Circuito Banco do Brasil

Laura e Lucas dominam Itaúna

Laura Raupp e Lucas Vicente são vencedores do Circuito Banco do Brasil de Surfe, encerrado neste domingo na Praia de Itaúna, Saquarema (RJ).
Circuito Banco do Brasil, Praia de Itaúna, Saquarema (RJ)

Um cenário perfeito fechou a quarta edição do Maior Festival de Surfe da América do Sul, com Sol, praia cheia e altas ondas na Praia de Itaúna. Os catarinenses Lucas Vicente e Laura Raupp, conquistaram os títulos da segunda etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe, derrotando o argentino Franco Radziunas e a peruana Arena Rodriguez Vargas nas finais do QS 5000 do Saquarema Surf Festival.

Arena já tinha sido campeã da competição do Pro Junior, numa dobradinha peruana no alto do pódio com Kalea Gervasi. E no Longboard, Evelin Neves e Alexandre Escobar festejaram as vitórias, com Rayane Amaral e o peruano Matias Maturano sendo vice-campeões.

A Capital Nacional do Surf é a única cidade do mundo, a sediar as três principais competições da World Surf League. A primeira foi o Saquarema Surf Festival, com status máximo do Qualifying Series que terminou neste domingo. A próxima é o Vivo Rio Pro apresentado por Corona, com a elite mundial do World Surf League (WSL) Championship Tour (CT) se apresentando nos dias 22 a 30 de junho.

E de 12 a 20 de outubro, tem o Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil fechando o Challenger Series 2024, também na Praia de Itaúna. Já a terceira etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe, será o QS 3000 nos dias 22 a 26 de maio na Praia do Francês, em Marechal Deodoro, no litoral sul de Alagoas.

Troféu Leo Neves com seus filhos Valentin e Leo (Foto: Thiago Diz / 213 Sports)

O Saquarema Surf Festival é a única etapa na América do Sul com status QS 5000 e os vencedores têm seus nomes registrados no Troféu Leo Neves. As vitórias valiam a liderança nos rankings da WSL South America, que classificam sete homens e três mulheres para o Challenger Series, circuito de acesso para a elite da WSL.

Esta competição foi válida como segunda etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe e Laura Raupp repetiu a vitória conquistada na primeira, em Torres (RS). Ela e Arena Rodriguez já haviam decidido o título do Pro Junior, que a peruana venceu. Mas na final do QS 5000, a catarinense deu o troco e conquistou a sua sétima vitória em etapas do Qualifying Series, mantendo a liderança nos rankings da WSL South America e do Circuito Banco do Brasil.

“Nossa, eu estou muito feliz (já chorando de emoção). No ano passado, eu vim pra Saquarema correr o QS 5000, que era muito importante, acabei perdendo cedo no evento e passei sufoco o ano inteiro. Eu acabei ganhando várias etapas de 1.000 pontos, que não ajudaram muito no ranking. Então, esse ano eu vim com a meta de ganhar o QS 5000, pra não passar esse sufoco de novo”, foram as primeiras palavras de Laura Raupp, ao chegar na arena do evento. Ela seguiu muito emocionada, falando sobre a tão desejada vitória.

Laura Raupp (Crédito da Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

“Eu até me emocionei aqui, mas foi objetivo dado e objetivo cumprido. Nesse ano eu consegui soltar meu surfe, só que a final foi bem difícil, porque o mar mudou bastante e a onda ficou muito balançada. Mas consegui fazer duas notas ali, para levar esse troféu pra casa. É uma sensação única e, com certeza, essa é a vitória mais importante da minha carreira, um QS 5000. Mais especial ainda ser aqui em Saquarema, onde já vim tantas vezes e corri Pro Junior, QS e o Challenger aqui. Agora, finalmente ganhei esse QS 5000 que desde 2021 estou sonhando com esse título, para botar meu nome ali no Troféu Leo Neves”.

A final feminina do QS 5000 começou ao meio-dia, no domingo de praia lotada e boas ondas em Itaúna. Esta era a terceira final consecutiva da Laura Raupp em etapas do QS e a segunda vitória seguida no Circuito Banco do Brasil de Surfe. A bateria começou com notas baixas, até a brasileira achar uma direita boa para mostrar o seu surfe.

Ela fez um grande arco e finalizou com uma batida forte na junção, para ganhar 6,67. Arena passou a precisar de 6,31 e Laura ainda aumentou a vantagem para 7,14, com uma nota 4,17. Arena também pegou uma direita para fazer uma manobra forte de frontside, mas a nota sai 6,07 e a vitória de Laura Raupp foi confirmada por 10,84 a 9,77.

Arena Rodriguez, Franco Radziunas, Laura Raupp, Lucas Vicente (Foto: Thiago Diz/213 Sports)

Última final – Já a última decisão do Saquarema Surf Festival, começou forte com Lucas Vicente largando na frente, com notas 6,17 na primeira onda e 6,00 na segunda. Antes do argentino Franco Radziunas conseguir responder à altura, o catarinense destruiu uma direita com duas pancadas verticais de backside, que arrancaram nota 8,17 dos juízes. Foi a maior do domingo na Praia de Itaúna.

O argentino então saiu pegando várias ondas, sem escolher muito e conseguiu 5,67 na sétima que surfou. Com essa nota, ele ainda precisava de 8,67 para vencer e o máximo que tirou foi 5,83. Lucas Vicente controlou a vantagem até o fim e festejou a sua primeira vitória em etapas do QS, derrotando Franco Radziunas por 14,34 a 11,50 pontos.

“Acho que hoje eu aprendi realmente que aqui é o Maracanã do surfe e estou muito feliz pela vitória”, disse Lucas Vicente. “Eu consegui sentir o apoio de toda a torcida e só tenho que agradecer a Deus, minha família, todo mundo que me ajudou nos momentos mais difíceis e foi muito irado. Demorou 22 anos para eu conseguir minha primeira vitória no QS e foi alucinante. Eu já tinha feito finais, semifinais, mas nunca tinha ganho, então quando fiz aquele 8, achei que era meu dia. Foram os 22 minutos mais longos da minha vida, mas deu tudo certo, estou feliz e quero agradecer todo mundo que encheu a praia hoje. Esse é o meu primeiro campeonato da temporada e agora é manter o foco, para conseguir mais resultados bons como esse. É isso o que eu procuro esse ano”.

Lucas Vicente (Crédito da Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

A vitória de Lucas Vicente ratificou o domínio catarinense neste início da temporada 2024/2025 da WSL South America. Na primeira etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe em Torres, Laura Raupp e Matheus Navarro festejaram os títulos.

Agora na segunda, Laura Raupp ganhou mais uma e Lucas Vicente conseguiu vencer uma etapa do QS pela primeira vez. Os dois receberam dois troféus pelas vitórias no domingo, do Circuito Banco do Brasil de do Saquarema Surf Festival. Laura Raupp e Lucas Vicente terão agora os seus nomes escritos no Troféu Leo Neves, que registra os vencedores da etapa do QS do evento realizado pela 213 Sports em memória ao bicampeão brasileiro e apresentado pela Prefeitura de Saquarema.

Finais do Pro Junior – Antes das finais do QS 5000 válido pelo Circuito Banco do Brasil de Surfe, foram disputadas as outras quatro decisões do Saquarema Surf Festival. As primeiras foram as da categoria Pro Junior Sub-20, com a feminina sendo um confronto direto entre Brasil e Peru.

As condições do mar estavam difíceis e a bateria acabou sendo de notas baixas. Laura Raupp até começou bem com nota 5,00, mas depois entrou numa onda que a prioridade de surfar era da peruana Kalea Gervasi, campeã Pro Junior do Saquarema Surf Festival no ano passado.

