Pro France

Herdy é destaque

Série ao Fundo analisa resultados dos brasileiros no Pro France, com destaque para Mateus Herdy.

https://www.youtube.com/watch?v=mOY23g2n1ZI

No último sábado (23) chegou ao fim a terceira etapa do Challenger Series, em Hossegor, na França. O evento era considerado decisivo pra aqueles que ainda sonhavam com uma vaga no CT em 2022. O australiano Connor O’Leary derrotou o experiente Michel Bourez na final com ondas fracas e um swell que mal entrou e logo saiu.

Em peso nas oitavas de final, os brasileiros não corresponderam e foram praticamente liquidados da competição. Porém, com um surfe consistente e bastante personalidade, Mateus Herdy carregou o Brasil até as semifinais, mas as ondas não apareceram e o surfista de Floripa ficou com a terceira colocação no evento. Ele agora ocupa a décima sétima posição no ranking do Challenger.

Com um nono colocado, João Chumbinho pulou para a sexta colocação do G-12 e está cada vez mais próximo de uma vaga na elite mundial. Samuel Pupo e Lucas Silveira também subiram na tabela e agora ocupam a décima quinta e décima sétima posição, respectivamente.

No feminino, Silvana Lima, Tati Weston-Webb e Summer Macedo deixaram a competição logo nos primeiros rounds. Melhor para a Costa Riquenha Brisa Henessy, que surfou muito, conquistou o evento e colocou um pé dentro da elite feminina.

A próxima e última parada do Challenger Series será em Haleiwa, que acontece a partir de 26 de novembro no Havaí.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.