Mick x Kanoa

WSL repete bateria

1400x904

Kanoa Igarashi encara novo duelo contra Mick Fanning no Hurley Pro. Foto: WSL / Rowland.

 

Uma situação polêmica no duelo entre Kanoa Igarashi e Mick Fanning levou a World Surf League a promover uma nova bateria entre os atletas em Lower Trestles, Califórnia (EUA).

No início do nono confronto do round 3, Kanoa remou em uma onda e Fanning desistiu, o que levaria o australiano ter a primeira prioridade, de acordo com a nova regra da entidade, que entrou em vigor nesta etapa.

Fanning chegou a sinalizar na água, pedindo a prioridade, mas os juízes não tiveram o replay à disposição antes de uma outra onda entrar e Kanoa conseguir uma nota acima de 8 pontos, o que desequilibrou o duelo a seu favor.

Ao término da batalha, Mick Fanning entrou com um recurso, alegando ter sido prejudicado e pedindo uma nova bateria contra Kanoa.

A WSL aceitou o pedido do australiano e vai promover uma nova disputa na manhã desta quinta-feira.

“Enquanto a bateria está acontecendo, ninguém sabe qual será o resultado final e/ou se Mick Fanning iria formalizar um protesto. Ele o fez logo depois da bateria. Foi tudo revisto e a decisão pelo ‘re-surf’ confirmada”, explicou ao Waves o brasileiro Renato Hickel, um dos comissários da World Surf League.

Depois de promover o novo duelo entre Mick e Kanoa, a WSL pretende promover a quarta fase feminina, para então finalizar o round 4 masculino e colocar na água o round 5. A partir daí, a intenção é fazer os confrontos das quartas de final feminina e masculina, consecutivamente.

Confira mais detalhes em nossas próximas atualizações.

*Texto atualizado às 20:45h (horário de Brasília) desta quarta-feira.

Veja também as explicações do comissário Kieren Perrow (em Inglês):

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)