Circuito Banco do Brasil

Laura e Lucas dominam Itaúna

Laura Raupp e Lucas Vicente são vencedores do Circuito Banco do Brasil de Surfe, encerrado neste domingo na Praia de Itaúna, Saquarema (RJ).
Circuito Banco do Brasil, Praia de Itaúna, Saquarema (RJ)

Um cenário perfeito fechou a quarta edição do Maior Festival de Surfe da América do Sul, com Sol, praia cheia e altas ondas na Praia de Itaúna. Os catarinenses Lucas Vicente e Laura Raupp, conquistaram os títulos da segunda etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe, derrotando o argentino Franco Radziunas e a peruana Arena Rodriguez Vargas nas finais do QS 5000 do Saquarema Surf Festival.

Arena já tinha sido campeã da competição do Pro Junior, numa dobradinha peruana no alto do pódio com Kalea Gervasi. E no Longboard, Evelin Neves e Alexandre Escobar festejaram as vitórias, com Rayane Amaral e o peruano Matias Maturano sendo vice-campeões.

A Capital Nacional do Surf é a única cidade do mundo, a sediar as três principais competições da World Surf League. A primeira foi o Saquarema Surf Festival, com status máximo do Qualifying Series que terminou neste domingo. A próxima é o Vivo Rio Pro apresentado por Corona, com a elite mundial do World Surf League (WSL) Championship Tour (CT) se apresentando nos dias 22 a 30 de junho.

E de 12 a 20 de outubro, tem o Corona Saquarema Pro apresentado por Banco do Brasil fechando o Challenger Series 2024, também na Praia de Itaúna. Já a terceira etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe, será o QS 3000 nos dias 22 a 26 de maio na Praia do Francês, em Marechal Deodoro, no litoral sul de Alagoas.

Troféu Leo Neves com seus filhos Valentin e Leo (Foto: Thiago Diz / 213 Sports)

O Saquarema Surf Festival é a única etapa na América do Sul com status QS 5000 e os vencedores têm seus nomes registrados no Troféu Leo Neves. As vitórias valiam a liderança nos rankings da WSL South America, que classificam sete homens e três mulheres para o Challenger Series, circuito de acesso para a elite da WSL.

Esta competição foi válida como segunda etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe e Laura Raupp repetiu a vitória conquistada na primeira, em Torres (RS). Ela e Arena Rodriguez já haviam decidido o título do Pro Junior, que a peruana venceu. Mas na final do QS 5000, a catarinense deu o troco e conquistou a sua sétima vitória em etapas do Qualifying Series, mantendo a liderança nos rankings da WSL South America e do Circuito Banco do Brasil.

“Nossa, eu estou muito feliz (já chorando de emoção). No ano passado, eu vim pra Saquarema correr o QS 5000, que era muito importante, acabei perdendo cedo no evento e passei sufoco o ano inteiro. Eu acabei ganhando várias etapas de 1.000 pontos, que não ajudaram muito no ranking. Então, esse ano eu vim com a meta de ganhar o QS 5000, pra não passar esse sufoco de novo”, foram as primeiras palavras de Laura Raupp, ao chegar na arena do evento. Ela seguiu muito emocionada, falando sobre a tão desejada vitória.

Laura Raupp (Crédito da Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

“Eu até me emocionei aqui, mas foi objetivo dado e objetivo cumprido. Nesse ano eu consegui soltar meu surfe, só que a final foi bem difícil, porque o mar mudou bastante e a onda ficou muito balançada. Mas consegui fazer duas notas ali, para levar esse troféu pra casa. É uma sensação única e, com certeza, essa é a vitória mais importante da minha carreira, um QS 5000. Mais especial ainda ser aqui em Saquarema, onde já vim tantas vezes e corri Pro Junior, QS e o Challenger aqui. Agora, finalmente ganhei esse QS 5000 que desde 2021 estou sonhando com esse título, para botar meu nome ali no Troféu Leo Neves”.

A final feminina do QS 5000 começou ao meio-dia, no domingo de praia lotada e boas ondas em Itaúna. Esta era a terceira final consecutiva da Laura Raupp em etapas do QS e a segunda vitória seguida no Circuito Banco do Brasil de Surfe. A bateria começou com notas baixas, até a brasileira achar uma direita boa para mostrar o seu surfe.

Ela fez um grande arco e finalizou com uma batida forte na junção, para ganhar 6,67. Arena passou a precisar de 6,31 e Laura ainda aumentou a vantagem para 7,14, com uma nota 4,17. Arena também pegou uma direita para fazer uma manobra forte de frontside, mas a nota sai 6,07 e a vitória de Laura Raupp foi confirmada por 10,84 a 9,77.

Arena Rodriguez, Franco Radziunas, Laura Raupp, Lucas Vicente (Foto: Thiago Diz/213 Sports)

Última final – Já a última decisão do Saquarema Surf Festival, começou forte com Lucas Vicente largando na frente, com notas 6,17 na primeira onda e 6,00 na segunda. Antes do argentino Franco Radziunas conseguir responder à altura, o catarinense destruiu uma direita com duas pancadas verticais de backside, que arrancaram nota 8,17 dos juízes. Foi a maior do domingo na Praia de Itaúna.

O argentino então saiu pegando várias ondas, sem escolher muito e conseguiu 5,67 na sétima que surfou. Com essa nota, ele ainda precisava de 8,67 para vencer e o máximo que tirou foi 5,83. Lucas Vicente controlou a vantagem até o fim e festejou a sua primeira vitória em etapas do QS, derrotando Franco Radziunas por 14,34 a 11,50 pontos.

“Acho que hoje eu aprendi realmente que aqui é o Maracanã do surfe e estou muito feliz pela vitória”, disse Lucas Vicente. “Eu consegui sentir o apoio de toda a torcida e só tenho que agradecer a Deus, minha família, todo mundo que me ajudou nos momentos mais difíceis e foi muito irado. Demorou 22 anos para eu conseguir minha primeira vitória no QS e foi alucinante. Eu já tinha feito finais, semifinais, mas nunca tinha ganho, então quando fiz aquele 8, achei que era meu dia. Foram os 22 minutos mais longos da minha vida, mas deu tudo certo, estou feliz e quero agradecer todo mundo que encheu a praia hoje. Esse é o meu primeiro campeonato da temporada e agora é manter o foco, para conseguir mais resultados bons como esse. É isso o que eu procuro esse ano”.

Lucas Vicente (Crédito da Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

A vitória de Lucas Vicente ratificou o domínio catarinense neste início da temporada 2024/2025 da WSL South America. Na primeira etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe em Torres, Laura Raupp e Matheus Navarro festejaram os títulos.

Agora na segunda, Laura Raupp ganhou mais uma e Lucas Vicente conseguiu vencer uma etapa do QS pela primeira vez. Os dois receberam dois troféus pelas vitórias no domingo, do Circuito Banco do Brasil de do Saquarema Surf Festival. Laura Raupp e Lucas Vicente terão agora os seus nomes escritos no Troféu Leo Neves, que registra os vencedores da etapa do QS do evento realizado pela 213 Sports em memória ao bicampeão brasileiro e apresentado pela Prefeitura de Saquarema.

Finais do Pro Junior – Antes das finais do QS 5000 válido pelo Circuito Banco do Brasil de Surfe, foram disputadas as outras quatro decisões do Saquarema Surf Festival. As primeiras foram as da categoria Pro Junior Sub-20, com a feminina sendo um confronto direto entre Brasil e Peru.

As condições do mar estavam difíceis e a bateria acabou sendo de notas baixas. Laura Raupp até começou bem com nota 5,00, mas depois entrou numa onda que a prioridade de surfar era da peruana Kalea Gervasi, campeã Pro Junior do Saquarema Surf Festival no ano passado.

Com a penalidade de cortar uma das duas notas computadas, Laura Raupp saiu da briga do título e terminou em quarto lugar. Essa era a terceira final dela neste evento para surfistas com até 20 anos de idade e tinha vencido a segunda em 2022. A outra brasileira era a atual campeã sul-americana Pro Junior, Isabelle Nalu, que não achou boas ondas para mostrar o seu surfe e ficou em terceiro lugar.