Com a penalidade de cortar uma das duas notas computadas, Laura Raupp saiu da briga do título e terminou em quarto lugar. Essa era a terceira final dela neste evento para surfistas com até 20 anos de idade e tinha vencido a segunda em 2022. A outra brasileira era a atual campeã sul-americana Pro Junior, Isabelle Nalu, que não achou boas ondas para mostrar o seu surfe e ficou em terceiro lugar.

No minuto final, Arena Rodriguez Vargas fez a sua melhor onda e a nota 5,43 garantiu a sua segunda vitória no Circuito Sul-americano Pro Junior de 2024. A primeira etapa foi no Peru e o resultado se repetiu, com ela sendo campeã, com Kalea Gervasi em segundo lugar.

Arena Rodriguez Vargas (Crédito da Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

“Estou muito feliz por ganhar a categoria Pro Junior aqui em Saquarema. Era a minha meta quando vim pra cá e acabei indo pra final do QS também, então foi até mais do que eu esperava”, disse Arena Rodriguez Vargas, que lidera o ranking sul-americano Pro Junior com 100% de aproveitamento.

“Estou emocionada com a Kalea (Gervasi) na final de novo comigo e a bateria foi difícil, mas estou feliz que tudo acabou bem a meu favor. Agora vou descansar um pouco, porque ainda tem a final do QS, então tenho que focar de novo”.

A final masculina do Pro Junior foi a segunda do Saquarema Surf Festival a rolar no domingo e foi mais bem disputada. Leo Casal começou melhor com 6,67, mas o local de Saquarema, Rickson Falcão, passou a frente com 5,83 e 5,67 nas duas primeiras que surfou.

O cearense Cauet Frazão não iniciou bem, mas achou uma esquerda que abriu a parede para combinar três pancadas de backside que valeram 7,17. Rickson ainda recuperou a ponta, até o cearense pegar outra esquerda e mandar um batidão embaixo do lip. A nota 5,33 confirmou a vitória de Cauet Frazão por 12,50 pontos, contra 11,93 do Rickson Falcão, 11,37 do Leo Casal e 8,26 do Lucas Rosario, quarto colocado.

Cauet Frazão (Crédito da Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

“É um sentimento indescritível, estou muito feliz e quero agradecer a toda minha família, que nunca desistiu de mim e sempre me apoiou”, destacou o cearense Cauet Frazão, que mora na capital carioca. “Agradeço também meus patrocinadores, a Pena e o Akio, pelas pranchas mágicas. Só gratidão por tudo que vem acontecendo, porque esse ano eu não tinha passado nenhuma bateria ainda nesses campeonatos grandes. Quando passei a primeira, embalou e agora ganhei a final, então estou muito feliz e muito emocionado”.

Finais do Longboard – O Longboard também terminou com o capixaba Alexandre Abolição e a carioca Evelin Neves festejando as suas primeiras vitórias no Saquarema Surf Festival e no Circuito Sul-americano da modalidade praticada em pranchões, que remetem ao início do esporte de surfar ondas.

Evelin Neves fez a melhor apresentação na final e a nota 6,00 decidiu a vitória por 10,10 pontos. Em segundo lugar ficou Rayane Amaral com 8,67, seguida pela líder do ranking sul-americano, Kate Brandi, com 4,46 e Ayllar Cinti ficou em quarto com 3,50 nas duas notas computadas.

Evelin Neves (Crédito da Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

“O mar está muito desafiador e acho que, independente de ganhar, as meninas que entraram nessa final, são todas vitoriosas, porque realmente as condições estavam bem difíceis lá dentro”, disse Evelin Neves.

“Fiquei até com as pernas bambas, sem saber onde ficar lá dentro, mas é obvio que tem uma estratégia no meio disso tudo e eu consegui botar em prática, graças a Deus. É a vitória mais importante desde que eu comecei a competir. Eu não corri a etapa do Uruguai, mas estar aqui em Saquarema é muito especial e é uma vitória muito importante, que com certeza, vai ficar na minha história”.

Também muito feliz ficou o capixaba Alexandre Escobar, que igualmente se emocionou bastante com a primeira vitória da sua carreira em eventos de Longboard da World Surf League. O campeão na etapa do Uruguai, realizada em fevereiro, Jefson Silva, parecia que ia ganhar mais uma depois de dar um show com as manobras clássicas no bico do pranchão, que arrancaram nota 7,83. O vencedor do Saquarema Surf Festival no ano passado e vice-campeão no Uruguai, Matias Maturano, era outro favorito.

Mas, Alexandre Escobar correu por fora e somou notas 7,03 e 6,50, para conquistar o título por 13,53 pontos, contra 12,66 do Matias Maturano, 9,06 do líder do ranking, Jefson Silva, com Anderson Silva em quarto com 6,27.

Alexandre Escobar (Crédito da Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

“Só tenho gratidão a todos meus patrocinadores, meus amigos, à Deus, minha família, meu amigo Romoaldo que está comigo, a equipe e todos pelo carinho gigantesco pela gente”, disse Alexandre Escobar, muito emocionado.

“Foram 10 dias de luta, 10 dias de batalha treinando, se dedicando, pedindo pra Deus, levantando as mãos pro ceu e Ele honrou, Ele me deu a vitória. Demorou, mas chegou o meu dia. Como o mar subiu bastante, eu preferi optar pela escolha das melhores ondas. Como o Jefson já tinha uma nota boa, eu precisava esperar por uma boa para garantir a vitória. Foi isso, deu certo e estou muito feliz”.

Campeões sul-americanos – Antes da cerimônia de premiação dos finalistas do Circuito Banco do Brasil de Surfe e do Saquarema Surf Festival, os campeões sul-americanos da última temporada da WSL South America, receberam os seus troféus no pódio. A única ausência foi da Tainá Hinckel, que já estava no aeroporto embarcando para disputar as duas primeiras etapas do Challenger Series na Austrália.

A sua amiga e também surfista, Yanca Costa, recebeu o seu troféu. O campeão sul-americano Mateus Herdy também vai viajar nesse domingo, mas pegou o seu troféu no pódio, assim como os campeões da categoria Pro Junior Sub-20, Isabelle Nalu e Ryan Kainalo.

Isabelle Nalu, Ryan Kainalo, Mateus Herdy e Yanca Costa com o troféu da Tainá Hinckel (Foto: Thiago Diz / 213 Sports)

A Prefeitura de Saquarema apresentou o Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves com realização da 213 Sports, vertical de esportes da V3A. O evento licenciado pela WSL Latin America, valeu como segunda etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2024 e aconteceu com patrocínios do Banco do Brasil, Cerveja Sol, Monster Energy, G-Shock e Verde Campo, apoio de TVB Shorts, Juçai Orgânico e Castelhana Praia Hotel, parceria institucional da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ) e Associação de Surf de Saquarema (ASS). A competição foi transmitida ao vivo pelo WorldSurfLeague.com e pelo canal da WSL Brasil no YouTube.

Sobre a 213 Sports: Fundada por Pedro Dau de Mesquita, Yuri Binder, Bernardo Montenegro e Marcelo Montenegro, a 213 Sports nasceu em 2012. Em 2021, a agência foi adquirida pela V3A e, desde então, responde como vertical de esportes, que integra o pilar de Ventures da companhia.

Focada em marketing esportivo, a 213 Sports já realizou mais de 70 projetos para marcas globais e locais, impactando mais de 50 milhões de pessoas no Brasil e no mundo. A 213 Sports vê o esporte como uma plataforma de engajamento e conexão com forte apelo emocional entre as marcas e consumidores, resultando em uma experiência única de sportainment.

