Surf Feminino

SPSurf promove encontro online

Objetivo é discutir fatos e situações de desrespeito à mulher em diversos pontos do litoral de São Paulo e até mesmo fora do país.

A Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf), por meio de sua Diretoria de Surf Feminino, vai realizar, no dia 17 de abril, de 2023, às 19h30, o seu I Encontro Online de Surf Feminino da SPSurf para discutir questões relacionadas à violência contra as mulheres durante ou devido à prática do surfe.

O encontro tem como objetivo trazer ao conhecimento da Federação fatos e situações de desrespeito à mulher, que têm se apresentado em diversos pontos do Litoral de São Paulo, Brasil, e até mesmo em outras localidades fora do país.

Segundo a Diretora do Surf Feminino da SPSurf, Maria Carolina Fornazari Golla, a Keiks, como é conhecida, a “intenção é fazer um levantamento da sua incidência para ouvir e trocar relatos, opiniões sobre o assunto com alguns grupos, referências e associações de surfe feminino do Estado de São Paulo”, comentou.

Neste primeiro encontro as participantes já foram selecionadas. Será uma reunião fechada. A sessão contará apenas com presenças femininas, buscando deixar a oportunidade mais confortável e acolhedora para a discussão do tema. Em outras oportunidades a Diretoria Feminina da SPSurf já estuda a participação do público masculino para tal discussão e troca de experiências.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)