Maresia Ondas do Futuro

Davi e Artur comemoram títulos

Davi Sobrinho vence o Maresia Ondas do Futuro e Artur Silva fatura o bicampeonato do circuito Cearense Profissional.
Maresia Ondas do Futuro, Praia do Futuro (CE)

O terceiro e mais esperado dia do Maresia Ondas do Futuro, última etapa do Circuito Cearense de Surfe 2022, que foi encerrado neste domingo (20), na Barraca Junco, Praia do Futuro, consagrou o surfista local Artur Silva como o grande Campeão Cearense Profissional 2022.

A principal e mais esperada bateria de todas, a grande Final Profissional, iniciou próximo do apagar das luzes. Era nítida a tensão no ar, pois, dois dos atletas travavam um duelo direto pelo título, Edvan Silva, Tetracampeão Cearense Pro e Artur Silva, em busca do Bicampeonato da categoria.

As ações tiveram início logo após o toque da buzina e Michel Roque tratou de mostrar que não estava ali pra brincadeira, pegando uma onda com bom tamanho para desferir um aéreo que levantou a torcida. Na sequência os competidores foram se alternando em boas ondas para mais uma vez mostrar ao público que acompanhava na praia e na transmissão ao vivo pela internet, o alto nível dos surfistas cearenses. A bateria seguiu on fire com os atletas dando show para o público.

A bateria só começou a se desequilibrar quando o local da Praia do Titanzinho, Davi Sobrinho, pegou mais uma excelente onda para atingir uma média acima dos 8 pontos, para assumir a liderança. Davi já havia cravado um 9.25 na Fase 1 da competição e sabia que poderia sair da PF com o título da etapa.

Contudo, o duelo mais eletrizante era travado entre Artur e Edvan. E mesmo com Artur Silva terminando na quarta colocação, Edvan precisava terminar pelo menos na segunda colocação para superar a pontuação de Artur. Contudo, o local da Praia Formosa, terminou em terceiro, adiando mais uma vez o sonho da conquista do Pentacampeonato Estadual.

Com o resultado Artur Silva comemorou muito o resultado e a conquista do Bicampeonato Profissional Estadual. Lembrando que o atleta já tem em sua coleção o título de Campeão Brasileiro Pro, conquistado em 2019.

No final a principal bateria da competição terminou da seguinte forma: Davi Sobrinho em primeiro, Michel Roque em segundo, Edvan Silva em terceiro e Artur Silva na quarta colocação. Com isso a festa foi dupla, com Davi comemorando a conquista da etapa e Artur celebrando o título do circuito.

“Estou muito feliz com essa conquista. É minha primeira vitória no Circuito Cearense Profissional. Há muito tempo venho me dedicando à minha carreira como Pro e esse título veio fortalecer meus objetivos. Acredito que no ano de 2023 continuaremos com o objetivo de sempre evoluir para construir uma carreira sólida e próspera”, declarou o filho do Professor Fera.

Já Artur disse estar muito contente pela conquista e que segue firme na busca de seus objetivos profissionais:

“A felicidade é muito grande. Conquistar esse título aqui, no quintal da minha casa, é motivo de muita alegria pra mim. Poder ver a alegria no rosto de todos que torcem por mim é algo indescritível. Agradeço muito a Deus, meus amigos, família, meus patrocinadores e a todos que acreditam no meu trabalho”, falou emocionado, Artur.

E no último dia de competição tivemos também um grande show protagonizado pelos competidores e competidoras da categoria mais clássica dentre todas, a Longboard.

Na Long Masc O show foi comandado por Eliz Silva, que deu mais um show para faturar a categoria e de quebra abocanhar o título do circuito tornando-se o mais novo Campeão Cearense de Longboard. Gabriel Halen terminou em segundo, Robson Nascimento ficou na terceira colocação e João Pedro finalizou em quarto.

Entre as mulheres o destaque ficou por conta da vitória de Sol Tostes na Longboard Feminino. A atleta tem evoluído muito nos últimos meses e saiu da PF com o troféu de campeã da etapa. Rafaela Silva ficou na segunda colocação e Lucélia Vaz terminou na terceira colocação, com Flora Arruda se consagrando como Campeã Cearense 2022 da modalidade.