Insights estratégicos alinhados com o posicionamento da marca, excelência na execução e resultados mensuráveis com retorno social, sempre que possível, são as bases que sustentam a excelência da 213 Sports.

Responsável por inúmeros cases, a agência se destaca com os projetos: Oi Rio Pro, Sephora Beauty Run, Ceará Kite Pro, WSL House, CamelBak Mountain Race, Casa On Running, Praia Para Todos, Pelé Academia, Saquarema Surf Festival, WTR, Red Bull Pool Clash, SLS Super Crown World Championship, entre outros.

Alexandre Escobar, Evelin Neves, Laura Raupp, Lucas Vicente, Cauet Frazão e Arena Rodriguez Vargas (Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

Resultados do Circuito Banco do Brasil
Final do QS 5000 Masculino

Campeão: Lucas Vicente (BRA) por 14,34 pts (8,17+6,17) – 5.000 pontos
2.o lugar: Franco Radziunas (ARG) com 11,50 pts (5,83+5,67) – 3.900 pontos

Final do QS 5000 Feminino

Campeã: Laura Raupp (BRA) por 10,84 pts (6,67+4,17) – 5.000 pontos
2.o lugar: Arena Rodriguez Vargas (PER) com 9,77 (6,07+3,70) – 3.900 pts

Final do QS 5000 Masculino

Campeão: Cauet Frazão (BRA) por 12,50 pts (7,17+5,33) – 1.000 pontos
2.o lugar: Rickson Falcão (BRA) com 11,93 pts (6,10+5,83) – 800 pontos
3.o lugar: Leo Casal (BRA) com 11,37 pts (6,67+4,70) – 650 pontos
4.o lugar: Lucas Rosario (BRA) com 10,43 pts (6,10+4,33) – 600 pontos

Final do Pro Junior Feminino

Campeã: Arena Rodriguez Vargas (PER) por 9,53 pts (5,43+4,10) – 1.000 pontos
2.o lugar: Kalea Gervasi (PER) com 7,03 pts (4,70+2,33) – 800 pontos
3.o lugar: Isabelle Nalu (BRA) com 6,44 pts (3,77+2,67) – 650 pontos
4.o lugar: Laura Raupp (BRA) com 5,00 pts (5,00+0,00) – 600 pontos

Final do Longboard Feminino

Campeã: Evelin Neves (BRA) por 10,10 pts (6,00+4,10) – 1.000 pontos
2.o lugar: Rayane Amaral (BRA) com 8,67 pts (4,50+4,17) – 800 pontos
3.o lugar: Kate Brandi (BRA) com 4,46 pts (4,23+0,23) – 650 pontos
4.o lugar: Ayllar Cinti (BRA) com 3,50 pts (2,17+1,33) – 600 pontos

Final do Longboard Masculino

Campeão: Alexandre Escobar (BRA) por 13,53 pts (7,03+6,50) – 1.000 pontos
2.o lugar: Matias Maturano (PER) com 12,66 pts (6,93+5,73) – 800 pontos
3.o lugar: Jefson Silva (BRA) com 9,06 pts (7,83+1,23) – 650 pontos
4.o lugar: Anderson Silva (BRA) com 6,27 pts (5,77+0,50) – 600 pontos

Semifinais – 3.o=5.o lugar (500 pts) e 4.o=7.o lugar (445):

1.a: 1-Alexandre Escobar (BRA), 2-Matias Maturano (PER), 3-Wenderson Biludo (BRA), 4-Jeferson Silva (BRA)
2.a: 1-Anderson Silva (BRA), 2-Jefson Silva (BRA), 3-Heriberto Torres Martinez (MEX), 4-Hideki Duarte (BRA)
Rankings Sul-Americanos da WSL South America após 2 etapas
Top 10 do QS Regional Masculino 2024/2025

1.o: Lucas Vicente (BRA) – 5.000 pontos
2.o: Frlanco Radziunas (ARG) – 3.900
3.o: Igor Moraes (BRA) – 3.192
4.o: Kaue Germano (BRA) – 3.102
5.o: Wesley Leite (BRA) – 2.482
6.o: Edgard Groggia (BRA) – 2.282
6.o: Rickson Falcão (BRA) – 2.282
6.o: Hizunomê Bettero (BRA) – 2.282
9.o: Matheus Navarro (BRA) – 1.800
10.o: Peterson Crisanto (BRA) – 1.775

Top 5 do QS Regional Feminino 2024/2025

1.a: Laura Raupp (BRA) – 6.000 pontos
2.a: Arena Rodriguez Vargas (PER) – 3.900
3.a: Julia Duarte (BRA) – 3.542
4.a: Vera Jarisz (ARG) – 3.042
5.a: Daniella Rosas (PER) – 2.782
5.a: Silvana Lima (BRA) – 2.782

Top 5 do Pro Junior Masculino 2024

1.o: Leo Casal (BRA) – 1.300 pontos
2.o: Cauet Frazão (BRA) – 1.295
3.o: Guilherme Ferreira (BRA) – 1.245
4.o: Rodrigo Saldanha (BRA) – 1.200
5.o: Rickson Falcão (BRA) – 1.095

Top 5 do Pro Junior Feminino 2024
1.a: Arena Rodriguez Vargas (PER) – 2.000 pontos
2.a: Kalea Gervasi (PER) – 1.600
3.a: Laura Raupp (BRA) – 1.100
4.a: Sofia Artieda (PER) – 1.095
5.a: Catalina Zariquiey (PER) – 1.000

Top 5 do Longboard Masculino 2024

1.o: Jefson Silva (BRA) – 1.650 pontos
2.o: Matias Maturano (PER) – 1.450
3.o: Alexandre Escobar (BRA) – 1.295
4.o: Wenderson Biludo (BRA) – 1.000
5.o: Heriberto Torres Martinez (MEX) – 850

Top 5 do Pro Longboard Feminino 2024

1.a: Kate Brandi (BRA) – 1.450 pontos
2.a: Rayane Amaral (BRA) – 1.300
3.a: Ayllar Cinti (BRA) – 1.100
4.a: Luana Soares (BRA) – 1.000
4.a: Evelin Neves (BRA) – 1.000
4.a: Evelyn Gontier (ARG) – 1.000

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    Próxima chamada para o Fiji Pro acontece nesta terça-feira (25), às 16h (de Brasília). A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. A janela segue até 4 de setembro. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Fiji A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Em inglês: Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan Ewing (AUS) x Cole Houshmand (EUA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor da bateria 3 do Round 14 – Kanoa Igarashi (JAP) x Alan Cleland (MEX)5 – João Chianca (BRA) x Morgan Cibilic (AUS)6 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor da bateria 2 do Round 17 – Liam O’Brien (AUS) x Callum Robson (AUS)8 – George Pittar (AUS) x Jake Marshall (EUA)9 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor da bateria 1 do Round 110 – Connor O’Leary (JAP) x Filipe Toledo (BRA)11 – Samuel Pupo (BRA) x Alejo Muniz (BRA)12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)13 – Miguel Pupo (BRA) x vencedor da bateria 4 do Round 114 – Kauli Vaast (FRA) x Crosby Colapinto (EUA)15 – Jack Robinson (AUS) x Barron Mamiya (HAV)16 – Gabriel Medina (BRA) x Joel Vaughan (AUS) Feminino Round 1 1 – Yolanda Hopkins (POR) x Tya Zebrowski (FRA)2 – Stephanie Gilmore (AUS) x Sally Fitzgibbons (AUS)3 – Alyssa Spencer (EUA) x Vahine Fierro (FRA)4 – Anat Lelior (ISR) x Brisa Hennessy (CRC)5 – Bettylou Sakura Johnson (HAV) x Bella Kenworthy (EUA)6 – Tyler Wright (AUS) x Francisca Veselko (POR)7 – Erin Brooks (CAN) x Sophie McCulloch (AUS)8 – Isabella Nichols (AUS) x Ulukilupetea Kurop (FIJ) Round 2 1 – Carissa Moore (HAV) x vencedora da bateria 2 do Round 12 – Luana Silva (BRA) x vencedora da bateria 5 do Round 13 – Sawyer Lindblad (EUA) x vencedora da bateria 3 do Round 14 – Caroline Marks (EUA) x vencedora da bateria 7 do Round 15 – Gabriela Bryan (HAV) x vencedora da bateria 1 do Round 16 – Nadia Erostarbe (ESP) x vencedora da bateria 8 do Round 17 – Molly Picklum (AUS) x vencedora da bateria 4 do Round 18 – Lakey Peterson (EUA) x vencedora da bateria 6 do Round 1

