Surfe TV

Batida vale mais do que aéreo?

Duelo entre Griffin Colapinto e Italo Ferreira no WSL Finals 2025 traz à tona divergência entre surfe de borda e aéreos no julgamento da WSL. Assunto é debate do Surfe TV.

O WSL Finals 2025 não entregou apenas emoção e surfe em altíssimo nível. A bateria entre o norte-americano Griffin Colapinto e Italo Ferreira reacendeu um debate que acompanha o esporte há décadas: o que deve valer mais no julgamento, a força e precisão das manobras de borda ou a ousadia e inovação dos aéreos?

De um lado, Griffin Colapinto mostrou seu repertório de batidas, rasgadas e carves potentes, conectando seções com fluidez e imprimindo velocidade em cada curva. Do outro, Italo Ferreira apresentou seu estilo característico, sempre buscando o aéreo como diferencial, com altura, rotação e impacto na finalização.

Para entender melhor essa divergência, o Surfe TV reuniu três especialistas: os coaches Pedro Robalinho e Everton Silva, além do jornalista Eduardo Chalita. Eles destrincharam os pontos técnicos que diferenciam uma batida de alto nível de um aéreo bem executado e analisaram como o julgamento da WSL tem se posicionado diante desses estilos. A apresentação é do jornalista Carlos Matias.

Inscreva-se no canal Surfe TV e siga o @surfetv no Instagram para ver mais vídeos.

Patrocínio Surfe TV: HB, Quiksilver, Thanks Brasil e TBS Surfboards.

Apoio Surfe TV: SurfMappers, Templar Surf House, Bully’s, Suntech Protetor Solar, Hidden Bay Resort #Mentawais e Waves.

Imagens: Redes Sociais e WSL.

Edição: Carlos Matias.

Arte Surfe TV: André Bremer, Carlos Matias, Gabriel David e Mari Taboada.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)