Na Longboard Master o grande destaque ficou por conta da atuação de mais um atleta que vem despontando, Natinho Rodrigues. O mais famoso Repórter Fotográfico do surfe cearense não se intimidou com a presença de grandes nomes e mostrou todo o seu talento em cima do pranchão para conquistar o lugar mais alto do pódio e fazer a festa dos amigos e até mesmo dos adversários. Com o resultado Natinho se tornou Campeão Cearense da categoria em um dia de muita festa e celebração para ele. Em segundo ficou Carlos Alexandre, com Carlos Clécio (Jeri) em terceiro e o veterano Marcelo Bibita completando o pódio na quarta colocação.

Entre os Legends Marcelo Bibita encarou Cardoso Júnior em uma bateria Homem x Homem com o título da categoria já nas mãos. Mesmo assim, Cardoso não perdoou e utilizou de todas as suas “armas” para superar Bibita e vencer a bateria.

Categorias do Surf Adaptado mostram seu valor – O terceiro e último dia de evento também foi o dia de assistirmos as performances dos atletas das categorias Surfe Adaptado Open e Surfe Adaptado Cadeirante.

Na Open o destaque foi a atuação de Boneco, que já tem vaga garantida pro Mundial que irá rolar na Califórnia. O surfista mostrou todo o seu poder de superação para vencer Rafael Saraiva, o segundo colocado, e Gilmário Guimarães, que completou o pódio na terceira colocação.

Na Surfe Adaptado Cadeirante o grande destaque foi a performance de Diego Mendonça, o grande vencedor. Contudo, mais um nome merece destaque, o do veterano e ativista do Surfe Adaptado Mercinho. Local do Paracuru, Mecinho já levanta essa bandeira do surfe adaptado há muito tempo e agora começa a colher os frutos de sua luta vendo a categoria crescer significativamente. Em terceiro ficou Juan Yuri e na quarta colocação, Carlos Weslei.

A Federação de Surf do Estado do Ceará comunica que a Segunda Etapa do Circuito Cearense de Surfe Adaptado acontecerá entre nos dias 4 e 5 de dezembro durante a realização da Clínica de Surfe Adaptado, na Capital Cearense, evento que definirá o ranking estadual 2022 e consequentemente, os Campeões do Circuito.

Campeões do segundo dia do evento – No segundo dia de competição conhecemos os campeões das principais categorias amadoras.

Na Open, provando a grande fase, Raoni Rocha comandou as ações para faturar a principal categoria entre os amadores superando Jeová Rodrigues, Luiz Demétrio e Anderson Guilherme. Com o resultado Raoni conquistou mais um título, agora o de Campeão Open 2022 e se consolidou definitivamente como o principal nome dentre os amadores no estado do Ceará, já que além da Open, ele também já tinha conquistado o título de Campeão Cearense Sub 18 com a vitória na categoria ainda na sexta-feira (19). Pra se ter uma ideia, nas últimas duas etapas Raoni venceu ambas e agora começa a vislumbrar uma possível profissionalização em muito breve.

Entre os Masters o grande campeão foi Phelipe Maia, que estava on fire, cravando nada menos que um 9.50 em uma onda que ele, literalmente, moeu, para arrancar a média mais alta do evento. Em segundo ficou Felipe Martins, que apesar de ter feito uma excelente apresentação, não conseguiu superar o (quase) homônimo Phelipe e terminou na segunda colocação. Em terceiro ficou o carismático Itim Silva e completando o pódio na quarta colocação, Adriano do Santos. Com o resultado Phelipe Maia conquistou o título de Campeão Cearense Master 2022. Vale salientar que nesta final tivemos três grandes nomes do surfe cearense que estão recuperados de sérias lesões, Phelipe Maia e Felipe Martins (joelho) e Adriano do Santos (coluna), provando que cada vez mais a medicina contribui para a longevidade das carreiras dos atletas.

Entre os Kahunas o grande campeão da etapa foi Rogério Dantas, com Fábio Silva na segunda colocação, Alessandro Nogueira em terceiro e Luciano Cavalcante. A curiosidade aqui é que, dos três finalistas, apenas Alessandro Nogueira não é local do Titanzinho. Com o resultado, Zé Roque se isolou na liderança do Ranking e conquistou o título cearense da categoria.

