Swell em Nias

Clássico dos clássicos

Swell entra perfeito em Nias, Indonésia, e faz festa dos locais e sortudos que estavam no pico conhecido pelas direitas perfeitas e tubulares.

 

A direita de Nias, com seus tubos largos e perfeitos, habita o imaginário de qualquer surfista – especialmente os regulars – que se prezem.

E a direita quebrou linda no início de maio, mais precisamente no último dia (5), quando a onda na Indonésia mostrou sua face com vários tipos de formação: tubular, mais manobrável, manobrável e tubular e por aí vai, tudo variando de acordo com a maré.

O swell segue bombando e nessa segunda-feira (6) os surfistas foram agraciados com mais ondas sólidas e perfeitas com ventos quase inexistentes.

Embora seja raro encontrar condições tão boas, sem crowd, no video que ilustra essa matéria, é possível ver que todos estavam fazendo a cabeça na água.

Além disso, testemunhou-se um forte senso de respeito e camaradagem, com surfistas compartilhando ondas e se encorajando quando as séries chegavam.

A legenda diz: “Dois dias de ondas épicas – swell oeste de longo período com quase nenhum vento e uma multidão não tão grande, ondas compartilhadas, revezando e chamando uns aos outros para as ondas mesmo que fosse uma longa espera pelas bombas! Surfistas: Jelius Wau, Irawan, Site, Anton, Lisa, Saggi e muitos outros surfistas talentosos!”

Entre os surfistas presentes, estavam Jelius Wau, