Tahiti Pro

WSL libera transmissão

WSL libera transmissão do Tahiti Pro pelo site, aplicativo, smart TV e Facebook. Chamada acontece neste domingo (12), às 14 horas (de Brasília).

Depois da polêmica com a etapa de J-Bay, quando a parceria entre WSL e Facebook começou a valer, a entidade divulgou que em Teahupoo a transmissão funcionará como antes: pelo site, aplicativo, smart TV e Facebook.

Durante a etapa do Tour na África do Sul, o novo formato de transmissão gerou polêmica, principalmente entre os usuários que não possuíam conta na rede social.

Outras reclamação envolveram as quedas na transmissão e a impossibilidade de assistir ao evento em língua inglesa, já que o Facebook só liberou a transmissão em português para usuários conectados no Brasil.

A WSL chegou a se desculpar e prometeu que iria trabalhar para melhorar a parceria com o Facebook.

Válido pela sétima etapa do CT, o Tahiti Pro pode começar neste domingo (12) em Teahupoo. A chamada acontece às 14 horas (de Brasília).

Primeira fase

1 Wade Carmichael (AUS), Jeremy Flores (FRA) e Joan Duro (FRA)
2 Jordy Smith (AFR), Ezekiel Lau (HAV) e Ian Gouveia (BRA)
3 Italo Ferreira (BRA), Sebastian Zietz (HAV) e Miguel Pupo (BRA)
4 Gabriel Medina (BRA), Tomas Hermes (BRA) e Wiggolly Dantas (BRA)
5 Julian Wilson (AUS), Joel Parkinson (AUS) e Mateia Hiquily (PLF)
6 Filipe Toledo (BRA), Yago Dora (BRA) e Tikanui Smith (PLF)
7 Willian Cardoso (BRA), Frederico Morais (POR) e Michael February (AFR)
8 Michel Bourez (PLF), Kanoa Igarashi (JAP) e Keanu Asing (HAV)
9 Mikey Wright (AUS), Adriano de Souza (BRA) e Matt Wilkinson (AUS)
10 Griffin Colapinto (EUA), Kolohe Andino (EUA) e Patrick Gudauskas (EUA)
11 Owen Wright (AUS), Adrian Buchan (AUS) e Jessé Mendes (BRA)
12 Conner Coffin (EUA), Michael Rodrigues (BRA) e Connor O´Leary (AUS)

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)