Hawaii com Seba

SUP domina Sunset

Sebastian Rojas clica a etapa de abertura do Mundial de SUP, realizada com boas ondas em Sunset, Havaí.

Esse ano o circuito mundial de SUP Wave está mais estruturado. A boa noticia é que a modalidade conta com a real possibilidade de entrar para os Jogos Olímpicos. Bons patrocínios estão de volta e o cenário parece promissor, para a alegria dos competidores.

A largada foi em Sunset, North Shore de Oahu, Havaí. Foi a primeira das quatro etapas que vão rolar ao longo deste ano. Atletas de várias partes do mundo prestigiaram a prova, que começou forte com o jovem e talentoso taitiano Poenaiki Raihoa despontando pelo power surf em ondas pesadas.

As disputas rolaram em condições de 8 a 10 pés bem adversas durante os rounds iniciais, com fortes rajadas de ventos do quadrante norte/nordeste que desorganizaram as ondas e aumentaram ainda mais o desafio. Entre a mulheres, a vencedora foi a norte-americana Fiona Wylde. A brasileira melhor colocada foi Aline Adisaka, de Ubatuba, que terminou em quarto.

Já nas finais do masculino, com o mar de 4 a 6 pés e condições limpas, tivemos ótimas performances nas direitas perfeitas de Sunset. Dois brasileiros disputaram a final, o estreante no Havaí, Wellington Reis, do litoral norte de São Paulo, e o carioca e ex-campeão mundial Caio Vaz, que terminaram em terceiro e quarto, respectivamente.

Local da ilha de Maui, Bernd Roediger quebrou durante todo o evento e ficou em segundo, perdendo apenas para Poenaiki Raihoa e seu surfe sólido, que encaixou muito bem com as ondas de Sunset.

Fiquem ligados que o SUP Wave está voltando com força total em 2019. Aloha e boas ondas pra todos!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)