    Próxima chamada para o Fiji Pro acontece nesta terça-feira (25), às 16h (de Brasília). Com dez brasileiros na disputa, previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    A oitava etapa do Championship Tour (CT) 2026 desembarca em um dos palcos mais desejados do surfe mundial. O Fiji Pro chega com Italo Ferreira na liderança do ranking, dez brasileiros na disputa e uma previsão que pode colocar a famosa esquerda de Cloudbreak em boas condições ao longo dos próximos dias. Clique aqui para ver ao vivo A primeira chamada acontece às 16h30 desta segunda-feira (24), no horário de Brasília, com possível início da competição às 17h. Em Fiji, onde o calendário já estará na terça-feira (25), a chamada será às 7h30, com possível início às 8h. A janela segue até 4 de setembro. A etapa marca o retorno do elenco completo do CT a Cloudbreak pela primeira vez desde 2017. Em 2024, Fiji voltou ao calendário e, no ano passado, recebeu o WSL Finals, quando Yago Dora e Molly Picklum conquistaram seus primeiros títulos mundiais. Swell a caminho A previsão aponta poucas ondas logo no início da janela, com Cloudbreak pequeno ou praticamente flat durante boa parte do primeiro dia da janela em Fiji. Mas o swell começa a ganhar força ao longo do dia e pode chegar ao fim da tarde com ondas de 1,5 metros de face. A grande mudança aparece já no segundo dia de janelta. Um swell mais consistente deve colocar Cloudbreak na faixa de 3 metros de face durante todo o dia, com séries maiores. A previsão também indica ventos favoráveis, formando o primeiro cenário realmente forte para a realização da competição. Com ondas consistentes, existe ainda a possibilidade de a organização recorrer às baterias no sistema dual heat, com duas disputas acontecendo simultaneamente, para acelerar o cronograma e aproveitar a sequência de boas condições. No terceiro dia de janela, o swell já começa a perder força, mas a parte da manhã ainda pode apresentar quase 3 metros de face, com séries ocasionais maiores. A tendência é de redução gradual durante a tarde, ainda com condições favoráveis. Na sequência, um novo reforço de sudoeste pode manter Cloudbreak na faixa de 2,5 metros pés de face pela manhã do dia seguinte, sem necessariamente provocar novo aumento significativo de tamanho, mas trazendo mais energia e ajudando a prolongar o período de boas ondas. E o maior swell pode ainda estar por vir A também melhora de cenário para os dias 30 e 31 de agosto. Dois sistemas aparecem com potencial para produzir ondas da altura da cabeça até alguns pés acima, possivelmente acompanhadas por vento leve. Mas é a reta final da janela que começa a chamar mais atenção. Entre 2 e 4 de setembro, cresce a possibilidade da chegada de um swell forte e de longo período em Cloudbreak. A previsão aponta a presença de um sistema sólido. A confiança também vem aumentando na possibilidade de que as maiores ondas de toda a janela aconteçam justamente no início de setembro. Por se tratar de uma previsão de longo prazo, o cenário ainda pode mudar nos próximos dias. Cloudbreak para todos os tamanhos Considerada uma das melhores esquerdas do planeta, Cloudbreak quebra sobre um extenso recife de coral e muda completamente de personalidade dependendo do tamanho do swell. Em condições menores, oferece paredes longas e oportunidades para um surfe de alta performance. Quando o Pacífico Sul ganha força, a onda se transforma e passa a produzir tubos grandes, rápidos e extremamente pesados. O amplo campo de competição também reúne diferentes seções e exige leitura precisa do lineup. Depois de receber uma etapa pós-corte em 2024 e o WSL Finals em 2025, Cloudbreak volta agora a colocar todo o elenco do Championship Tour dentro d’água. É a primeira vez que isso acontece desde 2017. Italo chega de amarelo Entre os brasileiros, os olhos estarão principalmente sobre Italo Ferreira. Depois da semifinal em Teahupoo, o potiguar recuperou a lycra amarela e chega a Fiji isolado na liderança do ranking mundial. O campeão mundial de 2019 soma uma vitória, um vice-campeonato e dois terceiros lugares na temporada. Apesar de seu surfe de frontside e da capacidade nos tubos combinarem com Cloudbreak, Italo ainda busca um grande resultado no pico fijiano. A etapa também tem peso especial para Yago Dora. Foi justamente em Cloudbreak que o brasileiro conquistou seu primeiro título mundial, no WSL Finals de 2025. Atual terceiro colocado no ranking, Yago chega ao Fiji Pro buscando recuperar terreno na disputa pelo bicampeonato. Gabriel Medina completa outro capítulo importante da presença brasileira. Bicampeão da etapa, com vitórias em 2014 e 2016, o tricampeão mundial é, ao lado de Yago, um dos únicos brasileiros que já venceram em Cloudbreak. Dez brasileiros em Fiji O Brasil terá nove representantes no masculino e Luana Silva no feminino. Italo Ferreira, Yago Dora, Gabriel Medina, Miguel Pupo, Samuel Pupo, João Chianca, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Mateus Herdy formam o contingente brasileiro entre os homens. Mateus é o único brasileiro escalado para o Round 1 masculino e enfrenta o australiano Jarvis Earle na terceira bateria. Os demais brasileiros entram posteriormente na competição. Além dos principais nomes do Tour, Fiji terá três wildcards: os locais Teo Degei e Ulukilupetea “Tea” Kurop, vencedores das seletivas fijianas, e o australiano Jarvis Earle, campeão mundial júnior de 2022. Kurop faz história como a primeira mulher de Fiji a disputar uma etapa do Championship Tour. Com o líder mundial de amarelo, um campeão mundial retornando ao palco onde conquistou seu título, dez brasileiros na disputa e diferentes pulsos de swell previstos ao longo dos próximos dias, Fiji abre uma das janelas mais promissoras da temporada. E, se os modelos de previsão realmente confirmarem o que começam a indicar para o início de setembro, o melhor de Cloudbreak pode ficar justamente para o final. Baterias do Fiji Pro 2026 Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Teo Degei (FIJ)3 – Mateus Herdy (BRA) x Jarvis Earle (AUS)4 – Ramzi Boukhiam (MAR) x Oscar Berry (AUS) Round 2 1 – Marco Mignot (FRA) x Seth Moniz (HAV)2 – Ethan

    Com dez brasileiros na disputa, janela do Fiji Pro abre nesta segunda-feira (24), com primeira chamada às 16h30 (de Brasília). Previsão indica swell a caminho para os primeiros dias em Cloudbreak.

