Últimas

Vivo no Verão circuito baiano 2004 praia de aleluia salvador bahia mauricio weyll marco fernandez isabela guerra surf profissional amador max roosli bruno galini marujinho
rip curl grom search 2004 primeira etapa florianópolis santa catarina

Jeremias da Silva comemora o primeiro título profissional da sua carreira no Nova Schin Surf Legends. Foto: Ricardo Macario. — Ricardo Macario O local de Saquarema Jeremias da Silva foi o grande nome deste domingo, último dia do Nova Schin Surf Legends, primeira etapa do circuito brasileiro de longboard 2004, na praia de Maresias, São Sebastião.   “Mica”, como é conhecido, faturou o primeiro título profissional da carreira, ao derrotar na final os paulistas Jaime Viúdes, segundo colocado, e Diego Rosas, terceiro, e o baiano Olimpinho Batista, na quarta colocação.   Além do alto nível técnico apresentado pelos quatro finalistas, eles ainda tiveram como adversário comum as difíceis condições do mar, e duelaram em ondas que não passavam de meio metro com formação regular. O local de Itanhaém Jaime Viúdes abriu a bateria com uma nota 8, dando sinais de que era forte candidato ao título.   Mica mostrou talento para superar os adversários nas difíceis condições do mar neste domingo, em Maresias. Foto: Rafael Sobral. — Rafael Sobral Porém, a sorte brilhou para Mica, que encontrou uma boa direita do lado esquerdo do palanque, mandou várias manobras e arrancou um 9 dos juizes, praticamente garantindo a vitória.   “Quero agradecer a todos que me apoiaram durante o evento e desde o início da minha carreira, que sempre foi de muita luta e dedicação”, disse emocionado Mica, logo após a entrega de prêmios.   “Apesar de ser local de Saquarema, estou representando a cidade de Macaé, que está me apoiando nas competições. Também temos que agradecer muito a Schincariol pelo grande apoio dado ao longboard neste evento maravilhoso”, completou Jeremias, o novo homem de “Micaé”, que embolsou R$ 1.8 mil pelo primeiro lugar na competição.   Jaime Viúdes também surfou muito e ficou com um merecido segundo lugar. Foto: Rafael Sobral. — Rafael Sobral Outro finalista que merece destaque é o jovem Diego Rosas, que fez sua primeira final como profissional e é uma das grandes promessas do Brasil no longboard mndial.   “Agradeço a Deus por essa conquista tão importante na minha carreira e ao Marcelinho do Tombo, que me emprestou a sua McLaren, a prancha que eu usei durante todo o campeonato”, disse o garoto, local da praia Branca, em Bertioga.   O evento ainda teve uma grata revelação, o jovem Marcos Vinícius, também local da praia Branca, que no sábado chamou a atenção ao eliminar o atual campeão brasileiro Paulo Kid e acabou na sétima colocação em seu primeiro campeonato, competindo com uma prancha emprestada de Leonardo Paioli.   O jovem Marcos Vinícius foi a grande revelação do evento e ficou na sétima colocação em sua primeira competição. Foto: Rafael Sobral. — Rafael Sobral “Cheguei aqui sem prancha para competir e vim mesmo para ganhar experiência, já que foi minha primeira competição. Nem consigo acreditar que cheguei tão longe”, disse Marcos.   O sucesso do evento foi tão grande que Carlos Perrone, representante da Nova Schin e organizador do evento, já confirmou presença da marca em novas etapas do circuito de longboard.   “O clima de confraternização observado entre os longboarders é único, e é isso que torna esse evento tão especial. Essa parceria foi bastante planejada e irá durar por muito tempo”, garantiu Perrone.   Além das disputas profissionais, o domingo foi bastante movimentado na praia de Maresias, que ainda contou com as finais das categorias Feminino, Legends e Masters, as disputas de canoa havaiana e um salto incrível do pára-quedista Gui Pádua, que saltou de u helicóptero a 5 mil pés de altitude e aterrissou bem em frente ao palanque na arena do Nova Schin Surf Legends.   Daniel Friedmann esbanjou estilo e técnica para vencer a categoria Legends. Foto: Rafael Sobral. — Rafael Sobral Entre as mulheres, que conquistaram seu primeiro circuito profissional durante a etapa, depois de muita negociação, a catarinense Karina Abras foi a melhor e ficou com o título, seguida das cariocas Mainá Thompson, em segundo lugar, Cris Pires, em terceiro, e Thaís Tedesco, na quarta colocação.   “Estamos muito satisfeitas com essa conquista e iremos difundir o longboard entre as mulheres de todo o Brasil”, comemorou Kika, como é conhecida Karina.   A categoria Legends foi uma atração à parte e reuniu boa parte da história do surfe brasileiro no outside de Maresias. O carioca Daniel Friedmann esbanjou estilo e técnica para vencer, travando uma bela disputa com outro nome de peso do esporte, Rico de Souza, vice-campeão, Carlos Mudinho, terceiro colocado, e o paulista Roberto Teixeira.   Almir Salazar foi o melhor na Masters, para atletas com mais de 47 anos. Foto: Rafael Sobral. — Rafael Sobral “Maresias possui um astral incrível, adoro vir competir aqui. Possuímos uma cultura muita rica do esporte e temos que preserva-la”, disse Friedmann, que ao lado de Rico, Mudinho e Teixeira protagonizou disputas emocionantes desde o início das competições no Brasil e enriqueceu o cenário do Nova Schin Surf Legends.   A categoria Masters, para atletas acima de 47 anos, também reuniu grandes nomes do esporte e teve o santista Almir Salazar como campeão, com Luis Juquinha em segundo lugar, Neco Carbone em terceiro, Victor Orelhão em quarto, Bite em quinto e Reinaldo “Dragão” Andraus em sexto lugar.   Confira a galeria de fotos e os resultados do Nova Schin Surf Legends.  

