Maresia Ondas do Futuro

Davi e Artur comemoram títulos

Davi Sobrinho vence o Maresia Ondas do Futuro e Artur Silva fatura o bicampeonato do circuito Cearense Profissional.
Maresia Ondas do Futuro, Praia do Futuro (CE)

O terceiro e mais esperado dia do Maresia Ondas do Futuro, última etapa do Circuito Cearense de Surfe 2022, que foi encerrado neste domingo (20), na Barraca Junco, Praia do Futuro, consagrou o surfista local Artur Silva como o grande Campeão Cearense Profissional 2022.

A principal e mais esperada bateria de todas, a grande Final Profissional, iniciou próximo do apagar das luzes. Era nítida a tensão no ar, pois, dois dos atletas travavam um duelo direto pelo título, Edvan Silva, Tetracampeão Cearense Pro e Artur Silva, em busca do Bicampeonato da categoria.

As ações tiveram início logo após o toque da buzina e Michel Roque tratou de mostrar que não estava ali pra brincadeira, pegando uma onda com bom tamanho para desferir um aéreo que levantou a torcida. Na sequência os competidores foram se alternando em boas ondas para mais uma vez mostrar ao público que acompanhava na praia e na transmissão ao vivo pela internet, o alto nível dos surfistas cearenses. A bateria seguiu on fire com os atletas dando show para o público.

A bateria só começou a se desequilibrar quando o local da Praia do Titanzinho, Davi Sobrinho, pegou mais uma excelente onda para atingir uma média acima dos 8 pontos, para assumir a liderança. Davi já havia cravado um 9.25 na Fase 1 da competição e sabia que poderia sair da PF com o título da etapa.

Contudo, o duelo mais eletrizante era travado entre Artur e Edvan. E mesmo com Artur Silva terminando na quarta colocação, Edvan precisava terminar pelo menos na segunda colocação para superar a pontuação de Artur. Contudo, o local da Praia Formosa, terminou em terceiro, adiando mais uma vez o sonho da conquista do Pentacampeonato Estadual.

Com o resultado Artur Silva comemorou muito o resultado e a conquista do Bicampeonato Profissional Estadual. Lembrando que o atleta já tem em sua coleção o título de Campeão Brasileiro Pro, conquistado em 2019.

No final a principal bateria da competição terminou da seguinte forma: Davi Sobrinho em primeiro, Michel Roque em segundo, Edvan Silva em terceiro e Artur Silva na quarta colocação. Com isso a festa foi dupla, com Davi comemorando a conquista da etapa e Artur celebrando o título do circuito.

“Estou muito feliz com essa conquista. É minha primeira vitória no Circuito Cearense Profissional. Há muito tempo venho me dedicando à minha carreira como Pro e esse título veio fortalecer meus objetivos. Acredito que no ano de 2023 continuaremos com o objetivo de sempre evoluir para construir uma carreira sólida e próspera”, declarou o filho do Professor Fera.

Já Artur disse estar muito contente pela conquista e que segue firme na busca de seus objetivos profissionais:

“A felicidade é muito grande. Conquistar esse título aqui, no quintal da minha casa, é motivo de muita alegria pra mim. Poder ver a alegria no rosto de todos que torcem por mim é algo indescritível. Agradeço muito a Deus, meus amigos, família, meus patrocinadores e a todos que acreditam no meu trabalho”, falou emocionado, Artur.

E no último dia de competição tivemos também um grande show protagonizado pelos competidores e competidoras da categoria mais clássica dentre todas, a Longboard.

Na Long Masc O show foi comandado por Eliz Silva, que deu mais um show para faturar a categoria e de quebra abocanhar o título do circuito tornando-se o mais novo Campeão Cearense de Longboard. Gabriel Halen terminou em segundo, Robson Nascimento ficou na terceira colocação e João Pedro finalizou em quarto.

Entre as mulheres o destaque ficou por conta da vitória de Sol Tostes na Longboard Feminino. A atleta tem evoluído muito nos últimos meses e saiu da PF com o troféu de campeã da etapa. Rafaela Silva ficou na segunda colocação e Lucélia Vaz terminou na terceira colocação, com Flora Arruda se consagrando como Campeã Cearense 2022 da modalidade.

Na Longboard Master o grande destaque ficou por conta da atuação de mais um atleta que vem despontando, Natinho Rodrigues. O mais famoso Repórter Fotográfico do surfe cearense não se intimidou com a presença de grandes nomes e mostrou todo o seu talento em cima do pranchão para conquistar o lugar mais alto do pódio e fazer a festa dos amigos e até mesmo dos adversários. Com o resultado Natinho se tornou Campeão Cearense da categoria em um dia de muita festa e celebração para ele. Em segundo ficou Carlos Alexandre, com Carlos Clécio (Jeri) em terceiro e o veterano Marcelo Bibita completando o pódio na quarta colocação.

Entre os Legends Marcelo Bibita encarou Cardoso Júnior em uma bateria Homem x Homem com o título da categoria já nas mãos. Mesmo assim, Cardoso não perdoou e utilizou de todas as suas “armas” para superar Bibita e vencer a bateria.

Categorias do Surf Adaptado mostram seu valor – O terceiro e último dia de evento também foi o dia de assistirmos as performances dos atletas das categorias Surfe Adaptado Open e Surfe Adaptado Cadeirante.

Na Open o destaque foi a atuação de Boneco, que já tem vaga garantida pro Mundial que irá rolar na Califórnia. O surfista mostrou todo o seu poder de superação para vencer Rafael Saraiva, o segundo colocado, e Gilmário Guimarães, que completou o pódio na terceira colocação.

Na Surfe Adaptado Cadeirante o grande destaque foi a performance de Diego Mendonça, o grande vencedor. Contudo, mais um nome merece destaque, o do veterano e ativista do Surfe Adaptado Mercinho. Local do Paracuru, Mecinho já levanta essa bandeira do surfe adaptado há muito tempo e agora começa a colher os frutos de sua luta vendo a categoria crescer significativamente. Em terceiro ficou Juan Yuri e na quarta colocação, Carlos Weslei.

A Federação de Surf do Estado do Ceará comunica que a Segunda Etapa do Circuito Cearense de Surfe Adaptado acontecerá entre nos dias 4 e 5 de dezembro durante a realização da Clínica de Surfe Adaptado, na Capital Cearense, evento que definirá o ranking estadual 2022 e consequentemente, os Campeões do Circuito.

Campeões do segundo dia do evento – No segundo dia de competição conhecemos os campeões das principais categorias amadoras.

Na Open, provando a grande fase, Raoni Rocha comandou as ações para faturar a principal categoria entre os amadores superando Jeová Rodrigues, Luiz Demétrio e Anderson Guilherme. Com o resultado Raoni conquistou mais um título, agora o de Campeão Open 2022 e se consolidou definitivamente como o principal nome dentre os amadores no estado do Ceará, já que além da Open, ele também já tinha conquistado o título de Campeão Cearense Sub 18 com a vitória na categoria ainda na sexta-feira (19). Pra se ter uma ideia, nas últimas duas etapas Raoni venceu ambas e agora começa a vislumbrar uma possível profissionalização em muito breve.

Entre os Masters o grande campeão foi Phelipe Maia, que estava on fire, cravando nada menos que um 9.50 em uma onda que ele, literalmente, moeu, para arrancar a média mais alta do evento. Em segundo ficou Felipe Martins, que apesar de ter feito uma excelente apresentação, não conseguiu superar o (quase) homônimo Phelipe e terminou na segunda colocação. Em terceiro ficou o carismático Itim Silva e completando o pódio na quarta colocação, Adriano do Santos. Com o resultado Phelipe Maia conquistou o título de Campeão Cearense Master 2022. Vale salientar que nesta final tivemos três grandes nomes do surfe cearense que estão recuperados de sérias lesões, Phelipe Maia e Felipe Martins (joelho) e Adriano do Santos (coluna), provando que cada vez mais a medicina contribui para a longevidade das carreiras dos atletas.

