Operação Réveillon

Baixada prepara restrições

Prefeitos da Baixada Santista (SP) discutem soluções para conter as aglomerações de final de ano na região.

Com o aumento dos casos de Covid-19 no litoral paulista, os prefeitos de nove cidades da Baixada Santista (SP) reuniram-se na última semana em busca de soluções para conter as aglomerações de final de ano na região.

Uma das alternativas discutidas foi a proibição total do acesso às praias da região no dia 31 de dezembro, tanto nas orlas como nas faixas de areia, mas isso só seria possível com a cooperação do governo estadual, já que os municípios da região não possuem efetivo suficiente para fiscalizar o cumprimento da medida.

Outra ideia proposta foi a criação de barreiras sanitárias para inibir a chegada de turistas pontuais na Baixada Santista. Já está prevista a medição de temperatura dos visitantes na entrada da cidade, mas não a exigência de comprovante de imóvel na região ou teste de Covid-19 com resultado negativo.

Cidades como Guarujá e Santos costumam receber centenas de milhares de turistas nesta época. Já a prefeitura de Bertioga, que participou da reunião, instaurou a “Operação Réveillon” para intensificar a fiscalização e segurança na orla e avenida da praia, entre os dias 24 de dezembro e 31 de janeiro.

Ao final da reunião, os prefeitos da Baixada solicitaram em carta direcionada ao Governo do Estado que o efetivo da Polícia Militar, já previsto para a Operação Verão, seja ampliado para auxiliar nas ações de fiscalização. Quase todas as cidades do litoral paulista também suspenderam a queima de fogos do final de ano.

A previsão é que mais de 3,5 milhões de veículos circulem nas rodovias litorâneas do estado entre os dias 21 de dezembro e 4 de janeiro. Estima-se ainda que, durante toda a temporada, a movimentação de veículos fique em 700 mil por fim de semana.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)