Júlio Adler na Reserva (RJ). Foto: Nilton Baptista. — Nilton Baptista Aconteceu de novo.   Confesso, fraquejei mais uma vez e cedi aos meus mais violentos instintos animais.   Fui surfar bem longe, nem tão longe, atrás de uma memória insistente, dum tempo sem documento nem testemunha.   Dessa vez não iria só, levava junto meu coração que tinha deixado pra trás na outra oportunidade e agora tinha a chance de viver tudo de novo, acompanhado.   Verdade seja dita, surfista tem essa mania irrecuperável de resolver de uma hora pra outra se endividar até o pescoço, desestabilizar uma rotina tediosa e quase sempre produtiva, escolhendo as piores datas – em cima da hora! – e sacudindo a vida como se a vida sempre precisasse desses solavancos.   A viagem começa na rodoviária Novo Rio, desde que todos os vôos saem de São Paulo e o malandro aqui não dispõe do erário para ponte-aérea, tempo de sobra pra ler e tentar dormir enquanto o amigo da poltrona da frente ronca?   Se o companheiro procura ansiosamente por uma notícia, informação útil, resultado de campeonato ou coisa que o valha, pare imediatamente: essa  coluna não atende suas exigências.   Sou um dos poucos sujeitos que ganham pouco mas escrevem o que querem. O tema aqui tanto pode ser o título do Andy Irons quanto um show do Mundo Livre no Teatro Rival – sem conclusão óbvia.   Por isso o título ‘colunista’, com minúscula, mil perdões, ainda que preferisse cronista, ao invés de ‘jornalista’, também com caixa baixa, pois em caixa alta sobram poucos.   A rodoviária do Tietê não mudou nada, 5:40 da matina e logo sai o primeiro ônibus para Guarulhos, nunca seis pranchas pesaram tanto.   Perdi a conta de quantas vezes cheguei nessa mesma rodoviária, com tantos sonhos, quebrando a viagem de 18 horas pra Floripa ou indo pra Curitiba parando em São Paulo porque economizava 4 Reais e poderia, na parada, esticar as pernas, comprar jornal e tomar um belo café da manhã.   Na época de amador, eram umas duas dessas por mês por quase dez meses.Circuito 30 Pés, circuito Catarinense, Mormaii Pro, Abrasp e Gaúcho.   Passou?   Mais 12 horas de espera e estarei mais longe do que jamais estive de todas essas memórias.   Tocando no CD – Paulinho da Viola diz suave: “Não sou eu quem me navega, quem me navega é o Mar?”   Mais seis horas de ônibus em terra estranha, mais três e meia de van, mais 25 minutos de bote e pronto! Passou tão rápido que nem percebi?   Foram três dias viajando e descansando.   Mahalo Sunrise no Timor. Foto: Rick Werneck. — Rick Werneck Já experimentei as luxúrias de uma viagem de barco 5 estrelas quando estive no Timor em 2001.   O Mahalo II foi a melhor coisa que inventaram para quem quer surfar ondas perfeitas (e cá entre nós, tem a mufunfa pra queimar?).   