Entre os Kahunas o grande campeão da etapa foi Rogério Dantas, com Fábio Silva na segunda colocação, Alessandro Nogueira em terceiro e Luciano Cavalcante. A curiosidade aqui é que, dos três finalistas, apenas Alessandro Nogueira não é local do Titanzinho. Com o resultado, Zé Roque se isolou na liderança do Ranking e conquistou o título cearense da categoria.

Na Feminino Sub 18 a grande campeã da etapa foi Vitória Carneiro, com Gabriely Queiroz na segunda colocação e Rilary Silva em terceiro lugar. Apesar do resultado a grande campeã do Circuito foi a paraibana Ana Luiza, que já havia conquistado o título vencendo as outras três etapas do certame na categoria.

Finalizando as categorias que definiram seus campeões no ano de 2022 tivemos a Local, com Alysson, Pierre, L7 e Júnior Alves compondo o pódio na primeira, segunda, terceira e quarta colocações, respectivamente.

Campeões do primeiro dia do evento – O Maresia Ondas do Futuro foi um evento que ficou marcado desde o primeiro dia por fortes emoções já que no dia de abertura do evento já foram definidos os detentores dos títulos estaduais das categorias Sub 14, Sub16 e Sub 18.

Na Sub 14 o grande nome foi Phelipe Silva. O local da Praia da Taíba mostrou estar no rip das competições, chegando na PF embalado pela vitória na penúltima etapa e já dando as cartas para carimbar a segunda vitória consecutiva na categoria, conquistando assim inatingíveis 2.729 pontos. Phelipe comemorou muito o resultado com a família. Completando o pódio da etapa tivemos em segundo Carlos Halen, em terceiro Nicolas Silva e em quarto Carlos Emanuel.

Na Sub 16 o destaque ficou por conta da excelente atuação de John John Alves. O local da Praia Formosa abusou do seu talento para manobras de borda para arrancar dos árbitros os melhores somatórios e conquistar o topo do pódio. Contudo, quem comemorou a conquista do Título Estadual da categoria foi Alessandro Costa, que apesar de não ter vencido nenhuma das quatro etapas, finalizou o ano somando três segundas colocações que o garantiram no topo do Ranking 2022. Alessandro Costa ficou em segundo, com Jonathan Santo e Carlos Halen completando o pódio da etapa na terceira e quarta colocações, respectivamente.

Na Sub 18 tivemos mais um campeão alcançando o topo da etapa e do ranking simultaneamente, com o talentoso Raoni Rocha. Com um surf progressivo e variado, Raoni deu um verdadeiro show para vencer mais uma etapa (ele já havia sido campeão da segunda etapa) e assinalar seu nome no lugar mais alto da principal categoria de lançamento de novos talentos. Com o resultado, o atleta conquista um de seus objetivos para 2022 e consolida seu nome entre os talentos da nova safra de bons atletas que estão surgindo nos últimos anos no surfe alencarino. Completando o pódio da etapa tivemos Jonathan Santos em segundo, Pedro Rian em terceiro e Kaic Silva na quarta colocação.

Com os resultados dá pra imaginar como foi a festa nas areias da Praia do Futuro. Mas, a Federação de Surfe do Estado do Ceará havia preparado mais uma surpresa para os três primeiros campeões estaduais de 2022. Além da premiação da etapa, os vencedores ganharam também, cada um, uma passagem com tudo pago pela empresa Confiança Turismo, para Itacaré-BA, com o objetivo de realizar um treinamento que será conduzido por um Coach e visa melhorar o rendimento e performance dos atletas. E o melhor, na baixa temporada de ondas do Ceará, e alta temporada na Bahia. Se os campeões já estavam felizes, depois do anúncio da surpresa todos tiveram ainda mais motivos para comemorar.

Transmissão ao vivo – Você pode conferir tudo o que rolou Ao Vivo no Mareaia Ondas do Futuro através do Canal do YouTube da Federação de Surf do Estado do Ceará. Lá, você pode rever tudo o que rolou nos três dias de evento na íntegra.

Todos os resultados de baterias, cronograma, estatísticas e ranking, assim como o Livro de Regras do Circuito, podem ser acessados através do link www.surfbyte.com.br.

Categorias em disputa – Ao todo foram 16 categorias em disputa no Circuito Cearense de Surf 2022: Sub 08, Sub 10, Sub 12, Sub 14, Sub 16, Sub 18, Open (sem limite de idade), Profissional (sem limite de idade), Master (a partir de 35 anos), Kahuna (a partir de 45 anos), Legend (a partir de 55 anos), Longboard Open (sem limite de idade), Longboard Master (a partir de 35 anos), Longboard Feminino (sem limite de idade), Feminino Junior (até 18 anos) e Feminino Open (sem limite de idade).

Além dessas categorias tivemos também as disputas do Surf Adaptado, com as categorias: Open e Cadeirante e a Local (Sem limite de Idade).

Premiação – Na categoria Profissional a premiação foi de R$ 10.000,00 (Dez mil reais), distribuídos entre os melhores competidores em todas as etapas.

A premiação dos Amadores foi composta de 17 Blocos Teccel + 68 Kits PENA + 68 Troféus, distribuídos entre os finalistas da etapa.

Para Amélio Júnior, Presidente da Federação de Surf do Estado do Ceará, o ano de 2022 foi de muita superação e luta para recuperar o tempo perdido nos dois anos anteriores, afetados profundamente pela Pandemia da COVID-19:

“Estamos muito satisfeitos com o Circuito desse ano. Vínhamos de dois anos de muitas dificuldades, lockdown, medidas de distanciamento social e tudo mais que todo mundo sabe. Contudo, esse ano conseguimos reerguer o Circuito Cearense de Surfe e o surfe no estado do Ceará e esperamos que em 2023 esse crescimento continue. A prova disso é que estamos prestes a escrever mais uma página da história do surfe brasileiro, quando de forma inédita, serão encerrados os Circuito Brasileiro Profissional, o CBSurf Pro, o certame da 2ª Divisão, o Taça Brasil e o Brasileiro de Longboard, todos tendo as suas últimas etapas aqui no Ceará. Isso comprova o trabalho sério da Federação que está preparando muitas novidades para 2023”, declarou o dirigente.

O Maresia Ondas do Futuro contou com o Patrocínio da MARESIA, Governo do Estado (SEJUV) e Prefeitura de Fortaleza (SECEL). Apoio: D’Cofibras, Infolink, Revista Beach Show, Consultório do Açaí, Junco Escola de Surfe e Ceará Surf. Realização: Federação de Surf do Estado do Ceará, Auera Auara Produções, Top 16 Promoções e IBESF.

Sobre a história do Circuito Cearense de Surfe – Há exatos 33 anos, mais precisamente em 1989, nascia o Circuito Cearense de Surfe, certame que ao longo de mais de três décadas revelou talentos e serviu de base para grandes eventos que trouxeram para o Ceará alguns dos maiores astros do surfe brasileiro e, consequentemente, mundial.

Muitos atletas que integram ou já integraram a Elite do Surfe Mundial, registraram importante passagem pelo Circuito Cearense, como os potiguares Jadson André e o medalhista de ouro olímpico, Italo Ferreira, que tiveram no certame alencarino, um importante degrau na conquista do sucesso profissional. Gabriel Medina, Filipe Toledo e Adriano de Souza Mineirinho também estiveram no Ceará em eventos nacionais criados a partir da credibilidade construída ao longo dos anos pelo Circuito Cearense de Surf, tido como um dos mais competitivos do Brasil.