Na Feminino Sub 18 a grande campeã da etapa foi Vitória Carneiro, com Gabriely Queiroz na segunda colocação e Rilary Silva em terceiro lugar. Apesar do resultado a grande campeã do Circuito foi a paraibana Ana Luiza, que já havia conquistado o título vencendo as outras três etapas do certame na categoria.

Finalizando as categorias que definiram seus campeões no ano de 2022 tivemos a Local, com Alysson, Pierre, L7 e Júnior Alves compondo o pódio na primeira, segunda, terceira e quarta colocações, respectivamente.

Campeões do primeiro dia do evento – O Maresia Ondas do Futuro foi um evento que ficou marcado desde o primeiro dia por fortes emoções já que no dia de abertura do evento já foram definidos os detentores dos títulos estaduais das categorias Sub 14, Sub16 e Sub 18.

Na Sub 14 o grande nome foi Phelipe Silva. O local da Praia da Taíba mostrou estar no rip das competições, chegando na PF embalado pela vitória na penúltima etapa e já dando as cartas para carimbar a segunda vitória consecutiva na categoria, conquistando assim inatingíveis 2.729 pontos. Phelipe comemorou muito o resultado com a família. Completando o pódio da etapa tivemos em segundo Carlos Halen, em terceiro Nicolas Silva e em quarto Carlos Emanuel.

Na Sub 16 o destaque ficou por conta da excelente atuação de John John Alves. O local da Praia Formosa abusou do seu talento para manobras de borda para arrancar dos árbitros os melhores somatórios e conquistar o topo do pódio. Contudo, quem comemorou a conquista do Título Estadual da categoria foi Alessandro Costa, que apesar de não ter vencido nenhuma das quatro etapas, finalizou o ano somando três segundas colocações que o garantiram no topo do Ranking 2022. Alessandro Costa ficou em segundo, com Jonathan Santo e Carlos Halen completando o pódio da etapa na terceira e quarta colocações, respectivamente.

Na Sub 18 tivemos mais um campeão alcançando o topo da etapa e do ranking simultaneamente, com o talentoso Raoni Rocha. Com um surf progressivo e variado, Raoni deu um verdadeiro show para vencer mais uma etapa (ele já havia sido campeão da segunda etapa) e assinalar seu nome no lugar mais alto da principal categoria de lançamento de novos talentos. Com o resultado, o atleta conquista um de seus objetivos para 2022 e consolida seu nome entre os talentos da nova safra de bons atletas que estão surgindo nos últimos anos no surfe alencarino. Completando o pódio da etapa tivemos Jonathan Santos em segundo, Pedro Rian em terceiro e Kaic Silva na quarta colocação.

Com os resultados dá pra imaginar como foi a festa nas areias da Praia do Futuro. Mas, a Federação de Surfe do Estado do Ceará havia preparado mais uma surpresa para os três primeiros campeões estaduais de 2022. Além da premiação da etapa, os vencedores ganharam também, cada um, uma passagem com tudo pago pela empresa Confiança Turismo, para Itacaré-BA, com o objetivo de realizar um treinamento que será conduzido por um Coach e visa melhorar o rendimento e performance dos atletas. E o melhor, na baixa temporada de ondas do Ceará, e alta temporada na Bahia. Se os campeões já estavam felizes, depois do anúncio da surpresa todos tiveram ainda mais motivos para comemorar.

Transmissão ao vivo – Você pode conferir tudo o que rolou Ao Vivo no Mareaia Ondas do Futuro através do Canal do YouTube da Federação de Surf do Estado do Ceará. Lá, você pode rever tudo o que rolou nos três dias de evento na íntegra.

Todos os resultados de baterias, cronograma, estatísticas e ranking, assim como o Livro de Regras do Circuito, podem ser acessados através do link www.surfbyte.com.br.

Categorias em disputa – Ao todo foram 16 categorias em disputa no Circuito Cearense de Surf 2022: Sub 08, Sub 10, Sub 12, Sub 14, Sub 16, Sub 18, Open (sem limite de idade), Profissional (sem limite de idade), Master (a partir de 35 anos), Kahuna (a partir de 45 anos), Legend (a partir de 55 anos), Longboard Open (sem limite de idade), Longboard Master (a partir de 35 anos), Longboard Feminino (sem limite de idade), Feminino Junior (até 18 anos) e Feminino Open (sem limite de idade).