Um tremendo catamarã de 64 pés, com todas comodidades dos melhores hotéis: ar-refrigerado, TV, DVD, micro-ondas, cozinha espetacular 24 horas, dois botes à disposição, cerveja gelada.   Pena que fui pra trabalhar e as melhores ondas eu vi do monitor da câmera digital, mas deu pro gasto, só assim conheci a Indonésia.   Isso foi em 2001, estamos agora em 2003, caminhando pra 2004, dia 26 de Dezembro?   Estou de volta pra minha ilhazinha, um pontinho no mapa, como sempre descrevem, os cheiros e as cores são as mesmas. Curioso, como o passar do tempo (e o tempo, por mais incrível que possa parecer, vem pra todo mundo, inclusive pro internauta que se intitula Weirdest, que desconfio ser o Fabinho, colega de saite e colunista, pelo jeito de escrever, jovial e rebuscado.), mas dizia como é surpreendente esse redescobrir de cheiros e cores e me dispersei?   Certa vez escrevi alguma coisa que falava sobre a notória irresponsabilidade do surfista.   Perdão.   Do surfista, não. De determinados surfistas?   Talvez parte da essência dum grupo de surfistas que me orgulho pertencer tem na irresponsabilidade uma das suas características mais contundentes.   Me aponte um camarada que se diz surfista e que nunca deixou de comparecer numa reunião, atrasou-se para aula, deixou um parente sentado mais do que deveria, ou perdeu um grande almoço de dia das mães (maio é época de onda boa, pelamordedeus!) por ficar esperando uma ‘última onda’.   Perca seu tempo explicando que a maré estava baixa e o vento tinha parado, condições perfeitas, ondulação de sul, água quente, pouca gente? tente explicar para seu patrão, professor, irmã ou avó que quando tudo isso acontece junto, algo acontece no seu metabolismo e você  não consegue de maneira nenhuma conter-se, perde totalmente o controle do seu tempo.   “Só mais uma ondinha” é um mantra da irresponsabilidade.   O Verão me aborrece um bocado, por isso tento, quando dá, fugir daqui. Durante a viagem procuro recarregar as baterias de felicidade para poder suportar toda merda que vem pela frente sem tantos levantar de sombrancelhas.   Da fuga não resta muita coisa senão lembranças e a volta, isso sim, é o que interessa.   Disse que cedi aos meus impulsos mais selvagens ao deixar todos à mesa da ceia de ano novo mais uma vez, confesso, sou fraco por praias desertas, falta de dinheiro e uma boa companhia.   – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –  – – – – – – – – – – –  – – —  – – – – – – – – – – – – – –   Lista de primeiros-socorros indispensáveis numa viagem   Livros (leves e finos para não ocupar muito espaço nem pesar muito, porém com conseqüências sérias?)   – Cada Homem é uma Raça – Mia Couto (Nova Fronteira 1998)– Confissões de um Ignorante – Millôr Fernandes (Paz e terra 1977)– O Diário de Antônio Maria – Apresentação por Joaquim

