Trevor Gordon

Sem medo do novo

Trevor Gordon e Ryan Lovelace experimentam uma fish que parece um peixe. Estranha, mas funciona.

Nem sempre as pranchas surgem da tendência comprovada e aceita. Há modelos que nascem de ideias ainda em concepção, ou do desejo de mudar conceitos estabelecidos.

Esse tipo de experimentalismo nem sempre gera modelos que pretendem se tornar a grande mudança do século nas salas de shape ou o campeão de vendas nas lojas. No entanto, a pura existência deles pode propor caminhos diferentes que podem acabar chegando àquilo que, no fundo (outside também seria cabível) é a verdadeira busca do surfe.

Novas sensações e maneiras de aproveitarmos uma onda, fazendo a linha, de maneira mais fácil, que mais nos agrada.

Ryan Lovelace não tem medo de dar forma à sua imaginação, dispondo de seu conhecimento na sala de shape e performance nas ondas. Trevor Gordon, que também aparece no vídeo surfando umas ondas com o modelo esquisitinho, mostra que, sim, o brinquedo parece funcionar.

Muitas vezes as coisas não são tão boas ou ruins quanto parecem. É o caso dessa fish biquilha que tem mais semelhanças com um peixe do que uma fish normal. Vale sempre dar uma chance à qualquer prancha. Afinal de contas, elas nascem para que a gente se divirta e aprenda algo com elas.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)