Guerra na Ucrânia

Perigo nas praias minadas

Possibilidade de um ataque por mar faz das praias da Ucrânia uma zona de risco e um campo minado.

O big rider alemão Sebastien Steudtner tem sido bastante eloquente em relação à invasão da Rússia à Ucrânia, e tem usado as suas redes sociais para falar em defesa do povo ucraniano, partilhando informação útil e links para doações.

Há duas semanas, chegou a ceder a sua conta de instagram ao presidente da Federação Ucraniana de Surf, Vasily Kordysh, para que o mesmo pudesse fazer um relato em primeira mão daquilo que está acontecendo em seu país.

Nesta semana, o surfista recorreu novamente ao instagram para partilhar uma outra conversa com Kordysh.

Na publicação, o alemão explica que os dois conversaram sobre as ondas na costa ucraniana, e sobre o fato de que, neste momento, o surfe ser uma impossibilidade, pois a presença nas praias é muito perigosa e proibida pelo exército.

Kordysh explica que foram colocadas minas sob a areia, para o caso de haver algum ataque por mar. A localização exata das minas é mantida em segredo, de modo que civis não podem se aproximar da praia. “Quando a guerra acabar, vão remover as minas”.

“Tempos loucos exigem medidas radicais”, diz Kordysh. “Quase todos os dias a nossa defesa abate drones que espiam a nossa costa. Eles ainda planejam atacar”. Para evidenciar o perigo, Kordysh conta que um homem passou perto de uma praia num carro, fazendo com que uma mina detonasse. O homem está hospitalizado, e a mulher que ia com ele não sobreviveu”.

Steudtner escreve: “Depois de falar com o Vasily, sinto-me muito grato por poder surfar sem nenhuma preocupação”. E ele termina a publicação apelando para que ajudem a Ucrânia.

Fonte Surf Total

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)