Além dessas categorias tivemos também as disputas do Surf Adaptado, com as categorias: Open e Cadeirante e a Local (Sem limite de Idade).

Premiação – Na categoria Profissional a premiação foi de R$ 10.000,00 (Dez mil reais), distribuídos entre os melhores competidores em todas as etapas.

A premiação dos Amadores foi composta de 17 Blocos Teccel + 68 Kits PENA + 68 Troféus, distribuídos entre os finalistas da etapa.

Para Amélio Júnior, Presidente da Federação de Surf do Estado do Ceará, o ano de 2022 foi de muita superação e luta para recuperar o tempo perdido nos dois anos anteriores, afetados profundamente pela Pandemia da COVID-19:

“Estamos muito satisfeitos com o Circuito desse ano. Vínhamos de dois anos de muitas dificuldades, lockdown, medidas de distanciamento social e tudo mais que todo mundo sabe. Contudo, esse ano conseguimos reerguer o Circuito Cearense de Surfe e o surfe no estado do Ceará e esperamos que em 2023 esse crescimento continue. A prova disso é que estamos prestes a escrever mais uma página da história do surfe brasileiro, quando de forma inédita, serão encerrados os Circuito Brasileiro Profissional, o CBSurf Pro, o certame da 2ª Divisão, o Taça Brasil e o Brasileiro de Longboard, todos tendo as suas últimas etapas aqui no Ceará. Isso comprova o trabalho sério da Federação que está preparando muitas novidades para 2023”, declarou o dirigente.

O Maresia Ondas do Futuro contou com o Patrocínio da MARESIA, Governo do Estado (SEJUV) e Prefeitura de Fortaleza (SECEL). Apoio: D’Cofibras, Infolink, Revista Beach Show, Consultório do Açaí, Junco Escola de Surfe e Ceará Surf. Realização: Federação de Surf do Estado do Ceará, Auera Auara Produções, Top 16 Promoções e IBESF.

Sobre a história do Circuito Cearense de Surfe – Há exatos 33 anos, mais precisamente em 1989, nascia o Circuito Cearense de Surfe, certame que ao longo de mais de três décadas revelou talentos e serviu de base para grandes eventos que trouxeram para o Ceará alguns dos maiores astros do surfe brasileiro e, consequentemente, mundial.

Muitos atletas que integram ou já integraram a Elite do Surfe Mundial, registraram importante passagem pelo Circuito Cearense, como os potiguares Jadson André e o medalhista de ouro olímpico, Italo Ferreira, que tiveram no certame alencarino, um importante degrau na conquista do sucesso profissional. Gabriel Medina, Filipe Toledo e Adriano de Souza Mineirinho também estiveram no Ceará em eventos nacionais criados a partir da credibilidade construída ao longo dos anos pelo Circuito Cearense de Surf, tido como um dos mais competitivos do Brasil.

E foi essa reconhecida competitividade que possibilitou o surgimento de grandes nomes do surfe brasileiro como Fábio Silva (Campeão Mundial ISA), Tita Tavares (Campeã Mundial WQS), Pablo Paulino (Bicampeão Mundial Pro Junior), Messias Félix (Bicampeão Brasileiro Profissional) Silvana Lima, nossa representante olímpica, dentre muitos outros, que contribuíram para colocar o Ceará em um dos lugares de maior destaque no cenário esportivo nacional.

O Circuito Cearense de Surfe se orgulha em chegar à sua 34ª Edição sem nunca ter sido interrompido, fato este evidencia toda a grandeza e importância que o Esporte dos Reis Havaianos conquistou desde que chegou aos “Verdes mares bravios… onde canta a jandaia, nas frondes das carnaúbas” (José de Alencar).

