O WSL Finals 2025 não entregou apenas emoção e surfe em altíssimo nível. A bateria entre o norte-americano Griffin Colapinto e Italo Ferreira reacendeu um debate que acompanha o esporte há décadas: o que deve valer mais no julgamento, a força e precisão das manobras de borda ou a ousadia e inovação dos aéreos?
De um lado, Griffin Colapinto mostrou seu repertório de batidas, rasgadas e carves potentes, conectando seções com fluidez e imprimindo velocidade em cada curva. Do outro, Italo Ferreira apresentou seu estilo característico, sempre buscando o aéreo como diferencial, com altura, rotação e impacto na finalização.
Para entender melhor essa divergência, o Surfe TV reuniu três especialistas: os coaches Pedro Robalinho e Everton Silva, além do jornalista Eduardo Chalita. Eles destrincharam os pontos técnicos que diferenciam uma batida de alto nível de um aéreo bem executado e analisaram como o julgamento da WSL tem se posicionado diante desses estilos. A apresentação é do jornalista Carlos Matias.
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Imagens: Redes Sociais e WSL.
Edição: Carlos Matias.
Arte Surfe TV: André Bremer, Carlos Matias, Gabriel David e Mari Taboada.