E foi essa reconhecida competitividade que possibilitou o surgimento de grandes nomes do surfe brasileiro como Fábio Silva (Campeão Mundial ISA), Tita Tavares (Campeã Mundial WQS), Pablo Paulino (Bicampeão Mundial Pro Junior), Messias Félix (Bicampeão Brasileiro Profissional) Silvana Lima, nossa representante olímpica, dentre muitos outros, que contribuíram para colocar o Ceará em um dos lugares de maior destaque no cenário esportivo nacional.

O Circuito Cearense de Surfe se orgulha em chegar à sua 34ª Edição sem nunca ter sido interrompido, fato este evidencia toda a grandeza e importância que o Esporte dos Reis Havaianos conquistou desde que chegou aos “Verdes mares bravios… onde canta a jandaia, nas frondes das carnaúbas” (José de Alencar).

Resultados após 2 dias de competição
Profissional

1º Davi Sobrinho

2º Michel Roque

3º Edvan Silva

4º Artur Silva

Campeão Cearense 2022 – Artur Silva

Feminino Open

1ª Letícia Cavalcante

2ª Vitória Carneiro

3ª Jéssica Santos

4ª Gabriely Queiroz

Campeã Cearense 2022 – Letícia Cavalcante

Open

1º Raoni Rocha

2º Jeová Rodrigues

3º Luiz Demétrio

4º Andreson Guilherme

Campeão Cearense 2022 – Raoni Rocha

Feminino Sub 18

1ª Vitória Carneiro

2ª Gabriely Queiroz

3ª Rilary Silva

Campeã Cearense 2022 – Ana Luiza

Sub 18 Masculino

1º Raoni Rocha

2º Jonathan Santos

3º Pedro Rian

4º Kaic Silva

Campeão Cearense 2022 – Raoni Rocha

Master

1º Phelipe Maia

2º Felipe Martins

3º Itim Silva

4º Adriano dos Santos

Campeão Cearense 2022 – Phelipe Maia

Kahuna

1º Rogério Dantas

2º Fábio Silva

3º Alessandro Nogueira

4º Luciano Cavalcante

Campeão Cearense 2022 – Zé Roque

Legend

1º Cardoso Júnior

2º Marcelo Bibita

Campeão Cearense 2022 – Marcelo Bibita

Longboard Masculino Open

1º Eliz Silva

2º Gabriel Halen

3º Robson Nascimento

4º João Pedro

Campeão Cearense 2022 – Eliz Silva

Longboard Feminino Open

1ª Sol Tostes

2ª Rafaela Silva

3ª Lucélia Vaz

Campeã Cearense – Flora Arruda

Longboard Master

1º Natinho Rodrigues

2º Carlos Alexandre

3º Carlos Clécio

4º Marcelo Bibita

Campeão Cearense 2022 – Natinho Rodrigues

Sub 14

1º Phelipe Silva

2º Carlos Halen

3º Nicolas Silva

4º Carlos Emanuel

Campeão Cearense 2022 – Phelipe Silva

Sub 16

1º John John

2º Alessandro Costa

3º Jonathan Santos

4º Carlos Halen

Campeão Cearense 2022 – Alessandro Costa

Sub 12

1º Phelipe Silva

2º Nicolas Silva

3º Francisco William

4º Matheus de Sousa

Campeão Cearense 2022 – Phelipe Silva

Sub 10

1º Saymon Rocha

2º Francisco Willian

3º Lucas Peixoto

4º José Brack

Campeão Cearense 2022 – Saymon Rocha

Sub 8

1º Gabriel Nascimento

2º Paulo Ricardo

3º Benjamin Noah

4º Davi Lucca-BA

Campeão Cearense 2022 – Gabriel Nascimento

Surfe Adaptado Open

1º Boneco

2º Rafael Saraiva

3º Gilmário Guimarães

Surfe Adaptado Cadeirante

1º Diego Mendonça

2º Mercinho

3º Juan Yuri

4º Carlos Weslei

Campeão Cearense 2022 – Diego Mendonça

Local

1º Alysson

2º Pierre

3º L7

4º Júnior Alves

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    A Praia de Maresias, em São Sebastião (SP), recebe entre os dias 26 de setembro e 3 de outubro o Banco do Brasil São Sebastião Pro, etapa do Challenger Series 2026/27 da World Surf League (WSL). Esta será a primeira vez que o estado de São Paulo recebe uma etapa da divisão de acesso ao Championship Tour. O evento terá 80 homens e 48 mulheres de diferentes países em um momento importante da corrida pelas vagas na elite. Ao fim da temporada do Challenger Series, os dez primeiros colocados do ranking masculino e as seis primeiras do feminino garantem classificação para o Championship Tour de 2027. A passagem do circuito por Maresias também coloca o Challenger Series em uma região diretamente ligada à história do surfe brasileiro. São Sebastião revelou diferentes gerações de surfistas e terá agora atletas de vários países disputando pontos para chegar à elite mundial. Corrida pelo CT esquenta em Maresias Com as primeiras etapas da temporada concluídas, o Banco do Brasil São Sebastião Pro chega em um momento importante na disputa pelas vagas no Championship Tour. Weslley Dantas lidera o ranking masculino do Challenger Series com 15.700 pontos. O brasileiro começou a campanha com o vice-campeonato no Ballito Pro e reforçou a liderança ao vencer o QS 6.000 Internacional de Matosinhos, em Portugal. Jackson Bunch, do Havaí, subiu três posições e aparece em segundo, com 15.405 pontos, depois da vitória no QS 6.000 Internacional de Saquarema. Jake Marshall, dos Estados Unidos, ocupa a terceira colocação, com 14.745, seguido pelo compatriota Cole Houshmand, quarto colocado, com 13.320. O Brasil tem outros três surfistas dentro do Top 10. Ryan Kainalo é o quinto, com 10.995 pontos, Ian Gouveia aparece em sexto, com 10.105, e Deivid Silva ocupa a oitava posição, com 9.025. Mateus Herdy está logo abaixo da linha de classificação, na 11ª colocação, com 8.065 pontos, mesma pontuação do décimo colocado Taj Lindblad, dos Estados Unidos. Gabriel Klaussner aparece em 13º, com 7.755. Assim, cinco brasileiros estão entre os 13 primeiros antes da etapa de Maresias. O novo formato dos eventos internacionais QS 6.000 também passou a fazer parte da estratégia na corrida pela classificação. Os atletas podem contabilizar um resultado de QS 6.000 Internacional na pontuação total do Challenger Series. Dantas e Kainalo já aproveitaram essa possibilidade com vitórias nos eventos de Portugal e Espanha, respectivamente. No feminino, a australiana Sierra Kerr lidera com 20.745 pontos. Teresa Bonvalot, de Portugal, é a segunda, com 13.590, seguida pela norte-americana Eden Walla, com 13.150. Francisca Veselko, de Portugal, aparece em quarto, com 12.545, enquanto Ariane Ochoa, da Espanha, ocupa a quinta posição, com 11.465. A australiana Ellie Harrison fecha atualmente o Top 6, com 11.020 pontos. Laura Raupp é a brasileira mais bem colocada. Ela ocupa a 14ª posição, com 6.985 pontos, e terá em Maresias a oportunidade de diminuir a distância para a zona de classificação. Com pontos importantes em jogo, os resultados da etapa paulista podem mexer diretamente na corrida pelas vagas no Championship Tour de 2027. Challenger estreia em São Paulo O Banco do Brasil São Sebastião Pro marca a primeira passagem do Challenger Series pelo estado de São Paulo. A etapa será disputada em Maresias, no litoral norte paulista, região com forte ligação com a história do surfe profissional brasileiro. São Sebastião revelou gerações de surfistas que ajudaram o Brasil a se tornar uma das principais potências da modalidade. A chegada do Challenger Series aproxima esse legado de uma nova geração de atletas que busca construir o próprio caminho até o Championship Tour. Música e atividades fora d’água A programação do Banco do Brasil São Sebastião Pro também terá música, bem-estar e atividades fora da competição. No dia 26 de setembro, abertura da janela, o WSL Sunset Reggae Edition terá shows de Maneva, Planta & Raiz e Gabriel Elias na Praia de Maresias. O primeiro fim de semana também recebe o WSL Wellness, com atividades gratuitas nos dias 26 e 27 de setembro voltadas a movimento, preparação física e recuperação. A programação inclui yoga com Sue Moura, Functional Surf Training com Allan Menache, preparador físico dos campeões mundiais Gabriel Medina e Adriano de Souza, e treinamento funcional com Ricardo Lapa, com participação da repórter e influenciadora da WSL Rachel Apollonio. Para participar das aulas programadas, é necessário fazer inscrição antecipada. Entre 28 de setembro e 3 de outubro, as ações de bem-estar e lifestyle continuam. Estudantes da rede pública de ensino de São Sebastião também participarão de clínicas esportivas gratuitas de surfe, skate, altinha e vela. Transmissão ao vivo O Banco do Brasil São Sebastião Pro acontece de 26 de setembro a 3 de outubro de 2026, na Praia de Maresias. Assim que a competição for oficialmente iniciada, as baterias terão transmissão ao vivo pelo site e pelo aplicativo gratuito da WSL. O evento tem patrocínio de Banco do Brasil, Prefeitura de São Sebastião, VIVO, GWM, Natura Kaiak, Aquacoco, Probiótica, Dr. Peanut, Mana Poke, BB Seguros, Mãe Terra, Riachuelo, Corona Cero, Apple Watch, Sun Ninja e EY, além de parcerias de mídia com Globo, 89 A Rádio Rock, Eletromídia e TV Vanguarda.

