REMA

Finais em dia mágico

Com seis decisões emocionantes, REMA WSL Festival define títulos do QS Masculino e Feminino, bem como do Pro Junior e Longboard.
REMA WSL Festival, Praia de Itaúna, Saquarema (RJ), abril 2025

O REMA WSL Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves apresentado pela Prefeitura de Saquarema foi encerrado em mais um dia mágico de Sol e boas ondas na Praia de Itaúna lotada no sábado. Foram seis decisões emocionantes que culminaram com a catarinense Tainá Hinckel e o paulista Weslley Dantas escrevendo seus nomes no Troféu Leo Neves pelos títulos no QS 6000. No Pro Junior, Rickson Falcão conquistou a primeira vitória de um surfista de Saquarema e a paranaense Luara Mandelli festejou o seu primeiro título na categoria Sub-20. No Longboard, Chloe Calmon conseguiu o tricampeonato e o também carioca Phil Rajzman venceu pela primeira vez este evento no Maracanã do surfe brasileiro.

Mais dois competidores de Saquarema disputaram os títulos no cenário perfeito para fechar com chave de ouro a quinta edição do Maior Festival de Surf da América do Sul, realizado pela 213 Sports desde 2021. O campeão do Longboard em 2022, Rodrigo Sphaier, ficou em segundo lugar dessa vez e o Daniel Templar também foi o vice-campeão na final do QS 6000. Já Tainá Hinckel ganhou a final catarinense com Laura Raupp, que valia um inédito bicampeonato no QS na história do REMA WSL Saquarema Surf Festival. As duas ganharam as duas últimas edições, foram as últimas campeãs sul-americanas da WSL e Laura Raupp defendia os dois títulos conquistados na última temporada da World Surf League.

“Estou muito feliz com esse título. Confesso até que demorei pra acreditar que eu tinha ganho, que a bateria tinha finalizado. Eu tava tão focada que, pra mim, parecia que não tinha acabado ainda”, disse Tainá Hinckel. “Estou muito, muito feliz com esse bicampeonato e só eu sei o quanto mereço. Eu tava muito focada nessa bateria e só sabia que ia fazer tudo o que precisava para vencer. Surfei do início ao fim pensando nisso e felizmente aconteceu. Todas as atletas estão surfando muito, admiro todas e estou muito feliz em fazer mais uma final com a Laura (Raupp)”.

Laura Raupp tinha feito os recordes do QS feminino na semifinal contra a experiente Silvana Lima, nota 9,50 e 16,50 pontos. Mas, Tainá largou na frente com notas 6,83 e 6,17 logo no início e com elas ganhou o duelo de campeãs que já se tornou um clássico do surfe brasileiro. A surfista olímpica da Guarda do Embaú não surfou mais nada na bateria foi marcada por longas calmarias, com poucas ondas boas para Laura Raupp poder repetir o que já tinha mostrado na semifinal. As duas agora encabeçam o primeiro ranking da temporada 2025/2026 da WSL South America, que decide os títulos sul-americanos e classifica 3 mulheres e 7 homens para o Challenger Series, circuito de acesso para a elite do Championhip Tour (CT).

Esta foi a quarta vitória da Tainá Hinckel em etapas do QS e a última tinha sido numa final contra a mesma Laura Raupp na Praia Mole de Florianópolis no ano passado. Laura vinha de um bicampeonato inédito nesta etapa da Ilha de Santa Catarina, que mudou para a Praia da Joaquina esse ano. Mas no REMA WSL Saquarema Surf Festival, foi Tainá Hinckel quem conseguiu esse feito. Se vencesse, Laura igualaria o número de 10 vitórias da Jacqueline Silva em etapas do QS, ficando só abaixo da recordista mundial Silvana Lima, que colecionou 19 títulos comemorados desde o primeiro em 2003 até 2023.

Vitória paulista inédita – Na decisão do QS 6000 masculino, que fechou o REMA WSL Saquarema Surf Festival, o surfista da cidade, Daniel Templar, tinha todo o apoio da torcida e preferiu se posicionar mais a direita da arena do evento, enquanto Weslley Dantas ficou mais em frente. E o paulista de Ubatuba acertou na escolha, pegando as melhores ondas para mostrar a potência do seu frontside nas esquerdas de Itaúna. Ele é conhecido pelos seus aéreos, mas ganhou o campeonato com batidas e rasgadas executadas com pressão e velocidade incríveis. Weslley registrou um novo recorde de 17,03 para esta quinta edição do evento, enquanto Daniel Templar ficou tentando os aéreos sem completar as aterrissagens.

“Eu venho trabalhando muito pra fazer um bom resultado num QS no Brasil, porque eu não tinha ganhado nenhuma etapa aqui ainda”, disse Weslley Dantas. “É o meu trabalho sendo feito, esta é a segunda etapa que eu ganho esse ano, fiquei perto de entrar no Challenger Series e com essa vitória eu poderia até ganhar uma vaguinha lá né (risos). Eu to surfando bem, to quebrando, então se sobrar uma vaga, eu to aí, mas eu só tenho que agradecer a Deus. Sem Ele, nada disso teria acontecido e quero agradecer minha família também, minha namorada, meu irmão que tá aqui, ao L7nnon que também veio me apoiar e a todos que torcem por mim. Mãe, eu falei mãe, prometi e cumpri, esse troféu vai pra Ubatuba (risos)”.

A vitória de Weslley Dantas foi a primeira de um paulista no QS do REMA WSL Saquarema Surf Festival e a terceira da carreira dele. A primeira foi em 2018 em Pantin na Espanha e a segunda esse ano em Señoritas, no Peru. O inédito título de um saquaremense não aconteceu para Daniel Templar, que terminou como vice-campeão, repetindo o resultado do João Chianca em 2021 e 2022. Mas, a torcida já tinha vibrado bastante com a vitória do Rickson Falcão na categoria Sub-20, que valia a liderança isolada no ranking da WSL South America, que classifica dois surfistas para o Mundial Junior da World Surf League.

Pro Junior – Era a terceira final consecutiva dele na Praia de Itaúna, ficando em quarto na final de 2023, foi vice-campeão no ano passado e agora conseguiu repetir a vitória conseguida na primeira etapa deste ano no Peru. O REMA WSL Saquarema Surf Festival realizou a terceira etapa de 2025 e Rickson Falcão usou os aéreos para superar o bicampeão sul-americano Pro Junior de 2023 e 2024, Ryan Kainalo. Foi a decisão mais incrível e emocionante do sábado, decidida por 0,01 de diferença, com ambos fazendo novos recordes no Pro Junior desse ano na Praia de Itaúna, 15,57 e 15,56 pontos. Em terceiro lugar na final ficou Sunny Pires e o vencedor da terceira edição em 2023, Gabriel Klaussner, terminou na quarta posição.

