Design inovador

Kai Lenny revoluciona guns

Waterman havaiano Kai Lenny cria modelo revolucionário de pranchas para ondas grandes e muda todo conceito utilizado há mais de 40 anos.

 

Quais foram as últimas mudanças significativas em termos de shape e design nos últimos anos? Se considerarmos as releituras de biquilhas, canaletas, wings e pranchas alternativas como principais tendências atuais, perceberemos que pouco mudou nos últimos 30 anos. Podemos dizer que a última tentativa, bem sucedida para ele, mas uma derrocada para outros, foram as pranchas utilizadas por Kelly Slater nos anos 1990, chamadas por Fábio Gouveia em entrevista recente para o Waves, de “palitinhos” por serem extremamente finas e estreitas.

Essas pranchas deixaram de ser usadas assim que todos perceberam que elas só funcionavam com o ET Slater. Após isso, as pranchas seguem sendo construídas com plataformas bem semelhantes, e alguns detalhes que as diferenciam.

A inovação em termos de equipamentos de ponta, geralmente vem da elite do surfe mundial, ou CT, para simplificar. No entanto, o sempre inovador Kai Lenny lançou um vídeo em seu canal no YouTube falando sobre a nova tecnologia para pranchas de ondas grandes desenvolvida por ele, Ian Walsh e Keith Taboul.

A grande mudança nessas pranchas está no bico, que é bem mais grosso do que o das pranchas tradicionais. Segundo Kai, a espessura do bico torna mais fácil remar e entrar nas ondas, além de proporcionar uma maior aerodinâmica. Ele afirma que essa é a maior mudança em suas pranchas desde que começou a surfar. A inspiração para essa alteração veio do Stand Up Paddle e do Hydrofoil.

A boa notícia é que sempre teremos espaço para a evolução. Esse design representa uma nova fase do surf em ondas grandes, pois a partir do experimento, muitas novidades podem ser desenvolvidas. A conferir!

Fonte Kai Lenny

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)