No minuto final, Arena Rodriguez Vargas fez a sua melhor onda e a nota 5,43 garantiu a sua segunda vitória no Circuito Sul-americano Pro Junior de 2024. A primeira etapa foi no Peru e o resultado se repetiu, com ela sendo campeã, com Kalea Gervasi em segundo lugar.

Arena Rodriguez Vargas (Crédito da Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

“Estou muito feliz por ganhar a categoria Pro Junior aqui em Saquarema. Era a minha meta quando vim pra cá e acabei indo pra final do QS também, então foi até mais do que eu esperava”, disse Arena Rodriguez Vargas, que lidera o ranking sul-americano Pro Junior com 100% de aproveitamento.

“Estou emocionada com a Kalea (Gervasi) na final de novo comigo e a bateria foi difícil, mas estou feliz que tudo acabou bem a meu favor. Agora vou descansar um pouco, porque ainda tem a final do QS, então tenho que focar de novo”.

A final masculina do Pro Junior foi a segunda do Saquarema Surf Festival a rolar no domingo e foi mais bem disputada. Leo Casal começou melhor com 6,67, mas o local de Saquarema, Rickson Falcão, passou a frente com 5,83 e 5,67 nas duas primeiras que surfou.

O cearense Cauet Frazão não iniciou bem, mas achou uma esquerda que abriu a parede para combinar três pancadas de backside que valeram 7,17. Rickson ainda recuperou a ponta, até o cearense pegar outra esquerda e mandar um batidão embaixo do lip. A nota 5,33 confirmou a vitória de Cauet Frazão por 12,50 pontos, contra 11,93 do Rickson Falcão, 11,37 do Leo Casal e 8,26 do Lucas Rosario, quarto colocado.

Cauet Frazão (Crédito da Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

“É um sentimento indescritível, estou muito feliz e quero agradecer a toda minha família, que nunca desistiu de mim e sempre me apoiou”, destacou o cearense Cauet Frazão, que mora na capital carioca. “Agradeço também meus patrocinadores, a Pena e o Akio, pelas pranchas mágicas. Só gratidão por tudo que vem acontecendo, porque esse ano eu não tinha passado nenhuma bateria ainda nesses campeonatos grandes. Quando passei a primeira, embalou e agora ganhei a final, então estou muito feliz e muito emocionado”.

Finais do Longboard – O Longboard também terminou com o capixaba Alexandre Abolição e a carioca Evelin Neves festejando as suas primeiras vitórias no Saquarema Surf Festival e no Circuito Sul-americano da modalidade praticada em pranchões, que remetem ao início do esporte de surfar ondas.

Evelin Neves fez a melhor apresentação na final e a nota 6,00 decidiu a vitória por 10,10 pontos. Em segundo lugar ficou Rayane Amaral com 8,67, seguida pela líder do ranking sul-americano, Kate Brandi, com 4,46 e Ayllar Cinti ficou em quarto com 3,50 nas duas notas computadas.

Evelin Neves (Crédito da Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

“O mar está muito desafiador e acho que, independente de ganhar, as meninas que entraram nessa final, são todas vitoriosas, porque realmente as condições estavam bem difíceis lá dentro”, disse Evelin Neves.

“Fiquei até com as pernas bambas, sem saber onde ficar lá dentro, mas é obvio que tem uma estratégia no meio disso tudo e eu consegui botar em prática, graças a Deus. É a vitória mais importante desde que eu comecei a competir. Eu não corri a etapa do Uruguai, mas estar aqui em Saquarema é muito especial e é uma vitória muito importante, que com certeza, vai ficar na minha história”.

Também muito feliz ficou o capixaba Alexandre Escobar, que igualmente se emocionou bastante com a primeira vitória da sua carreira em eventos de Longboard da World Surf League. O campeão na etapa do Uruguai, realizada em fevereiro, Jefson Silva, parecia que ia ganhar mais uma depois de dar um show com as manobras clássicas no bico do pranchão, que arrancaram nota 7,83. O vencedor do Saquarema Surf Festival no ano passado e vice-campeão no Uruguai, Matias Maturano, era outro favorito.

Mas, Alexandre Escobar correu por fora e somou notas 7,03 e 6,50, para conquistar o título por 13,53 pontos, contra 12,66 do Matias Maturano, 9,06 do líder do ranking, Jefson Silva, com Anderson Silva em quarto com 6,27.

Alexandre Escobar (Crédito da Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

“Só tenho gratidão a todos meus patrocinadores, meus amigos, à Deus, minha família, meu amigo Romoaldo que está comigo, a equipe e todos pelo carinho gigantesco pela gente”, disse Alexandre Escobar, muito emocionado.

“Foram 10 dias de luta, 10 dias de batalha treinando, se dedicando, pedindo pra Deus, levantando as mãos pro ceu e Ele honrou, Ele me deu a vitória. Demorou, mas chegou o meu dia. Como o mar subiu bastante, eu preferi optar pela escolha das melhores ondas. Como o Jefson já tinha uma nota boa, eu precisava esperar por uma boa para garantir a vitória. Foi isso, deu certo e estou muito feliz”.

Campeões sul-americanos – Antes da cerimônia de premiação dos finalistas do Circuito Banco do Brasil de Surfe e do Saquarema Surf Festival, os campeões sul-americanos da última temporada da WSL South America, receberam os seus troféus no pódio. A única ausência foi da Tainá Hinckel, que já estava no aeroporto embarcando para disputar as duas primeiras etapas do Challenger Series na Austrália.

A sua amiga e também surfista, Yanca Costa, recebeu o seu troféu. O campeão sul-americano Mateus Herdy também vai viajar nesse domingo, mas pegou o seu troféu no pódio, assim como os campeões da categoria Pro Junior Sub-20, Isabelle Nalu e Ryan Kainalo.

Isabelle Nalu, Ryan Kainalo, Mateus Herdy e Yanca Costa com o troféu da Tainá Hinckel (Foto: Thiago Diz / 213 Sports)

A Prefeitura de Saquarema apresentou o Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves com realização da 213 Sports, vertical de esportes da V3A. O evento licenciado pela WSL Latin America, valeu como segunda etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2024 e aconteceu com patrocínios do Banco do Brasil, Cerveja Sol, Monster Energy, G-Shock e Verde Campo, apoio de TVB Shorts, Juçai Orgânico e Castelhana Praia Hotel, parceria institucional da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ) e Associação de Surf de Saquarema (ASS). A competição foi transmitida ao vivo pelo WorldSurfLeague.com e pelo canal da WSL Brasil no YouTube.

Sobre a 213 Sports: Fundada por Pedro Dau de Mesquita, Yuri Binder, Bernardo Montenegro e Marcelo Montenegro, a 213 Sports nasceu em 2012. Em 2021, a agência foi adquirida pela V3A e, desde então, responde como vertical de esportes, que integra o pilar de Ventures da companhia.

Focada em marketing esportivo, a 213 Sports já realizou mais de 70 projetos para marcas globais e locais, impactando mais de 50 milhões de pessoas no Brasil e no mundo. A 213 Sports vê o esporte como uma plataforma de engajamento e conexão com forte apelo emocional entre as marcas e consumidores, resultando em uma experiência única de sportainment.

Insights estratégicos alinhados com o posicionamento da marca, excelência na execução e resultados mensuráveis com retorno social, sempre que possível, são as bases que sustentam a excelência da 213 Sports.

Responsável por inúmeros cases, a agência se destaca com os projetos: Oi Rio Pro, Sephora Beauty Run, Ceará Kite Pro, WSL House, CamelBak Mountain Race, Casa On Running, Praia Para Todos, Pelé Academia, Saquarema Surf Festival, WTR, Red Bull Pool Clash, SLS Super Crown World Championship, entre outros.