Resultados após 2 dias de competição
Profissional

1º Davi Sobrinho

2º Michel Roque

3º Edvan Silva

4º Artur Silva

Campeão Cearense 2022 – Artur Silva

Feminino Open

1ª Letícia Cavalcante

2ª Vitória Carneiro

3ª Jéssica Santos

4ª Gabriely Queiroz

Campeã Cearense 2022 – Letícia Cavalcante

Open

1º Raoni Rocha

2º Jeová Rodrigues

3º Luiz Demétrio

4º Andreson Guilherme

Campeão Cearense 2022 – Raoni Rocha

Feminino Sub 18

1ª Vitória Carneiro

2ª Gabriely Queiroz

3ª Rilary Silva

Campeã Cearense 2022 – Ana Luiza

Sub 18 Masculino

1º Raoni Rocha

2º Jonathan Santos

3º Pedro Rian

4º Kaic Silva

Campeão Cearense 2022 – Raoni Rocha

Master

1º Phelipe Maia

2º Felipe Martins

3º Itim Silva

4º Adriano dos Santos

Campeão Cearense 2022 – Phelipe Maia

Kahuna

1º Rogério Dantas

2º Fábio Silva

3º Alessandro Nogueira

4º Luciano Cavalcante

Campeão Cearense 2022 – Zé Roque

Legend

1º Cardoso Júnior

2º Marcelo Bibita

Campeão Cearense 2022 – Marcelo Bibita

Longboard Masculino Open

1º Eliz Silva

2º Gabriel Halen

3º Robson Nascimento

4º João Pedro

Campeão Cearense 2022 – Eliz Silva

Longboard Feminino Open

1ª Sol Tostes

2ª Rafaela Silva

3ª Lucélia Vaz

Campeã Cearense – Flora Arruda

Longboard Master

1º Natinho Rodrigues

2º Carlos Alexandre

3º Carlos Clécio

4º Marcelo Bibita

Campeão Cearense 2022 – Natinho Rodrigues

Sub 14

1º Phelipe Silva

2º Carlos Halen

3º Nicolas Silva

4º Carlos Emanuel

Campeão Cearense 2022 – Phelipe Silva

Sub 16

1º John John

2º Alessandro Costa

3º Jonathan Santos

4º Carlos Halen

Campeão Cearense 2022 – Alessandro Costa

Sub 12

1º Phelipe Silva

2º Nicolas Silva

3º Francisco William

4º Matheus de Sousa

Campeão Cearense 2022 – Phelipe Silva

Sub 10

1º Saymon Rocha

2º Francisco Willian

3º Lucas Peixoto

4º José Brack

Campeão Cearense 2022 – Saymon Rocha

Sub 8

1º Gabriel Nascimento

2º Paulo Ricardo

3º Benjamin Noah

4º Davi Lucca-BA

Campeão Cearense 2022 – Gabriel Nascimento

Surfe Adaptado Open

1º Boneco

2º Rafael Saraiva

3º Gilmário Guimarães

Surfe Adaptado Cadeirante

1º Diego Mendonça

2º Mercinho

3º Juan Yuri

4º Carlos Weslei

Campeão Cearense 2022 – Diego Mendonça

Local

1º Alysson

2º Pierre

3º L7

4º Júnior Alves

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    São 28 anos na missão de dar suporte para que os fissurados em ondas estejam no lugar certo, na hora certa. Indicando o caminho, presente no dia a dia dos surfistas brasileiros, o logo da Waves tornou-se reconhecido nacionalmente, e também em âmbito internacional. Bastava ser identificado para que se soubesse que se tratava de conteúdo surfe com a mais alta credibilidade. Neste sentido, tornou-se um ícone, daqueles atrelados para sempre a um significado de compreensão imediata. Mas nem por isso imune à evolução. Foi respeitando a força já consolidada, mas buscando dar mais significado ainda às suas formas, que o recém-assumido líder criativo da plataforma Waves, Felipe Garone, se debruçou sobre o logo. O desafio consistia em tentar melhorar o que já era ótimo, com muita humildade. “Precisávamos respeitar todo um legado construído ao longo de 28 anos. A Waves sempre foi uma marca que pautou cultura, então o rebranding precisava ser sutil, sem perder conexão. Trouxemos fluidez ao logo: o W e as letras, antes muito blocadas, agora respeitam esse movimento, essa fluidez. Atualizamos as cores e deixamos a marca condizente com os tempos atuais. O logo flui, o logo surfa”, observa Felipe Garone. É verdade, como uma ondulação chegando, o novo logo da Waves convida ao surfe. A que o observador deslize por suas formas agora mais arredondadas, lembrando o movimento de sobe e desce do meio líquido que tanto prazer proporciona aos surfistas. É como se a misteriosa energia que cruza oceanos para dar tanto prazer aos surfistas, pudesse agora ser visualizada também no logo.  Para deixar ainda mais claro, Felipe Garone preparou o vídeo acima, no qual divide com os usuários da Waves como esse processo criativo ocorreu. O novo logo integra o conjunto de transformações apresentadas pela Waves em sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso). Pegue essa onda e drope o novo logo da Waves.