O público lotou a praia neste sábado na arena do Nova Schin Surf Legends. Foto: Ricardo Macario. — Ricardo Macario Neste sábado as ondas amanheceram ainda menores na praia de Maresias, com cerca de meio metro e formação razoável, mas isso não impediu que o público assistisse a disputas acirradas entre a elite brasileira do longboard no segundo dia do Nova Schin Surf Legends, primeira etapa do circuito brasileiro da modalidade.   O sol também não compareceu, mas as diversas atrações promovidas pela Nova Schin lotaram a arena montada na praia, que reuniu, além do longboard profissional, mais uma etapa de clínicas com grandes nomes do surfe nacional, uma expression session que premiou com R$ 1 mil a melhor manobra, disputas de Tag Team (competição por equipes) e demonstrações e disputas de canoas havaianas, tradicional modalidade que nos últimos anos vem ganhando espaço em águas.   O novato Marcos Vinicius desbancou o atual campeão brasileiro Paulo Kid (ao fundo). Foto: Rafael Sobral. — Rafael Sobral Ainda no sábado rolaram as disputas do longboard feminino e as baterias da categoria Legends. Mas foi na Profissional que ocorreram as maiores surpresas, principalmente com a eliminação de alguns dos favoritos na competição, como o santista Picuruta Salazar, maior colecionador de títulos do surfe brasileiro, e o guarujaense Paulo Kid, atual campeão brasileiro profissional.   O jovem Adriano Alemão fez a maior somatória do evento, 14 pontos, mas acabou eliminado por Jeremias da Silva e Diego Rosas na terceira bateria das quartas-de-final. Outro que andou bem foi Ronaldo Hipólito, autor de um 9, maior nota do evento, numa bela esquerda onde fez um longo bico e finalizou com uma batida vertical. Porém, ele também deu adeus à disputa depois de cometer uma interferência em Eduardo Bagé.   Uma das maiores revelações do longboard brasileiro, o local Carlos Bahia marcou a maior somatória das quartas-de-final e, junto com a surpresa do evento Marcos Vinicius, desclassificou o atual campeão brasileiro Paulo Kid por uma pequena diferença de pontos na primeira bateria das quartas, com ambos avançando para as semifinais do evento.   Ronaldo Hipólito marcou 9 pontos ao mandar um bico muito longo, mas acabou eliminado da prova. Foto: Rafael Sobral. — Rafael Sobral Na bateria seguinte foi a vez de Jaime Viúdes e Olimpinho Batista carimbarem seus passaportes para as semis, seguidos de Diego Rosas e Jeremias da Silva e Edurado Bagé e Danilo “Mulinha” Rodrigo, primeiro e segundo colocados na última bateria da quartas-de-final.   O desconhecido Kleber Cruz foi o responsável pela eliminação do santista e sempre favorito Picuruta Salazar, que cometeu uma interferência e não conseguiu se recuperar nas difíceis condições do mar em Maresias, saindo bastante decepcionado da água.   Na categoria Legends, para atletas com mais de 47 anos, Daniel Friedmann, que já havia mostrado competitividade de garoto no primeiro dia da profissional, foi o grande destaque e obteve a maior somatória de pontos da categoria (13.34). A disputa, restrita a 16 convidados, ainda envolveu outras lendas do esporte, como Rico de Souza, Roberto Teixeira, Carlos Mudinho, Homero Naldinho, Paulo Sefton, os irmãos Paioli, entre outras. Na Feminino, Mainá Thompson foi o maior destaque e mostrou superioridade sobre as adversárias, somando 11.50 na primeira fase da categoria.   Andrea Lopes e Renan Rocha participam de clínica no segundo dia do evento. Foto: Ricardo Macario. — Ricardo Macario Fora da área de competição, as clínicas de surf, que fizeram muito sucesso na sexta-feira, foram novamente ministradas por nomes como Teco e Neco Padaratz, Renan Rocha e Andréa Lopes, que passaram mais um pouco da vasta experiência adquirida em anos de prática do esporte e viagens pelo mundo e reuniram um grande número de interessados.   Teco, Renan e Andréa ainda participaram de uma competição de Tag Team, disputa por equipes que contou com a presença dos longboarders Phil Rajzman e Augusto Saldanha e dois alunos selecionados durante as clínicas, além de figuras ilustres no quadro de juizes, como Neco Padaratz e as apresentadoras Fernanda Lima e Dora Vergueiro.   Eles também competiram de longboard na expression session, que reuniu boa parte dos atletas profissionais devido a gorda premiação de R$ 1 mil oferecida ao autor da manobra mais radical ou inovadora. Depois de várias acrobacias e manobras clássicas, o prêmio acabou sendo dividido entre três competidores, Adriano Alemão e Danilo Mulinha, que mandaram belos hang tens, e Adriano “Teco” de Oliveira, que voou de backside numa manobra bastante ousada.   Areia de Maresias ferve durante o verão. Foto: Ricardo Macario. — Ricardo Macario Para completar a festa, a noite será realizado um lual tipicamente havaiano, com apresentações de Hula, shows de pirotecnia e Elvis Presley cover, entre outras atrações.   Neste domingo o dia começa com as baterias finais da categoria Masters, seguidas da Legends, com uma apresentação de canoas havaianas no meio, além das finais do Feminino e Profissional, por volta das 15 horas. A festa de encerramento acontece no final do dia no Bar legends.   Confira galeria de fotos e os resultados do segundo dia do Nova Schin Surf Legends.

rip curl grom search 2004 praia mole florianópolis santa catarina
premio fluir peugeot 2003 x music hall jurere prêmio

Reincidente

Júlio Adler na Reserva (RJ). Foto: Nilton Baptista. — Nilton Baptista Aconteceu de novo.   Confesso, fraquejei mais uma vez e cedi

leia mais »