Alexandre Escobar, Evelin Neves, Laura Raupp, Lucas Vicente, Cauet Frazão e Arena Rodriguez Vargas (Foto: Daniel Smorigo / 213 Sports)

Resultados do Circuito Banco do Brasil
Final do QS 5000 Masculino

Campeão: Lucas Vicente (BRA) por 14,34 pts (8,17+6,17) – 5.000 pontos
2.o lugar: Franco Radziunas (ARG) com 11,50 pts (5,83+5,67) – 3.900 pontos

Final do QS 5000 Feminino

Campeã: Laura Raupp (BRA) por 10,84 pts (6,67+4,17) – 5.000 pontos
2.o lugar: Arena Rodriguez Vargas (PER) com 9,77 (6,07+3,70) – 3.900 pts

Final do QS 5000 Masculino

Campeão: Cauet Frazão (BRA) por 12,50 pts (7,17+5,33) – 1.000 pontos
2.o lugar: Rickson Falcão (BRA) com 11,93 pts (6,10+5,83) – 800 pontos
3.o lugar: Leo Casal (BRA) com 11,37 pts (6,67+4,70) – 650 pontos
4.o lugar: Lucas Rosario (BRA) com 10,43 pts (6,10+4,33) – 600 pontos

Final do Pro Junior Feminino

Campeã: Arena Rodriguez Vargas (PER) por 9,53 pts (5,43+4,10) – 1.000 pontos
2.o lugar: Kalea Gervasi (PER) com 7,03 pts (4,70+2,33) – 800 pontos
3.o lugar: Isabelle Nalu (BRA) com 6,44 pts (3,77+2,67) – 650 pontos
4.o lugar: Laura Raupp (BRA) com 5,00 pts (5,00+0,00) – 600 pontos

Final do Longboard Feminino

Campeã: Evelin Neves (BRA) por 10,10 pts (6,00+4,10) – 1.000 pontos
2.o lugar: Rayane Amaral (BRA) com 8,67 pts (4,50+4,17) – 800 pontos
3.o lugar: Kate Brandi (BRA) com 4,46 pts (4,23+0,23) – 650 pontos
4.o lugar: Ayllar Cinti (BRA) com 3,50 pts (2,17+1,33) – 600 pontos

Final do Longboard Masculino

Campeão: Alexandre Escobar (BRA) por 13,53 pts (7,03+6,50) – 1.000 pontos
2.o lugar: Matias Maturano (PER) com 12,66 pts (6,93+5,73) – 800 pontos
3.o lugar: Jefson Silva (BRA) com 9,06 pts (7,83+1,23) – 650 pontos
4.o lugar: Anderson Silva (BRA) com 6,27 pts (5,77+0,50) – 600 pontos

Semifinais – 3.o=5.o lugar (500 pts) e 4.o=7.o lugar (445):

1.a: 1-Alexandre Escobar (BRA), 2-Matias Maturano (PER), 3-Wenderson Biludo (BRA), 4-Jeferson Silva (BRA)
2.a: 1-Anderson Silva (BRA), 2-Jefson Silva (BRA), 3-Heriberto Torres Martinez (MEX), 4-Hideki Duarte (BRA)
Rankings Sul-Americanos da WSL South America após 2 etapas
Top 10 do QS Regional Masculino 2024/2025

1.o: Lucas Vicente (BRA) – 5.000 pontos
2.o: Frlanco Radziunas (ARG) – 3.900
3.o: Igor Moraes (BRA) – 3.192
4.o: Kaue Germano (BRA) – 3.102
5.o: Wesley Leite (BRA) – 2.482
6.o: Edgard Groggia (BRA) – 2.282
6.o: Rickson Falcão (BRA) – 2.282
6.o: Hizunomê Bettero (BRA) – 2.282
9.o: Matheus Navarro (BRA) – 1.800
10.o: Peterson Crisanto (BRA) – 1.775

Top 5 do QS Regional Feminino 2024/2025

1.a: Laura Raupp (BRA) – 6.000 pontos
2.a: Arena Rodriguez Vargas (PER) – 3.900
3.a: Julia Duarte (BRA) – 3.542
4.a: Vera Jarisz (ARG) – 3.042
5.a: Daniella Rosas (PER) – 2.782
5.a: Silvana Lima (BRA) – 2.782

Top 5 do Pro Junior Masculino 2024

1.o: Leo Casal (BRA) – 1.300 pontos
2.o: Cauet Frazão (BRA) – 1.295
3.o: Guilherme Ferreira (BRA) – 1.245
4.o: Rodrigo Saldanha (BRA) – 1.200
5.o: Rickson Falcão (BRA) – 1.095

Top 5 do Pro Junior Feminino 2024
1.a: Arena Rodriguez Vargas (PER) – 2.000 pontos
2.a: Kalea Gervasi (PER) – 1.600
3.a: Laura Raupp (BRA) – 1.100
4.a: Sofia Artieda (PER) – 1.095
5.a: Catalina Zariquiey (PER) – 1.000

Top 5 do Longboard Masculino 2024

1.o: Jefson Silva (BRA) – 1.650 pontos
2.o: Matias Maturano (PER) – 1.450
3.o: Alexandre Escobar (BRA) – 1.295
4.o: Wenderson Biludo (BRA) – 1.000
5.o: Heriberto Torres Martinez (MEX) – 850

Top 5 do Pro Longboard Feminino 2024

1.a: Kate Brandi (BRA) – 1.450 pontos
2.a: Rayane Amaral (BRA) – 1.300
3.a: Ayllar Cinti (BRA) – 1.100
4.a: Luana Soares (BRA) – 1.000
4.a: Evelin Neves (BRA) – 1.000
4.a: Evelyn Gontier (ARG) – 1.000

Aviso: O Waves está implementando novas regras para os comentários postados neste fórum. O objetivo é estimular um debate saudável e de alto nível, estritamente relacionado ao conteúdo da matéria em questão. Só serão aprovadas as mensagens que atenderem a este objetivo. Ao comentar abaixo você concorda com nossos termos de uso.
Os comentários postados não representam a opinião do portal Waves e a responsabilidade é inteiramente do autor de cada mensagem.

0 comentários

Tem uma reclamação, sugestão ou viu algum erro? Fale direto com a equipe Waves — em vez de postar nos comentários.

