Costão Pro 2022

Mineiro confirma presença

Adriano de Souza confirma participação no Costão Pro 2022, que define campeões catarinenses na Praia do Santinho, Florianópolis (SC).

O campeão mundial Adriano de Souza é uma das estrelas que já confirmaram participação no Federação Catarinense de Surf apresenta Costão Pro 2022 nos dias 11 a 13 de março na Praia do Santinho, em Florianópolis (SC).

O evento vai definir o campeão e a campeã profissional estadual de 2021 e já valerá como a primeira das cinco etapas programadas para o Circuito Catarinense de Surf Profissional de 2022. Além disso, o resultado também vai marcar pontos para o ranking nacional da Associação Brasileira de Surf Profissional (ABRASP).

A grande novidade é a inclusão da categoria feminina pela primeira vez esse ano. As inscrições seguem abertas com vagas nas duas categorias. A lista da feminina já tem alguns nomes de destaque, como a experiente Susã Leal, a bicampeã sul-americana Pro Junior da WSL Latin America, Tainá Hinckel, a vencedora do LayBack Pro, etapa do WSL Qualifying Series que aconteceu em novembro do ano passado na Praia Mole, Laura Raupp, campeã catarinense amadora de 2021, Yasmin Dias, dentre outras. Até duas surfistas do Peru, Arena Rodriguez Vargas e Kalea Gervasi, já estão inscritas.

Entre os homens, o principal nome é o do campeão mundial Adriano de Souza, o Mineirinho, que mora em Florianópolis há muitos anos. Além dele, mais seis ex-tops da elite mundial da WSL também já confirmaram participação, os catarinenses Willian Cardoso e Marco Polo, o paulista Alex Ribeiro, o cearense Michael Rodrigues, o pernambucano Paulo Moura e o paranaense Jihad Khodr. Devido à pandemia, o último Circuito Catarinense Profissional foi realizado em 2019, com Luan Wood se sagrando o campeão. Ele também vai competir no Costão Pro 2022.

“A Fecasurf está mandando superbem. Já faz o Circuito Profissional há muitos anos e agora eu tenho a possibilidade de participar do circuito inteiro. Como estou mais no Brasil, fico mais em casa, vai ser uma baita oportunidade para viajar pelo estado, competindo e conhecendo outros lugares que eu nunca fui aqui em Santa Catarina”, disse o campeão mundial de 2015, Adriano de Souza.

“Sinceramente, não penso em conseguir mais títulos”, confessou Mineirinho. “Minha carreira como atleta foi feita e ela terminou em 2021. Estou indo competir mais pelo fato de vestir a lycra novamente, viver essa experiência, o nervosismo, mas sem ambição nenhuma de vencer o campeonato. Não tenho nenhuma projeção de ser o campeão. Estou indo só pela alegria mesmo, pelo prazer de vestir a lycra e pegar boas ondas só com três pessoas no mar. E que eu me lembre, nunca competi no Santinho, então vai ser muito legal para mim”.

As inscrições seguem abertas e ainda tem vagas para completar o limite máximo de participantes nas duas categorias. Cerca de 80 surfistas de vários estados do Brasil e até da Argentina e do Peru já estão nas listas do masculino e feminino. O valor da inscrição é de 200 reais e devem ser efetuadas via depósito bancário na conta da Federação Catarinense de Surf no Banco do Brasil-001, agência 5201-9 e conta corrente número 844.759-4, ou através do PIX para o CNPJ 80.151.459/0001-25 registrando apenas os números. Para a inscrição ser confirmada, é necessário ainda enviar o comprovante de pagamento com o nome do atleta inscrito para o e-mail [email protected].

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)