    ATUALIZAÇÃO: 21/08/2026, às 12h36 (horário de Brasília) Victor Bernardo e sua esposa, Johnni, apresentam evolução no quadro de saúde após o grave acidente de carro sofrido na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois já passaram por cirurgias e, segundo Mike Townsend, manager do surfista, estão conscientes, de bom humor e otimistas. Victor sofreu uma fratura na perna e um ferimento grave acima do joelho. O brasileiro passou por uma nova cirurgia na quarta-feira. Inicialmente, os médicos instalaram uma estrutura externa para estabilizar a perna, mas o equipamento já foi retirado. Segundo Townsend, a evolução indica a possibilidade de uma recuperação mais rápida do que se imaginava inicialmente. Johnni também passou por uma cirurgia considerada bem-sucedida. Ela sofreu uma hemorragia interna no abdômen e fraturas na face em consequência do acidente. Os ferimentos foram tratados cirurgicamente. De acordo com Townsend, os dois permanecem positivos diante de tudo o que enfrentaram nos últimos dias. Até o momento, nenhum deles tem previsão de alta hospitalar. Abaixo, você confere a matéria publicada originalmente sobre o acidente: O guarujaense Victor Bernardo e a esposa, Johnni, permanecem hospitalizados depois de sofrerem um grave acidente de carro na Califórnia, nos Estados Unidos, na noite do último domingo (16). O veículo em que o casal estava se envolveu em uma colisão com um caminhão. Vitinho foi levado de helicóptero ao hospital. O surfista sofreu uma fratura na perna e precisará passar por cirurgia. Johnni foi transportada de ambulância e também permanece sob cuidados médicos. De acordo com as informações divulgadas até o momento, o quadro dela inspira mais atenção, mas não há risco de morte. As circunstâncias exatas da colisão e o local onde ela aconteceu não foram divulgados. O cineasta Logan Dulien, amigo do casal, afirmou que o acidente poderia ter sido fatal e que os dois deverão enfrentar um longo período de recuperação. A notícia mobilizou a comunidade internacional do surfe nas redes sociais. Mick Fanning, Coco Ho, Kanoa Igarashi, Raimana Van Bastolaer e Mikey February estão entre os nomes que manifestaram apoio ao casal. Natural do Guarujá (SP), Victor Bernardo, conhecido também como Vitinho, ganhou projeção ainda jovem no surfe brasileiro. Em 2013, aos 16 anos, conquistou o título brasileiro Pro Junior, em uma geração que também revelou nomes como Italo Ferreira e Caio Ibelli. Ao longo da carreira, disputou etapas do circuito de acesso à elite mundial e competições em diferentes países. Nos últimos anos, Victor passou a dedicar maior parte da carreira ao free surf e à produção de conteúdo ligado ao surfe. O brasileiro se estabeleceu na Califórnia e continuou diretamente ligado ao esporte. Victor nasceu em 8 de fevereiro de 1997 e tem a Praia do Tombo, no Guarujá, como sua onda favorita. Neste momento, toda a equipe do Waves deseja muita força a Victor e Johnni e torce por uma recuperação completa e tranquila do casal. Veja mais sobre Vitinho: Album Surf retrata perfeição Novo capítulo da Album Victor Bernardo inspirado no Havaí Victor Bernardo poderoso Victor Bernardo performático Sopa de peixe Victor Bernardo na estileira Papo com Victor Bernardo Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Waves (@waves.com.br)

    Surfista brasileiro Victor Bernardo e sua esposa Johnni são hospitalizados após colisão nos Estados Unidos. Atleta sofreu fratura na perna e precisa passar por cirurgia.

    Teahupoo mostrou mais uma vez por que é uma das etapas mais aguardadas do Circuito Mundial. Tubos, notas altas, baterias apertadas e eliminações de alguns dos principais nomes da temporada marcaram a sétima parada do Championship Tour 2026, o Outerknown Tahiti Pro. Seth Moniz e Erin Brooks ficaram com os títulos. Para o Brasil, o grande destaque foi Italo Ferreira, que chegou às semifinais e deixou a Polinésia Francesa na liderança do ranking mundial. Primeira vitória de Seth Moniz Seth Moniz viveu em Teahupoo o maior momento de sua carreira no Championship Tour. Em sua sétima temporada na elite, o havaiano conquistou sua primeira vitória no CT ao derrotar Griffin Colapinto na decisão. A campanha foi construída desde o Round 1. No caminho até o título, Seth passou por Eimeo Czermak, Yago Dora, Barron Mamiya e Alan Cleland antes de encontrar Italo Ferreira nas semifinais. Depois de superar o brasileiro, derrotou Griffin na decisão. Na final, Seth venceu por 18,17 a 14,67, garantindo o primeiro troféu de sua carreira no CT. O resultado também provocou uma grande mudança em sua temporada: ele saltou 12 posições e chegou ao 19º lugar no ranking. Italo veste a lycra amarela Italo Ferreira chegou ao último dia de competição como principal esperança brasileira e avançou às semifinais ao derrotar Ethan Ewing nas quartas. O potiguar começou a bateria com um tubo para 5,33 e depois encontrou uma onda que rendeu 7,17. Na reta final, ainda conseguiu um 8,33 para fechar a disputa com 15,50 pontos contra 11,94 do australiano. Na semifinal contra Seth Moniz, Italo chegou a abrir boa vantagem. O brasileiro liderava por 12,50 a 5,50, mas o havaiano cresceu na parte final da bateria, recebeu 7,83 e 7,93 e virou o confronto. Seth avançou com 15,76 contra 13,83, enquanto Italo terminou a etapa na terceira colocação. Mesmo eliminado, o saldo do brasileiro foi importante na corrida pelo título mundial. Com os 6.085 pontos conquistados em Teahupoo, Italo chegou a 39.930 pontos e abriu 5.000 de vantagem sobre Leonardo Fioravanti, vice-líder. O Brasil ainda ocupa quatro das cinco primeiras posições do ranking: além de Italo na liderança, Yago Dora aparece em terceiro, Miguel Pupo em quarto e Gabriel Medina em quinto. Erin Brooks vira final e conquista o título No feminino, Erin Brooks protagonizou uma reação na decisão contra Anat Lelior. A israelense abriu vantagem e chegou à metade da bateria com duas ondas excelentes, 8,33 e 8,00. Brooks reagiu primeiro com um 8,27 e depois encontrou outro tubo para 8,93, assumindo a liderança. A canadense venceu por 17,20 a 16,33. Foi a primeira vitória de Erin como integrante fixa do Championship Tour. A canadense, de 19 anos, havia começado o Finals Day eliminando a atual campeã mundial e defensora do título da etapa, Molly Picklum, e depois passou por Isabella Nichols na semifinal. Com o resultado, Brooks subiu sete posições e chegou ao 11º lugar do ranking. Anat Lelior também deixou Teahupoo com o maior resultado de sua carreira. O vice-campeonato representou a primeira final de um surfista de Israel no Championship Tour. Slater desafia o tempo Aos 54 anos, Kelly Slater foi um dos grandes personagens da etapa. O 11 vezes campeão mundial eliminou Gabriel Medina em um dos confrontos mais aguardados do campeonato e fez isso com uma atuação que entrou para os destaques do ano. Slater somou 19,06 pontos na bateria, mostrando mais uma vez sua sintonia com Teahupoo. Sua campanha terminou nas oitavas de final, diante de Jack Robinson, mas não antes de o norte-americano voltar a deixar sua marca no campeonato onde construiu alguns dos maiores momentos de sua carreira. Brasileiros em Teahupoo Além da semifinal de Italo, João Chianca, Alejo Muniz e Miguel Pupo chegaram às oitavas de final. Miguel foi superado por Griffin Colapinto, enquanto Chumbinho e Alejo também se despediram nesta fase. Gabriel Medina havia sido eliminado anteriormente por Kelly Slater. No feminino, Luana Silva caiu no Round 2 diante da portuguesa Yolanda Hopkins. Próxima parada: Fiji Encerrado o Tahiti Pro, o Championship Tour permanece no Pacífico Sul. A próxima etapa será disputada em Cloudbreak, Fiji, com janela entre 25 de agosto e 4 de setembro. “A gente segue na disputa. É uma longa jornada e tenho que colocar o pezinho no chão para trabalhar campeonato a campeonato” Italo Ferreira, campeão mundial de 2019 Italo chega à próxima etapa com a lycra amarela, mas evita antecipar qualquer possibilidade de disputa pelo segundo título mundial. O brasileiro já definiu também seu próximo objetivo: conquistar pela primeira vez a etapa de Fiji. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS)