    Elemento chave do novo projeto gráfico da plataforma, o icônico logo da Waves ganha forma de ondulação.

    Episódio de estreia da série documental O Pico revela a história da Paúba, desde a era dos nomes falsos e placas pichadas ao campo de treino que ajudou a moldar Gabriel Medina, passando pelo trágico acidente de Taiu Bueno. Toda onda tem uma história. Algumas são escritas em campeonatos, outras em imagens que atravessam décadas. Algumas nascem de momentos de glória, outras carregam marcas deixadas por tragédias que o tempo jamais apaga. Poucas ondas brasileiras reúnem tantos capítulos quanto a Paúba. Ela pertence a uma categoria especial de lugares que habitam conversas de estacionamento, capas de revista, vídeos compartilhados entre amigos e sessões imaginadas durante anos. Há lugares que, mesmo sem terem sido vistos de perto, já ocupam um espaço especial dentro de quem sonha com ondas. Para muitos brasileiros, Paúba é um desses lugares. Escondida entre o mar e a serra no litoral norte paulista, a pequena praia construiu uma reputação capaz de atravessar gerações. Seus tubos pesados, a bancada rasa e as condições frequentemente desafiadoras transformaram o pico em um dos lugares mais respeitados e temidos do surfe nacional. Foi ali que Gabriel Medina desenvolveu parte importante da técnica que o ajudaria a conquistar três títulos mundiais e enfrentar alguns dos tubos mais perigosos do planeta. Foi ali também que o big rider Taiu Bueno sofreu o acidente que mudaria sua vida para sempre. Por trás da fama da Paúba existe uma coleção de histórias. Histórias de pescadores e caiçaras. De fotógrafos, bodyboarders e surfistas. De amizades construídas dentro e fora d’água. De dias perfeitos e acidentes que marcaram profundamente a memória do surfe brasileiro. Durante muitos anos, a localização da Paúba foi protegida como um segredo. Revistas utilizavam nomes falsos para não entregar o pico. Placas eram pichadas para confundir visitantes. Quem encontrava aqueles tubos preferia mantê-los longe dos holofotes. Agora, chegou a hora de contar essa história. Paúba foi escolhida para inaugurar O Pico, nova série documental da Waves criada para explorar algumas das ondas mais emblemáticas do Brasil através das pessoas que ajudaram a construir suas identidades. A série integra o conjunto de novos produtos apresentados pela Waves em sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso). Para contar essa trajetória, a equipe reuniu personagens que viveram diferentes momentos da evolução do pico. Gente que testemunhou a transformação de uma praia quase desconhecida em um dos lugares mais respeitados do surfe nacional. Gente que viu Gabriel Medina chegar ainda menino. Gente que ajudou a escrever capítulos que jamais apareceriam em rankings, resultados ou manchetes. Ao longo do episódio, personagens como Sebastian Rojas, Felipe Paúba, JP Costa, Ditinho, Lúcia Frigerio, Ian Gouveia, Caio Costa, Zecão Rennó e outros nomes que fazem parte da memória da praia ajudam a reconstruir essa trajetória através de relatos raramente registrados em um mesmo lugar. As gravações aconteceram durante um grande swell que atingiu a região no início de maio. Com apoio da previsão do Waves Pro, a equipe mobilizou cinegrafistas locais e registrou um dos maiores dias do ano na Paúba até então. As ondas apareceram exatamente como gostam de se apresentar por lá: agressivas, imprevisíveis, desafiadoras, porém lindas e mágicas ao mesmo tempo. O resultado é um mergulho em uma história que fala de muito mais do que surfe. Fala sobre pertencimento, comunidade e coragem, porque a verdadeira história de uma onda raramente está apenas dentro d’água. Ela vive nas pessoas que cresceram ao seu redor. Nas amizades construídas ao longo dos anos. Nos medos superados. Nas vacas inesquecíveis. Nos tubos que ninguém viu. E nas histórias contadas depois que o mar acalma. Pegar um tubo na Paúba faz parte do imaginário de gerações de surfistas brasileiros, mas para entender de verdade por que esse pequeno trecho de areia exerce tamanho fascínio, é preciso conhecer as histórias que quebram junto com suas ondas. Aperte o play e descubra por que Paúba não é para qualquer um.

