Série ao Fundo

As novidades de 2019

Vaga olímpica, novo formato de baterias... Tiago Brant e Edinho Leite analisam as novidades desta temporada na elite do surfe mundial.

https://youtu.be/cqpHTEsM8d0

Antes que a buzina soe na Gold Coast, Tiago Brant e Edinho Leite analisam as novidades da temporada 2019 na elite do surfe mundial.

Entre elas, as mudanças no formato dos eventos, que apesar de manterem o número total de baterias agora tem uma nova configuração. Resumindo, ao final dos dois primeiros rounds, apenas quatro atletas serão eliminados, enquanto os dois primeiros colocados avançam à terceira fase. O round 3 passará a ter 16 baterias. Depois o evento seguirá com disputas homem a homem, com oitavas, quartas, semi e final.

Outra novidade que deve apimentar o circuito é a disputa pelas vagas nas Olimpíadas do ano que vem. O ranking do CT em 2019 classificará 10 homens e 8 mulheres para a estreia do surfe nos jogos olímpicos. Para Edinho Leite, o Brasil terá disputas extremamente acirradas por conta do grande contingente de atletas de alto nível.

Já os norte-americanos terão os havaianos como concorrentes, uma vez que o COI não permite que eles defendam a bandeira do Havaí, estado pertencente aos EUA. John John Florence, Kelly Slater, Kolohe Andino, Conner Coffin, Griffin Colapinto…e apenas duas vagas. É mole?

O episódio ainda apresenta as novas caras da elite mundial. Sempre ufanista, Tiago Brant destaca o excelente início de temporada de Jadson André, comemora o ingresso dos brasileiros Peterson Crisanto e Deivid Silva, mas diz acreditar que o azarão Soli Bailey pode impressionar. Já Edinho assume que espera bastante do jovem Seth Moniz, membro de uma das famílias mais tradicionais do surfe havaiano.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)