“Estou aliviado porque eu tava muito apreensivo e sabia que o Ryan (Kainalo) tinha total condições de poder vencer”, disse Rickson Falcão. “A bateria foi muito louca. Eu comecei com uma estratégia que não deu certo, então tive que virar a chave e decidi apostar tudo nos aéreos. Estou muito feliz de vencer em casa, com as pessoas que eu mais amo aqui na areia, torcendo por mim e fico feliz de poder dar esse show pra praia toda. É a minha casa, um lugar maravilhoso e esse é um presente pro meu pai. Também fiz uma dobradinha com minha namorada (Luara Mandelli) e estou muito feliz”.

A namorada do Rickson Falcão, a paranaense Luara Mandelli de apenas 16 anos de idade, conseguiu a sua primeira vitória na categoria Pro Junior da World Surf League também de forma emocionante, no último minuto. Ela enfrentou três surfistas de outros países e a grande favorita era Catalina Zariquiey, que lidera o ranking e vinha fazendo os recordes femininos na Praia de Itaúna a cada apresentação. A peruana ficou na frente desde o início, mas Luara achou uma direita no último minuto, abrindo a parede para ela mandar três manobras potentes de frontside, que valeram 6,50. Com essa nota, ela virou para 10,27 a 9,13 o placar contra Catalina Zariquiey, com as chilenas Estela López e Matilda Bultó ficando em terceiro e quarto lugar.

“Nossa, eu estou sem palavras, meio sem acreditar ainda e quero agradecer muito à Deus”, disse Luara Mandelli. “Eu treinei muito pra isso, mas não conseguia fazer um campeonato bom há muito tempo. Então quando eu perdi no QS, prometi pra mim mesma que ia dar meu melhor no Pro Junior, pois era uma das minhas metas esse ano ganhar um. Eu fui meio mal nas duas primeiras etapas e estava até um pouco desacreditada de mim. Agora, no final da bateria, faltava pouco pra acabar e eu falei, Deus eu só quero uma onda. E veio uma direita muito boa, que consegui fazer um 6,50 e estou muito, muito feliz”.

Longboard – No Longboard, a carioca Chloe Calmon, três vezes vice-campeã mundial e tricampeã sul-americana da World Surf League, manteve a invencibilidade na Praia de Itaúna. Ela ganhou as duas primeiras edições do REMA WSL Saquarema Surf Festival em 2021 e 2022, não competiu em 2023 e 2024 e retornou agora, depois de se afastar das competições para tratar da saúde mental no ano passado. Na decisão do sábado, Chloe Calmon mostrou toda a sua arte em fazer as manobras clássicas dos pranchões e conseguiu uma nota excelente, 8,17, para confirmar a terceira vitória. Na final, estavam as outras duas campeãs em Saquarema, Luana Soares de 2023 e Evelin Neves de 2024, além de Ayllar Cinti.

“Nossa, eu estou nas nuvens ainda. Tinha altas ondas, esquerdas lindas, Sol, praia cheia. Acho que é o cenário ideal que a gente sonha e Saquarema, eu não canso de falar o quanto é especial pra mim”, disse Chloe Calmon. “Essa semana a gente foi presentada com altas ondas todos os dias. Na minha semifinal ontem, eu peguei só uma onda boa, então meu objetivo agora era tentar surfar o máximo, aproveitar todas as oportunidades possíveis. Eu me sinto muito conectada com as ondas daqui de Itaúna e estou muito feliz com essa minha fase, com meu surfe, com a Natureza, com a minha prancha, enfim, eu to muito feliz”.

Na final masculina, o bicampeão mundial Phil Rajzman também ficou sem competir no ano passado para tratar de um câncer. Ele pegou uma onda muito boa logo no início e deu seu show, para largar na frente com uma nota no critério excelente do julgamento, 8,00. O local de Saquarema, Rodrigo Sphaier, que já tinha vencido o REMA WSL Saquarema Surf Festival em 2022, chegou a assumir a liderança com notas 7,17 e 5,43. Até Phil Rajzman achar outra onda boa para ganhar nota 6,00, que confirmou a vitória por 14,00 pontos, contra 12,60 do Rodrigo Sphaier, 10,10 do Wenderson Biludo e 9,50 do uruguaio Julian Schweizer.

“Obrigado ao REMA pelo quinto ano incentivando o surfe no Brasil e pra mim, sem dúvida nenhuma, é um resultado histórico”, disse Phil Rajzman. “Eu superei um câncer no ano passado, ainda estou em tratamento, todo mês faço imunoterapia e não tinha expectativa nenhuma de fazer a final nesse evento. Mas as coisas foram acontecendo, as ondas foram aparecendo, o equipamento tá mágico, as ondas estão perfeitas e tudo fluiu a meu favor. Eu teria que fazer um transplante de medula, mas não precisou e espero que essa história sirva de exemplo para que as pessoas não desistam, façam o que amam, porque o momento é agora, é o presente, porque o passado a gente não vai mudar e o futuro está relacionado com o nosso presente. Eu estou aqui com a vitória que veio de uma forma inesperada, inacreditável, e só tenho que agradecer a Deus e todos os amigos, familiares, todo mundo que tá torcendo, obrigado”.

Capital do Surfe – A Capital Nacional do Surf é a única cidade do mundo a sediar as três principais competições da Liga Mundial. A primeira foi o REMA WSL Saquarema Surf Festival, com status máximo do Qualifying Series, que foi encerrado neste sábado. A próxima é o Vivo Rio Pro, com a elite mundial do World Surf League (WSL) Championship Tour (CT) se apresentando nos dias 21 a 29 de junho na mesma Praia de Itaúna. E a terceira vai fechar o Challenger Series 2025 em Saquarema, definindo os últimos nomes para o CT 2026, nos dias 11 a 19 de outubro nas ondas do Maracanã do surfe brasileiro.

A Prefeitura de Saquarema apresenta o REMA WSL Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves, uma realização da 213 Sports / V3A com homologação da WSL Latin America, foi realizado com patrocínios da Cerveja Praya, Rip Curl e Monster Energy Drink; apoio da Ocean Drop e Viação 1001; parceria de mídia do Canal Woohoo, Flamboiar, Waves, Surfguru, Saquarema da Informação, Costa do Sol FM e parceria institucional da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ), Associação de Surf de Saquarema (ASS) e Centro de Treinamento Leo Neves, com transmissão ao vivo pelo WorldSurfLeague.com.

Sobre o REMA – Apresentado pela Prefeitura de Saquarema e realizado pela 213 Sports/V3A, o evento homenageia Léo Neves e evoluiu para o REMA (Rua, Esporte, Mar e Arte), unindo surfe, skate e música em um grande encontro ao ar livre. Com competições de alto nível, incluindo o QS 6000, Pro Junior e Longboard, o festival oferece igualdade de premiação entre homens e mulheres e atrai atletas da elite mundial. A novidade para esta edição é a ampliação das atividades, com a competição de skate agora acontecendo em dois dias, além de uma programação diversificada de ações artísticas e educativas. A parceria com a Prefeitura de Saquarema segue fortalecida, estimulando a economia local e o turismo, além de apoiar jovens surfistas da região com vagas exclusivas. Em 2025, o REMA também destaca a sustentabilidade, com a certificação internacional de Bandeira Azul e ações para preservação ambiental durante o evento.

