Após um fim de semana com ondas turbulentas em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, devido a entrada de mais um ciclone extra tropical no litoral sudeste do Brasil, a segunda-feira prometia altas ondas.

 

Assim, rapidamente agilizamos uma barca composta pelos surfistas locais Odirlei Coutinho, Hizunomê Bettero e Saulo Junior, todos com grande expressão no cenário competitivo, e partimos em direção à Trindade, mais precisamente para os tubos do Cepilho, o pico mais ubatubense do Rio de Janeiro.

 

Chegando lá, realmente havia altas ondas, as séries entravam sem parar, não tinha vento e ninguém na água e os tubos quebravam sozinhos para delírio dos surfistas. “Olha essa série, bizarro!”, exclamava Odirlei, enquanto Saulinho e Hizu já se preparavam para entrar na água.

 

Enquanto eu preparava o equipamento, os três já estavam pegando uma onda atrás da outra e uma pequena arquibancada se formava em frente ao pico, formada por alguns turistas gringos, crianças e uma galerinha local para assistir ao show de surf.

 

O saldo foi mais que positivo e rolaram altas ondas o dia inteiro, mas teve um momento do dia que foi especial, daqueles que deixam o surfista extasiado depois de sair de um tubo perfeito.

 

E foi assim que nós quatro ficamos depois da sessão, com a sensação de ter dado o tiro certo.

 

Confira galeria de fotos da barca.

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.