Owen e Tyler Wright

Dupla em recuperação

Owen e Tyler Wright revelam os motivos que os deixaram de fora do Open J-Bay, sexta etapa do Championship Tour, realizada na África do Sul.

Por problemas de saúde, os irmãos Owen e Tyler Wright tiveram que abrir mão de disputar a sexta etapa do Championship Tour em Jeffreys Bay, África do Sul, neste mês de julho.

Owen, que chegou a participar da primeira e da segunda fase, não conseguiu entrar na água no terceiro round por causa de uma obstrução intestinal, conforme revelou em seu perfil no Instagram.

“Tive que me retirar repentinamente do Open J-Bay devido a esta obstrução, que estava me causando muita dor. Não sabia o que era, foi descoberto no hospital naquela noite, mas não havia condições de competir. Fico feliz por ter resolvido e estou melhorando. É seguro dizer que foi algo aleatório e estou ansioso para competir no Taiti”, revela Owen.

https://www.instagram.com/p/BlNAgbeAEIg/?taken-by=owright

Já a irmã e atual campeã mundial Tyler Wright nem chegou a entrar na água na disputa do CT Feminino depois de contrair o vírus Influenza A (H1N1), que lhe causou uma forte gripe.

“Nunca pensei que uma gripe fosse me impedir de competir, mas eu estava errada. O vírus Influenza A foi o problema e não me deixou em paz. Fiquei de molho por um tempo, mas tive meu primeiro bom dia em mais ou menos duas semanas. Ainda não posso fazer muito e estou com cerca de 8 quilos mais leve”, conta a atleta também em seu perfil no Instagram.

A próxima etapa do CT Masculino acontece entre os dias 10 e 21 de agosto em Teahupoo, Taiti. Já o CT Feminino vai até Huntington Beach, entre os dias 30 de julho e 5 de agosto.

https://www.instagram.com/p/BlPsGGrAjdA/?taken-by=tylerwright

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)