    Válido como etapa do WSL Challenger Series, o Banco do Brasil São Sebastião Pro reúne 80 homens e 48 mulheres na Praia de Maresias, de 26 de setembro a 3 de outubro, na corrida por vagas no CT 2027.

    O Brasil ficou no topo das duas categorias de maior onda do Big Wave Challenge 2025/26. Rodrigo Koxa venceu a Maior Onda Masculina, enquanto Michelle des Bouillons conquistou a Maior Onda Feminina na cerimônia realizada no último sábado (19) no Lido Theater, em Newport Beach, Califórnia. Os dois troféus vieram de performances em Nazaré, Portugal, e carregam uma expectativa ainda maior. As ondas premiadas receberam medições preliminares que, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer novos recordes mundiais no masculino e no feminino. Koxa volta ao topo Rodrigo Koxa conquistou o prêmio pela segunda vez na carreira com a onda surfada no dia 19 de dezembro de 2025, na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 29,15 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, o brasileiro poderá superar os 26,21 metros do alemão Sebastian Steudtner, atual detentor do recorde mundial. O brasileiro disputava a categoria com Lucas Chumbo e o francês Clément Roseyro. As três ondas finalistas foram surfadas em Nazaré. A conquista tem significado especial para Koxa. Em 2018, ele entrou para o Guinness World Records com uma onda de 24,38 metros surfada também em Nazaré. A marca permaneceu como recorde até ser superada por Steudtner. Agora, oito anos depois, Koxa volta a ter a possibilidade de ocupar o topo. Nas redes sociais, Koxa comemorou o bicampeonato e agradeceu à equipe que participou da onda vencedora, com destaque para Vitor Faria, responsável por colocá-lo na onda, além da spotter Laura Chichorro e de Victor Mascarenhas, no resgate. Michelle conquista segundo troféu Michelle des Bouillons completou a dobradinha brasileira com a vitória na Maior Onda Feminina. A carioca de 36 anos foi premiada pela onda surfada no dia 13 de dezembro de 2025, também na Praia do Norte, em Nazaré. A onda vencedora recebeu uma medição preliminar de 24,99 metros. Caso a marca seja confirmada e homologada, Michelle poderá superar os 22,40 metros de Maya Gabeira, atual recordista mundial feminina, em uma onda surfada no dia 11 de fevereiro de 2020 no mesmo pico português. Havia expectativa de que a medida de 24,99 metros fosse oficializada durante a cerimônia na Califórnia, mas isso não aconteceu. Assim, o recorde mundial permanece com Maya enquanto a marca de Michelle não for homologada. Michelle teve o marido Ian Cosenza como piloto de tow-in na onda premiada. A brasileira superou na categoria a francesa Justine Dupont e a italiana Michaela Fregonese, novamente com todas as ondas finalistas surfadas em Nazaré. Esta foi a terceira participação consecutiva de Michelle no Big Wave Challenge. Ela já havia vencido a categoria de Maior Onda em 2024 e ficou entre as finalistas em 2025. Nazaré teve papel dominante na premiação. Depois de colocar dez ondas entre as indicadas ao Big Wave Challenge 2025/26, a Praia do Norte esteve diretamente ligada a quatro troféus. Além das vitórias de Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons nas categorias de Maior Onda, Grant “Twiggy” Baker venceu o Paddle Masculino e Alberto Truncer levou o Wipeout do Ano, todos por performances no pico português. Entre os outros destaques da noite, Tom Lowe foi eleito Surfer of the Year Masculino. O britânico conquistou o prêmio pouco mais de um ano depois de sofrer um acidente quase fatal em Teahupo’o, no Taiti. Natxo Gonzalez venceu o Ride of the Year Masculino por uma onda surfada na remada em Mullaghmore, na Irlanda, enquanto Izzi Gomez levou a versão feminina com uma onda em Teahupo’o. Justine Dupont foi eleita Surfer of the Year Feminino. A temporada também teve uma geografia diferente da habitual nas ondas gigantes. Havaí e Costa Oeste dos Estados Unidos ficaram fora das indicações do Big Wave Challenge, enquanto Mullaghmore e Teahupo’o tiveram papel decisivo na realização da premiação. Segundo a Surfer, o organizador Bill Sharp chegou a afirmar que o evento teria sido cancelado se não fossem as ondas registradas nos dois picos. Noite de gala na Califórnia A cerimônia marcou a 26ª edição do Big Wave Challenge e distribuiu mais de US$ 100 mil em premiações. Além das categorias de Maior Onda, o evento reconhece performances em modalidades como Ride of the Year, Paddle, Wipeout of the Year e Surfer of the Year. Entre os outros resultados já confirmados, o britânico Tom Lowe, da Cornualha, conquistou o prêmio de Surfer of the Year masculino. Lowe estava entre os finalistas ao lado do sul-africano Grant Baker e do norte-americano Mason Barnes. Para o Brasil, a noite terminou com uma dobradinha nas maiores ondas da temporada. Koxa e Michelle deixam Newport Beach com os troféus nas mãos enquanto aguardam a definição sobre as medições de suas ondas. As marcas preliminares de 29,15 metros no masculino e 24,99 metros no feminino, caso sejam confirmadas e homologadas, podem estabelecer dois novos recordes mundiais. Leia mais Ela soltou a corda. O resto é história.Michelle pode bater recorde mundialKoxa revive sonho de recorde em Déjà VuO passo a passo da medição VENCEDORES E FINALISTAS – BIG WAVE CHALLENGE 2025/26 MEN’S RIDE OF THE YEARVencedor: Natxo Gonzalez (ESP) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Clem McInerneyFinalistas: Matahi Drollet (TAH) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Maiko Mou; Tom Lowe (GBR) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Michael Darrigade. WOMEN’S RIDE OF THE YEARVencedora: Izzi Gomez (COL) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Owen MilneFinalistas: Justine Dupont (FRA) – Mullaghmore Head, Irlanda – Vídeo: Peter Clyne; Aelan Vaast (TAH) – Teahupo’o, Taiti – Vídeo: Kotaha Surfing Productions. MEN’S BIGGEST WAVEVencedor: Rodrigo Koxa (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Mattias Hammar – Fotos: Jayden Cheo, Stephan Mathers e Ianco RochaFinalistas: Lucas “Chumbo” Chianca (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan Chaves; Clément Roseyro (FRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Arthur Picard. WOMEN’S BIGGEST WAVEVencedora: Michelle des Bouillons (BRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan ChavesFinalistas: Justine Dupont (FRA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Rennan Chaves – Fotos: Laurent Masurel e Aurnad Plas; Michaela Fregonese (ITA) – Nazaré, Portugal – Vídeo: Kaique Silva. MEN’S PADDLEVencedor: Grant “Twiggy” Baker (RSA) – Nazaré, Portugal – Fotos: Peter “Joli”

    Brasil conquista as categorias de Maior Onda Masculina e Feminina com Rodrigo Koxa e Michelle des Bouillons, que ainda podem estabelecer também os novos recordes mundiais.