    Seth Moniz conquista primeira vitória no CT, Erin Brooks vence entre as mulheres e Italo Ferreira deixa o Taiti na liderança do ranking após chegar às semifinais do Outerknown Tahiti Pro 2026.

    A próxima chamada o Outerknown Tahiti Pro 2026 acontece nesta segunda-feira (10) às 14h (de Brasília). Depois de mais de um mês de paralisação desde o Rio Pro, em Saquarema, o Championship Tour da WSL retorna para uma das ondas mais desafiadoras do planeta: Teahupoo, no Taiti. Clique aqui para assistir ao vivo no site da WSL Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Teahupoo A janela de competição acontece entre os dias 8 e 18 de agosto. Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, o Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos no Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feito de surfista para surfista, o Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. Ranking Mundial após 7 etapas 1 Italo Ferreira (BRA) — 39.930 pontos2 Leonardo Fioravanti (ITA) — 34.9303 Yago Dora (BRA) — 33.9504 Miguel Pupo (BRA) — 30.4505 Gabriel Medina (BRA) — 28.6106 Ethan Ewing (AUS) — 28.5757 George Pittar (AUS) — 26.7058 Griffin Colapinto (EUA) — 26.2909 Samuel Pupo (BRA) — 25.64010 Liam O’Brien (AUS) — 23.18515 João Chianca (BRA) — 19.04517 Filipe Toledo (BRA) — 18.15024 Alejo Muniz (BRA) — 13.96030 Mateus Herdy (BRA) — 10.240 Chaves de baterias Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.17 x 3.93 Oscar Berry (AUS)2 Luke Thompson (AFS) 5.50 x 0.77 Matthew McGillivray (AFS)3 Seth Moniz (HAV) 14.50 x 14.17 Eimeo Czermak (TAH)4 Eli Hanneman (HAV) 4.53 x 16.23 Kelly Slater (EUA) Round 2 1 Kauli Vaast (FRA) 13.50 x 10.16 Crosby Colapinto (EUA)2 Samuel Pupo (BRA) 5.00 x 6.00 Alan Cleland (MEX)3 Yago Dora (BRA) 14.33 x 15.97 Seth Moniz (HAV)4 Marco Mignot (FRA) 7.84 x 9.07 Barron Mamiya (HAV)5 Filipe Toledo (BRA) 1.63 x 4.06 Connor O’Leary (JAP)6 Italo Ferreira (BRA) 9.17 x 1.87 Luke Thompson (AFS)7 Liam O’Brien (AUS) 9.33 x 7.83 Jake Marshall (EUA)8 Ethan Ewing (AUS) 14.17 x 12.33 Joel Vaughan (AUS)9 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.50 x 15.67 Ramzi Boukhiam (MAR)10 Morgan Cibilic (AUS) 15.90 x 17.83 João Chianca (BRA)11 Kanoa Igarashi (JAP) 4.00 x 7.07 Alejo Muniz (BRA)12 George Pittar (AUS) 14.16 x 7.50 Cole Houshmand (EUA)13 Gabriel Medina (BRA) 16.10 x 19.06 Kelly Slater (EUA)14 Jack Robinson (AUS) 18.20 x 17.40 Callum Robson (AUS)15 Griffin Colapinto (EUA) 19.60 x 8.50 Rio Waida (IND)16 Miguel Pupo (BRA) 13.50 x 1.94 Mateus Herdy (BRA) Round 3 1 Kauli Vaast (FRA) 12.00 x 12.34 Alan Cleland (MEX)2 Seth Moniz (HAV) 12.10 x 9.04 Barron Mamiya (HAV)3 Connor O’Leary (JAP) 10.33 x 11.66 Italo Ferreira (BRA)4 Liam O’Brien (AUS) 6.66 x 7.67 Ethan Ewing (AUS)5 Ramzi Boukhiam (MAR) 14.00 x 9.10 João Chianca (BRA)6 Alejo Muniz (BRA) 2.10 x 13.66 George Pittar (AUS)7 Kelly Slater (EUA) 8.46 x 15.00 Jack Robinson (AUS)8 Griffin Colapinto (EUA) 16.67 x 15.17 Miguel Pupo (BRA) Quartas de final 1 Alan Cleland (MEX) 1.50 x 13.66 Seth Moniz (HAV)2 Italo Ferreira (BRA) 15.50 x 11.94 Ethan Ewing (AUS)3 Ramzi Boukhiam (MAR) 17.74 x 8.84 George Pittar (AUS)4 Jack Robinson (AUS) 11.50 x 11.83 Griffin Colapinto (EUA) Semifinais 1 Seth Moniz (HAV) 15.76 x 13.83 Italo Ferreira (BRA)2 Ramzi Boukhiam (MAR) 8.37 x 15.40 Griffin Colapinto (EUA) Final 1 Seth Moniz (HAV) 18.17 x 14.67 Griffin Colapinto (EUA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 1.67 x 4.16 Anat Lelior (ISR)2 Tya Zebrowski (FRA) 2.00 x 6.90 Erin Brooks (CAN)3 Isabella Nichols (AUS) 8.77 x 7.13 Vahine Fierro (FRA)4 Stephanie Gilmore (AUS) 3.90 x 4.73 Yolanda Hopkins (POR)5 Alyssa Spencer (EUA) 5.00 x 1.93 Bella Kenworthy (EUA)6 Bettylou Sakura Johnson (HAV) 4.44 x 6.00 Brisa Hennessy (CRC)7 Nadia Erostarbe (ESP) 8.67 x 4.66 Francisca Veselko (POR)8 Tyler Wright (AUS) 4.57 x 5.34 Kelia Gallina (TAH) Round 2 1 Caroline Moore (HAV) 8.90 x 11.83 Erin Brooks (CAN)2 Molly Picklum (AUS) 9.50 x 3.56 Alyssa Spencer (EUA)3 Sawyer Lindblad (EUA) 6.67 x 7.16 Isabella Nichols (AUS)4 Lakey Peterson (EUA) 4.73 x 4.90 Nadia Erostarbe (ESP)5 Gabriela Bryan (HAV) 1.46 x 12.73 Anat Lelior (ISR)6 Caroline Marks (EUA) 5.50 x 8.27 Kelia Gallina (TAH)7 Luana Silva (BRA) 3.97 x 10.17 Yolanda Hopkins (POR)8 Caity Simmers (EUA) 13.50 x 1.33 Brisa Hennessy (CRC) Quartas de final 1 Erin Brooks (CAN) 13.50 x 3.27 Molly Picklum (AUS)2 Isabella Nichols (AUS) 7.83 x 7.26 Nadia Erostarbe (ESP)3 Anat Lelior (ISR) 9.50 x 6.53 Kelia Gallina (TAH)4 Yolanda Hopkins (POR) 12.33 x 6.90 Caity Simmers (EUA) Semifinais 1 Erin Brooks (CAN) 15.10 x 11.17 Isabella Nichols (AUS)2 Anat Lelior (ISR) 12.50 x 3.43 Yolanda Hopkins (POR) Final 1 Erin Brooks (CAN) 17.20 x 16.33 Anat Lelior (ISR))

    Confira ao vivo o Outerknown Tahiti Pro 2026 e participe dos comentários e debates no nosso fórum, durante as etapas da WSL.

