Caio Teixeira

Resgate do clássico

Caio Teixeira prova que o estilo clássico está mais vivo do que nunca em novo clipe de longboard.

Na década passada um movimento de releitura do surfe dos anos dourados começou a emergir numa velocidade surpreendente nos maiores polos do mundo, principalmente na Califórnia (EUA).

Os então chamados “loggers”, uma geração inteira influenciada pelos filmes de Thomas Campbell, se apresentaram como um “novo velho” universo. O “moer a onda” deu lugar a “elegância e simplicidade” em meio a dias que o surfe competitivo se mostrava completamente antagônico.

No que se diz respeito as pranchas grandes, isso acabou gerando um atrito generalizado onde o embate era entre o “clássico x moderno”, algo que para os verdadeiros amantes do surfe é uma grande besteira.

O princípio de tudo é a diversão, então porque nesse assunto também não seria esse o foco? Parece que ao final da década a poeira começou a baixar e os “lados” começaram a se entender e uma aceitação mutua e respeitosa passou a ser vista dentro e fora d’água, ainda tem muito pano para a manga, mas o futuro parece brilhante porque “O Clássico Não Morreu”, está mais vivo mais vivo a cada dia.

O Clássico Não Morreu
Direção, câmera e edição Pedro Scansetti
Surfista Caio Teixeira (@caioteixeiradobrasil)
Trilha Sonora Dark Caves (Kurt Oldman) / Dama Tereza (Instituto)
Foto de capa @alancoutinhophotography

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)