    Miguel Pupo é o campeão do Lexus Trestles Pro. O brasileiro protagonizou uma virada nos minutos finais da decisão desta sexta-feira (18), em Lower Trestles, na Califórnia (EUA), para derrotar o japonês Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 e conquistar sua segunda vitória na temporada 2026. Kanoa permaneceu na frente durante boa parte da bateria e chegou à reta final com 14.40 pontos. Miguel já tinha a melhor onda da decisão, um 8.50, mas ainda precisava de 5.90 para assumir a liderança. A oportunidade apareceu quando restavam cerca de seis minutos. Miguel atacou a direita de Trestles e recebeu 6.27 dos juízes. Com 14.77 no total, passou à frente e permaneceu na liderança até a buzina. O título é o segundo de Miguel nesta temporada. Em Bells Beach, na Austrália, o paulista já havia subido ao lugar mais alto do pódio. A vitória em Trestles é a terceira da carreira no Championship Tour, depois de Teahupoo, em 2022, e Bells Beach, em 2026. O resultado também levou Miguel à quarta colocação do ranking mundial. Caminho até o título Miguel começou sua campanha em Trestles com vitória sobre Ramzi Boukhiam no Round 2. Depois, superou Liam O’Brien no Round 3 e encontrou o compatriota Mateus Herdy nas quartas de final. Na semifinal, diante de Cole Houshmand, o brasileiro fez sua maior somatória no evento: 16.00 pontos, com notas 8.33 e 7.67. A vitória colocou Miguel na decisão contra Kanoa Igarashi. Do outro lado da chave, Kanoa havia eliminado Yago Dora na semifinal. Mesmo sem chegar à decisão, Yago deixou Trestles na liderança do ranking mundial. Brasil domina Top 5 O encerramento de Trestles deixou quatro brasileiros entre os cinco primeiros colocados do ranking masculino. Yago Dora assumiu a liderança, seguido pelo italiano Leonardo Fioravanti. Italo Ferreira aparece em terceiro, Miguel Pupo subiu para quarto e Gabriel Medina ocupa a quinta posição. A liderança de Yago e a quarta colocação de Miguel também aparecem no material pós-evento anexado. A etapa também definiu o corte para a sequência da temporada. Filipe Toledo garantiu permanência entre os 22 primeiros e segue para as próximas duas etapas, em Portugal e nas Filipinas. Mateus Herdy ficou abaixo da linha de corte e retorna ao CT em Pipeline, no Havaí, última etapa da temporada. Erin Brooks vence no feminino No feminino, Erin Brooks conquistou sua terceira vitória consecutiva no Championship Tour. A canadense derrotou Gabriela Bryan por 13.00 a 11.90 na final. Carissa Moore deixou Trestles na liderança do ranking feminino, com Gabriela Bryan na segunda posição. A brasileira Luana Silva ocupa o quinto lugar. Próximas etapas Portugal – 16 a 25 de outubroFilipinas – 31 de outubro a 10 de novembroPipeline (Havaí) – 8 a 20 de dezembro Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) 10.16 x 9.34 Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) 9.73 x 9.67 Hayden Rodgers (EUA)3 – Oscar Berry (AUS) 12.73 x 11.26 Joel Vaughan (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) 11.40 x 11.27 Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Callum Robson (AUS) 12.27 x 8.83 Connor O’Leary (JAP)2 – Griffin Colapinto (EUA) 14.50 x 12.87 Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) 14.33 x 11.83 Oscar Berry (AUS)4 – Kauli Vaast (FRA) 12.20 x 10.53 Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) 14.43 x 11.77 João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) 14.26 x 12.40 Eli Hanneman (HAV)7 – Kanoa Igarashi (JAP) 17.00 x 12.40 Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) 12.37 x 11.50 Alejo Muniz (BRA)9 – Luke Thompson (AFS) 13.87 x 6.90 Leonardo Fioravanti (ITA)10 – Cole Houshmand (EUA) 14.00 x 5.40 Morgan Cibilic (AUS)11 – Alan Cleland (MEX) 13.26 x 11.67 George Pittar (AUS)12 – Jake Marshall (EUA) 13.53 x 12.83 Samuel Pupo (BRA)13 – Mateus Herdy (BRA) 12.00 x 11.83 Gabriel Medina (BRA)14 – Jack Robinson (AUS) 12.97 x 10.13 Seth Moniz (HAV)15 – Liam O’Brien (AUS) 15.10 x 14.43 Filipe Toledo (BRA)16 – Miguel Pupo (BRA) 13.20 x 12.16 Ramzi Boukhiam (MAR) Round 3 1 – Callum Robson (AUS) 12.83 x 11.03 Griffin Colapinto (EUA)2 – Yago Dora (BRA) 12.50 x 10.97 Kauli Vaast (FRA)3 – Marco Mignot (FRA) 13.70 x 13.37 Italo Ferreira (BRA)4 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.67 x 12.00 Ethan Ewing (AUS)5 – Cole Houshmand (EUA) 13.33 x 10.93 Luke Thompson (AFS)6 – Jake Marshall (EUA) 12.44 x 5.93 Alan Cleland (MEX)7 – Mateus Herdy (BRA) 14.10 x 9.84 Jack Robinson (AUS)8 – Miguel Pupo (BRA) 13.40 x 10.13 Liam O’Brien (AUS) Quartas de final 1 – Yago Dora (BRA) 11.67 x 8.16 Callum Robson (AUS)2 – Kanoa Igarashi (JAP) 15.67 x 10.26 Marco Mignot (FRA)3 – Cole Houshmand (EUA) 18.50 x 10.00 Jake Marshall (EUA)4 – Miguel Pupo (BRA) 15.83 x 13.50 Mateus Herdy (BRA) Semifinais 1 – Kanoa Igarashi (JAP) 13.33 x 11.94 Yago Dora (BRA)2 – Miguel Pupo (BRA) 16.00 x 11.50 Cole Houshmand (EUA) Final 1 – Miguel Pupo (BRA) 14.77 x 14.40 Kanoa Igarashi (JAP) Feminino Round 1 1 – Brisa Hennessy (CRC) 10.90 x 10.10 Stephanie Gilmore (AUS)2 – Tya Zebrowski (FRA) 13.33 x 12.23 Alyssa Spencer (EUA)3 – Vahine Fierro (FRA) 12.16 x 11.50 Anat Lelior (ISR)4 – Yolanda Hopkins (POR) 11.96 x 11.37 Sally Fitzgibbons (AUS)5 – Tyler Wright (AUS) 10.67 x 7.17 Francisca Veselko (POR)6 – Bella Kenworthy (EUA) 13.33 x 10.77 Bettylou Sakura Johnson (HAV)7 – Eden Walla (EUA) 11.83 x 8.73 Nadia Erostarbe (ESP)8 – Caroline Marks (EUA) 15.67 x 12.50 Kirra Pinkerton (EUA) Round 2 1 – Gabriela Bryan (HAV) 14.07 x 13.50 Tya Zebrowski (FRA)2 – Luana Silva (BRA) 13.03 x 10.93 Tyler Wright (AUS)3 – Sawyer Lindblad (EUA) 15.34 x 8.74 Vahine Fierro (FRA)4 – Eden Walla (EUA) 12.00 x 10.50 Lakey Peterson (EUA)5 – Carissa Moore (HAV) 12.90 x 12.24 Brisa Hennessy (CRC)6 – Erin Brooks (CAN) 12.27 x 11.70 Caroline Marks (EUA)7 – Molly Picklum (AUS) 13.33 x 9.50 Yolanda Hopkins (POR)8 – Bella Kenworthy (EUA) 13.87 x 12.64 Caitlin Simmers (EUA) Quartas de final 1 – Gabriela Bryan (HAV)

    Com virada emocionante nos minutos finais, Miguel Pupo vence Kanoa Igarashi por 14.77 a 14.40 na Califórnia, conquista segundo título na temporada e sobe para quarto no ranking mundial.

