diversão nas marolas, ele super humilde comigo, que recém havia conhecido, e vir de longe visitar um amigo querido como o Peterson, mostram um pouco do grande ser humano que ele foi.

João Cabral, free surfer, Jaguaboy – Márcio era uma pessoa extremamente simples, uma pessoa que tinha coração aberto. Não é porque o cara morreu, não é nada disso. Duvido que exista uma pessoa na face da Terra capaz de falar alguma coisa contra ele. O cara era bem quisto em todo o lugar que chegava. Todo mundo gostava dele, era humilde ao extremo.

É até difícil falar dele, era uma pessoa boa demais. Casca grossa, da pesada, depois que voltou ao Brasil ele parou de treinar em onda grande, estava mais relaxado. Começou a pegar mais onda pequena e isso atrapalhou bastante.

Era um cara iluminado, e tenho certeza de que ele morreu feliz, fazendo o que mais gostava. Ele morreu onde mais queria estar, amarradão. O último áudio que ele mandou para o Jacaré foi para dizer que no dia anterior tinha surfado altas ondas na remada. E estava feliz da vida que iria fazer um tow-in com o Chumbo. Era um cara nota 10, nota 1.000.

Giovanni Mancuso, empresário e free surfer – Infelizmente não tive a sorte de conhecer o Márcio pessoalmente. Mas conhecia ele muito bem da mídia do surfe. Desde que li sobre os malucos brasileiros que desbravaram Jaws na remada ele entrou no meu radar e nunca mais saiu.

Daqueles personagens que a gente grava o nome e nunca mais esquece. Mas se eu não tive a sorte de encontrá-lo pessoalmente, muitos amigos meus conviveram com ele. E todos, sem exceção, falam a mesma coisa: um ser humano especial, amigão, generoso, atencioso, divertido, bem humorado e muito, mas muito casca grossa!

Portanto é mais um daqueles casos dos bons nos deixando cedo. A gente tem dificuldade de compreender isto. Mas, examinando com atenção, somos obrigados a acreditar que em algum lugar, esta galera deve estar pegando altas ondas. E se isto for verdade, quando eu for pra lá vou fazer questão de encontrar o Márcio!

Alexandre Toledo Piza, jornalista especializado – Desde que vim morar na Bahia a lenda viva dos Mad Dogs era ponto central nas rodas de conversas sobre surfe e o ápice das façanhas obtidas pelo big surf baiano na esfera mundial.

Quando Márcio voltou definitivamente do Havaí, estivemos juntos algumas vezes, seja surfando, seja com ele fazendo imagens. Sempre amarradão, cativante, sorridente, pilhando a cada série e sempre muito educado. Um verdadeiro legend soul surfer coroado em vida e agora na memória para toda eternidade.

Márcia Portes, longboarder – Márcio era um surfista de alma. Junto com os Mad Dogs, tinham amor à adrenalina. Ele partiu fazendo o que mais gostava, sem medos, sem receios.

Acompanhava a trajetória dele durante algum tempo. Envio energias positivas e minhas condolências aos amigos e familiares. É o amor ao surfe, às ondas grandes, a adrenalina e loucura única de desbravar um oceano mágico e cheio de energia. Admiro o Márcio, surfista de alma. Descanse em paz.

Wilson Piolho, jornalista especializado – O mundo do surfe e principalmente do big surf está atônito com a prematura passagem do Mad Dog Márcio Freire. Protagonista da revolução do surfe na assustadora Jaws ao encarar as montanhas de água na remada, algo inimaginável antes de Márcio e seus parceiros Danilo e Yuri.

O canhão de Nazaré abateu o Mad Dog Márcio Freire. Deixa um legado enorme e chama a atenção para a risco que esse surfistas correm ao desafiar as maiores ondas do mundo.
Grandes homens com grandes feitos tem a honra de escolher seu derradeiro momento fazendo aquilo que amam. Vá em paz, Márcio Freire .

Tony Kaluama, shaper – Sempre tive uma grande admiração por Márcio Freire e pelos Mad Dogs baianos. Pois nos tempos de hoje, ondas como Jaws, por exemplo, e Nazaré, todos surfam de tow-in, enquanto ele, pelo menos em Jaws, se jogava na remada, justificando o apelido de Mad Dog. Então, acredito realmente que foi uma fatalidade o que houve com ele. O surfe mundial, não só o brasileiro, perdeu muito. R.I.P, Márcio.

