WSL Longboard Tour

Brazucas desfilam em Noosa

Chloé Calmon, Phil Rajzman e mais oito brasileiro abrem temporada do Mundial de Longboard, a partir desta quarta-feira (6), em Noosa Heads, Austrália.

Reestruturado pela WSL nesta temporada, o Mundial de Longboard dá a largada nesta quarta-feira (6), no point break de Noosa Heads, Austrália. Mais de 100 surfistas, incluindo dez brasileiros, vão participar da estreia do pico em um evento organizado pela World Surf League.

O esquadrão verde-amarelo conta com o bicampeão mundial Phil Rajzman, além de Jefson Silva, Rodrigo Sphaier, Carlos Bahia, Eduardo Bagé, Gabriel Nascimento e Wenderson Biludo. Entre as mulheres, representam o país Atalanta Batista, Monique Pontes e a vice-campeã mundial Chloé Calmon.

O evento tem até o domingo (10) para ser finalizado. A norte-americana Soleil Errico e o sul-africano Steven Sawyer defendem o título do World Longboard Championship, que terá quatro etapas nesta temporada.

Depois de Noosa, a elite mundial dos pranchões desembarca em agosto na Galícia, Espanha, e também passa por Nova Iorque (EUA) em setembro. A temporada será encerrada novamente no Taiwan, em data ainda a ser definida.

Cada evento do Longboard Tour distribuirá 6.000 pontos para os campeões no ranking e terá premiação de US$ 60 mil, divididos igualmente entre as categorias feminina e masculina.

Já a disputa final no Taiwan distribuirá 10.000 pontos no ranking e o dobro de premiação para cada categoria. Serão 24 mulheres e 24 homens convidados, compostos pelos oito melhores do ranking de 2018, os 12 melhores em 2019, além de quatro wildcards.

O Noosa Longboard Open é transmitido ao vivo pelo site da WSL. A primeira chamada acontece nesta quarta-feira (6), às 17 horas (de Brasília).

https://www.instagram.com/p/BuqgkFLg7nc/

https://www.instagram.com/p/BuqiR8Shtnm/

https://www.instagram.com/p/Bue1tKOH1EK/

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.