Surfe em Água Doce

Brasileiro rola no Mosqueiro

Entre os dias 5 e 9 de dezembro, a Ilha do Mosquero (PA) recebe atletas de todo o País para o Campeonato Brasileiro de Surfe em Água Doce.

Entre os dias 5 e 9 de dezembro, a Ilha do Mosquero, localizada no estado do Pará, recebe atletas de todo o País para o tradicional Campeonato Brasileiro de Surfe em Água Doce.

O evento promete reunir grandes nomes do surfe nacional, como é o caso do paraense Nayson Costa, que recentemente venceu a segunda etapa do Circuito Brasileiro Profissional da CBSurf e colocou o Pará de vez no mapa do surfe nacional.

“Com todos os holofotes do surfe nacional apontados para a Praia do Farol, o evento espera poder mostrar ao mundo uma das ondas mais exóticas do planeta”, explica Noélio Sobrinho, presidente da Fepasurf (Federação Paraense de Surf) e organizador do evento.

“Surfar na água doce não é privilégio de quem surfa a pororoca, e acreditamos que em breve o mundo irá se abrir para o surfe em água doce como uma das experiências mais fantásticas que o surfe pode proporcionar”, completa Noélio.

As categorias em jogo são Open, Open Feminino, Master, SUP Race, SUP Wave e Bodyboarding. A premiação total é de R$ 10 mil, que serão distribuídos entre as categorias Open Masculino e Feminino, além de kits e troféus para os finalistas das outras divisões.

O Campeonato Brasileiro de Água Doce 2020 conta com o Patrocínio do Governo do Estado do Pará, Secretaria de Esporte e Lazer, South to South, VLCS, Surfecia Shop, Jamison Representações, Programa Silvinho Santos, MIX FM e Total Banner. Organização: Fepasurf e Abraspo. Supervisão e Homologação: CBSurf.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

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