Sebastian Rojas, fotógrafo – Conversei com o Márcio algumas vezes durante umas idas pra Jaws, em Maui. Como todos os surfistas baianos que gostam de ondas grandes, ele foi pra Maui surfar Jaws na companhia dos amigos e teve como referências Danilo Couto e Yuri Soledade, entre outros tantos outros e acabou fixando residência por lá. Ele era divertido e brincalhão e muito fissurado no surfe de remada em ondas gigantes. Era um surfista raiz apaixonado pela força do oceano e pelo esporte.

Lima Junior, fotógrafo – Márcio Freire sempre foi uma referência para todos os surfistas nordestinos, principalmente os que sonham em se tornar surfista de ondas grandes. Ele foi um exemplo que é possível sim, sair do Nordeste e ganhar o mundo em busca do sonho de surfar ondas grandes. Sua passagem vai deixar saudades e muita inspiração para todos de nossa região. Que Deus o tenha.

João Valente, jornalista especializado em Portugal – Era uma questão de tempo até acontecer um acidente fatal. Tivemos algumas situações que ficaram perto disso. Koxa, Scooby, Maya, Alex Botelho, Andrew Cotton, várias situações mas por felicidade nada aconteceu.

Agora aconteceu com o Márcio, uma tristeza imensa. Mas, são os riscos de quem assume o surfe de ondas grandes como um meio de vida, fonte de prazer. Há muito tempo que eu falo que a Nazaré é que nem o Everest. Pode não ser tecnicamente a onda mais exigente, outras exigem mais, assim como tem montanhas que exigem muito mais tecnicamente do que o Everest. Negócio do Everest é altura e ausência de ar. Negócio da Nazaré é tamanho, volume de água e toda aquela dinâmica. Não é o lado técnico da onda que faz ela se destacar. É o tamanho mesmo e a dimensão toda.

Enfim, era esperado que uma hora acontecesse uma vítima. Claro que agora a gente fique encontrando as razões. Ah, não usou colete de flutuação, não estava em forma etc. Mas, nos acidentes que chegaram perto, as pessoas eram muito bem preparadas e teve uma grande dose de sorte de não ter acontecido nada. Por isso, sem dúvida, preparem-se, não facilitem com questões de segurança. Não é qualquer um que vai subir o Everest sem garrafa de oxigênio. Tem uns que fazem, estão nessa missão, mas estão preparados para isso.

Por isso, quem quiser enfrentar o mar em Nazaré tem que saber exatamente para o que estar preparado. Mas, acho que nada disso seja garantia. O risco é muito alto. E às vezes os mais preparados podem se ver numa situação que não tem saída. Que descanse em paz, Márcio. Todo mundo só fala bem dele. Deixou boas memórias e morreu fazendo o que gosta.

Felipe Fernandes, jornalista especializado – Muito triste o que aconteceu. Mas, já era para ter acontecido antes, pelo nível de risco do local. Eu já estive lá três vezes para olhar as ondas, eu nunca surfei em Nazaré. Sei que não é todo dia que está daquele jeito. As ondas não ficam sempre daquele tamanho. Mas, eu nunca tive a oportunidade de surfar lá ondas de 2, 3 metros. Estive lá três vezes com ondas imensas. A primeira vez foi em 1993, com meus amigos Zé Loiro e Zé Negrella.

Paramos o carro na praia e não tinha ninguém pra gente perguntar alguma coisa e eu acredito que as ondas deviam estar de 18 a 20 pés. A gente acabou nem surfando porque o mar estava enorme.

Voltei em 2013, no dia em que a Maya Gabeira se acidentou. Depois, voltei com a minha mulher em 2017. Em duas vezes que estive lá, quase dois acidentes fatais, com a Maya e com o inglês Andrew Cotton. Não cheguei a ver nenhum destes dois acidentes, aconteceram antes da minha chegada.

Eu sinto muito a morte do Márcio Freire, conheço ele das reportagens. Sinto muito a perda deste surfista porque ele era uma referência, um dos desbravadores de Jaws na remada. Maior respeito por ele, mas não tive o privilégio de conhecê-lo pessoalmente. Que Deus o tenha.

Regi Galvão, fotógrafo – Infelizmente, 2023 começou de forma brutal com a partida do Mad Dog Márcio Freire.

Quando recebi a notícia, pensei que era outra pessoa, mas a ficha caiu rapidamente com a notícia sendo publicada em alto volume nas rede sociais. Estou particularmente muito triste, uma vez que acompanhamos toda trajetória desse bom baiano nas maiores ondas do planeta e ficamos buscando respostas pela forma como aconteceu. Desejo muita força e expresso meus sentimentos à família, amigos e fãs. Márcio Freire sempre.

