Com metade da prancha

Melhor do dia em Uluwatu

Local balinês, Riski 'Baim' Aditya pega melhor onda do dia em Uluwatu, Indonésia, mesmo surfando com prancha pela metade.

O design de pranchas não para de evoluir. Atualmente a tendência por modelos menores, com bicos um pouco mais largos e espessos, têm sido a direção. Kelly Slater, que já fez até vídeos surfando com uma mesa, é um dos responsáveis pela tendência de encurtamento dos shapes, desde que pegou bombas, a exemplo de Tom Curren, com pranchas menores e um design que misturou conceitos de fish boards com guns.

Novos approachs, novos shapers, seguem surgindo. Mas tudo vem abaixo quando vemos o local de Bali, Riski ‘Baim’ Aditya, pegando altas ondas com metade de sua prancha, quebrada momentos antes em Uluwatu. O desempenho não deixou nada a desejar, e a boa notícia é qua ainda há muito a percorrer em termos de design de pranchas.

A legenda do vídeo que registra a sessão diz:

“Um bico largo? Talvez um pouco de volume extra sob o seu peito? A metade superior da prancha pareceu funcionar bem para o surfista local Baim, detonando na onda do dia em Uluwatu depois de quebrar sua prancha como se fosse uma tampa de caixa térmica.”

Além de Baim, vários outros locais e haoles pegam altas esquerdas em Ulu!

Vale o drop!

Fonte Surfers of Bali

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)