    Há ondas perfeitas espalhadas por praticamente todos os cantos do planeta. Point breaks extensos, tubos perfeitos sobre bancadas de coral, ondas gigantes e assustadoras, destinos cada vez mais remotos no mapa do surfe. Mas poucos lugares carregam o peso do Havaí. É ali que a história do surfe como conhecemos hoje começou muito antes de campeonatos, transmissões ao vivo, pranchas modernas ou qualquer ideia de uma indústria em torno do esporte. No arquipélago havaiano, deslizar sobre as ondas faz parte de uma tradição ancestral, profundamente ligada à cultura local. Mas não é preciso ser surfista para entender por que uma viagem ao Havaí ocupa um lugar especial no imaginário de tanta gente. Na ilha de Oahu, Waikiki reúne alguns dos cartões-postais mais conhecidos do Havaí, com sua extensa faixa de areia, águas cristalinas e a imponente cratera vulcânica de Diamond Head compondo a paisagem. Ao redor da praia, Honolulu oferece restaurantes, compras e vida noturna. E até quem nunca subiu em uma prancha pode experimentar o surfe nas ondas mais acessíveis de Waikiki. Do outro lado da ilha está um cenário completamente diferente. No North Shore, Haleiwa preserva o clima de uma surf town, com lojas, restaurantes e food trucks no caminho para algumas das praias mais famosas do planeta. É também nessa faixa de costa que quebram algumas das ondas mais impressionantes e desejadas do mundo. Ali, o surfe extrapola a água e ajuda a ditar o ritmo da vida ao redor do oceano, uma relação que faz do Havaí muito mais do que um destino de ondas. É justamente esse universo que inspira a campanha Na Onda Com BB Mastercard, criada sob o conceito “Onde o surfe encontra experiências extraordinárias”. A iniciativa une benefícios aos clientes, incentivo ao esporte e levará consumidores ao Havaí justamente no auge da temporada havaiana, quando as grandes ondas despertam no North Shore e alguns dos melhores surfistas do mundo estão na ilha. Clique aqui para participar Quando o North Shore desperta Durante o inverno do Hemisfério Norte, grandes tempestades formadas no Pacífico enviam ondulações poderosas em direção ao arquipélago. Quando essa energia encontra o North Shore de Oahu, algumas das ondas mais famosas do planeta ganham vida. É nessa época que a pequena faixa de costa passa a concentrar alguns dos melhores surfistas do mundo. Entre campeonatos, treinos e sessões de freesurf, atletas, fãs e fotógrafos dividem o mesmo cenário, enquanto boa parte das atenções do mundo do surfe se volta para o North Shore. E é justamente nesse momento que os clientes contemplados pela campanha Na Onda Com BB Mastercard estarão no Havaí, com a oportunidade de acompanhar ao vivo, em Pipeline, a etapa decisiva da temporada 2026 do Circuito Mundial da WSL. Sete milhas de história Em aproximadamente sete milhas de costa (cerca de 11 quilômetros) encontram-se picos como Waimea Bay, Sunset Beach e Pipeline, entre muitos outros. Essa concentração de ondas perfeitas e tão diferentes deu ao trecho um apelido que atravessa gerações: Seven Mile Miracle, o Milagre das Sete Milhas. Waimea teve papel fundamental no desenvolvimento do surfe moderno de ondas grandes. Sunset tornou-se um dos grandes campos de prova dos melhores surfistas do mundo. Mas foi outra onda, quebrando sobre uma rasa bancada de recife e muito próxima da areia, que se transformou no maior símbolo do North Shore: Pipeline. A onda que parecia impossível No início dos anos 1960, Pipeline ainda representava uma espécie de fronteira. Rápida, oca e quebrando sobre uma bancada rasa, a onda parecia especialmente ameaçadora para as grandes e pesadas pranchas da época. Em dezembro de 1961, uma sessão do californiano Phil Edwards, registrada pelo cineasta Bruce Brown, ajudaria a mudar essa história. Com a evolução das pranchas e das técnicas, Pipeline se transformou em um dos maiores símbolos do esporte. Gerry Lopez desenvolveu nos anos 1970 uma relação tão marcante com a onda que ganhou o apelido de Mr. Pipeline. Debaixo d’água, uma bancada rasa de recife ajuda a produzir as paredes espessas e os tubos que fizeram a fama do pico. Com swells maiores, entram em ação bancadas mais afastadas, conhecidas como Second Reef e Third Reef. Na visão do surfista, Pipeline quebra para a esquerda e Backdoor para a direita. E tudo acontece diante dos olhos de quem está na areia. O Brasil entra em cena Pipeline se transformou em um dos grandes palcos do surfe competitivo e, durante muitos anos, recebeu a última etapa da temporada. E o Brasil passou de coadjuvante a protagonista dessa história. Em 1976, Pepê Lopes já colocava o País em uma final em Pipeline. Em 1991, Fábio Gouveia venceu em Sunset Beach e quebrou outra barreira ao conquistar uma etapa da elite profissional em solo havaiano. A Brazilian Storm mudou definitivamente essa relação. Gabriel Medina conquistou em Pipeline, em 2014, o primeiro título mundial brasileiro. Adriano de Souza, o Mineirinho, foi campeão mundial e venceu o Pipe Masters em 2015. Três anos depois, Medina voltou ao Havaí para conquistar o bicampeonato. E então veio 2019. Dois brasileiros, Pipeline e um título mundial Italo Ferreira e Gabriel Medina chegaram à última bateria da temporada de 2019 com tudo em jogo. De um lado, Medina, já bicampeão mundial. Do outro, Italo em busca de seu primeiro título. A final do Pipe Masters definiria também quem seria o campeão do mundo. Dois brasileiros disputando o título mundial em uma das ondas mais emblemáticas do planeta. Italo venceu. Saiu de Pipeline campeão do Pipe Masters e campeão mundial pela primeira vez. Aquela cena talvez seja uma das melhores representações da transformação vivida pelo surfe brasileiro nas últimas décadas. O país que durante anos via o Havaí como território a ser conquistado passou a decidir entre seus próprios atletas quem seria o melhor surfista do mundo. Desde o primeiro título de Medina, em 2014, o Brasil acumulou oito títulos mundiais masculinos em 11 temporadas disputadas, com cinco campeões diferentes: Gabriel Medina, Adriano de Souza, Italo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora. Mas a ligação entre Brasil e

    Berço do surfe, Havaí reúne ondas lendárias, paisagens paradisíacas e uma relação especial com o Brasil. Campanha Na Onda Com BB Mastercard leva clientes para viver essa experiência de perto.