Paulo Kid, legend – Eu não conheci pessoalmente o Márcio Freire, acompanhei, claro, as performances dele em Jaws, à distância, pela mídia.

O que eu sempre percebi que ele estava ali pelo prazer, por gostar de se atirar nas bombas. E o que leio sobre ele é o testemunho dos mais próximos falando que ele era uma pessoa do bem!

Uma perda sempre é triste para os amigos, os familiares, mas se existe algum conforto nesse momento é que ele partiu fazendo aquilo que ele amava, em condições que ele se sentia à vontade.

Com certeza, é uma grande perda para o big surf brasileiro. Márcio Freire deixa seu legado de amor, paixão e go for it no surf.

James Thisted, fotógrafo – Não convivi muito com o Marcio Freire, mas como fotógrafo claro q a gente se conhecia lá do Havaí. Lembro bem do começo do surfe em Jaws, quando eu ia pra Maui registrar as sessions de tow-in dos brazucas, numa época em que se chegava no cliff de Jaws e não tinha quase ninguém por ali, muito diferente do circo que é hoje.

E um dos surfistas certo de encontrar ali era o Márcio Freire, sempre na fissura de pegar umas na remada, numa época que os caras tiravam pra louco quem pensasse em fazer isso. E ele sempre humilde, na dele, o cara era gente boa demais. Era nessas ocasiões que eu tive mais contato com ele. E algumas outras em Oahu mesmo.

Depoimentos publicados no Facebook
Rosaldo Cavalcanti, legend – Márcio Freire, Mad Dog era um cara legal. Sempre sorrindo. Humilde e gentil. Definitivamente, espalhava boas vibrações. O tipo de cara que todo mundo gostava.

Ele morou em Maui por um longo tempo e enquanto estava lá costumava praticar paddle surf em Jaws. Ele gostava de ir para a esquerda, embora a maioria dos outros surfistas costumava ir para a direita.

Ele sofreu muitas quedas verticais lá fora. Mas, há alguns anos ele teve que deixar as ilhas. Foi quando sua vida mudou. Ele voltou ao Brasil e continuou surfando, o amor de sua vida.

Infelizmente, desmaiou ontem em Nazaré, Portugal, depois de pegar sua última carona. Uma canhota que fechou e o empurrou para debaixo d’água. Aparentemente, levou algumas pancadas na cabeça e de alguma forma se afogou. É uma grande perda para sua família e amigos, bem como para a comunidade de surfe de ondas grandes. Descanse em paz, Márcio Freire.

Christian Barnard Beserra, representante do surfistas do CT – Poxa Pancinha. Tá difícil aceitar essa sua partida tão prematura. Seu sorriso, seus dropes insanos, seu sotaque de rei baiano, suas serenatas desafinadas de ukulele e o seu coração maior que as morras surfadas por você, jamais serão esquecidos.

Obrigado pelo privilégio de ter te conhecido e obrigado por todas as ondas que surfamos juntos no passado. Muita luz e amor pra você e sua família. RIP, meu rei!

Thiago Jacaré, free surfer, Jaguaboy – Descanse em paz, meu grande amigo Márcio Freire. Os homens do mar morrem no mar. Você foi especial em nossas vidas. Hoje você iria embora, mas a sua partida foi diferente, juntamente a Deus. Sei que você surfou sua última onda, mas em nossos corações você será eterno. Ahh, não esquece do tutu, meu amigo pra sempre.

Eduardo Sampaio, produtor de Mad Dogs – Nem sei o que escrever. Fui pego completamente de surpresa.

Cresci tendo Márcio como referência desde a época de escola. Ele era o cara que matava aula pra ir surfar no Barravento e que ganhava todos os campeonatos de surfe. Eu sempre quis matar aula pra ir surfar.

Depois ele foi morar no Havaí e tornou-se um dos maiores exemplos de pioneirismo no surfe de ondas grandes da história. Um cara extremamente humilde e com um coração enorme. Um amigo que vai deixar saudades em muita gente e um legado importante no esporte.

Tive o privilégio e a sorte de registrar parte da vida e dos feitos dele e dos Mad Dogs com o documentário que produzimos. Poxa, cara, por que você teve que partir tão cedo? Você vai fazer muita falta! Só tenho boas lembranças de você. Fique em paz!

Roberto Vieira Nascimento, free surfer – Difícil escrever neste momento de tristeza sobre Márcio Freire, um ser humano incrível que só trazia alegria com sua simplicidade e humildade, um ídolo, um amigo, um irmão, não só pra mim, mas pra todos que passavam no seu caminho, ele só levava luz e alegria pra todos .