Sobre a V3A – União de talento, criatividade e inovação. Estes elementos formam o DNA da V3A, uma empresa que se destaca nos mercados de live marketing (On Demand) e projetos proprietários (Ventures). Com sedes em São Paulo e Rio de Janeiro, a V3A possui uma trajetória marcada pelo reconhecimento do mercado, com dezenas de prêmios conquistados e a realização de centenas de projetos, campanhas e ações para clientes de diversos setores da indústria, como Petrobras, L’óreal, Globo, entre outros. Além de sua expertise em live marketing, a divisão de Ventures, transforma insights em propriedades intelectuais desenvolvendo eventos proprietários que geram novas oportunidades para marcas e consumidores. São mais de 10 projetos em crescente ascensão nos mercados de esportes, e-sports, música e cultura, como o World Trail Races – WTR (esportes outdoor), TRITON (triathlon), REMA – antigo Saquarema Surf Festival (surfe), SLS Brasil (skate), Martial Arts Championship (MAC), Prêmio eSports Brasil – PEB e o Multiplatform eSports Games – MEG (e-sports), Living Books (cultura), Lapa pela Lapa (música), entre outros.

Sobre a 213 Sports – Fundada por Pedro Dau de Mesquita, Yuri Binder, Bernardo Montenegro e Marcelo Montenegro, a 213 Sports nasceu em 2012. Em 2021, a agência foi adquirida pela V3A e, desde então, responde como vertical de esportes, que integra o pilar de Ventures da companhia. Focada em marketing esportivo, a 213 Sports já realizou mais de 80 projetos para marcas globais e locais, impactando mais de 50 milhões de pessoas no Brasil e no mundo. A 213 Sports vê o esporte como uma plataforma de engajamento e conexão com forte apelo emocional entre as marcas e consumidores, resultando em uma experiência única de esporte e entretenimento. Insights estratégicos alinhados com o posicionamento da marca, excelência na execução e resultados mensuráveis com retorno social, sempre que possível, são as bases que sustentam a excelência da 213 Sports. Responsável por inúmeros cases, a agência se destaca com os projetos: Vivo Rio Pro, Sephora Beauty Run, Ceará Kite Pro, WSL House, CamelBak Mountain Race, Casa On Running, Praia Para Todos, Pelé Academia, Red Bull Pool Clash, entre outros.

Sorbre a WSL – É a casa do surf competitivo no planeta, coroando campeões mundiais desde 1976, apresentando os melhores surfistas do mundo. A WSL supervisiona o cenário competitivo global do surf e estabelece o padrão para o desempenho de alta performance no ambiente mais dinâmico de todos os esportes. Com um firme compromisso com os seus valores, a WSL prioriza a proteção do oceano, a igualdade de gêneros e a rica herança do esporte, ao mesmo tempo que destaca a progressão e a inovação.

Para obter mais informações, visite WorldSurfLeague.com

Campeões do REMA WSL Saquarema Surf Fetival
Troféu Leo Neves – Campeões do Qualifying Series

2025 Weslley Dantas (BRA) e Tainá Hinckel (BRA)

2024 Lucas Vicente (BRA) e Laura Raupp (BRA)

2023 Ian Gouveia (BRA) e Tainá Hinckel (BRA)

2022 Miguel Tudela (PER) e Daniella Rosas (PER)

2021 Yago Dora (BRA) e Sophia Medina (BRA)
Campeões do Pro Junior

2025 Rickson Falcão (BRA) e Luara Mandelli (BRA)

2024 Cauet Frazão (BRA) e Arena Rodriguez (PER)

2023 Gabriel Klaussner (BRA) e Kalea Gervasi (PER)

2022 Cauã Costa (BRA) e Laura Raupp (BRA)

2021 Cauã Costa (BRA) e Sol Aguirre (PER)

Campeões de Longboard

2025 Phil Rajzman (BRA) e Chloe Calmon (BRA)

2024 Alexandre Escobar (BRA) e Evelin Neves (BRA)

2023 Matias Maturano (BRA) e Luana Soares (BRA)

2022 Rodrigo Sphaier (BRA) e Chloe Calmon (BRA)

2021 Tony Silvagni (EUA) e Chloe Calmon (BRA)
Resultados do último dia do REMA WSL Saquararema Surf Festival

Campeão Weslley Dantas (BRA) por 17,03 pontos – US$ 10 mil e 6.000 pontos

2 Daniel Templar (BRA) com 12,20 pontos – US$ 5 mil e 4.680 pontos
Semifinais – 3.o lugar com US$ 2.5 mil e 3.660 pontos:

1 Daniel Templar (BRA) 13,94 x 12,67 Vitor Ferreira (BRA)

2 Weslley Dantas (BRA) 11,83 x 10,84 Caio Costa (BRA)
QS 6000 Feminino

Bicampeã Tainá Hinckel (BRA) por 13,00 pontos – US$ 10 mil e 6.000 pontos

2 Laura Raupp (BRA) com 7,30 pontos – US$ 5 mil e 4.680 pontos
Semifinais – 3.o lugar com US$ 2.5 mil e 3.660 pontos:

1 Tainá Hinckel (BRA) 9,57 x 7,87 Sophia Medina (BRA)

2 Laura Raupp (BRA) 16,50 x 8,10 Silvana Lima (BRA)
Pro Junior Masculino

Campeão Rickson Falcão (BRA) por 15,57 pontos – US$ 1.5 mil e 1.000 pontos

2 Ryan Kainalo (BRA) com 15,56 pontos – US$ 600 e 800 pontos

3 Sunny Pires (BRA) com 11,60 pontos – US$ 450 e 650 pontos

4 Gabriel Klaussner (BRA) com 8,74 pontos – US$ 300 e 600 pontos
Semifinais – 3.o=5.o lugar (US$ 250 e 500 pts) e 4.o=7.o lugar (US$ 200 e 445 pts):

1 1-Ryan Kainalo (BRA), 2-Gabriel Klaussner (BRA), 3-Guilherme Lemos (BRA), 4-Vini Palma (BRA)

2 1-Rickson Falcão (BRA), 2-Sunny Pires (BRA), 3-Lucas Rosario (BRA), 4-Yuri Gabryel (BRA)
Pro Junior Feminino

Campeã Luara Mandelli (BRA) por 10,27 pontos – US$ 1.5 mil e 1.000 pontos

2 Catalina Zariquiey (PER) com 9,13 pontos – US$ 600 e 800 pontos

3 Estela López (CHL) com 8,20 pontos – US$ 450 e 650 pontos

4 Matilda Bultó (CHL) com 4,23 pontos – US$ 300 e 600 pontos

Semifinais – 3.a=5.o lugar (US$ 250 e 500 pts) e 4.a=7.o lugar (US$ 200 e 445 pts)

1 1-Luara Mandelli (BRA), 2-Matilda Bultó (CHL), 3-Sophia Medina (BRA), 4-Carol Bastides (BRA)

2 1-Catalina Zariquiey (PER), 2-Estela Lopez (CHL), 3-Genesis Garcia (EQU), 4-Maria Eduarda (BRA)
Longboard