    Carregando comentários…

    Yago Dora é o campeão do Vivo Rio Pro 2026. O brasileiro derrotou o italiano Leonardo Fioravanti em uma final acirrada, impulsionado pela forte presença da torcida que lotou as areias de Itaúna, mesmo debaixo de chuva e frio. Com mar balançado e ondas com cerca de um metro e meio nas séries, Fioravanti, que chegou à decisão já com o status de novo líder do ranking mundial, repetiu a estratégia da semifinal. O italiano impôs um ritmo forte logo no início da disputa, enquanto Yago optou por ser mais paciente e seletivo na escolha de suas ondas. A tática de Fioravanti rendeu frutos iniciais, deixando-o com um somatório provisório de 8.17 (notas 5.67 e 2.50). No entanto, aos 13 minutos de bateria, Yago Dora encontrou a rampa perfeita, executou um lindo aéreo rodando e levantou a praia ao arrancar um excelente 8.50 dos juízes. Minutos depois, já na metade do confronto, o brasileiro voou novamente. Com outro aéreo bem executado, recebeu um 6.50 e fechou seu somatório em imbatíveis 15.00 pontos. Pressionado, Fioravanti passou a precisar de 9.33 para assumir a liderança. A cinco minutos do fim, o italiano arriscou um ótimo aéreo (sem rotação completa) e diminuiu a diferença com um 7.50. Nos instantes finais, ele precisava de um 7.51 para a virada, mas o mar não colaborou e ele não conseguiu surfar mais nenhuma onda, selando a vitória e o título de Yago Dora pelo placar final de 15.00 a 13.37. Com esse resultado, Yago pulou para o segundo lugar na classificação geral do CT, ficando atrás somente de Fioravanti. Italo Ferreira agora cai para a terceira posição, enquanto Gabriel Medina, eliminado na estreia em Saquarema, ocupa o quarto lugar, seguido por Miguel e Samuel Pupo. Na final feminina, a norte-americana Sawyer Lindblad superou o “fenômeno francês” Tya Zebrowski com duas ondas de pontuações ligeiramente superiores (3.90 e 3.77), fechando seu somatório em 7.67 pontos. Lidando com condições difíceis no mar durante a bateria, Zebrowski lutou bastante e surfou um número muito maior de ondas que sua adversária, em uma tentativa incessante de reverter o placar. No entanto, Tya teve que se contentar com uma pontuação total de 6.10 (3.47 e 2.63) em suas duas melhores apresentações. O esforço não foi suficiente para garantir sua primeira vitória no Championship Tour aos 15 anos de idade, feito que teria estabelecido um recorde histórico da categoria. Adotando uma postura mais estratégica, Sawyer Lindblad vibrou muito com a conquista de sua primeira vitória na carreira no CT. Com o resultado, a surfista norte-americana dá um salto importante e assume a terceira colocação no ranking mundial feminino. Semifinais masculinas A primeira bateria a entrar na água foi a semifinal entre João Chianca e Leo Fioravanti. O italiano abriu o confronto em um ritmo forte, surfando quatro ondas em menos de 10 minutos. Nas três primeiras tentativas, garantiu um 7.00 como sua melhor nota. Na sequência, apostou em um aéreo reverse e arrancou um 6.00 dos juízes. Com isso, Fioravanti pôde se dar ao luxo de descartar um 4.00 e um 5.17, enquanto o brasileiro somava apenas 3.00 pontos naquele momento. Chianca tentou reagir restando pouco mais de 20 minutos para o encerramento da bateria. Depois de aumentar sua nota de descarte para 3.67, o brasileiro pegou uma onda intermediária e executou três rasgadas expressivas para anotar 6.27. Com isso, passou a precisar de um 6.74 para a virada. A poucos minutos do fim, ele arriscou em uma onda com pouco potencial e recebeu apenas um 3.83, pontuação insuficiente para reverter o placar. Com a classificação para a final, Fioravanti garantiu 7.800 pontos e chegou a 33.930 no total, ultrapassando Italo Ferreira (que caiu nas oitavas de final e soma 33.845) e assumindo a liderança do ranking do CT. Vindo de um título inédito em El Salvador, o italiano mostrava grande inspiração na busca pela segunda conquista de sua carreira. O grande obstáculo, no entanto, seria Yago Dora, que chegou à final igualmente embalado após derrotar o australiano Ethan Ewing na outra semifinal com um placar confortável de 14.30 contra 11.67. Isso sem mencionar o forte apoio da torcida brasileira. Quartas de final masculino e semifinais feminino Após uma pausa no domingo, o Vivo Rio Pro retornou à ação na segunda-feira (22) para o seu terceiro dia de competições. Ao longo do dia, a Praia de Itaúna viu definidas as finalistas da categoria feminina e os semifinalistas do masculino, deixando o palco pronto para o aguardado “Finals Day”. A previsão se mostrou muito melhor do que o esperado logo nas primeiras horas. O dia começou com ondas limpas com pouco mais de um metro e meio, permitindo um surfe de alta performance. No entanto, com o passar das horas, o mar perdeu força e as séries ficaram escassas, forçando a organização a paralisar o evento e adiar as baterias decisivas para o próximo chamado. Impulsionado pela energia vibrante da areia, o herói local João Chianca encontrou total sintonia com o oceano. Ele surfou duas excelentes ondas em sequência para colocar a pressão sobre o australiano Morgan Cibilic, que embora tenha surfado a melhor onda da bateria, não foi o suficiente para alcançar o somatório do brasileiro, que garantiu sua primeira semifinal da temporada. O atual campeão do evento, Yago Dora, protagonizou um duelo eletrizante e de notas excelentes contra o compatriota Miguel Pupo. Em uma troca crucial, Pupo arrancou um 8.00 dos juízes, mas Dora respondeu na onda seguinte com um brilhante ataque de frontside que lhe rendeu um 8.50, selando sua classificação para a semifinal. Dora enfrentaria o australiano Ethan Ewing, que virou sua bateria contra Kauli Vaast nos segundos finais, reeditando a grande final do Vivo Rio Pro de 2023. O italiano Leonardo Fioravanti manteve o embalo de sua vitória em El Salvador e frustrou a torcida local ao eliminar Samuel Pupo na primeira bateria do dia. Fioravanti adotou a estratégia de começar forte e manter o ritmo, construindo uma estratégia que Pupo não conseguiu reverter antes do tempo esgotar. Com o melhor

    Etapa brasileira do Championship Tour termina com vitória de Yago Dora. Sawyer Lindblad vence entre as mulheres e Leonardo Fioravanti assume liderança do ranking mundial da WSL, na etapa de Saquarema.

    Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, a Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Clique aqui para assistir ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Saquarema Clique aqui para conhecer a nova fase da Waves Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos na Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feita de surfista para surfista, a Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. O Vivo Rio Pro 2026 abre a janela de competições em Saquarema (RJ) nesta sexta-feira (19). Assista às baterias, compartilhe suas opiniões e participe dos debates ao vivo com outros apaixonados por surfe em nosso fórum abaixo. Campeões das etapas da Elite Mundial do Surfe realizadas no Brasil Ano Campeão Masculino Campeã Feminina 2025 Cole Houshmand (EUA) Molly Picklum (AUS) 2024 Italo Ferreira (BRA) Caitlin Simmers (EUA) 2023 Yago Dora (BRA) Caitlin Simmers (EUA) 2022 Filipe Toledo (BRA) Carissa Moore (HAV) 2019 Filipe Toledo (BRA) Sally Fitzgibbons (AUS) 2018 Filipe Toledo (BRA) Stephanie Gilmore (AUS) 2017 Adriano de Souza (BRA) Tyler Wright (AUS) 2016 John John Florence (HAV) Tyler Wright (AUS) 2015 Filipe Toledo (BRA) Courtney Conlogue (EUA) 2014 Michel Bourez (FRA) Sally Fitzgibbons (AUS) 2013 Jordy Smith (RSA) Tyler Wright (AUS) 2012 John John Florence (HAV) Sally Fitzgibbons (AUS) 2011 Adriano de Souza (BRA) Carissa Moore (HAV) 2010 Jadson André (BRA) — 2009 Kelly Slater (EUA) — 2008 Bede Durbidge (AUS) Sally Fitzgibbons (AUS) 2007 Mick Fanning (AUS) Samantha Cornish (AUS) 2006 Mick Fanning (AUS) Layne Beachley (AUS) 2005 Damien Hobgood (EUA) — 2004 Taj Burrow (AUS) — 2003 Kelly Slater (EUA) — 2002 Taj Burrow (AUS) Melanie Bartels (HAV) 2001 Trent Munro (AUS) Samantha Cornish (AUS) 2000 Kalani Robb (EUA) Layne Beachley (AUS) 1999 Taj Burrow (AUS) Andrea Lopes (BRA) 1998 Peterson Rosa (BRA) Pauline Menczer (AUS) 1997 Kelly Slater (EUA) Pauline Menczer (AUS) 1996 Taylor Knox (EUA) Pauline Menczer (AUS) 1995 Barton Lynch (AUS) Neridah Falconer (AUS) 1994 Shane Powell (AUS) Pauline Menczer (AUS) 1993 Dave Macaulay (AUS) Neridah Falconer (AUS) 1992 Damien Hardman (AUS) Wendy Botha (AUS) 1991 Flavio Padaratz (BRA) — 1990 Fabio Gouveia (BRA) — 1989 Dave Macaulay (AUS) — 1988 Dave Macaulay (AUS) — 1982 Terry Richardson (AUS) — 1981 Cheyne Horan (AUS) — 1980 Joey Buran (EUA) — 1978 Cheyne Horan (AUS) — 1977 Daniel Friedmann (BRA) Margo Oberg (EUA) 1976 Pepê Lopes (BRA) — Vivo Rio Pro 2026 Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 7.00 x Lucas Chianca (BRA) 6.432 Matthew McGillivray (AFS) 11.67 x 5.13 Luke Thompson (AFS)3 Weslley Dantas (BRA) 9.67 x Seth Moniz (HAV) 9.074 Eli Hanneman (HAV) 9.17 x Oscar Berry (AUS) 6.50 Round 2 1 Jack Robinson (AUS) 14.33 x Rio Waida (IND) 12.532 Samuel Pupo (BRA) 11.07 x Alan Cleland (MEX) 8.503 Leonardo Fioravanti (ITA) 12.27 x Weslley Dantas (BRA) 11.604 Liam O’Brien (AUS) 13.93 x Jake Marshall (EUA) 10.835 Morgan Cibilic (AUS) 9.44 x Connor O’Leary (JAP) 9.306 Matthew McGillivray (AFS) 13.53 x Gabriel Medina (BRA) 13.137 João Chianca (BRA) 14.84 x Griffin Colapinto (EUA) 7.178 George Pittar (AUS) 15.00 x Joel Vaughan (AUS) 6.539 Italo Ferreira (BRA) 14.33 x Ramzi Boukhiam (MAR) 10.9710 Kauli Vaast (FRA) 13.73 x Crosby Colapinto (EUA) 11.5011 Ethan Ewing (AUS) 12.66 x Alejo Muniz (BRA) 10.3012 Kanoa Igarashi (JAP) 12.23 x Cole Houshmand (EUA) 11.7713 Yago Dora (BRA) 13.83 x Eli Hanneman (HAV) 12.9014 Marco Mignot (FRA) 12.74 x Barron Mamiya (HAV) 10.4315 Callum Robson (AUS) 14.93 x Filipe Toledo (BRA) 13.0016 Miguel Pupo (BRA) 12.97 x Mateus Herdy (BRA) 10.94 Round 3 1 Samuel Pupo (BRA) 15.84 x 9.94 Jack Robinson (AUS)2 Leonardo Fioravanti (ITA) 16.50 x 13.33 Liam O’Brien (AUS)3 Morgan Cibilic (AUS) 13.40 x 11.50 Matthew McGillivray (AFS)4 João Chianca (BRA) 14.30 x 13.26 George Pittar (AUS)5 Kauli Vaast (FRA) 14.17 x 12.87 Italo Ferreira (BRA)6 Ethan Ewing (AUS) 14.33 x 12.27 Kanoa Igarashi (JAP)7 Yago Dora (BRA) 15.00 x 10.33 Marco Mignot (FRA)8 Miguel Pupo (BRA) 14.03 x 12.17 Callum Robson (AUS) Quartas de Final 1 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.23 x 12.50 Samuel Pupo (BRA)2 João Chianca (BRA) 13.27 x 12.76 Morgan Cibilic (AUS)3 Ethan Ewing (AUS) 13.07 x 12.84 Kauli Vaast (FRA)4 Yago Dora (BRA) 15.67 x 13.33 Miguel Pupo (BRA) Semifinais 1 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.00 x 10.10 João Chianca (BRA)2 Yago Dora (BRA) 14.30 x 11.67 Ethan Ewing (AUS) Final Yago Dora (BRA) 15.00 x 13.17 Leonardo Fioravanti (ITA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 14.50 x Vahine Fierro (FRA) 7.002 Erin Brooks (CAN) 11.26 x Anat Lelior (ISR) 9.503 Nadia Erostarbe (ESP) 10.83 x Yolanda Hopkins (POR) 9.104 Isabella Nichols (AUS) 12.50 x Francisca Veselko (POR) 11.705 Tya Zebrowski (FRA) 8.67 x Stephanie Gilmore (AUS) 7.336 Brisa Hennessy (CRC) 12.00 x Alyssa Spencer (EUA) 7.167 Bella Kenworthy (EUA) 10.10 x Bettylou Sakura Johnson (HAV) 8.938 Tatiana Weston-Webb (BRA) 11.00 x Tyler Wright (AUS) 10.46 Round 2 1 Carissa Moore (HAV) 14.50 x Erin Brooks (CAN) 13.302 Tya Zebrowski (FRA) 14.33 x Lakey Peterson (EUA) 11.033 Nadia Erostarbe (ESP) 8.40 x Molly Picklum (AUS) 7.674 Caitlin Simmers (EUA) 15.10 x Bella Kenworthy (EUA) 13.605 Gabriela Bryan (HAV) 17.33 x Sally Fitzgibbons (AUS) 13.266 Caroline Marks (EUA) 14.00 x Tatiana Weston-Webb (BRA) 13.007 Luana Silva (BRA) 12.47 x Isabella Nichols (AUS) 12.208 Sawyer Lindblad (EUA) 14.03 x Brisa Hennessy (CRC) 9.67 Quartas de Final 1 Tya Zebrowski (FRA) 12.70 x Carissa Moore (HAV) 7.772 Nadia Erostarbe (ESP) 15.83 x Caitlin Simmers (EUA) 12.233 Caroline Marks (EUA) 13.04 x Gabriela Bryan (HAV) 11.904 Sawyer Lindblad (EUA) 12.86 x Luana Silva (BRA) 12.26 Semifinais 1 Tya

    Atendendo a um dos pedidos mais frequentes da comunidade, a Waves traz de volta os comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial.