Conheço Pancinha e Buno Freire e Silva desde dos meus 13 anos de idade. A gente começou a surfar juntos em Barra do Pote, Ilha de Itaparica (BA). No verão de 85 eu vi Marcinho completar seu primeiro 360 com 10 anos de idade com uma prancha sem quilhas.

Sua alegria foi tão contagiante que me marcou até hoje. Depois, muito free surf juntos, baterias de campeonatos, surf trips. A trip derradeira foi ano passado. Passamos dois meses na Indonésia, dias de sonho que jamais irei esquecer !

Obrigado, painhooo, por todos os momentos vividos, pelos ensinamentos, principalmente de que a vida se vive o hoje. O que me conforta é quando fecho o olho e vejo você sorrindo e dizendo, relaxe Roberdose, tá tudo bem!

Vá em paz, irmão, sua energia jamais se apagará! Meus sentimentos a Bruno Freire e Silva e a toda família e amigos!

The Inertia, site norte-americano – A morte de Freire abala fortemente a comunidade das ondas grandes. Nossas mais sinceras condolências vão para os amigos, familiares e todos os afetados pela morte de Freire.

Abaixo, talvez a última entrevista de Márcio Freire, concedida ao canal Lets Surf.

Aviso: O Waves está implementando novas regras para os comentários postados neste fórum. O objetivo é estimular um debate saudável e de alto nível, estritamente relacionado ao conteúdo da matéria em questão. Só serão aprovadas as mensagens que atenderem a este objetivo. Ao comentar abaixo você concorda com nossos termos de uso.
Os comentários postados não representam a opinião do portal Waves e a responsabilidade é inteiramente do autor de cada mensagem.

0 comentários

Tem uma reclamação, sugestão ou viu algum erro? Fale direto com a equipe Waves — em vez de postar nos comentários.

    Carregando comentários…

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chegou na última sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia (EUA). A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. Clique aqui para ver ao vivo no site da WSL A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Callum Robson (AUS) 12.27 x 8.83 Connor O’Leary (JAP)2 – Griffin Colapinto (EUA) 14.50 x 12.87 Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) 14.33 x 11.83 Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) 12.20 x 10.53 Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) 14.43 x 11.77 João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) 14.26 x 12.40 Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) 17.00 x 12.40 Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) 12.37 x 11.50 Alejo Muniz (BRA)9 – Luke Thompson (AFS) 13.87 x 6.90 Leonardo Fioravanti (ITA)10

    Próxima chamada nesta sexta-feira (18) às 11h (de Brasília). Confira ao vivo a etapa do Circuito Mundial da WSL em Trestles e participe dos debates em nosso fórum.

