Bells Beach e Peniche

Rip Curl renova licença

Rip Curl segue como patrocinadora principal das etapas do Championship Tour em Peniche e Bells Beach até 2021; mulheres estreiam em Supertubos.

A Rip Curl e a WSL entraram em acordo e renovaram por mais três anos o contrato de licença das etapas de Bells Beach e Peniche do Championship Tour.

A marca australiana também anunciou que o Meo Rip Curl Pro Portugal também receberá a etapa da divisão feminina a partir deste ano, o que não acontece desde 2010 em Supertubos. A janela de espera é de 16 a 28 de outubro.

Já o Rip Curl Pro Bells Beach, etapa mais tradicional do circuito, completa 58 anos nesta temporada e acontece entre os dias 17 e 27 de abril.

“A Rip Curl está celebrando 50 anos em 2019 e o Championship Tour sempre foi parte do que fazemos. Nós adoramos o barulho da buzina pela manhã”, comenta Neil Ridgway, diretor de marketing da Rip Curl.

“Bells Beach e Peniche são etapas muito importantes no CT e estamos entusiasmados em estender nossa parceria com a Rip Curl para apoiar esses eventos até 2021”, acrescenta Sophie Goldschmidt, CEO da WSL.

Gerente geral da Rip Curl em Portugal, José Farinha viu como o evento do CT fez a região de Peniche se desenvolver. “Desde que começamos a realizar o evento em Portugal vimos um grande aumento no turismo de surfe e do esporte no país – e isso touxe efeitos socioeconômicos positivos”, ressalta.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)