    Etapa Natal chegou ao fim neste domingo nas areias da Praia de Miami com vitórias de Daniella Rosas e Douglas Silva. Com status QS 4.000 da World Surf League (WSL), a etapa é válida tanto para o ranking sul-americano 2026/27 da WSL South America quanto para o Circuito BB na temporada. O domingo começou com as Quartas de Final masculina, seguidas pelas Semifinais nos dois naipes, e na sequência foi a vez da grande decisão em ambas as categorias, com aumento de tempo para 35 minutos por confronto para dar mais tranquilidade aos competidores na escolha das ondas no litoral potiguar. Douglas Silva desbanca líder do ranking para celebrar a vitória Em um duelo entre Santa Catarina e Pernambuco, Douglas Silva (BRA) conquistou sua primeira vitória no Circuito Banco do Brasil de Surfe, superando o catarinense Luan Wood (BRA), líder do ranking do QS sul-americano e do Circuito BB, embalado pelo título da etapa de Imbituba. Em uma final eletrizante na Praia de Miami, Douglas começou forte e abriu a disputa com uma onda 8,50, e Luan respondeu logo na sequência, marcando 8,07 pontos ao trabalhar muito bem as manobras de base-lip. Luan precisava de 7,14 pontos para virar o resultado e ainda teve uma última oportunidade quando os dois surfistas conseguiram pegar ondas a menos de 30 segundos do fim, mas o  catarinense recebeu 6,50 e não conseguiu a virada, confirmando Douglas Silva como grande campeão da etapa de Natal. “Primeiramente, agradecer a Deus por esse momento. Estou muito feliz, estava me sentindo bem desde o começo do evento. Estava leve. Quero agradecer a todos pela torcida, aos meus patrocinadores que acreditam no meu sonho e no meu futuro, ao meu coach Alan… Aproveitar pra dar um feliz Dia dos Pais pra todo mundo. Muito feliz de sair com a primeira vitória no Circuito BB. Seguir firme e forte trabalhando, o trabalho não para”, celebra o campeão, que completa: “Eu sempre falo pra todo mundo que nossa vida é ganha nos mínimos detalhes e é algo que eu tenho trabalhado bastante com meu coach. Estamos ajudando muito isso. 1% melhor a cada dia. Deus colocou pessoas boas na minha vida e está dando certo. A gente trabalha todos os dias para que dê certo e a gente está colhendo os resultados“. Trajetória impecável começa nas semifinais As semifinais masculinas do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocaram frente a frente dois dos surfistas que mais se destacaram no evento. Douglas Silva eliminou o campeão da etapa de 2025, Israel Junior (BRA), por 16,84 a 12,67 pontos, deixando o potiguar em combinação. O duelo foi marcado pelo confronto entre dois aerialistas: Israel ainda arriscou mais um superman, repetindo o feito das quartas, mas foi Douglas quem construiu a vitória com um surfe de borda muito forte, tanto de backside quanto de frontside, garantindo duas notas de critério excelente (8,67 e 8,17).  Em grande fase, Douglas chegou à decisão com uma campanha praticamente perfeita em Natal. Antes da final, Dodô já mostrava confiança em suas declarações:  “Eu tô muito leve, muito tranquilo. Eu realmente vim aqui pra sair com o título, estou muito focado nessa etapa (…) Essa é minha meta“. Na semifinal anterior, Luan Wood confirmou o favoritismo e superou Rafael Barbosa (BRA) por 14,70 a 13,67, garantindo vaga na decisão. Luan chegou a Natal na liderança do ranking depois das duas primeiras etapas e vinha de uma sequência consistente: no sábado, venceu suas duas baterias, incluindo uma onda 7,67 que foi decisiva para avançar às quartas. Rafael também chegou forte, ocupando posição de destaque no ranking e tendo como antecedente recente um duelo apertado contra Luan. A vitória colocou Luan na final contra Douglas, em um confronto que reúne o líder do QS sul-americano e o atleta que chega embalado por um dos melhores momentos da temporada. Peruana supera Maria Eduarda Cesar e conquista o título  A final feminina do Circuito Banco do Brasil de Surfe – Etapa Natal colocou frente a frente experiência e nova geração. De um lado, Maria Eduarda Cesar (BRA), uma das promessas do surfe brasileiro com apenas 18 anos, disputando a primeira final de sua carreira no Circuito BB. Do outro, a peruana Daniella Rosas (PER), atleta olímpica, tricampeã sul-americana da WSL e atual campeã do circuito Banco do Brasil, que chegou à segunda final em duas etapas disputadas em 2026. Em 2025, Daniella foi ainda campeã em São Sebastião e em Imbituba. Em uma decisão de 30 minutos, Dani venceu por 9,07 a 9,84 pontos, administrando bem a escolha das ondas e a prioridade nos minutos finais. Duda apostou principalmente nas direitas em frente ao palanque, mas a peruana foi mais eficiente na leitura do mar. O resultado reforça a consistência de Daniella em eventos no Brasil.  “Estou super agradecida. Poder ganhar aqui é super especial. Venho de uma sequência não muito boa no Challenger, mas estou feliz de poder ganhar aqui. Em Imbituba não foi meu grande dia (na final contra a Sophia Medina), e aqui fiquei o mais tranquila possível e ajustei meus erros. Estou feliz e agradecida”, celebra a campeã, que projeta os próximos passos:  “Agora vou pra casa, porque faz muito tempo que não vou pra lá. Saio para a Espanha, depois volto para o Brasil para a etapa do Espírito Santo… Tenho bons resultados no Brasil e quero manter isso constante. Estou totalmente focada nos Challengers. Esse ano me sinto muito melhor, estou super feliz em todos os sentidos. Agradecida de estar aqui, de ganhar aqui. A verdade é que estou muito feliz”, finaliza Dani.  Atleta BB, Tainá Hinckel (BRA) e Alexia Monteiro (BRA) encerraram suas participações na semifinal, terminando o evento em terceiro lugar no geral.  Resultados Circuito Banco do Brasil de Surfe em Etapa Natal Masculino Quartas de final 1 Luan Wood (BRA) 11.60 x 8.70 Wesley Leite (BRA)2 Rafael Barbosa (BRA) 13.50 x 12.23 Gabriel Klaussner (BRA)3 Israel Junior (BRA) 14.00 x 12.03 Ryan Kainalo (BRA)4 Douglas Silva (BRA) 15.10 x

    Pernambucano Douglas Silva conquista primeira vitória no Circuito Banco do Brasil, e peruana Daniella Rosas vence no feminino na etapa de Natal, disputada na Praia de Miami (RN).