    A Seleção Brasileira Júnior conquistou três medalhas no Surf City El Salvador ISA World Junior Surfing Championship 2026. A paranaense Luara Mandelli ficou com o bronze na Sub-18 Feminino, o paulista John Muller levou o cobre na Sub-18 Masculino e o Brasil terminou com o bronze por equipes, como a terceira melhor seleção entre os 56 países participantes da 22ª edição do Mundial Júnior da ISA. A principal competição de base do surfe no mundo começou com 420 surfistas. Apenas 11 países tiveram representantes entre os 24 atletas que disputaram as semifinais no domingo, em La Bocana. A Austrália ficou com o ouro por equipes, seguida por Estados Unidos, Brasil e Peru, repetindo as quatro primeiras posições do Mundial de 2025, no Peru. Luara repete feito de 20 anos atrás Na decisão da Sub-18 Feminino, Luara Mandelli chegou à final depois de superar a australiana Stella Green nas semifinais. Na disputa pelas medalhas, Leihani Zoric dominou com notas 8,17 e 7,83, somando 16,00 pontos para conquistar o ouro para a Austrália. Zoie Zietz, dos Países Baixos, ficou com a prata, com 12,77 pontos. Luara somou 8,44 e conquistou o bronze, enquanto a argentina Victoria Muñoz Larreta terminou com o cobre. Com o resultado, Luara repetiu um feito de 20 anos atrás. A paraibana Diana Cristina, a índia Tininha, havia conquistado o bronze no Mundial Júnior de 2006, realizado em Maresias, São Sebastião (SP). Luara tornou-se a segunda brasileira a conquistar uma medalha em 22 edições do Mundial Júnior da ISA. John Muller fica com o cobre O Brasil também disputou as medalhas na Sub-18 Masculino. John Muller venceu a primeira semifinal usando os aéreos. Ryan Martins também buscava uma vaga na decisão, mas o norte-americano Jett Maughan conseguiu uma onda nos minutos finais, acertou um aéreo e recebeu nota 9 para avançar junto com John. Na final, o brasileiro começou na frente com 5,67, mas Maughan e os australianos Ocean Lancaster e Ben Zanatta Creagh passaram a concentrar a disputa pela vitória. O norte-americano assumiu a liderança ao receber 8,23 e chegou aos 15,06 pontos. John ainda acertou um aéreo full rotation de backside no último minuto e recebeu 6,40, sua maior nota, mas não conseguiu deixar a quarta posição. Jett Maughan conquistou o ouro com 15,06 pontos, Ben Zanatta Creagh levou a prata com 14,80, Ocean Lancaster ficou com o bronze com 14,74 e John terminou com 12,07 e a medalha de cobre. Brasil é bronze por equipes A campanha colocou novamente o Brasil entre as três melhores seleções do Mundial Júnior. A Austrália conquistou o ouro por equipes com 8.078 pontos, os Estados Unidos ficaram com a prata com 6.048 e o Brasil levou o bronze com 5.430. O Peru terminou em quarto, com 5.293 pontos e a medalha de cobre. Além dos medalhistas Luara Mandelli e John Muller, Ryan Martins terminou em quinto lugar na Sub-18 Masculino e Arthur Vilar foi sétimo na Sub-16 Masculino. Valentina Zanoni ficou em 13º na Sub-18 Feminino e Carol Bastides terminou em 19º na Sub-16 Feminino. O Brasil foi o primeiro campeão por equipes do Mundial Júnior da ISA, na estreia da competição em 2003, na África do Sul. Entre os brasileiros que já conquistaram o ouro individual estão Jefferson Silva, Jadson André, Alejo Muniz, Gabriel Medina, Filipe Toledo, Matheus Navarro, Luan Wood, Weslley Dantas e Ryan Kainalo. Em 2023, no Rio de Janeiro, a Seleção Brasileira Júnior voltou a conquistar o título por equipes, 20 anos depois da primeira vitória. Resultados Sub-18 Feminino – Final 1 – Leihani Zoric (AUS) 16,002 – Zoie Zietz (NED) 12,773 – Luara Mandelli (BRA) 8,444 – Victoria Muñoz Larreta (ARG) 7,03 Sub-18 Masculino – Final 1 – Jett Maughan (USA) 15,062 – Ben Zanatta Creagh (AUS) 14,803 – Ocean Lancaster (AUS) 14,744 – John Muller (BRA) 12,07 Ranking por equipes 1 – Austrália – 8.078 pontos2 – Estados Unidos – 6.048 pontos3 – Brasil – 5.430 pontos4 – Peru – 5.293 pontos5 – Japão – 5.035 pontos6 – Havaí – 5.012 pontos7 – Espanha – 4.625 pontos8 – Nova Zelândia – 4.542 pontos9 – França – 4.416 pontos10 – Portugal – 4.095 pontos

    Luara Mandelli leva bronze na Sub-18, John Muller fica com o cobre e Seleção Brasileira termina em terceiro lugar entre 56 países no Mundial Júnior da ISA em El Salvador.

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chega nesta sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia. A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A primeira chamada acontece às 11h30 (horário de Brasília), com possível início das baterias ao meio-dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Hayden Rodgers (EUA)3 – Joel Vaughan (AUS) x Oscar Berry (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) x Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x vencedor R1 H12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor R1 H34 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor R1 H27 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor R1 H110 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake

    Nona etapa do CT abre janela em Trestles, Califórnia (EUA), com dez brasileiros e ondas de até 2 metros. Novo swell ganha força entre os dias 16 e 18.