    A janela para a etapa brasileira do Circuito Mundial abre nesta sexta-feira (19) e se estende até o dia 27 de junho. Com um período de espera curto, de apenas nove dias, a organização precisará aproveitar ao máximo as condições para o surfe na Praia de Itaúna, que felizmente tem previsão de receber swell com potencial logo no início do evento. Para o dia de abertura da competição espera-se o ápice de uma boa ondulação de sul. Com a primeira chamada diária marcada para às 7h, o evento em Saquarema (RJ) promete disputas acirradas, especialmente com os surfistas brasileiros chegando como grandes favoritos após a etapa de El Salvador. Clique aqui para ver a previsão das ondas Clique aqui para participar dos debates No cenário masculino, o Brasil domina o topo da tabela, ocupando cinco das seis primeiras posições do ranking mundial. Italo Ferreira veste a lycra amarela de líder (30.525 pontos), seguido de perto por Gabriel Medina (2º) e Yago Dora (4º). Os irmãos Miguel e Samuel Pupo fecham o pelotão de elite na 5ª e 6ª colocações. João Chianca, que atualmente ocupa a 23ª colocação no ranking, compete em casa e precisa de um bom resultado, uma combinação de fatores que podem fazer dele um dos sufistas mais perigosos nessa etapa. A organização já divulgou os primeiros embates, que reservam fortes emoções para a torcida. Weslley Dantas está confirmado no round 1, assim como Lucas Chumbo, ambos anunciados como convidados do evento. Além disso, o chaveamento já antecipa um duelo 100% nacional no round 2, colocando frente a frente Miguel Pupo e Mateus Herdy em uma bateria eliminatória de alto nível. Mas, apesar da hegemonia brasileira na ponta da tabela, não podemos baixar a guarda. O principal nome a ser observado entre os visitantes é o italiano Leonardo Fioravanti. Atual 3º colocado no ranking, ele desembarca no Rio de Janeiro embalado após conquistar o título da etapa de El Salvador. Outros adversários que exigem atenção são os australianos George Pittar (7º) e Ethan Ewing (9º), conhecidos por um surfe de borda polido que se encaixa muito bem nas ondas de Itaúna, além do atual defensor do título da etapa, Cole Houshmand, que mesmo não estando em grande fase, é sempre perigoso em beach breaks. Jack Robinson (14ª), o “mais brasileiro dos gringos”, é sempre uma pedra no sapato de seus adversários e se sente à vontade competindo no Brasil. O japonês Kanoa Igarashi (8º) e o norte-americano Griffin Colapinto (10º) completam a lista de estrangeiros no Top 10 com arsenal técnico suficiente para surpreender os donos da casa. Previsão das ondas Já no primeiro dia de janela, nesta sexta-feira (19), as séries podem ultrapassar os 2 metros, criando condições de alto nível para a competição, mas também impondo desafios extras aos atletas e à organização. O vento deve soprar terral (norte-nordeste) pela manhã, virando para maral (leste) ao longo do dia, o que pode prejudicar um pouco a formação, mas ainda assim mantendo o mar em condições razoavelmente boas. A previsão Waves aponta sexta e sábado como os dias mais favoráveis para a competição. A ondulação de sul deve diminuir para a faixa de 1,5 metro pela manhã, com vento terral fraco, oferecendo boas condições para o surfe de alta performance. No entanto, a formação pode se deteriorar à tarde, com a entrada de ventos do quadrante oeste e posteriormente de sul. Tudo indica que no domingo o mar estará menor, com séries com menos de 1 metro, com vento terral variável pela manhã e ventos moderados de sul-sudeste à tarde. Se a previsão se confirmar, a realização de baterias matinais no domingo será uma incógnita para a organização. Na segunda e terça-feira as condições podem piorar e, o meio da janela de espera, especialmente entre quarta e quinta-feira, um novo swell pode surgir com ventos não tão favoráveis, porém com a possibilidade de bons momentos. Para o último dia do evento (27), há potencial para o alinhamento de todos os fatores necessários. Contudo, levando em consideração a distância dessa data, os modelos de previsão ainda podem apresentar algum ajuste sobre como as condições se desenrolarão ao final da próxima semana. Além disso, deixar a definição do evento para o último dia da janela representa um risco para a organização. Traremos mais atualizações ao decorrer da janela. Cenário Feminino Entre as mulheres, a havaiana Gabriela Bryan lidera o circuito, seguida de perto pela compatriota Carissa Moore, que também vem de vitória em El Salvador e é sempre uma das favoritas nas ondas potentes de Itaúna. A australiana Molly Picklum (3ª) e o forte esquadrão norte-americano completam a lista de estrangeiras perigosas. Para o Brasil, a grande esperança no topo da tabela é Luana Silva, atual 4ª colocada e vice-campeã da etapa em 2025. O time brasileiro ganha um peso extra com o retorno de Tatiana Weston-Webb. Após abrir mão de competir no início do circuito, a brasileira entra como convidada do evento e terá um desafio duro logo de cara: enfrentará a experiente australiana Tyler Wright (9ª) em uma das baterias mais aguardadas da primeira fase. Para a atual temporada, a WSL anunciou que os vencedores das categorias masculina e feminina receberão, além da premiação oficial em dinheiro da etapa, um veículo avaliado em R$ 342 mil. Com a soma dos valores, o campeão e a campeã poderão acumular uma recompensa próxima de R$ 750 mil. Este montante estabelece um novo marco, tornando-se a maior premiação individual já oferecida em uma etapa do Circuito Mundial disputada em território brasileiro. A premiação histórica, no entanto, é mais um capítulo de um lugar carregado de tradição quando o assunto é surfe brasileiro. Muita história em Saquarema A vocação de Saquarema para o esporte começou a ser forjada no início da década de 1970. Na época, surfistas que desbravavam o litoral fluminense encontraram na então pacata vila de pescadores de Itaúna um cenário de ondas perfeitas e potentes. Durante alguns anos, as ondas do lugar permaneceram um segredo bem guardado entre surfistas

    Palco da etapa brasileira da elite mundial, Saquarema reúne tradição, ondas icônicas, torcida única e uma premiação inédita, que pode render quase R$ 750 mil aos campeões.

    São 28 anos na missão de dar suporte para que os fissurados em ondas estejam no lugar certo, na hora certa. Indicando o caminho, presente no dia a dia dos surfistas brasileiros, o logo da Waves tornou-se reconhecido nacionalmente, e também em âmbito internacional. Bastava ser identificado para que se soubesse que se tratava de conteúdo surfe com a mais alta credibilidade. Neste sentido, tornou-se um ícone, daqueles atrelados para sempre a um significado de compreensão imediata. Mas nem por isso imune à evolução. Foi respeitando a força já consolidada, mas buscando dar mais significado ainda às suas formas, que o recém-assumido líder criativo da plataforma Waves, Felipe Garone, se debruçou sobre o logo. O desafio consistia em tentar melhorar o que já era ótimo, com muita humildade. “Precisávamos respeitar todo um legado construído ao longo de 28 anos. A Waves sempre foi uma marca que pautou cultura, então o rebranding precisava ser sutil, sem perder conexão. Trouxemos fluidez ao logo: o W e as letras, antes muito blocadas, agora respeitam esse movimento, essa fluidez. Atualizamos as cores e deixamos a marca condizente com os tempos atuais. O logo flui, o logo surfa”, observa Felipe Garone. É verdade, como uma ondulação chegando, o novo logo da Waves convida ao surfe. A que o observador deslize por suas formas agora mais arredondadas, lembrando o movimento de sobe e desce do meio líquido que tanto prazer proporciona aos surfistas. É como se a misteriosa energia que cruza oceanos para dar tanto prazer aos surfistas, pudesse agora ser visualizada também no logo.  Para deixar ainda mais claro, Felipe Garone preparou o vídeo acima, no qual divide com os usuários da Waves como esse processo criativo ocorreu. O novo logo integra o conjunto de transformações apresentadas pela Waves em sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso). Pegue essa onda e drope o novo logo da Waves.

    Elemento chave do novo projeto gráfico da plataforma, o icônico logo da Waves ganha forma de ondulação.

    Episódio de estreia da série documental O Pico revela a história da Paúba, desde a era dos nomes falsos e placas pichadas ao campo de treino que ajudou a moldar Gabriel Medina, passando pelo trágico acidente de Taiu Bueno. Toda onda tem uma história. Algumas são escritas em campeonatos, outras em imagens que atravessam décadas. Algumas nascem de momentos de glória, outras carregam marcas deixadas por tragédias que o tempo jamais apaga. Poucas ondas brasileiras reúnem tantos capítulos quanto a Paúba. Ela pertence a uma categoria especial de lugares que habitam conversas de estacionamento, capas de revista, vídeos compartilhados entre amigos e sessões imaginadas durante anos. Há lugares que, mesmo sem terem sido vistos de perto, já ocupam um espaço especial dentro de quem sonha com ondas. Para muitos brasileiros, Paúba é um desses lugares. Escondida entre o mar e a serra no litoral norte paulista, a pequena praia construiu uma reputação capaz de atravessar gerações. Seus tubos pesados, a bancada rasa e as condições frequentemente desafiadoras transformaram o pico em um dos lugares mais respeitados e temidos do surfe nacional. Foi ali que Gabriel Medina desenvolveu parte importante da técnica que o ajudaria a conquistar três títulos mundiais e enfrentar alguns dos tubos mais perigosos do planeta. Foi ali também que o big rider Taiu Bueno sofreu o acidente que mudaria sua vida para sempre. Por trás da fama da Paúba existe uma coleção de histórias. Histórias de pescadores e caiçaras. De fotógrafos, bodyboarders e surfistas. De amizades construídas dentro e fora d’água. De dias perfeitos e acidentes que marcaram profundamente a memória do surfe brasileiro. Durante muitos anos, a localização da Paúba foi protegida como um segredo. Revistas utilizavam nomes falsos para não entregar o pico. Placas eram pichadas para confundir visitantes. Quem encontrava aqueles tubos preferia mantê-los longe dos holofotes. Agora, chegou a hora de contar essa história. Paúba foi escolhida para inaugurar O Pico, nova série documental da Waves criada para explorar algumas das ondas mais emblemáticas do Brasil através das pessoas que ajudaram a construir suas identidades. A série integra o conjunto de novos produtos apresentados pela Waves em sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso). Para contar essa trajetória, a equipe reuniu personagens que viveram diferentes momentos da evolução do pico. Gente que testemunhou a transformação de uma praia quase desconhecida em um dos lugares mais respeitados do surfe nacional. Gente que viu Gabriel Medina chegar ainda menino. Gente que ajudou a escrever capítulos que jamais apareceriam em rankings, resultados ou manchetes. Ao longo do episódio, personagens como Sebastian Rojas, Felipe Paúba, JP Costa, Ditinho, Lúcia Frigerio, Ian Gouveia, Caio Costa, Zecão Rennó e outros nomes que fazem parte da memória da praia ajudam a reconstruir essa trajetória através de relatos raramente registrados em um mesmo lugar. As gravações aconteceram durante um grande swell que atingiu a região no início de maio. Com apoio da previsão do Waves Pro, a equipe mobilizou cinegrafistas locais e registrou um dos maiores dias do ano na Paúba até então. As ondas apareceram exatamente como gostam de se apresentar por lá: agressivas, imprevisíveis, desafiadoras, porém lindas e mágicas ao mesmo tempo. O resultado é um mergulho em uma história que fala de muito mais do que surfe. Fala sobre pertencimento, comunidade e coragem, porque a verdadeira história de uma onda raramente está apenas dentro d’água. Ela vive nas pessoas que cresceram ao seu redor. Nas amizades construídas ao longo dos anos. Nos medos superados. Nas vacas inesquecíveis. Nos tubos que ninguém viu. E nas histórias contadas depois que o mar acalma. Pegar um tubo na Paúba faz parte do imaginário de gerações de surfistas brasileiros, mas para entender de verdade por que esse pequeno trecho de areia exerce tamanho fascínio, é preciso conhecer as histórias que quebram junto com suas ondas. Aperte o play e descubra por que Paúba não é para qualquer um.

