Jogos Olímpicos 2028

Longboard tem proposta

ISA propõe longboard como modalidade olímpica em 2028. Decisão deve sair primeiro trimestre de 2025.

A ISA apresentou uma proposta ao Comitê Olímpico Internacional (COI) para que o longboard se torne modalidade olímpica nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028. A proposta está em fase de revisão pelo COI, e a decisão final está prevista para o primeiro trimestre de 2025.

Essa proposta foi apresentada pela primeira vez em 2022, juntamente com a proposta de inclusão da corrida técnica de SUP. O SUP foi classificado como uma “nova disciplina” e não avançou no processo, o longboard foi considerado um “novo evento” dentro do surfe. Isso quer dizer que o longboard não seria entendido como uma modalidade nova, e sim como uma categoria adicional dentro da modalidade de surfe já existente nos Jogos Olímpicos.

“LA28 está ciente da solicitação de inclusão do longboard que a ISA submeteu ao COI para revisão”, revela Gemma Acheampong, da equipe de Comunicação de LA 2028.

“O número de novos eventos de medalhas potenciais propostos por uma Federação Internacional (IF) ao COI é um processo confidencial gerido pela entidade. Os LA28 estão constantemente monitorando todos os eventos das IF em todos os esportes no programa olímpico e paralímpico de 2028”, ressalta.

“O critério chave para separar uma disciplina de outra é se ela requer um campo de jogo autônomo ou não (e não necessariamente uma comunidade de atletas separada)”, acrescenta Acheampong.

“Portanto, a revisão do COI sobre os novos eventos de medalhas de longboard e sua potencial inclusão faz parte do processo em andamento a ser concluído em março de 2025”, complementa.

“Acho que o longboard tem uma boa chance de ser incluído”, opina Fernando Aguerre, presidente da ISA.

“O nosso último evento foi ótimo. A cada ano cresce em qualidade, tamanho e participação. A participação de gênero estava muito próxima de 50/50”, finaliza.

Fonte Surf Total

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)