    Há mais de 30 anos, Pete Beukes chegou a Lamberts Bay, na costa oeste da África do Sul, para trabalhar como mergulhador de diamantes. No caminho, encontrou também uma costa bruta, isolada e repleta de ondas. Décadas depois, ele retorna a esse universo ao lado do filho, Eli Beukes. A história dos dois é o fio condutor de Rough Diamonds, novo filme de surfe produzido pela Now Now Media. Com 31 minutos de duração, a produção acompanha pai e filho por uma das regiões mais selvagens do litoral sul-africano, combinando sessões de surfe, estrada e a relação construída entre duas gerações. A ligação de Pete com a região começou no início dos anos 1990. Depois de deixar a Marinha e seguir para Lamberts Bay para trabalhar como mergulhador de diamantes, ele descobriu uma costa exposta ao Atlântico, marcada por água fria, isolamento e ondas de qualidade. Anos mais tarde, é Eli quem recebe do pai os segredos acumulados durante décadas de exploração. Mas Rough Diamonds não apresenta a viagem como uma simples busca por ondas perfeitas. A própria geografia da costa oeste impõe dificuldades e transforma a jornada em parte importante da narrativa. Ondas pesadas, natureza praticamente intocada e longos deslocamentos ajudam a construir o cenário para a história de Pete e Eli. Além dos dois protagonistas, o filme conta com participações de Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy Smith. A direção e o roteiro são de Will Bendix, com fotografia de Alan van Gysen e produção da Now Now Media. O projeto é apresentado pela Monster Energy em associação com a O’Neill. Rough Diamonds estreia nesta sexta-feira (11) e está disponível gratuitamente no YouTube. Ficha técnica Filme: Rough DiamondsDuração: 31 minutosCom: Eli Beukes, Pete Beukes, Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy SmithNow Now Media: @nownowmediaEli Beukes: @elibeukesApresentado por: Monster Energy, em associação com O’NeillRoteiro e direção: Will BendixDireção de fotografia: Alan van GysenProdução executiva: Ryan FranklinProdução: Alan van Gysen Trilha sonora “Werner Meets Egberto” | Guy Buttery“Understanding Happiness” | Rafi B Levy“Earthstrong” | Hattamitsunami

    Novo filme Rough Diamonds acompanha Pete e Eli Beukes em uma jornada de surfe pela costa oeste da África do Sul, região de ondas pesadas e cenários praticamente intocados.

    A história e a evolução das pranchas de surfe estarão no centro das atenções no próximo dia 19 de setembro, em Santos (SP). A segunda edição do Shapers Surf Fest reúne shapers, fabricantes, surfistas e marcas na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico da cidade, das 13h às 22h. O evento contará com 28 expositores de diferentes estados e também do exterior, apresentando desde longboards até modelos de alta performance, além de acessórios e novidades do mercado. O público poderá conhecer as pranchas de perto, conversar diretamente com os profissionais responsáveis pela produção e também adquirir equipamentos durante o encontro. Um dos destaques desta edição será a homenagem aos shapers que começaram a produzir pranchas na região durante a década de 1970. Mais de 25 nomes já estão confirmados para participar da celebração, que pretende aproximar os pioneiros de diferentes gerações de profissionais ligados à fabricação de pranchas. A programação também terá rodas de conversa com shapers e profissionais do mercado, abordando a evolução dos equipamentos, histórias do surfe e os rumos da indústria. A sustentabilidade na produção de pranchas será outro tema colocado em discussão ao longo do evento. Além da programação ligada diretamente ao surfe, o Shapers Surf Fest terá área gastronômica, sorteios e atividades para o público. O encerramento será musical, com Binho Nunes, ex-surfista profissional, ao lado de Neco Carbone e Edinho Leite. A segunda edição é realizada por Luke Franco, Dêmi Viola e Bruno Esposito. O Waves é parceiro de mídia do evento. Shapers Surf Fest 202619 de setembroDas 13h às 22hCasa da Frontaria AzulejadaCentro Histórico de Santos (SP) Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Shaper’s Surf Fest (@shaperssurffest)

    Segunda edição do Shapers Surf Fest reúne 28 expositores, homenageia pioneiros da fabricação de pranchas e promove encontro entre diferentes gerações do surfe no dia 19 de setembro, em Santos (SP).

