Praias fechadas em Sydney

Tubarão mata banhista

Tubarão mata banhista em praia de Sydney, na Austrália. Autoridades fecham praias por 24h para patrulhamentos.

Um banhista morreu na última quarta-feira (16) após ser mordido por um tubarão quando frequentava uma praia de Sydney, na Austrália. De acordo com o serviço de emergência que prestou o socorro, a vítima sofreu “ferimentos catastróficos e não tinha nada que pudesse ser feito”.

O ataque foi visto por pessoas que estavam na região e acionaram socorro por volta das 16h35 (2h35 em Brasília). Em entrevista ao Canal 9, emissora local, o morador Kris Linto falou sobre o ocorrido.

“Um homem estava nadando e um tubarão veio e o atacou verticalmente. Escutamos um grito alto e nos viramos. Parecia que um carro tinha entrado na água, então o tubarão estava mastigando o corpo e havia sangue por toda parte.”

Um pescador que estava no local no mesmo momento disse à ABC que o animal tinha 4,5 metros de comprimento. Acidentes fatais envolvendo tubarões não aconteciam há 60 anos na região. O último registro era de 1963.

A polícia australiana, junto com o Comando da Área Marinha e Salvamento da Vida de Surfista, conseguiu recuperar os restos humanos do banhista, que não teve sua identidade relevada.

Após o ocorrido, a região vai ficar fechada por 24 horas. As autoridades vão aproveitar esse tempo para ver se avistam outros tubarões. A população está receosa. O governo do estado de Nova Gales do Sul tem investido milhões de dólares em tecnologia como uma tentativa de reduzir os ataques.

Cinquenta e uma praias já contam com os recursos, que também possuem drones e estações de rastreamento por satélite de tubarões brancos. Alertas são enviados quando o animal é localizado.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)