Campeão Phil Rajzman (BRA) por 14,00 pontos – US$ 1.5 mil e 1.000 pontos

2 Rodrigo Sphaier (BRA) com 12,60 pontos – US$ 600 e 800 pontos

3 Wenderson Biludo (BRA) com 10,10 pontos – US$ 450 e 650 pontos

4 Julian Schweizer (URU) com 9,50 pontos – US$ 300 e 600 pontos

Longboard Feminino

Campeã Chloe Calmon (BRA) por 13,57 pontos – US$ 1.500 e 1.000 pontos

2 Luana Soares (BRA) com 9,20 pontos – US$ 600 e 800 pontos

3 Ayllar Cinti (BRA) com 5,73 pontos – US$ 450 e 650 pontos

4 Evelin Neves (BRA) com 4,40 pontos – US$ 300 e 600 pontos
Top 10 do QS Masculino

1 Weslley Dantas (BRA) – 6.000 pontos

2 Daniel Templar (BRA) – 4.680

3 Vitor Ferreira (BRA) – 3.660

3 Caio Costa (BRA) – 3.660

5 Lucas Vicente (BRA) – 2.760

5 Mateus Herdy (BRA) – 2.760

5 Alex Ribeiro (BRA) – 2.760

5 Luan Wood (BRA) – 2.760

9 Alonso Correa (PER) – 1.890

9 Gabriel Klaussner (BRA) – 1.890

9 Raul Rios (PER) – 1.890

9 Renan Pulga (BRA) – 1.890
Top 10 do QS Feminino

1 Tainá Hinckel (BRA) – 6.000 pontos

3 Sophia Medina (BRA) – 3.660

3 Silvana Lima (BRA) – 3.660

5 Daniella Rosas (PER) – 2.760

5 Isabelle Nalu (BRA) – 2.760

5 Melanie Giunta (PER) – 2.760

5 Estela Lopez (CHL) – 2.760

9 Arena Rodriguez (PER) – 1.890

9 Vera Jarisz (ARG) – 1.890

9 Catalina Zariquiey (PER) – 1.890

9 Victoria Munoz Larreta (ARG) – 1.890

Top 5 do Pro Junior Masculino depois de 3 etapas

1 Rickson Falcão (BRA) – 2.500 pontos

2 Ryan Kainalo (BRA) – 2.300

3 Gabriel Klaussner (BRA) – 2.050

4 Guilherme Lemos (BRA) – 1.295

5 Thiago Passeri (ARG) – 1.200

Top 5 do Pro Junior Feminino depois de 3 etapas

1 Catalina Zariquiey (PER) – 2.450 pontos

2 Luara Mandelli (BRA) – 1.700

3 Arena Rodriguez (PER) – 1.500

3 Estela Lopez (CHL) – 1.500

5 Genesis Garcia (ECU) – 1.350

5 Isabelle Nalu (BRA) – 1.350
Top 5 do Longboard Masculino depois de 2 etapas

1 Ignacio Pignataro (URU) – 1.350 pontos

2 Phil Rajzman (BRA) – 1.200

3 Jefson Silva (BRA) – 1.150

4 Wenderson Biludo (BRA) – 1.000

4 Leonardo Esteves Martins (BRA) – 1.000
Top 5 do Longboard Feminino depois de 2 etapas

1 Luana Soares (BRA) – 1.600 pontos

2 Inés Beisso (URU) – 1.150

3 Evelin Neves (BRA) – 1.100

4 Rayane Amaral (BRA) – 1.095

5 Chloé Calmon (BRA) – 1.000

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    A etapa Guarapari do Circuito Bando do Brasil chegou ao fim neste domingo na Praia d’Ulé, no Espírito Santo, reunindo alguns dos principais nomes do surfe sul-americano em disputas válidas pelo QS 4.000 da World Surf League (WSL). A etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as semifinais nas duas categorias, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral catarinense. Tainá Hinckel (BRA) e Jadson André (BRA) levaram os troféus de campeões para casa, somando importantes pontos na corrida pelo título sul-americano e pela vaga no Challenger Series (CS) de 2027/28. Além disso, os vencedores embolsaram 8 mil dólares de premiação. Luan Wood (BRA) assumiu a liderança do ranking do QS após a etapa. Daniella Rosas (PER) toma a frente de Sophia Medina (BRA) na lista e também assume a ponta. Tainá Hinckel arrasadora na decisão  Em um duelo internacional inédito em finais, Tainá Hinckel (BRA) venceu a experiente Daniella Rosas (PER) e conquistou o título feminino do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari. As duas já haviam se enfrentado seis vezes em etapas do Qualifying Series, com três vitórias para cada lado, mas esta foi a primeira decisão entre elas.  Tainá chega à sua primeira final do Circuito Banco do Brasil em 2026, depois de bater na trave em duas semifinais, em Ubatuba e Natal, e se coloca novamente na briga pelo bicampeonato. A catarinense da Guarda do Embaú também disputa o Challenger Series e chega à terceira posição do ranking do QS na América do Sul após esta etapa, em uma temporada que pode marcar mais um salto importante na carreira da atleta olímpica e integrante do squad BB. A final foi marcada por uma disputa de alto nível e pelo duelo de backside, uma das principais características do surfe de Tainá. A brasileira abriu vantagem com uma onda de 8 pontos, construída com três fortes pancadas, deixando Daniella precisando de 10 pontos para virar. Na sequência, Tainá encontrou uma esquerda mais longa e arrancou 7 pontos dos juízes, ampliando a pressão sobre a peruana. Com apenas quatro ondas surfadas durante toda a bateria, Tainá garantiu o título na Praia d’Ulé e o maior somatório do evento: 15,50 pontos, o mesmo alcançado por Dani nas semifinais.  “Estou muito feliz com essa vitória e muito rouca, porque berrei com tudo o que estava aqui dentro nas minhas duas melhores ondas. Foi uma bateria muito disputada. O surfe feminino está evoluindo muito na América do Sul e estamos caminhando para mostrar nosso potencial mundo afora. Vencer aqui é muito especial para mim. Acreditei do início ao final e sabia que precisava acreditar”, celebra a campeã. “Estou muito feliz e sei o quanto é importante para mim estar com essa garra, mostrar meu surfe em qualquer campeonato. Não é só a onda, mas a conexão que existe dentro de mim. Foi super disputada do início ao final, mas eu sabia que seria minha porque planejei tudo desde o começo. Deus tinha escrito isso para mim”, comemorou Tainá. Jadson é bicampeão na Praia d’Ulé Aos 36 anos, Jadson André escreveu mais um capítulo de superação na Praia d’Ulé. Mesmo competindo durante toda a etapa com uma lesão no pé que chegou a colocar sua participação em dúvida, o potiguar venceu Luan Wood na final masculina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Guarapari e conquistou o título pelo segundo ano consecutivo. O confronto foi o segundo entre os dois na temporada. Em Imbituba, Jadson e Luan haviam se encontrado na semifinal, com vantagem para o catarinense. Desta vez, porém, o potiguar levou a melhor no duelo decisivo. Em uma bateria com as condições do mar alteradas pela entrada do vento logo após a final do feminino, Jadson apostou em seu forte surfe de frontside e nos aéreos para abrir vantagem, enquanto Luan, de backside para as esquerdas e com um surfe mais de linha, lutou até o fim, encaixando boas combinações de manobras para reduzir a diferença entre eles no somatório final. Apesar de encontrar um 7,27 pontos, Luan não conseguiu trocar sua onda de backup e acabou sendo batido na matemática final por 12,60 (7,27 + 5,33) contra 13,33 (6,83 + 6,5) de Jadson.  “Mais uma vez, toda honra e toda glória sejam dadas a Deus. Sem Ele, seria impossível chegar até aqui e vencer esse campeonato. Eu realmente não conseguia pisar no chão direito e chegou a passar pela minha cabeça abandonar a competição. Mas, como alguém que confia nos planos de Deus, decidi pensar em um dia de cada vez e as coisas foram acontecendo”, contou o campeão. Jadson também revelou que uma série de coincidências durante a etapa o fizeram lembrar da conquista de 2025.  “Durante a competição, várias coisinhas foram trazendo boas lembranças e alguns sinais. No ano passado, competi com a cordinha do meu colega de quarto. Este ano, eu estava competindo com o leash de outro moleque e tinha quebrado a minha única quilha que eu conseguia surfar. Cheguei na praia e encontrei o Rickson (Falcão), que me emprestou uma quilha da prancha reserva dele. Ontem, uma pessoa me perguntou: ‘Vai ganhar de novo?’. E eu respondi: ‘Vou ganhar de novo’. Na minha segunda onda da bateria, foi a primeira vez que consegui pisar na prancha direito. Parece até que estou vivendo o ano passado de novo.”  Emocionado, Jadson ainda mandou um recado para a família: “Estou muito feliz. Mando um beijo para minha esposa, meu filho e toda a minha família. Vou levar essa tartaruga (mascote da etapa) para o meu filho. Estou muito feliz e embalado para a próxima semana, porque já temos outro evento muito importante do ano pela frente.” O caminho dos campeões até a final Traçando o retrospecto até as finais, a manhã