    O havaiano Makana Pang escreveu seu nome na história de Desert Point nesta quarta-feira (9). Ele venceu a edição indonésia do Capítulo Perfeito, primeiro evento de surfe realizado na famosa esquerda de Lombok, e fechou a decisão com a única nota 10 do dia. Os brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Foram seis horas consecutivas de ação em ondas com cerca de 2 metros. Oito convidados tiveram praticamente livre uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta, cenário que recebeu pela primeira vez um evento desta dimensão. Makana já havia mostrado força nas primeiras fases. Depois de marcar 9,17 em uma de suas ondas, o havaiano chegou à final diante de Bruno Santos, Ícaro Ronchi e do indonésio Usman Trioko. Os dois brasileiros acumularam notas acima de 8 pontos ao longo do evento, mas foi Pang quem encontrou, na decisão, o tubo mais longo e tecnicamente exigente do dia para arrancar a nota máxima dos juízes. Com 17,57 pontos, Makana ficou com a vitória. Bruno terminou muito próximo, com 16,76, seguido por Ícaro, com 15,43, e Usman, com 10,60. Além da conquista em Desert Point, o havaiano garantiu um wildcard direto para o Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. “Fazer parte do primeiro evento de surf de sempre em Desert Point foi uma honra. E conseguir um 10 perfeito na final foi um sonho tornado realidade. Estar ali com apenas mais três pessoas na água é provavelmente uma das coisas mais loucas que já vivi no surf. Esta onda é imbatível. Estou muito feliz e muito grato” Brasileiros chegam fortes à final Bruno Santos e Ícaro Ronchi foram dois dos grandes nomes do dia. Bruninho, profundo conhecedor de Desert Point, chegou a registrar o maior somatório de uma bateria em todo o evento: 18,24 pontos, na segunda passagem pela água. Ícaro veio logo atrás na mesma bateria, com expressivos 17,93. Os resultados oficiais mostram que ambos avançaram para a final em grande fase. A presença de Ícaro na decisão teve ainda um ingrediente especial. Convocado de última hora, ele ocupou a vaga deixada por Bruno Santos na lista de wildcards depois que Bruninho passou a ocupar uma vaga pelo seeding, em consequência da desistência de Nic von Rupp. Ícaro aproveitou a oportunidade e terminou o evento no terceiro lugar. Pedro Calado foi o terceiro brasileiro no evento. Ele somou 8,60 pontos na primeira bateria e melhorou para 11,80 na segunda, mas não conseguiu avançar à final. Tubos decidem tudo Como manda o formato do Capítulo Perfeito, apenas o tempo e a qualidade dentro dos tubos foram considerados pelos juízes, sem pontuação para manobras. É a característica que acompanha o evento desde sua primeira edição, realizada em 2012. Antes da entrada dos oito convidados, o dia começou com uma bateria especial dedicada aos surfistas de Desert Point. Diki Wahyudi venceu o Local Heat com 5,77 pontos, seguido por Ilham Sukron, com 4,00. A organização também tomou uma decisão inédita em relação aos 10 mil euros de premiação. O valor, originalmente reservado ao vencedor, foi dividido entre todos os participantes. Segundo Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito, a escolha refletiu a proposta de compartilhar a experiência proporcionada pelas condições encontradas em Lombok. “Hoje, todos os surfistas saíram daqui a sentir-se vencedores e, por isso, o prize money é dividido por todos. Conseguimos envolver a comunidade local e isso deixa-nos particularmente felizes”, afirmou Rui. Estreia internacional Desert Point marcou ainda um novo capítulo na história do evento. Em sua 12ª edição, foi a primeira vez que o Capítulo Perfeito saiu de Portugal. A estreia internacional terminou justamente com aquilo que define sua proposta: condições tubulares e uma nota 10 na bateria decisiva. Com a vitória, Makana Pang agora tem encontro marcado com Carcavelos em 2027. Em Lombok, o havaiano entrou para a história como o primeiro vencedor de um evento de surfe realizado em Desert Point. Resultado final do Capítulo Perfeito 2026 – Desert Point Melhor tubo: Makana Pang (HAV) – 10,00 pontos

    Havaiano Makana Pang vence primeiro evento de surfe realizado em Desert Point com nota 10 na final. Brasileiros Bruno Santos e Ícaro Ronchi terminam em segundo e terceiro.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta é palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Clique aqui para acompanhar as notas ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre o evento Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial, com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado, Bruno Santos e Ícaro Ronchi. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito.

    Início de competição programado para às 23h (de Brasília) desta terça-feira (8). Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles três brasileiros. Confira ao vivo.

