México

Puerto ao ponto

Quando fui convidado para registrar a barca de velhos amigos de Ubatuba (SP) em Puerto Escondido não pensei duas vezes. Minha última vez no pico mexicano havia sido em 1996, com os surfistas Alex Miranda e Ricardo Toledo.

Nestes 15 anos que se passaram pude notar que a cidade cresceu bastante. Hoje ela conta muito mais opções de hotéis, bares, restaurantes e comércios, inclusive na areia da praia, além do asfalto na principal via. Mas as ondas e os tubos continuam os mesmos.

Saímos de São Paulo no dia 1 de setembro, auge de um big swell de 5 metros na costa mexicana. Nos nossos primeiros dias as ondas tinham entre 3 e 4 metros, mas devido a má formação nenhum surfista se aventurou a cair. Assim restaram as boas esquerdas de La Punta, canto Sul da praia de Zicatela, como opção para o surf.

No quarto dia, com o swell diminuindo, o mar acertou e começaram as ações no mais famoso beach break do mundo. Nos dias seguintes o swell continuou consistente. Saímos de Puerto depois da última queda em um mar de até 2 metros e com a cabeça feita de drops, tubos e imagens.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.