    Jadson André e Tainá Hinckel vencem etapa do Circuito Banco do Brasil em Guarapari (ES), em prova válida pelo QS 4000, enquanto Luan Wood assume a liderança do ranking sul-americano.

    Uma das esquerdas tubulares mais desejadas do planeta será palco de um evento pela primeira vez. O Capítulo Perfeito desembarca em Desert Point, na ilha de Lombok, Indonésia, para uma edição histórica, com oito tube riders convidados e apenas um dia de competição. A janela começou na última terça-feira (1) e segue até 15 de setembro. Como manda a tradição do Capítulo Perfeito, o evento só entra na água quando as condições oferecem tubos de classe mundial. A organização acompanha as previsões e fará o call oficial com 72 horas de antecedência. A expectativa agora está voltada para uma ondulação prevista para chegar no próximo dia 8 de setembro. Além de marcar a chegada do evento à Indonésia, a edição entra para a história de Desert Point. Conhecida mundialmente pelas longas esquerdas tubulares, a bancada de coral de Lombok jamais recebeu uma competição de surfe. “Realizar o Capítulo Perfeito em Desert Point é o culminar de um sonho, mas é sobretudo o arranque da fase 2.0 do evento, que anunciamos em janeiro ao incluir Moçambique e Indonésia no nosso calendário. Em Moçambique não tivemos o swell esperado mas, desta vez, temos toda a convicção de que teremos as ondulações de que precisamos”, afirma Rui Costa, idealizador do Capítulo Perfeito. Tubos e mais tubos Desert Point exige uma combinação bastante específica de ondulação, vento e maré. A longa esquerda quebra sobre uma bancada de coral extremamente rasa e afiada, característica que ajudou a transformar o pico em uma das ondas mais exigentes do planeta. O cenário combina perfeitamente com a proposta do Capítulo Perfeito. Criado em 2012, o evento tem como essência esperar pelas melhores condições possíveis e colocar especialistas em tubos na água. Somente tubos são pontuados. Serão oito convidados divididos em duas baterias de quatro surfistas. As duas primeiras fases não são eliminatórias, portanto todos entram na água duas vezes. Ao final dos dois rounds, os quatro maiores pontuadores avançam diretamente à decisão. Todas as baterias têm duração de 45 minutos. O campeão em Desert Point também garante uma vaga direta no Capítulo Perfeito de 2027, em Carcavelos, Portugal. A edição indonésia distribui ainda 10 mil euros em premiação. Dois brasileiros em Desert Point O Brasil já tem dois representantes confirmados. Pedro Calado conquistou sua vaga depois de chegar à final da edição de 2025, em Carcavelos. Ele estará ao lado de Balaram Stack, Cam Richards e Nic von Rupp entre os quatro classificados a partir do resultado do último evento. Von Rupp herdou a vaga de Noah Beschen, que não viajará à Indonésia por compromissos profissionais. O segundo brasileiro é Bruno Santos, anunciado como o primeiro wildcard global. Campeão do Capítulo Perfeito em 2015, Bruninho passa boa parte do ano na Indonésia e acumula enorme experiência em Desert Point. “Para mim, é uma honra enorme receber este convite. Ser um de apenas dois surfistas internacionais convidados torna tudo ainda mais especial. Existe uma ansiedade muito grande, porque é uma novidade e também porque, desde que o evento foi anunciado, muita gente sonhou com esta vaga e procurou esta oportunidade. Tenho um carinho muito grande por Desert Point, dediquei muito tempo da minha vida àquela onda e conheço bem as condições de lá. Estou muito ansioso e, acima de tudo, muito feliz por viver este momento”, comenta Bruninho Santos. Rui Costa vai além ao falar da experiência do brasileiro na bancada. “O Bruno Santos é provavelmente o surfista com mais horas de tubo em Desert Point. Foi campeão do Capítulo Perfeito em 2015 e acompanhou toda a evolução do evento. Para nós, era uma opção lógica”, afirma. Quem será o último convidado? Sete dos oito nomes estão definidos. Além de Pedro Calado, Bruno Santos, Balaram Stack, Cam Richards e Nic Von Rupp, o evento terá os wildcards locais Sulaiman e Usman Trioko. Resta apenas um wildcard global, mantido em segredo pela organização. E os próprios competidores já começaram a fazer suas apostas. Cam Richards e Bruno Santos apontam Tosh Tudor. Balaram Stack aposta em Craig Anderson, enquanto Usman Trioko acredita que será um brasileiro chamado Leandro. Nic von Rupp foi ainda mais longe e escolheu Kelly Slater. A organização divulgou três pistas sobre o convidado: ele é descendente de uma figura lendária do surfe havaiano, aparece no filme PIPELINE (2026), de Peter King, e já foi candidato diversas vezes ao Wave of the Winter (WOTW). O nome será revelado antes do call para o evento. Primeira temporada internacional A passagem por Desert Point faz parte de uma nova fase do Capítulo Perfeito. Pela primeira vez desde sua criação, em 2012, o evento ampliou seu calendário para fora de Portugal em 2026, com Moçambique e Indonésia. Ao longo de sua história, o evento já passou por Supertubos, em Peniche; Praia do Norte, em Nazaré; e Carcavelos, em Cascais. A etapa de Moçambique prevista para este ano não foi realizada porque a ondulação esperada não chegou durante a janela. Agora, todas as atenções estão voltadas para Desert Point. Os surfistas permanecem em stand-by e a organização acompanha o oceano à espera das condições que justificam colocar na água o primeiro evento da história da famosa esquerda de Lombok. Confirmados no Capítulo Perfeito de Desert Point Classificados por Carcavelos 2025 Balaram Stack (EUA)Cam Richards (EUA)Nic von Rupp (POR)Pedro Calado (BRA) Wildcards locais Sulaiman (IND)Usman Trioko (IND) Wildcards globais Bruno Santos (BRA) A definir