    Episódio de estreia da série documental O Pico revela a história da Paúba, dos tempos de segredo e nomes falsos ao pico que ajudou a formar Gabriel Medina e marcou para sempre a vida de Taiu Bueno.

    Feliz. Esse é o melhor adjetivo para descrever o momento que John John Florence vive. Quando ele deixou o Circuito Mundial, logo após conquistar seu terceiro título mundial, escolheu um novo rumo para sua carreira, sem garantia nenhuma de que a difícil decisão iria dar certo. Mas deu, e muito.  É justamente sobre exemplos e escolhas que girou boa parte da descontraída conversa do havaiano com o jornalista Adrian Kojin, que pode ser conferida no primeiro episódio do Wavescast. O podcast, que está sendo lançado pela maior plataforma surfe do Brasil como um dos produtos em destaque na sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso), chega para oferecer aos usuários da Waves o que pensam os maiores nomes do surfe mundial. Ter John John estrelando o primeiro episódio foi sem dúvida um privilégio. Escutar John John explicando que não foram os títulos mundiais de Tom Curren o que mais o marcou na trajetória do lendário californiano, mas sim sua coragem de escolher caminhos diferenciados do que se esperava dele, é revelador. “Eu admirava que ele conseguia fazer o que parecia certo para ele, sem estar preso a uma coisa ou outra”, diz ele ao reverenciar Curren como sua maior influência. Tem também John John celebrando seus outros dois grandes ídolos no surfe. Sobre Kelly Slater, ele se declara impressionado com sua capacidade de continuar performando num nível tão alto, “é incrível que ele consiga, na idade dele, ainda surfar do jeito que surfa”. Quanto ao que sentia ao testemunhar Andy Irons em ação, ele destaca a originalidade nas linhas traçadas, que o deixavam com a “sensação de que ele era imprevisível no que ia fazer na onda”.  No que diz respeito aos surfistas brasileiros no Tour, John John é só elogios. Para ele, a tempestade brasileira continua forte e a chance de mais um título mundial verde amarelo é grande. Sobre sua disputa particular com Gabriel Medina, para ver quem chega ao quarto título mundial antes – que deixou de acontecer esse ano quando ele resolveu partir para outra volta ao mundo velejando com a família – John disse sorrindo que “teria sido muito divertido, Gabriel tem sido um dos melhores. Ele me faz focar de verdade”. São 45 minutos de papo rolando solto e os assuntos são muitos. Dos perigos de surfar sozinho em lugares isolados, ao desejo de avistar o Cristo Redentor do deck de seu catamarã, John John demonstra sempre uma grande satisfação com o estilo de vida que optou em seguir. Ele conta que tem saudades do Tour, mas que não troca nada pelas experiências pelas quais tem passado ao lado da sua mulher e filho de dois anos de idade. Liberdade acima de tudo. Vale muito conferir.

    Estreia do Wavescast traz o tricampeão mundial John John Florence direto do seu veleiro enquanto navega pelo Pacífico, falando de Tom Curren, Kelly Slater, Andy Irons, Gabriel Medina e muito mais.

    Tentar explicar a sensação de surfar para quem não pega onda é uma tarefa complicada. Não sem razão uma das frases mais clássicas de nosso universo tão particular é aquela que diz que “Só um surfista conhece o sentimento”. Desde sempre foi uma das favoritas entre a equipe que faz a Waves. Mas, não faz muito tempo, alguém trouxe outra frase genial escutada para uma reunião de pauta, uma descrição tão apurada do nosso comportamento que ficamos absolutamente fascinados com sua sutileza e precisão: “Nós gastamos anos perseguindo segundos”. Tempo é o bem mais valioso que um ser humano pode ter. Se ele ou ela for um surfista, multiplique por muitas vezes esse valor. Surfistas precisam gastar muito tempo para poder sentir aquela sensação que dura uns poucos, ínfimos e efêmeros, segundos.  Mas é aí que reside o verdadeiro milagre do surfe. Na capacidade que a interação entre homem, prancha e ondas possui de alterar a percepção do tempo. Shaun Tomson, o sul-africano campeão mundial em 1977, considerado um dos maiores embaixadores que o surfe já teve, segue, aos 70 anos de idade, brilhando os olhos ao explicar que “o tempo se expande dentro do tubo”. Enquanto Gerry Lopez, eterno rei de Pipeline, que ainda entuba fundo e com muito estilo, celebra o efeito câmera lenta. “Quanto mais rápido eu deslizo, mais lentamente as coisas parecem acontecer.” Hoje a plataforma Waves pega uma nova onda, em disparada ao futuro, mas sem nunca deixar de reverenciar a essência do surfe. Todo surfista sonha com a onda perfeita, é onde ele quer estar. Por 28 anos esse foi o compromisso da Waves com seus usuários. Agora mais do que nunca. Quando a onda digital despontou no horizonte do surfe, a Waves remou forte e se tornou o primeiro veículo especializado no Brasil a botar pra baixo. Muitas séries vieram depois, e nunca amarelamos.  Mas chegou um momento em que percebemos que o lipe estava ameaçando correr mais veloz do que nossa capacidade de aceleração. Hora de reavaliar o posicionamento, se certificar de que as ferramentas utilizadas estão em sintonia com o desafio à frente e buscar entender ainda mais como podemos ser úteis a quem busca nossos serviços. É isso mesmo, a vocação da Waves é a de servir a comunidade do surfe. Informando, inspirando, indicando quando e onde as melhores ondas estarão acontecendo. Economizando tempo, para garantir mais segundos de onda. Na nossa prioridade é o usuário quem manda, e nesse novo momento estamos abrindo canais para que essa interação aconteça da forma mais eficiente possível.  Atualizamos o visual do site, facilitando a maneira como os surfistas interagem com a previsão, que foi expandida para 16 dias no Waves Pro. Vamos seguir publicando matérias com nossa reconhecida credibilidade, mas buscando ainda mais profundidade. Preservar e fomentar a rica cultura do surfe é um dever nosso, como principal veículo de mídia surfe na América Latina. Nesses tempos velozes, nosso Instagram receberá uma atenção ainda mais apurada, para divulgar o que de mais relevante está acontecendo no universo surfe. Ao mesmo tempo em que destacamos as frases, imagens, tópicos mais significativos de nossa produção editorial.  Nesse sentido, a TV Waves, nosso canal no YouTube, está sendo reinaugurada. Já estão disponíveis o primeiro episódio de “O Pico” e do Wavescast. Teremos muito mais conteúdo preenchendo a grade. Para começar, fomos à praia da Paúba retratar um dia de ondas grandes no campo de treino do tricampeão mundial Gabriel Medina e aproveitamos para contar a história de uma onda na qual tragédia e glória estão próximas demais uma da outra.  No nosso programa de entrevistas, o havaiano tricampeão mundial, John John Florence, responde do meio do Oceano Pacífico às perguntas feitas por Adrian Kojin, que quis entender o que o levou a abandonar as competições para viver com a família a bordo de um catamarã, cruzando os mares do planeta. Estamos apenas no início dessa nova onda que decidimos dropar com toda nossa energia. Muita coisa bacana está sendo programada para que a plataforma Waves se torne cada vez mais o centro em torno do qual gravita uma comunidade de surfistas, que tem as ondas como prioridade em suas vidas. Cada segundo surfado possui um valor enorme. E nós queremos que esses segundos virem minutos, horas, dias, uma vida dentro d’água. Sabemos que isso é impossível, mas nós gostamos de sonhar. Fica o convite para você sonhar com a gente.  NO LUGAR CERTO NA HORA CERTA É ONDE TODO SURFISTA SONHA EM ESTAR A FELICIDADE VEM EM ONDAS E NÓS SABEMOS ONDE E QUANDO