    A Seleção Brasileira Júnior conquistou três medalhas no Surf City El Salvador ISA World Junior Surfing Championship 2026. A paranaense Luara Mandelli ficou com o bronze na Sub-18 Feminino, o paulista John Muller levou o cobre na Sub-18 Masculino e o Brasil terminou com o bronze por equipes, como a terceira melhor seleção entre os 56 países participantes da 22ª edição do Mundial Júnior da ISA. A principal competição de base do surfe no mundo começou com 420 surfistas. Apenas 11 países tiveram representantes entre os 24 atletas que disputaram as semifinais no domingo, em La Bocana. A Austrália ficou com o ouro por equipes, seguida por Estados Unidos, Brasil e Peru, repetindo as quatro primeiras posições do Mundial de 2025, no Peru. Luara repete feito de 20 anos atrás Na decisão da Sub-18 Feminino, Luara Mandelli chegou à final depois de superar a australiana Stella Green nas semifinais. Na disputa pelas medalhas, Leihani Zoric dominou com notas 8,17 e 7,83, somando 16,00 pontos para conquistar o ouro para a Austrália. Zoie Zietz, dos Países Baixos, ficou com a prata, com 12,77 pontos. Luara somou 8,44 e conquistou o bronze, enquanto a argentina Victoria Muñoz Larreta terminou com o cobre. Com o resultado, Luara repetiu um feito de 20 anos atrás. A paraibana Diana Cristina, a índia Tininha, havia conquistado o bronze no Mundial Júnior de 2006, realizado em Maresias, São Sebastião (SP). Luara tornou-se a segunda brasileira a conquistar uma medalha em 22 edições do Mundial Júnior da ISA. John Muller fica com o cobre O Brasil também disputou as medalhas na Sub-18 Masculino. John Muller venceu a primeira semifinal usando os aéreos. Ryan Martins também buscava uma vaga na decisão, mas o norte-americano Jett Maughan conseguiu uma onda nos minutos finais, acertou um aéreo e recebeu nota 9 para avançar junto com John. Na final, o brasileiro começou na frente com 5,67, mas Maughan e os australianos Ocean Lancaster e Ben Zanatta Creagh passaram a concentrar a disputa pela vitória. O norte-americano assumiu a liderança ao receber 8,23 e chegou aos 15,06 pontos. John ainda acertou um aéreo full rotation de backside no último minuto e recebeu 6,40, sua maior nota, mas não conseguiu deixar a quarta posição. Jett Maughan conquistou o ouro com 15,06 pontos, Ben Zanatta Creagh levou a prata com 14,80, Ocean Lancaster ficou com o bronze com 14,74 e John terminou com 12,07 e a medalha de cobre. Brasil é bronze por equipes A campanha colocou novamente o Brasil entre as três melhores seleções do Mundial Júnior. A Austrália conquistou o ouro por equipes com 8.078 pontos, os Estados Unidos ficaram com a prata com 6.048 e o Brasil levou o bronze com 5.430. O Peru terminou em quarto, com 5.293 pontos e a medalha de cobre. Além dos medalhistas Luara Mandelli e John Muller, Ryan Martins terminou em quinto lugar na Sub-18 Masculino e Arthur Vilar foi sétimo na Sub-16 Masculino. Valentina Zanoni ficou em 13º na Sub-18 Feminino e Carol Bastides terminou em 19º na Sub-16 Feminino. O Brasil foi o primeiro campeão por equipes do Mundial Júnior da ISA, na estreia da competição em 2003, na África do Sul. Entre os brasileiros que já conquistaram o ouro individual estão Jefferson Silva, Jadson André, Alejo Muniz, Gabriel Medina, Filipe Toledo, Matheus Navarro, Luan Wood, Weslley Dantas e Ryan Kainalo. Em 2023, no Rio de Janeiro, a Seleção Brasileira Júnior voltou a conquistar o título por equipes, 20 anos depois da primeira vitória. Resultados Sub-18 Feminino – Final 1 – Leihani Zoric (AUS) 16,002 – Zoie Zietz (NED) 12,773 – Luara Mandelli (BRA) 8,444 – Victoria Muñoz Larreta (ARG) 7,03 Sub-18 Masculino – Final 1 – Jett Maughan (USA) 15,062 – Ben Zanatta Creagh (AUS) 14,803 – Ocean Lancaster (AUS) 14,744 – John Muller (BRA) 12,07 Ranking por equipes 1 – Austrália – 8.078 pontos2 – Estados Unidos – 6.048 pontos3 – Brasil – 5.430 pontos4 – Peru – 5.293 pontos5 – Japão – 5.035 pontos6 – Havaí – 5.012 pontos7 – Espanha – 4.625 pontos8 – Nova Zelândia – 4.542 pontos9 – França – 4.416 pontos10 – Portugal – 4.095 pontos

    Luara Mandelli leva bronze na Sub-18, John Muller fica com o cobre e Seleção Brasileira termina em terceiro lugar entre 56 países no Mundial Júnior da ISA em El Salvador.