    Capítulo Perfeito estreia na Indonésia com oito tube riders, entre eles os brasileiros Pedro Calado e Bruno Santos; janela vai até 15 de setembro e organização monitora swell previsto para o dia 8.

    Gabriel Medina foi vice-campeão do Fiji Pro 2026, encerrado nesta quinta-feira (3), em Cloudbreak. O tricampeão mundial chegou à decisão depois de uma grande campanha nas ondas pesadas da etapa, mas foi superado pelo norte-americano Cole Houshmand. O resultado marca uma forte recuperação do brasileiro, que vinha de eliminações na primeira fase nas duas etapas anteriores, no Brasil e no Taiti, e agora sobe para a quarta colocação no ranking mundial. A final ganhou emoção na segunda metade. Houshmand abriu vantagem e chegou a 16,87 pontos, deixando Medina em combinação. O brasileiro respondeu com a melhor onda da decisão: entubou com profundidade, acelerou por dentro, atravessou diferentes seções e saiu limpo para receber nota 10. Medina voltou à disputa, mas Houshmand, com a prioridade, controlou os cinco minutos finais e garantiu o terceiro título de sua carreira no Championship Tour. “Sair daquele tubo na final foi a melhor sensação. Eu estava esperando por aquela onda e estou muito feliz por ter conseguido o 10. Me sinto bem por ter chegado à final com o Cole. Ele é um bom amigo e vem surfando muito. Estou muito feliz de estar aqui e feliz pelo Cole também. Hoje foi incrível”, disse Medina. Medina, bicampeão em Fiji, buscava a terceira vitória em sua quarta final no evento. No dia decisivo, marcou 9,33 nas quartas, somou duas notas acima de 9 para chegar a 19,04 pontos na semifinal e fechou a campanha com o 10 na decisão. No feminino, Erin Brooks conquistou o título sem entrar na água na final, depois que Isabella Nichols desistiu da disputa por causa de uma lesão no tornozelo sofrida na semifinal. A canadense de 19 anos, que também venceu no Taiti, chegou ao segundo triunfo consecutivo no CT e à segunda vitória da carreira em Fiji. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por People On Tour (@peopleontour) Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Matthew McGillivray (AFS) 5.33 x 1.43 Luke Thompson (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 12.00 x 8.33 Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) 12.16 x 11.23 Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) 11.50 x 6.10 Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Seth Moniz (HAV) 12.67 x 11.80 Marco Mignot (FRA)2 – Cole Houshmand (EUA) 15.17 x 12.70 Ethan Ewing (AUS)3 – Yago Dora (BRA) 15.40 x 13.67 Mateus Herdy (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.27 x 11.66 Alan Cleland (MEX)5 – Morgan Cibilic (AUS) 14.34 x 13.17 João Chianca (BRA)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) 11.06 x 9.17 Eli Hanneman (HAV)7 – Callum Robson (AUS) 9.10 x 8.94 Liam O’Brien (AUS)8 – Jake Marshall (EUA) 13.17 x 7.33 George Pittar (AUS)9 – Italo Ferreira (BRA) 12.70 x 10.56 Matthew McGillivray (AFS)10 – Connor O’Leary (JAP) 16.40 x 16.00 Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) 13.50 x 12.73 Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) 15.17 x 9.73 Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) 12.26 x 10.70 Ramzi Boukhiam (MAR)14 – Kauli Vaast (FRA) 16.17 x 10.43 Crosby Colapinto (EUA)15 – Barron Mamiya (HAV) 13.87 x 10.50 Jack Robinson (AUS)16 – Gabriel Medina (BRA) 13.94 x 9.83 Joel Vaughan (AUS) Round 3 1 – Cole Houshmand (EUA) 10.17 x 4.00 Seth Moniz (HAV)2 – Yago Dora (BRA) 14.40 x 6.83 Kanoa Igarashi (JAP)3 – Leonardo Fioravanti (ITA) 14.33 x 10.43 Morgan Cibilic (AUS)4 – Callum Robson (AUS) 10.50 x 8.77 Jake Marshall (EUA)5 – Connor O’Leary (JAP) 14.33 x 7.27 Italo Ferreira (BRA)6 – Griffin Colapinto (EUA) 14.00 x 12.60 Samuel Pupo (BRA)7 – Kauli Vaast (FRA) 19.07 x 11.17 Miguel Pupo (BRA)8 – Gabriel Medina (BRA) 13.77 x 13.33 Barron Mamiya (HAV) Quartas de final 1 – Cole Houshmand (EUA) 16.13 x 13.27 Yago Dora (BRA)2 – Leonardo Fioravanti (ITA) 14.10 x 10.94 Callum Robson (AUS)3 – Griffin Colapinto (EUA) 13.00 x 10.50 Connor O’Leary (JAP)4 – Gabriel Medina (BRA) 15.66 x 7.33 Kauli Vaast (FRA) Semifinais 1 – Cole Houshmand (EUA) 17.10 x 11.33 Leonardo Fioravanti (ITA)2 – Gabriel Medina (BRA) 19.04 x 14.57 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 – Cole Houshmand (EUA) 16.87 x 15.17 Gabriel Medina (BRA) Feminino Round 1 1 – Yolanda Hopkins (POR) 9.77 x 9.57 Tya Zebrowski (FRA)2 – Sally Fitzgibbons (AUS) 9.97 x 8.37 Stephanie Gilmore (AUS)3 – Vahine Fierro (FRA) 14.17 x 6.66 Alyssa Spencer (EUA)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.66 x 4.60 Anat Lelior (ISR)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 9.73 x 8.50 Bella Kenworthy (EUA)6 – Francisca Veselko (POR) 12.17 x 12.00 Tyler Wright (AUS)7 – Erin Brooks (CAN) 18.00 x 3.06 Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) 9.33 x 3.80 Ulukilupetea Kurop (FIJ) Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) 12.13 x 11.50 Sally Fitzgibbons (AUS)2 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) 14.60 x 9.00 Luana Silva (BRA)3 – Vahine Fierro (FRA) 11.67 x 10.43 Sawyer Lindblad (EUA)4 – Erin Brooks (CAN) 10.83 x 6.00 Caroline Marks (EUA)5 – Yolanda Hopkins (POR) 10.17 x 9.93 Gabriela Bryan (HAV)6 – Isabella Nichols (AUS) 11.60 x 8.93 Nadia Erostarbe (ESP)7 – Brisa Hennessy (CRC) 8.57 x 5.67 Molly Picklum (AUS)8 – Lakey Peterson (EUA) 13.10 x 8.04 Francisca Veselko (POR) Quartas de final 1 – Carissa Moore (HAV) 14.34 x 11.00 Bettylou Sakura Johnson (HAV)2 – Erin Brooks (CAN) 11.10 x 10.67 Vahine Fierro (FRA)3 – Isabella Nichols (AUS) 9.67 x 6.77 Yolanda Hopkins (POR)4 – Brisa Hennessy (CRC) 10.83 x 7.47 Lakey Peterson (EUA) Semifinais 1 – Erin Brooks (CAN) 11.84 x 9.97 Carissa Moore (HAV)2 – Isabella Nichols (AUS) 10.67 x 10.50 Brisa Hennessy (CRC) Final 1 – Erin Brooks (CAN) vence Isabella Nichols (AUS) por lesão

