Jogos Olímpicos

COB adianta vacina

Comitê Olímpico do Brasil pretende vacinar todos os atletas que irão representar o País nas Olimpíadas de Tóquio.

Assim como outros países mundo afora, o Brasil decidiu que vai vacinar todos os atletas que disputarão as Olimpíadas e as Paralimpíadas de Tóquio, no Japão.

De acordo com matéria do GE, a lista total contaria com cerca de 2 mil pessoas. Além dos atletas, fariam parte integrantes de comissões técnicas e colaboradores do Comitê Olímpico do Brasil.

“O Comitê Olímpico do Brasil confirma que foi procurado pelo Ministério da Defesa e pelo Comitê Olímpico Internacional para tratar da vacinação da delegação olímpica e paralímpica do Brasil nos Jogos de Tóquio 2020 e está conversando com as entidades para definir o caminho a ser seguido, respeitando o plano nacional de imunização”, afirmou o COB em nota.

Outros países do mundo também colocaram atletas no grupo prioritário para a vacinação contra a Covid-19, como Bélgica, Espanha, Nova Zelândia, Alemanha e México.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) já disse publicamente que as vacinas não serão obrigatórias para os atletas disputarem os Jogos. De acordo com o presidente do COI, Thomas Bach, a China ofereceu vacinas para os atletas que disputarão as Olimpíadas. Diante disso, a ministra japonesa Tamayo Marukawa declarou que os atletas japoneses não tomariam o imunizante chinês.

O Japão só iniciou a vacinação de sua população de maneira geral no dia 17 de fevereiro, a menos de seis meses da abertura das Olimpíadas. Nesta sexta-feira, o Governo do Japão decretou estado de emergência em Tóquio, por conta da pandemia do novo coronavírus, a três meses do início das Olimpíadas.

Vão representar o Brasil na estreia do surfe nos Jogos Olímpicos Italo Ferreira, Gabriel Medina, Tatiana Weston-Webb e Silvana Lima.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.