Dare

Nova arena digital em ação

Plataforma inovadora Dare transforma desafios esportivos em experiências digitais com audiência e engajamento em tempo real. Já disponível nas lojas de aplicativos no Brasil.

O Dare, plataforma inovadora que transforma desafios esportivos em experiências digitais com audiência e engajamento em tempo real, foi oficialmente lançado nas lojas de aplicativos no Brasil no último mês de junho. Em seus primeiros dias, a plataforma já acumulou mais de 4 mil disputas em vídeo, superando as expectativas iniciais.

Mais do que oferecer entretenimento, o Dare se posiciona como um celeiro de novos talentos esportivos, contando com embaixadores de quatro modalidades: skate (Pedro Barros, 8x campeão mundial e medalhista olímpico), surfe (Lucas Silveira, atleta do Challenger Series), bodysurf (Kalani Latanzi, que surfou Nazaré de peito) e longboard (Phil Rajzman, 3x campeão mundial na modalidade).

Em um momento em que os desafios se consolidam como uma das formas mais eficazes de engajamento nas redes sociais, o Dare entra em cena com foco inicial nos esportes radicais, como surfe e skate. A plataforma funciona como uma arena descentralizada de performance, onde atletas se inscrevem em desafios temáticos, gravam vídeos e recebem votos em tempo real da audiência, com o simples deslizar de tela, inspirada no comportamento mobile-first das redes sociais.

Após uma fase beta com mais de 100 atletas disputando premiações iniciais, a plataforma passou por uma rodada intensa de testes e aprimoramentos. “Aprendemos muito sobre o comportamento dos usuários, suas expectativas em relação a plataformas competitivas e como se engajam com narrativas esportivas digitais. Isso foi fundamental para calibrarmos tanto a experiência do usuário quanto a mecânica de distribuição de visibilidade”, afirma Felipe Caetano, idealizador do Dare.

Uma plataforma alinhada às maiores tendências globais

De acordo com um estudo da Deloitte, 47% da Geração Z se conecta ao esporte mais por meio das redes sociais do que pelas transmissões ao vivo, e 74% dessa geração prefere conteúdo curto, dinâmico e participativo. Paralelamente, a creator economy deve ultrapassar US$ 500 bilhões até 2027 (Goldman Sachs), com criadores esportivos representando uma das categorias com maior potencial de monetização e influência cultural.

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