    Com nota 10 na final, tricampeão mundial Gabriel Medina fica com o vice em Fiji, sobe para quarto no ranking e retoma protagonismo no circuito. Cole Houshmand e Erin Brooks vencem o campeonato.

    Oito anos depois de entrar para a história do surfe de ondas gigantes, Rodrigo Koxa volta a viver a expectativa de alcançar o topo. O brasileiro é o protagonista de DÉJÀ VU, curta-metragem documental que acompanha o período de espera por mais um possível momento histórico de sua carreira. Finalista do Big Wave Challenge 2026 na categoria Maior Onda Masculina, Koxa disputa o prêmio depois de surfar uma onda em Nazaré, Portugal, cuja medição preliminar chegou a 29,15 metros. O resultado oficial será apresentado no dia 19 de setembro, durante a cerimônia da premiação no Lido Theatre, em Newport Beach, Califórnia, nos Estados Unidos. Mais do que acompanhar a disputa por um título, DÉJÀ VU mergulha justamente no período de espera que antecede a definição. Entre ansiedade, memórias, preparação e expectativa, o filme mostra Koxa novamente diante da possibilidade de alcançar um lugar que já ocupou. Em 2018, o brasileiro recebeu o reconhecimento do Guinness World Records pela maior onda já surfada, depois de descer uma onda de 80 pés (24,38 metros) em Nazaré. A marca permaneceu como recorde mundial até ser superada, em 2022, pelo alemão Sebastian Steudtner, que surfou uma onda de 86 pés (26,21 metros). Agora, a nova onda de Koxa pode colocá-lo novamente na disputa pelo posto. Caso a medição oficial confirme os 29,15 metros registrados preliminarmente e sejam atendidos os critérios aplicáveis, o brasileiro poderá conquistar o título de maior onda da temporada e voltar a disputar o recorde mundial. “Estava muito na expectativa de ver minha onda nessa final. Vou trazer de volta esse título de maior da temporada. Foi uma onda diferente em dezembro, surfada do pico até a base, até o final eu estava na adrenalina e na dúvida se conseguiria completar pelo nível de dificuldade.” Rodrigo Koxa Na disputa pelo prêmio também estão outros dois nomes que surfaram ondas em Nazaré: o brasileiro Lucas Chumbo e o francês Clement Roseyro. Por dentro de Déjà Vu Produzido por Rodrigo Koxa e Maskavo Filmes, DÉJÀ VU tem direção de Fábio Webber e edição assinada por Koxa e Webber. O documentário reúne relatos de pessoas que acompanham de perto a trajetória do surfista. Participam do filme Aline Cacozzi, esposa de Koxa; Vitor Faria, parceiro de ondas gigantes; Thiago Jacaré, coordenador do Big Wave Brasil; e Paulo Vinícius, designer. “Estou muito confiante em ter essa medição homologada e recuperar também esse recorde mundial. Agradeço a torcida da galera e peço a todos boas energias, que isso faz toda a diferença!” Rodrigo Koxa Aos 46 anos, Koxa se vê novamente diante da possibilidade de viver uma conquista que já fez parte de sua história. Oito anos depois de entrar para a história, a expectativa está de volta. A pressão também. E é justamente essa sensação que dá nome ao filme: DÉJÀ VU. Um déjà vu que pode terminar com um novo capítulo na história do surfe de ondas gigantes.

    Documentário acompanha Rodrigo Koxa nos bastidores da expectativa por um novo recorde mundial após o brasileiro surfar uma onda de 29,15 metros em Nazaré.

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.