    Episódio de estreia da série documental O Pico revela a história da Paúba, dos tempos de segredo e nomes falsos ao pico que ajudou a formar Gabriel Medina e marcou para sempre a vida de Taiu Bueno.

    Feliz. Esse é o melhor adjetivo para descrever o momento que John John Florence vive. Quando ele deixou o Circuito Mundial, logo após conquistar seu terceiro título mundial, escolheu um novo rumo para sua carreira, sem garantia nenhuma de que a difícil decisão iria dar certo. Mas deu, e muito.  É justamente sobre exemplos e escolhas que girou boa parte da descontraída conversa do havaiano com o jornalista Adrian Kojin, que pode ser conferida no primeiro episódio do Wavescast. O podcast, que está sendo lançado pela maior plataforma surfe do Brasil como um dos produtos em destaque na sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso), chega para oferecer aos usuários da Waves o que pensam os maiores nomes do surfe mundial. Ter John John estrelando o primeiro episódio foi sem dúvida um privilégio. Escutar John John explicando que não foram os títulos mundiais de Tom Curren o que mais o marcou na trajetória do lendário californiano, mas sim sua coragem de escolher caminhos diferenciados do que se esperava dele, é revelador. “Eu admirava que ele conseguia fazer o que parecia certo para ele, sem estar preso a uma coisa ou outra”, diz ele ao reverenciar Curren como sua maior influência. Tem também John John celebrando seus outros dois grandes ídolos no surfe. Sobre Kelly Slater, ele se declara impressionado com sua capacidade de continuar performando num nível tão alto, “é incrível que ele consiga, na idade dele, ainda surfar do jeito que surfa”. Quanto ao que sentia ao testemunhar Andy Irons em ação, ele destaca a originalidade nas linhas traçadas, que o deixavam com a “sensação de que ele era imprevisível no que ia fazer na onda”.  No que diz respeito aos surfistas brasileiros no Tour, John John é só elogios. Para ele, a tempestade brasileira continua forte e a chance de mais um título mundial verde amarelo é grande. Sobre sua disputa particular com Gabriel Medina, para ver quem chega ao quarto título mundial antes – que deixou de acontecer esse ano quando ele resolveu partir para outra volta ao mundo velejando com a família – John disse sorrindo que “teria sido muito divertido, Gabriel tem sido um dos melhores. Ele me faz focar de verdade”. São 45 minutos de papo rolando solto e os assuntos são muitos. Dos perigos de surfar sozinho em lugares isolados, ao desejo de avistar o Cristo Redentor do deck de seu catamarã, John John demonstra sempre uma grande satisfação com o estilo de vida que optou em seguir. Ele conta que tem saudades do Tour, mas que não troca nada pelas experiências pelas quais tem passado ao lado da sua mulher e filho de dois anos de idade. Liberdade acima de tudo. Vale muito conferir.

    Estreia do Wavescast traz o tricampeão mundial John John Florence direto do seu veleiro enquanto navega pelo Pacífico, falando de Tom Curren, Kelly Slater, Andy Irons, Gabriel Medina e muito mais.

    Tentar explicar a sensação de surfar para quem não pega onda é uma tarefa complicada. Não sem razão uma das frases mais clássicas de nosso universo tão particular é aquela que diz que “Só um surfista conhece o sentimento”. Desde sempre foi uma das favoritas entre a equipe que faz a Waves. Mas, não faz muito tempo, alguém trouxe outra frase genial escutada para uma reunião de pauta, uma descrição tão apurada do nosso comportamento que ficamos absolutamente fascinados com sua sutileza e precisão: “Nós gastamos anos perseguindo segundos”. Tempo é o bem mais valioso que um ser humano pode ter. Se ele ou ela for um surfista, multiplique por muitas vezes esse valor. Surfistas precisam gastar muito tempo para poder sentir aquela sensação que dura uns poucos, ínfimos e efêmeros, segundos.  Mas é aí que reside o verdadeiro milagre do surfe. Na capacidade que a interação entre homem, prancha e ondas possui de alterar a percepção do tempo. Shaun Tomson, o sul-africano campeão mundial em 1977, considerado um dos maiores embaixadores que o surfe já teve, segue, aos 70 anos de idade, brilhando os olhos ao explicar que “o tempo se expande dentro do tubo”. Enquanto Gerry Lopez, eterno rei de Pipeline, que ainda entuba fundo e com muito estilo, celebra o efeito câmera lenta. “Quanto mais rápido eu deslizo, mais lentamente as coisas parecem acontecer.” Hoje a plataforma Waves pega uma nova onda, em disparada ao futuro, mas sem nunca deixar de reverenciar a essência do surfe. Todo surfista sonha com a onda perfeita, é onde ele quer estar. Por 28 anos esse foi o compromisso da Waves com seus usuários. Agora mais do que nunca. Quando a onda digital despontou no horizonte do surfe, a Waves remou forte e se tornou o primeiro veículo especializado no Brasil a botar pra baixo. Muitas séries vieram depois, e nunca amarelamos.  Mas chegou um momento em que percebemos que o lipe estava ameaçando correr mais veloz do que nossa capacidade de aceleração. Hora de reavaliar o posicionamento, se certificar de que as ferramentas utilizadas estão em sintonia com o desafio à frente e buscar entender ainda mais como podemos ser úteis a quem busca nossos serviços. É isso mesmo, a vocação da Waves é a de servir a comunidade do surfe. Informando, inspirando, indicando quando e onde as melhores ondas estarão acontecendo. Economizando tempo, para garantir mais segundos de onda. Na nossa prioridade é o usuário quem manda, e nesse novo momento estamos abrindo canais para que essa interação aconteça da forma mais eficiente possível.  Atualizamos o visual do site, facilitando a maneira como os surfistas interagem com a previsão, que foi expandida para 16 dias no Waves Pro. Vamos seguir publicando matérias com nossa reconhecida credibilidade, mas buscando ainda mais profundidade. Preservar e fomentar a rica cultura do surfe é um dever nosso, como principal veículo de mídia surfe na América Latina. Nesses tempos velozes, nosso Instagram receberá uma atenção ainda mais apurada, para divulgar o que de mais relevante está acontecendo no universo surfe. Ao mesmo tempo em que destacamos as frases, imagens, tópicos mais significativos de nossa produção editorial.  Nesse sentido, a TV Waves, nosso canal no YouTube, está sendo reinaugurada. Já estão disponíveis o primeiro episódio de “O Pico” e do Wavescast. Teremos muito mais conteúdo preenchendo a grade. Para começar, fomos à praia da Paúba retratar um dia de ondas grandes no campo de treino do tricampeão mundial Gabriel Medina e aproveitamos para contar a história de uma onda na qual tragédia e glória estão próximas demais uma da outra.  No nosso programa de entrevistas, o havaiano tricampeão mundial, John John Florence, responde do meio do Oceano Pacífico às perguntas feitas por Adrian Kojin, que quis entender o que o levou a abandonar as competições para viver com a família a bordo de um catamarã, cruzando os mares do planeta. Estamos apenas no início dessa nova onda que decidimos dropar com toda nossa energia. Muita coisa bacana está sendo programada para que a plataforma Waves se torne cada vez mais o centro em torno do qual gravita uma comunidade de surfistas, que tem as ondas como prioridade em suas vidas. Cada segundo surfado possui um valor enorme. E nós queremos que esses segundos virem minutos, horas, dias, uma vida dentro d’água. Sabemos que isso é impossível, mas nós gostamos de sonhar. Fica o convite para você sonhar com a gente.  NO LUGAR CERTO NA HORA CERTA É ONDE TODO SURFISTA SONHA EM ESTAR A FELICIDADE VEM EM ONDAS E NÓS SABEMOS ONDE E QUANDO

    Em nova fase e com visual remodelado, Waves evolui plataforma, expande seus produtos e reafirma o compromisso de quase três décadas: garantir que os surfistas estejam no lugar certo, na hora certa.