New Zealand Pro 2026

WSL liga alerta

Previsão fraca em Manu Bay força ajustes estratégicos no cronograma do New Zealand Pro 2026.

A atualização mais recente da previsão para Manu Bay acendeu um sinal de alerta dentro da WSL durante a janela do New Zealand Pro 2026. Com ondas projetadas em patamares baixos na maior parte dos próximos dias, a entidade comunicou internamente atletas, juízes e equipe técnica sobre a necessidade de adaptação no cronograma da etapa.

A mensagem enviada indica próxima chamada interna para as 16h15 (de Brasília) desta sexta-feira (15), com possível início às 16h35, priorizando a realização das baterias restantes da segunda fase masculina (baterias 9 a 16), seguidas pela segunda fase feminina. As demais fases foram colocadas em espera, evidenciando uma estratégia clara de avançar o evento enquanto ainda há alguma condição surfável.

A previsão atualizada mostra uma rápida perda de energia do swell de Oeste/Sudoeste, que havia sustentado condições mais consistentes no início da janela. A tendência agora é de ondas predominantemente entre 1 e 2 pés, com poucos momentos chegando à faixa de 2 a 3 pés ao longo dos próximos dias.

Ainda que haja indicação de leve melhora nos próximos dias, o cenário geral permanece instável e abaixo do ideal para a realização contínua das baterias.

No comunicado, a própria WSL reconhece o desafio imposto pelas condições e destaca a intenção de aproveitar ao máximo os próximos dois dias, considerados a melhor oportunidade dentro de um panorama mais fraco para o restante da janela. A expectativa é de que decisões estratégicas sigam sendo determinantes para o andamento da etapa.

Como assistir ao vivo – O New Zealand Pro 2026 pode ser assistido ao vivo pelo Sportv e Globoplay. A transmissão também pode ser acompanhada pelo WorldSurfLeague.com e pelo Aplicativo da WSL. O Canal da entidade no YouTube também transmite, porém só até o término das oitavas de final.

New Zealand Pro 2026
Round 1 Masculino

1 Luke Thompson (AFR) 12.50 x 10.10 Tom Butland (NZL)

2 Morgan Cibilic (AUS) 14.50 x 12.97 Billy Stairmand (NZL)

3 Eli Hanneman (HAV) 13.50 x 13.33 Oscar Berry (AUS)

4 Seth Moniz (HAV) 12.10 x 11.40 Ramzi Boukhiam (MAR)

Round 1 Feminino

1 Vahine Fierro (FRA) 12.60 x 10.60 Sally Fitzgibbons (AUS)

2 Erin Brooks (CAN) 14.20 x 11.30 Yolanda Hopkins (POR)

3 Tyler Wright (AUS) 12.50 x 10.27 Francisca Veselko (POR)

4 Carissa Moore (HAV) 16.34 x 12.43 Bella Kenworthy (EUA)

5 Alyssa Spencer (EUA) 14.10 x 11.74 Brisa Hennessy (CRI)

6 Tya Zebrowski (FRA) 14.60 x 10.73 Nadia Erostarbe (ESP)

7 Stephanie Gilmore (AUS) 12.80 x 5.87 Anat Lelior (ISR)

8 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 14.16 x 8.30 Alani Morse (NZL)

Round 2 Masculino

1 Crosby Colapinto (EUA) 10.70 x 9.40 Jordy Smith (AFR)

2 Griffin Colapinto (EUA) 14.17 x 10.50 Alan Cleland (MEX)

3 Gabriel Medina (BRA) 15.20 x 10.06 Eli Hanneman (HAV)

4 Filipe Toledo (BRA) 15.66 x 10.84 Joao Chianca (BRA)

5 Liam O’Brien (AUS) 11.97 x 11.46 Jake Marshall (EUA)

6 Morgan Cibilic (AUS) 14.33 x 10.00 Ethan Ewing (AUS)

7 Rio Waida (IND) 15.20 x 13.44 Connor O’Leary (JAP)

8 Alejo Muniz (BRA) 15.50 x 14.84 George Pittar (AUS)

Próximas baterias

9 Yago Dora (BRA) x Luke Thompson (AFR)

10 Barron Mamiya (HAV) x Marco Mignot (FRA)

11 Samuel Pupo (BRA) x Cole Houshmand (EUA)

12 Leonardo Fioravanti (ITA) x Mateus Herdy (BRA)

13 Italo Ferreira (BRA) x Seth Moniz (HAV)

14 Kanoa Igarashi (JAP) x Joel Vaughan (AUS)

15 Jack Robinson (AUS) x Kauli Vaast (FRA)

16 Miguel Pupo (BRA) x Callum Robson (AUS)

Round 2 Feminino

1 Gabriela Bryan (HAV) x Erin Brooks (CAN)

2 Caitlin Simmers (EUA) x Alyssa Spencer (EUA)

3 Luana Silva (BRA) x Tyler Wright (AUS)

4 Sawyer Lindblad (EUA) x Stephanie Gilmore (AUS)

5 Molly Picklum (AUS) x Vahine Fierro (FRA)

6 Isabella Nichols (AUS) x Bettylou Sakura Johnson (HAV)

7 Lakey Peterson (EUA) x Carissa Moore (HAV)

8 Caroline Marks (EUA) x Tya Zebrowski (FRA)

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.