    Teahupoo mostrou mais uma vez por que é uma das etapas mais aguardadas do Circuito Mundial. Tubos, notas altas, baterias apertadas e eliminações de alguns dos principais nomes da temporada marcaram a sétima parada do Championship Tour 2026, o Outerknown Tahiti Pro. Seth Moniz e Erin Brooks ficaram com os títulos. Para o Brasil, o grande destaque foi Italo Ferreira, que chegou às semifinais e deixou a Polinésia Francesa na liderança do ranking mundial. Primeira vitória de Seth Moniz Seth Moniz viveu em Teahupoo o maior momento de sua carreira no Championship Tour. Em sua sétima temporada na elite, o havaiano conquistou sua primeira vitória no CT ao derrotar Griffin Colapinto na decisão. A campanha foi construída desde o Round 1. No caminho até o título, Seth passou por Eimeo Czermak, Yago Dora, Barron Mamiya e Alan Cleland antes de encontrar Italo Ferreira nas semifinais. Depois de superar o brasileiro, derrotou Griffin na decisão. Na final, Seth venceu por 18,17 a 14,67, garantindo o primeiro troféu de sua carreira no CT. O resultado também provocou uma grande mudança em sua temporada: ele saltou 12 posições e chegou ao 19º lugar no ranking. Italo veste a lycra amarela Italo Ferreira chegou ao último dia de competição como principal esperança brasileira e avançou às semifinais ao derrotar Ethan Ewing nas quartas. O potiguar começou a bateria com um tubo para 5,33 e depois encontrou uma onda que rendeu 7,17. Na reta final, ainda conseguiu um 8,33 para fechar a disputa com 15,50 pontos contra 11,94 do australiano. Na semifinal contra Seth Moniz, Italo chegou a abrir boa vantagem. O brasileiro liderava por 12,50 a 5,50, mas o havaiano cresceu na parte final da bateria, recebeu 7,83 e 7,93 e virou o confronto. Seth avançou com 15,76 contra 13,83, enquanto Italo terminou a etapa na terceira colocação. Mesmo eliminado, o saldo do brasileiro foi importante na corrida pelo título mundial. Com os 6.085 pontos conquistados em Teahupoo, Italo chegou a 39.930 pontos e abriu 5.000 de vantagem sobre Leonardo Fioravanti, vice-líder. O Brasil ainda ocupa quatro das cinco primeiras posições do ranking: além de Italo na liderança, Yago Dora aparece em terceiro, Miguel Pupo em quarto e Gabriel Medina em quinto. Erin Brooks vira final e conquista o título No feminino, Erin Brooks protagonizou uma reação na decisão contra Anat Lelior. A israelense abriu vantagem e chegou à metade da bateria com duas ondas excelentes, 8,33 e 8,00. Brooks reagiu primeiro com um 8,27 e depois encontrou outro tubo para 8,93, assumindo a liderança. A canadense venceu por 17,20 a 16,33. Foi a primeira vitória de Erin como integrante fixa do Championship Tour. A canadense, de 19 anos, havia começado o Finals Day eliminando a atual campeã mundial e defensora do título da etapa, Molly Picklum, e depois passou por Isabella Nichols na semifinal. Com o resultado, Brooks subiu sete posições e chegou ao 11º lugar do ranking. Anat Lelior também deixou Teahupoo com o maior resultado de sua carreira. O vice-campeonato representou a primeira final de um surfista de Israel no Championship Tour. Slater desafia o tempo Aos 54 anos, Kelly Slater foi um dos grandes personagens da etapa. O 11 vezes campeão mundial eliminou Gabriel Medina em um dos confrontos mais aguardados do campeonato e fez isso com uma atuação que entrou para os destaques do ano. Slater somou 19,06 pontos na bateria, mostrando mais uma vez sua sintonia com Teahupoo. Sua campanha terminou nas oitavas de final, diante de Jack Robinson, mas não antes de o norte-americano voltar a deixar sua marca no campeonato onde construiu alguns dos maiores momentos de sua carreira. Brasileiros em Teahupoo Além da semifinal de Italo, João Chianca, Alejo Muniz e Miguel Pupo chegaram às oitavas de final. Miguel foi superado por Griffin Colapinto, enquanto Chumbinho e Alejo também se despediram nesta fase. Gabriel Medina havia sido eliminado anteriormente por Kelly Slater. No feminino, Luana Silva caiu no Round 2 diante da portuguesa Yolanda Hopkins. Próxima parada: Fiji Encerrado o Tahiti Pro, o Championship Tour permanece no Pacífico Sul. A próxima etapa será disputada em Cloudbreak, Fiji, com janela entre 25 de agosto e 4 de setembro. “A gente segue na disputa. É uma longa jornada e tenho que colocar o pezinho no chão para trabalhar campeonato a campeonato” Italo Ferreira, campeão mundial de 2019 Italo chega à próxima etapa com a lycra amarela, mas evita antecipar qualquer possibilidade de disputa pelo segundo título mundial. O brasileiro já definiu também seu próximo objetivo: conquistar pela primeira vez a etapa de Fiji. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS)

    Seth Moniz conquista primeira vitória no CT, Erin Brooks vence entre as mulheres e Italo Ferreira deixa o Taiti na liderança do ranking após chegar às semifinais do Outerknown Tahiti Pro 2026.

    A próxima chamada o Outerknown Tahiti Pro 2026 acontece nesta segunda-feira (10) às 14h (de Brasília). Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Teahupoo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto. Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, o Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos no Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feito de surfista para surfista, o Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS) 18.20 x 17.40 Callum Robson (AUS)15 Griffin Colapinto (EUA) 19.60 x 8.50 Rio Waida (IND)16 Miguel Pupo (BRA) 13.50 x 1.94 Mateus Herdy (BRA) Round 3 1 Kauli Vaast (FRA) 12.00 x 12.34 Alan Cleland (MEX)2 Seth Moniz (HAV) 12.10 x 9.04 Barron Mamiya (HAV)3 Connor O’Leary (JAP) 10.33 x 11.66 Italo Ferreira (BRA)4 Liam O’Brien (AUS) 6.66 x 7.67 Ethan Ewing (AUS)5 Ramzi Boukhiam (MAR) 14.00 x 9.10 João Chianca (BRA)6 Alejo Muniz (BRA) 2.10 x 13.66 George Pittar (AUS)7 Kelly Slater (EUA) 8.46 x 15.00 Jack Robinson (AUS)8 Griffin Colapinto (EUA) 16.67 x 15.17 Miguel Pupo (BRA) Quartas de final 1 Alan Cleland (MEX) 1.50 x 13.66 Seth Moniz (HAV)2 Italo Ferreira (BRA) 15.50 x 11.94 Ethan Ewing (AUS)3 Ramzi Boukhiam (MAR) 17.74 x 8.84 George Pittar (AUS)4 Jack Robinson (AUS) 11.50 x 11.83 Griffin Colapinto (EUA) Semifinais 1 Seth Moniz (HAV) 15.76 x 13.83 Italo Ferreira (BRA)2 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.37 x 15.40 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 Seth Moniz (HAV) 18.17 x 14.67 Griffin Colapinto (EUA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 1.67 x 4.16 Anat Lelior (ISR)2 Tya Zebrowski (FRA) 2.00 x 6.90 Erin Brooks (CAN)3 Isabella Nichols (AUS) 8.77 x 7.13 Vahine Fierro (FRA)4 Stephanie Gilmore (AUS) 3.90 x 4.73 Yolanda Hopkins (POR)5 Alyssa Spencer (EUA) 5.00 x 1.93 Bella Kenworthy (EUA)6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4.44 x 6.00 Brisa Hennessy (CRC)7 Nadia Erostarbe (ESP) 8.67 x 4.66 Francisca Veselko (POR)8 Tyler Wright (AUS) 4.57 x 5.34 Kelia Gallina (TAH) Round 2 1 Caroline Moore (HAV) 8.90 x 11.83 Erin Brooks (CAN)2 Molly Picklum (AUS) 9.50 x 3.56 Alyssa Spencer (EUA)3 Sawyer Lindblad (EUA) 6.67 x 7.16 Isabella Nichols (AUS)4 Lakey Peterson (EUA) 4.73 x 4.90 Nadia Erostarbe (ESP)5 Gabriela Bryan (HAV) 1.46 x 12.73 Anat Lelior (ISR)6 Caroline Marks (EUA) 5.50 x 8.27 Kelia Gallina (TAH)7 Luana Silva (BRA) 3.97 x 10.17 Yolanda Hopkins (POR)8 Caity Simmers (EUA) 13.50 x 1.33 Brisa Hennessy (CRC) Quartas de final 1 Erin Brooks (CAN) 13.50 x 3.27 Molly Picklum (AUS)2 Isabella Nichols (AUS) 7.83 x 7.26 Nadia Erostarbe (ESP)3 Anat Lelior (ISR) 9.50 x 6.53 Kelia Gallina (TAH)4 Yolanda Hopkins (POR) 12.33 x 6.90 Caity Simmers (EUA) Semifinais 1 Erin Brooks (CAN) 15.10 x 11.17 Isabella Nichols (AUS)2 Anat Lelior (ISR) 12.50 x 3.43 Yolanda Hopkins (POR) Final 1 Erin Brooks (CAN) 17.20 x 16.33 Anat Lelior (ISR))

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