Xandinha

Desafio na pororoca

Bodyboarder Alexandra Ereiro e amigos fazem sessão na Pororoca do Rio Mearim (MA). Confira imagens.

A atleta profissional de bodyboard, Alexandra Ereiro, conhecida carinhosamente como Xandinha, representante do Estado do Pará, embarcou no último dia 11 de fevereiro em uma aventura emocionante para surfar a Pororoca do Rio Mearim (MA), com mais de 10 anos de experiência surfando as pororocas do Brasil.

Junto com vários surfistas do Brasil, Xandinha esteve no Arari (MA) para registrar os melhores momentos na onda mais desejada dos surfistas e amantes das pororocas.

Pororoca trata-se de um fenômeno natural produzido pelo encontro das correntes fluviais com as águas oceânicas. O nome Pororoca origina-se do tupi Poro’roka, que é o gerúndio do verbo poro’rog.

O fenômeno manifesta-se, no Brasil, na foz do rio Amazonas e afluentes do litoral paraense e amapaense (Rio Araguari, Rrio Maiacaré, Rio Guamá, Rio Capim, Rio Moju) e na foz do Rio Mearim, no Maranhão.

Esse choque das águas derruba árvores de grande porte e modifica o leito dos rios. Recentemente, o fenômeno tem atraído praticantes de surfe, transformando-se numa atração turística regional amazônica.

No mês de junho Xandinha embarca para competir a 1° etapa do Circuito brasileiro de Bodyboard em Itacoatiara, Niterói (RJ)

Trip feita por Amazon Extreme e Caçador de Pororocas e conta com fotos de Cleber Lima e Paulo Bora Pragua.

Parceiros de Xandinha: Kpaloa, Hotel Riviera Amazônia, Insane, Industry, Redley, Cerpa, Wife Academia, Amazônia bodyboarding e Irmãos Lobo.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)