    A Defesa Civil mantém alertas para ventos fortes nesta sexta-feira (7) em áreas do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, com rajadas que podem chegar a 100 km/h no litoral paulista. A situação já provocou ventos de 97,2 km/h em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, durante a noite de quinta-feira (6). Clique aqui para ver a previsão das ondas em SP Clique aqui para ver a previsão das ondas no RJ No estado de São Paulo, a previsão é de alerta vermelho nesta sexta e no sábado (8), com destaque para o litoral, a faixa leste e regiões de serra. A Defesa Civil chegou a enviar alertas severos aos celulares da população do litoral sul e da Baixada Santista até Bertioga. A força do vento já pôde ser sentida em diferentes pontos da costa paulista. Além dos 97,2 km/h registrados em Itanhaém na noite de quinta, os ventos chegaram a 90 km/h em Mongaguá no período noturno. Na manhã desta sexta, Caraguatatuba registrou rajadas de 49,3 km/h. Também houve registros de 37,6 km/h em Santos, 36,7 km/h em Cananéia, 31,2 km/h em Mongaguá e 31,1 km/h em Ilhabela. A Baixada Santista está entre as regiões com previsão de ventos fortes e maior risco no estado. Bertioga, Caraguatatuba, São Sebastião e Ubatuba suspenderam as aulas da rede pública nesta sexta-feira. Segundo a Defesa Civil, a ventania pode provocar queda de árvores e placas, destelhamentos, interrupções no fornecimento de energia, dificuldades no tráfego, impactos em aeroportos e agitação marítima. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Agência SP (@agenciaspoficial) Rio de Janeiro também recebe alerta No Rio de Janeiro, a Defesa Civil estadual também emitiu um alerta severo para ventos e chuva forte na manhã desta sexta-feira. A mensagem enviada aos celulares alertou para vento forte nas próximas horas e orientou a população a evitar deslocamentos. A cidade do Rio entrou em Estágio 2 ainda na noite de quinta-feira, diante da previsão de intensificação dos ventos entre quinta e domingo (9). As aulas das redes municipal e estadual foram suspensas nesta sexta por precaução. As condições para um vendaval se intensificaram com a combinação entre um ciclone e uma frente fria, e os ventos podem passar dos 90 km/h na Região Metropolitana do Rio. Para esta sexta, a previsão indica rajadas fortes, entre 52 e 76 km/h, e muito fortes, acima de 76 km/h, a partir da manhã. Atenção redobrada no litoral A ventania está associada à chegada de um ciclone extratropical à região Sul do país e exige atenção especial de quem está no litoral. Além dos ventos fortes, há previsão de ressaca. No estado de São Paulo, nove das 16 regiões administrativas estão em alerta vermelho, incluindo Santos e o Vale do Paraíba e litoral norte. Além dos riscos provocados pelo vento em terra, a Defesa Civil paulista inclui a agitação marítima entre os possíveis impactos das condições meteorológicas. O cenário reforça a necessidade de atenção de quem pretende frequentar praias ou realizar atividades no mar durante o período de maior intensidade dos ventos. No domingo (9), a previsão para São Paulo passa para alerta amarelo, com as rajadas se deslocando gradualmente em direção ao Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Corpo de Bombeiros Militar/ RJ (@corpodebombeiros_rj)

    Litoral paulista está entre as áreas de maior atenção nesta sexta-feira (7), enquanto Rio de Janeiro também recebe alerta para ventos fortes. Rajadas já chegaram a 97,2 km/h em Itanhaém.

    O Circuito Banco do Brasil de Surfe retorna ao Rio Grande do Norte para mais uma etapa da temporada de 2026. Entre os dias 7 e 9 de agosto, a Praia de Miami, em Natal, recebe pela terceira vez uma das principais etapas do calendário da WSL South America, válida pelo Qualifying Series (QS) 4.000. E, entre os principais nomes da competição, um atleta chega cercado de expectativa: o potiguar Mateus Sena, campeão da etapa em 2024 e um dos favoritos para repetir o feito diante da torcida. Em cinco anos, o Circuito Banco do Brasil de Surfe consolidou-se como a principal plataforma de desenvolvimento do surfe profissional sul-americano. Já foram 21 etapas realizadas, mais de duas mil inscrições e mais de 700 atletas únicos, de 15 nacionalidades, reforçando a importância da competição para a formação de novos talentos. “Cada etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe representa muito mais do que uma competição. É uma oportunidade de fortalecer o surfe brasileiro, criar caminhos para a nova geração de atletas e aproximar ainda mais o esporte das comunidades onde ele nasceu e se desenvolveu. Natal reúne todos esses elementos o que faz elevar a expectativa de realizar mais um grande evento e seguir consolidando o circuito como a principal plataforma de desenvolvimento do surfe profissional na América do Sul”, evidencia Ivan Martinho, presidente da WSL América Latina. O Rio Grande do Norte tem tradição na modalidade, revelando nomes como Italo Ferreira, campeão olímpico e mundial da WSL, Jadson André, que permaneceu por 13 temporadas na elite do Championship Tour, além de atletas como Joca Junior, Marcelo Nunes, Danilo Costa, Aldemir Calunga, Alan Jhones e Israel Junior. Agora, Mateus Sena busca escrever mais um capítulo dessa história. Foi justamente na Praia de Miami que o surfista viveu um dos momentos mais marcantes da carreira. Em 2024, conquistou o título da etapa e também da temporada do Circuito Banco do Brasil de Surfe. Na decisão, arrancou uma nota 8.50 na última onda, a menos de dois minutos do fim da bateria, para virar sobre Adauto Sena e levantar o troféu diante da praia lotada. “A conquista de 2024 foi um dos momentos mais marcantes da minha carreira. Foi o primeiro título sul-americano da história do Rio Grande do Norte em um evento desse porte, e isso torna essa vitória ainda mais especial. Guardo lembranças muito boas daquele dia, com minha família, meus amigos e todas as pessoas que me viram crescer acompanhando da praia. Tudo isso me dá ainda mais confiança, porque sei que já consegui uma vez e agora vou em busca de repetir esse resultado”, destaca Mateus. No ano seguinte, a tradição foi mantida com mais um título potiguar, desta vez conquistado por Israel Junior. Agora, em 2026, os dois surfistas entram na disputa com a chance de se tornarem os primeiros bicampeões da etapa de Natal. Competindo novamente diante da família, dos amigos e da torcida local, Mateus afirma chegar mais preparado para lidar com a responsabilidade de correr em casa. “Depois de já ter vencido uma etapa, chego mais leve, focado e tranquilo, sabendo que o trabalho foi feito. Me preparei da melhor forma, cuidando da alimentação, treinando o corpo e a mente, dentro e fora da água, e isso me dá muita confiança. Poder contar com minha família, meus amigos e com as pessoas que me viram crescer, na praia onde tudo começou, torna esse momento ainda mais especial. Espero poder retribuir todo esse apoio com um grande resultado”, afirma. Além do aspecto esportivo, o surfista destaca o impacto que a realização de uma etapa da WSL pode gerar para o estado e para os jovens atletas da região. “É muito importante para o desenvolvimento do surfe no Rio Grande do Norte. O estado tem ondas de qualidade e muitos surfistas talentosos que ainda não estão no radar do cenário nacional e internacional. Um evento desse porte cria oportunidades para que esses atletas mostrem seu potencial. Além disso, o histórico recente mostra a força do surfe potiguar, com títulos conquistados em 2024 e 2025 por atletas da casa. Espero que este ano a gente possa manter essa tradição”.

    Campeão do circuito em 2024 na Praia de Miami, natalense Mateus Sena volta a competir em casa em busca de manter a hegemonia potiguar em etapa do Circuito Banco do Brasil.