QS 1.000

Sunset bomba na abertura

QS 1.000 começa com bombas maiores de 5 metros em Sunset, Havaí; local de Maui, Jackson Bunch chega perto da nota 10 com bela atuação.

O Sunset Open, evento do QS de nível 1.000, começou na quarta-feira (22) num mar pesado no lado norte da ilha havaiana de Oahu. As direitas do tradicional pico chegaram a 18 pés durante a tarde e um surfista de Maui se destacou.

Jackson Bunch, de 16 anos, arrancou 9.50 após entrar numa bomba de backside com um air drop, e depois pegar um grande tubo. “Vi a onda entrando e sabia que seria boa. Remei atrasado e sabia que seria difícil, mas tive que ir em frente. Logo que completei o drop, me ajeitei e só me segurei no tubo. Foi uma loucura! Essa foi de longe a minha melhor onda aqui em Sunset”, contou o surfista que chegou a ganhar nota 10 de um dos juízes.

Brasileiros – Vinte baterias foram disputadas no primeiro dia da competição, sendo todas as oito da primeira fase e 12 do segundo round. Três brasileiros entraram na água. Philippe Neves caiu na primeira fase e Eric Bahia e Julio Cardoso passaram para o round 3. Luan Hanada e Ryan Kainalo ainda vão estrear.

Próxima chamada – A quinta-feira foi “day off” e a próxima chamada para o Sunset Open acontece nessa sexta, às 14 horas (de Brasília).

Sunset Open
Baterias dos brasileiros
Round 1

1 Eala Stewart (HAV) 9,50 x Landon McNnamara (HAV) 5,00 x Philippe Neves (BRA) 4,90 x Derek Ho (HAV) 1,70

Round 2

5 Eric Bahia (BRA) 10,50 x Kai Martin (HAV) 8,15 x Tony Nunez (HAV) 5,80 x Bem Brantell (EUA) 4,70
9 Lucas Godfrey (HAV) 11,15 x Julio Cardoso (BRA) 9,65 x Love Hodel (HAV) 2,10 x Joshua Chester (HAV) 0,65

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

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Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.