    Em nova fase e com visual remodelado, Waves evolui plataforma, expande seus produtos e reafirma o compromisso de quase três décadas: garantir que os surfistas estejam no lugar certo, na hora certa.

    A quinta etapa do Championship Tour da WSL chegou ao seu dia de encerramento neste sábado (13), nas ondas de Punta Roca, La Libertad, em El Salvador. Após uma breve pausa, o evento retornou com as quartas de final em um mar de boa formação, com ondas com pouco mais de um metro nas séries. O sábado em El Salvador terminou com um resultado histórico para o surfe europeu: Leonardo Fioravanti superou Italo Ferreira e se tornou o primeiro italiano a conquistar um título na elite mundial da WSL. Coroando uma campanha impecável, Fioravanti encerrou a competição sendo dono de três das cinco maiores notas de toda a etapa (9.00, 8.50 e 8.33). Apesar do vice-campeonato, Italo Ferreira deu mais uma prova de sua impressionante resiliência. Apenas dois dias antes do início da janela em Punta Roca, o potiguar sofreu um acidente no mar: foi atingido pela prancha de outro surfista durante uma sessão livre e precisou levar oito pontos no joelho direito. Mesmo assim, competiu em alto nível até o último dia. A grande decisão começou com Fioravanti ditando o ritmo ao abrir a bateria com um high score de 8.33. Italo tentou responder de imediato, mas a onda não ofereceu potencial e rendeu apenas 3.60. Consistente, o italiano logo somou um 6.17, abrindo uma vantagem confortável de 14.50 contra 5.33 do brasileiro. A oito minutos do fim, Italo incendiou a disputa. O potiguar encontrou uma excelente rampa, executou um aéreo perfeito e arrancou um 7.50 dos juízes. No entanto, Fioravanti não deu margem para a virada e, na sequência, cravou um 7.00 para selar o placar. Com 15.33 contra 10.90 do brasileiro, Leonardo saiu da água extasiado para celebrar a conquista inédita para a Itália. Com o resultado em El Salvador, Italo Ferreira garante a manutenção da cobiçada lycra amarela, seguindo na liderança do ranking mundial. Já o campeão Fioravanti dá um salto importante e assume a terceira colocação na corrida pelo título. Na final feminina, a pentacampeã mundial Carissa Moore (HAV) protagonizou uma final eletrizante contra a australiana Tyler Wright e conquistou seu segundo título consecutivo na temporada. Embalada pela vitória recente na etapa de Raglan, na Nova Zelândia, a havaiana mostrou frieza de campeã: encontrou a onda que precisava a menos de cinco minutos do fim e arrancou uma virada espetacular sobre a adversária. A bateria começou morna, com ambas as surfistas arriscando em ondas sem muito potencial. O ritmo mudou quando Carissa anotou um 5.50 em sua segunda tentativa. Tyler respondeu à altura, encaixando boas manobras para arrancar um 7.67. A havaiana não se intimidou e, logo em seguida, cravou a maior nota do confronto: um excelente 8.33. A seis minutos do fim, a australiana voltou a assumir a liderança ao marcar um 6.17. No entanto, mostrando toda a sua experiência, Carissa aproveitou os instantes finais para surfar uma onda decisiva de 6.77. Com a virada no apagar das luzes, a pentacampeã fechou o somatório em 15.10 contra 13.84 de Wright, garantindo a taça. Semifinais O clássico brasileiro entre Italo Ferreira e Gabriel Medina marcou as semifinais. Em uma bateria extremamente acirrada, o potiguar levou a melhor sobre o tricampeão mundial e, com o resultado, garantiu a manutenção da liderança do ranking. A disputa começou quente, com Medina abrindo com uma onda consistente. Combinando batidas e rasgadas, ele arrancou um 7.67 dos juízes. Italo respondeu à altura: encaixou bem na bancada, distribuiu manobras fortes e anotou 7.17. Na sequência, o potiguar arriscou um aéreo em uma nova onda e, mesmo sem completar a aterrissagem com perfeição, conseguiu os pontos necessários para assumir a liderança provisória da bateria. Sem se abalar, Gabriel surfou uma onda bastante técnica, rendendo um 5.67 e devolvendo-lhe a primeira posição. O clímax ficou para os seis minutos finais, quando ambos foram para o tudo ou nada em busca de notas maiores. Italo achou uma excelente onda, cravou 7.53 e virou o placar, somando 14.70. Medina lutou até o fim e ainda elevou seu somatório para 14.17, mas o tempo se esgotou, selando a classificação de Italo que, com o resultado, garantiu a lycra amarela (caso Medina vencesse o campeonato, ele assumiria a primeira posição do ranking). Na outra semifinal masculina em Punta Roca, Leonardo Fioravanti superou Kanoa Igarashi. O surfista japonês liderou boa parte da bateria, mas o italiano manteve o surfe sólido apresentado ao longo de todo o evento. Com uma reação decisiva nos minutos finais, Fioravanti alcançou o somatório de 12.00 e garantiu sua vaga na decisão. Abrindo as semifinais femininas, as havaianas Gabriela Bryan e Carissa Moore caíram na água para um duelo de alto nível. Gabriela começou melhor, anotando 6.50 e somando um 4.83 de backup. No entanto, Carissa Moore usou sua experiência para reverter o cenário: encontrou uma onda excelente, arrancou um 8.17 dos juízes e assegurou a classificação. Na segunda bateria feminina, as australianas Tyler Wright e Molly Picklum disputaram a última vaga para a grande final. Tyler assumiu a liderança logo no início com um expressivo 7.17. Molly chegou a assustar ao surfar a melhor onda do confronto, que lhe rendeu um 7.33, mas Tyler respondeu com um 6.73, fechou a conta e carimbou seu passaporte para a decisão. Quartas de final Dois brasileiros entraram na água neste sábado para as disputas das quartas de final: Italo Ferreira e Gabriel Medina. Italo protagonizou um verdadeiro duelo olímpico contra o taitiano Kauli Vaast, atual campeão de Paris 2024. O brasileiro levou a melhor e avançou à semifinal com um placar de 10.67 contra 8.33. O confronto foi marcado pelo equilíbrio na metade da bateria, quando ambos surfaram ondas parecidas e executaram manobras semelhantes. No entanto, a execução de Italo foi superior, rendendo-lhe um 6.50 contra um 5.00 de Kauli, o que o colocou na liderança. A dez minutos do fim, o potiguar trocou sua segunda nota por um 4.17, enquanto o taitiano somou apenas 3.33. A bateria chegou ao fim com Kauli precisando de um 5.67 para a virada, mas sem sucesso. Já Gabriel Medina teve um

    Italiano Leonardo Fioravanti e havaiana Carissa Moore faturam etapa de El Salvador no Circuito Mundial. Italo Ferreira é vice e mantém liderança do ranking.