    A etapa Guarapari do Circuito Bando do Brasil chegou ao fim neste domingo na Praia d’Ulé, no Espírito Santo, reunindo alguns dos principais nomes do surfe sul-americano em disputas válidas pelo QS 4.000 da World Surf League (WSL). A etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as semifinais nas duas categorias, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral catarinense. Tainá Hinckel (BRA) e Jadson André (BRA) levaram os troféus de campeões para casa, somando importantes pontos na corrida pelo título sul-americano e pela vaga no Challenger Series (CS) de 2027/28. Além disso, os vencedores embolsaram 8 mil dólares de premiação. Luan Wood (BRA) assumiu a liderança do ranking do QS após a etapa. Daniella Rosas (PER) toma a frente de Sophia Medina (BRA) na lista e também assume a ponta. Tainá Hinckel arrasadora na decisão  Em um duelo internacional inédito em finais, Tainá Hinckel (BRA) venceu a experiente Daniella Rosas (PER) e conquistou o título feminino do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari. As duas já haviam se enfrentado seis vezes em etapas do Qualifying Series, com três vitórias para cada lado, mas esta foi a primeira decisão entre elas.  Tainá chega à sua primeira final do Circuito Banco do Brasil em 2026, depois de bater na trave em duas semifinais, em Ubatuba e Natal, e se coloca novamente na briga pelo bicampeonato. A catarinense da Guarda do Embaú também disputa o Challenger Series e chega à terceira posição do ranking do QS na América do Sul após esta etapa, em uma temporada que pode marcar mais um salto importante na carreira da atleta olímpica e integrante do squad BB. A final foi marcada por uma disputa de alto nível e pelo duelo de backside, uma das principais características do surfe de Tainá. A brasileira abriu vantagem com uma onda de 8 pontos, construída com três fortes pancadas, deixando Daniella precisando de 10 pontos para virar. Na sequência, Tainá encontrou uma esquerda mais longa e arrancou 7 pontos dos juízes, ampliando a pressão sobre a peruana. Com apenas quatro ondas surfadas durante toda a bateria, Tainá garantiu o título na Praia d’Ulé e o maior somatório do evento: 15,50 pontos, o mesmo alcançado por Dani nas semifinais.  “Estou muito feliz com essa vitória e muito rouca, porque berrei com tudo o que estava aqui dentro nas minhas duas melhores ondas. Foi uma bateria muito disputada. O surfe feminino está evoluindo muito na América do Sul e estamos caminhando para mostrar nosso potencial mundo afora. Vencer aqui é muito especial para mim. Acreditei do início ao final e sabia que precisava acreditar”, celebra a campeã. “Estou muito feliz e sei o quanto é importante para mim estar com essa garra, mostrar meu surfe em qualquer campeonato. Não é só a onda, mas a conexão que existe dentro de mim. Foi super disputada do início ao final, mas eu sabia que seria minha porque planejei tudo desde o começo. Deus tinha escrito isso para mim”, comemorou Tainá. Jadson é bicampeão na Praia d’Ulé Aos 36 anos, Jadson André escreveu mais um capítulo de superação na Praia d’Ulé. Mesmo competindo durante toda a etapa com uma lesão no pé que chegou a colocar sua participação em dúvida, o potiguar venceu Luan Wood na final masculina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari e conquistou o título pelo segundo ano consecutivo. O confronto foi o segundo entre os dois na temporada. Em Imbituba, Jadson e Luan haviam se encontrado na semifinal, com vantagem para o catarinense. Desta vez, porém, o potiguar levou a melhor no duelo decisivo. Em uma bateria com as condições do mar alteradas pela entrada do vento logo após a final do feminino, Jadson apostou em seu forte surfe de frontside e nos aéreos para abrir vantagem, enquanto Luan, de backside para as esquerdas e com um surfe mais de linha, lutou até o fim, encaixando boas combinações de manobras para reduzir a diferença entre eles no somatório final. Apesar de encontrar um 7,27 pontos, Luan não conseguiu trocar sua onda de backup e acabou sendo batido na matemática final por 12,60 (7,27 + 5,33) contra 13,33 (6,83 + 6,5) de Jadson.  “Mais uma vez, toda honra e toda glória sejam dadas a Deus. Sem Ele, seria impossível chegar até aqui e vencer esse campeonato. Eu realmente não conseguia pisar no chão direito e chegou a passar pela minha cabeça abandonar a competição. Mas, como alguém que confia nos planos de Deus, decidi pensar em um dia de cada vez e as coisas foram acontecendo”, contou o campeão. Jadson também revelou que uma série de coincidências durante a etapa o fizeram lembrar da conquista de 2025.  “Durante a competição, várias coisinhas foram trazendo boas lembranças e alguns sinais. No ano passado, competi com a cordinha do meu colega de quarto. Este ano, eu estava competindo com o leash de outro moleque e tinha quebrado a minha única quilha que eu conseguia surfar. Cheguei na praia e encontrei o Rickson (Falcão), que me emprestou uma quilha da prancha reserva dele. Ontem, uma pessoa me perguntou: ‘Vai ganhar de novo?’. E eu respondi: ‘Vou ganhar de novo’. Na minha segunda onda da bateria, foi a primeira vez que consegui pisar na prancha direito. Parece até que estou vivendo o ano passado de novo.”  Emocionado, Jadson ainda mandou um recado para a família: “Estou muito feliz. Mando um beijo para minha esposa, meu filho e toda a minha família. Vou levar essa tartaruga (mascote da etapa) para o meu filho. Estou muito feliz e embalado para a próxima semana, porque já temos outro evento muito importante do ano pela frente.” O caminho dos campeões até a final Traçando o retrospecto até as finais, a manhã

    Jadson André e Tainá Hinckel vencem etapa do Circuito Banco do Brasil em Guarapari (ES), em prova válida pelo QS 4000, enquanto Luan Wood assume a liderança do ranking sul-americano.