    A reta decisiva do Championship Tour 2026 chega nesta sexta-feira (11) a Lower Trestles, na Califórnia. A nona etapa da temporada abre a janela com dez brasileiros na disputa, quatro deles entre os cinco primeiros do ranking masculino, e condições suficientes para colocar o evento na água logo no primeiro dia. A primeira chamada acontece às 11h30 (horário de Brasília), com possível início das baterias ao meio-dia. A previsão das ondas aponta a sexta-feira como provável dia de competição. Um swell de sudoeste de período longo deve proporcionar ondas de 4 a 6 pés de face, com séries maiores durante a maré enchendo pela manhã. O vento de sul ainda pode deixar o mar um pouco mexido, mas a previsão mais recente indica que o efeito deve ser administrável e não necessariamente comprometer a realização das baterias. No sábado (12), o swell começa a perder força, com ondas de 4 a 5 pés e possibilidade de realização de baterias. O domingo (13) aparece como provável dia de folga, com ondas mais irregulares de 3 a 4 pés. A segunda-feira (14) também tende a ficar sem competição, com apenas 2 a 4 pés e vento sul. Na terça-feira (15), o cenário começa a mudar. Apesar de o mar ainda permanecer pequeno, na faixa de 3 a 4 pés, uma nova ondulação com boa energia e período longo deve começar a aparecer ao longo do dia. A previsão indica vento leve e condições de semi-limpas a limpas, preparando o terreno para a melhor parte da janela. Novo swell a caminho A maior expectativa está concentrada entre quarta (16) e sexta-feira (18). Um novo swell de sul-sudoeste, gerado por uma tempestade compacta e intensa no Pacífico Sul Central, deve começar a subir na quarta e atingir o pico na quinta-feira (17). Durante os três dias, Lower Trestles deve receber boas ondas, com as maiores séries entre a tarde do dia 16 e a manhã do dia 18. O vento também tende a colaborar, com manhãs limpas e vento fraco, seguido por vento de oeste fraco a moderado durante as tardes. Existe ainda a possibilidade de um pequeno swell tropical de sul se juntar à energia principal e aumentar a consistência das ondas. A previsão, porém, ainda é tratada com cautela e depende da evolução do ciclone responsável pela formação desse swell. Nos dois últimos dias da janela, 19 e 20 de setembro, a combinação do swell de sul-sudoeste em queda com uma nova ondulação de sudoeste deve manter condições para competição. Brasileiros em posição de destaque Trestles é a última etapa antes do corte que define os 22 surfistas que seguem para a pós-temporada, aumentando o peso dos resultados na Califórnia. Leonardo Fioravanti chega à etapa na liderança do ranking masculino, enquanto Carissa Moore veste pela primeira vez nesta temporada a lycra amarela de líder entre as mulheres. Logo atrás de Fioravanti, o Brasil domina as primeiras posições do masculino. Italo Ferreira ocupa a segunda colocação, seguido por Yago Dora em terceiro, Gabriel Medina em quarto e Miguel Pupo em quinto. Além deles, João Chianca, Samuel Pupo, Alejo Muniz, Mateus Herdy e Filipe Toledo completam o grupo brasileiro no masculino. No feminino, Luana Silva representa o País. Filipe chega a uma etapa especialmente importante. Atual 21º colocado, o bicampeão mundial tenta permanecer entre os 22 que avançam para a pós-temporada. Trestles, porém, guarda algumas das melhores lembranças de sua carreira: foi ali que o brasileiro conquistou os títulos mundiais de 2022 e 2023, quando o circuito ainda utilizava o formato das WSL Finals. Toledo também conhece Lower Trestles como poucos. O brasileiro viveu por 11 anos em San Clemente antes de se mudar para o Rio de Janeiro no fim de 2025 e descreve a onda californiana como uma espécie de “skate park”, pelas inúmeras possibilidades de manobras progressivas. Rodgers e Pinkerton vencem triagens Os norte-americanos Hayden Rodgers e Kirra Pinkerton garantiram as últimas vagas no evento ao vencerem as triagens realizadas em Trestles. Rodgers somou 12,10 pontos e fará sua estreia no Championship Tour, enquanto Pinkerton venceu com 13,33 e chega à quarta participação em uma etapa do CT. Chaves brasileiras Mateus Herdy é o único brasileiro escalado para a primeira fase masculina. Ele enfrenta o norte-americano Taj Lindblad na quarta bateria e, caso avance, terá Gabriel Medina pela frente no Round 2. Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Yago Dora encara o vencedor da terceira bateria da primeira fase; João Chianca enfrenta Marco Mignot; Italo Ferreira pega o vencedor da segunda bateria; Alejo Muniz enfrenta Ethan Ewing; Samuel Pupo encara Jake Marshall; Gabriel Medina aguarda Herdy ou Taj Lindblad; Filipe Toledo enfrenta Liam O’Brien; e Miguel Pupo pega Ramzi Boukhiam. O desenho da chave ainda abre a possibilidade de confrontos brasileiros já no Round 3. Italo Ferreira e João Chianca podem se enfrentar caso avancem, assim como Filipe Toledo e Miguel Pupo. No feminino, Luana Silva estreia diretamente no Round 2 e enfrenta a vencedora da bateria entre Tyler Wright e Francisca Veselko. Janela do Lexus Trestles Pro: 11 a 20 de setembroLocal: Lower Trestles, Califórnia (EUA)Primeira chamada: sexta-feira (11), às 11h30 (horário de Brasília), com possível início da competição ao meio-dia. Chaves de bateria Masculino Round 1 1 – Luke Thompson (AFS) x Matthew McGillivray (AFS)2 – Eli Hanneman (HAV) x Hayden Rodgers (EUA)3 – Joel Vaughan (AUS) x Oscar Berry (AUS)4 – Mateus Herdy (BRA) x Taj Lindblad (EUA) Round 2 1 – Connor O’Leary (JAP) x vencedor R1 H12 – Griffin Colapinto (EUA) x Rio Waida (INA)3 – Yago Dora (BRA) x vencedor R1 H34 – Kauli Vaast (FRA) x Barron Mamiya (HAV)5 – Marco Mignot (FRA) x João Chianca (BRA)6 – Italo Ferreira (BRA) x vencedor R1 H27 – Kanoa Igarashi (JAP) x Crosby Colapinto (EUA)8 – Ethan Ewing (AUS) x Alejo Muniz (BRA)9 – Leonardo Fioravanti (ITA) x vencedor R1 H110 – Morgan Cibilic (AUS) x Cole Houshmand (EUA)11 – George Pittar (AUS) x Alan Cleland (MEX)12 – Samuel Pupo (BRA) x Jake

    Nona etapa do CT abre janela em Trestles, Califórnia (EUA), com dez brasileiros e ondas de até 2 metros. Novo swell ganha força entre os dias 16 e 18.

    Há mais de 30 anos, Pete Beukes chegou a Lamberts Bay, na costa oeste da África do Sul, para trabalhar como mergulhador de diamantes. No caminho, encontrou também uma costa bruta, isolada e repleta de ondas. Décadas depois, ele retorna a esse universo ao lado do filho, Eli Beukes. A história dos dois é o fio condutor de Rough Diamonds, novo filme de surfe produzido pela Now Now Media. Com 31 minutos de duração, a produção acompanha pai e filho por uma das regiões mais selvagens do litoral sul-africano, combinando sessões de surfe, estrada e a relação construída entre duas gerações. A ligação de Pete com a região começou no início dos anos 1990. Depois de deixar a Marinha e seguir para Lamberts Bay para trabalhar como mergulhador de diamantes, ele descobriu uma costa exposta ao Atlântico, marcada por água fria, isolamento e ondas de qualidade. Anos mais tarde, é Eli quem recebe do pai os segredos acumulados durante décadas de exploração. Mas Rough Diamonds não apresenta a viagem como uma simples busca por ondas perfeitas. A própria geografia da costa oeste impõe dificuldades e transforma a jornada em parte importante da narrativa. Ondas pesadas, natureza praticamente intocada e longos deslocamentos ajudam a construir o cenário para a história de Pete e Eli. Além dos dois protagonistas, o filme conta com participações de Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy Smith. A direção e o roteiro são de Will Bendix, com fotografia de Alan van Gysen e produção da Now Now Media. O projeto é apresentado pela Monster Energy em associação com a O’Neill. Rough Diamonds estreia nesta sexta-feira (11) e está disponível gratuitamente no YouTube. Ficha técnica Filme: Rough DiamondsDuração: 31 minutosCom: Eli Beukes, Pete Beukes, Max Elkington, Daniel Wilson e Jordy SmithNow Now Media: @nownowmediaEli Beukes: @elibeukesApresentado por: Monster Energy, em associação com O’NeillRoteiro e direção: Will BendixDireção de fotografia: Alan van GysenProdução executiva: Ryan FranklinProdução: Alan van Gysen Trilha sonora “Werner Meets Egberto” | Guy Buttery“Understanding Happiness” | Rafi B Levy“Earthstrong” | Hattamitsunami

    Novo filme Rough Diamonds acompanha Pete e Eli Beukes em uma jornada de surfe pela costa oeste da África do Sul, região de ondas pesadas e cenários praticamente intocados.

    A história e a evolução das pranchas de surfe estarão no centro das atenções no próximo dia 19 de setembro, em Santos (SP). A segunda edição do Shapers Surf Fest reúne shapers, fabricantes, surfistas e marcas na Casa da Frontaria Azulejada, no Centro Histórico da cidade, das 13h às 22h. O evento contará com 28 expositores de diferentes estados e também do exterior, apresentando desde longboards até modelos de alta performance, além de acessórios e novidades do mercado. O público poderá conhecer as pranchas de perto, conversar diretamente com os profissionais responsáveis pela produção e também adquirir equipamentos durante o encontro. Um dos destaques desta edição será a homenagem aos shapers que começaram a produzir pranchas na região durante a década de 1970. Mais de 25 nomes já estão confirmados para participar da celebração, que pretende aproximar os pioneiros de diferentes gerações de profissionais ligados à fabricação de pranchas. A programação também terá rodas de conversa com shapers e profissionais do mercado, abordando a evolução dos equipamentos, histórias do surfe e os rumos da indústria. A sustentabilidade na produção de pranchas será outro tema colocado em discussão ao longo do evento. Além da programação ligada diretamente ao surfe, o Shapers Surf Fest terá área gastronômica, sorteios e atividades para o público. O encerramento será musical, com Binho Nunes, ex-surfista profissional, ao lado de Neco Carbone e Edinho Leite. A segunda edição é realizada por Luke Franco, Dêmi Viola e Bruno Esposito. O Waves é parceiro de mídia do evento. Shapers Surf Fest 202619 de setembroDas 13h às 22hCasa da Frontaria AzulejadaCentro Histórico de Santos (SP) Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por Shaper’s Surf Fest (@shaperssurffest)

    Segunda edição do Shapers Surf Fest reúne 28 expositores, homenageia pioneiros da fabricação de pranchas e promove encontro entre diferentes gerações do surfe no dia 19 de setembro, em Santos (SP).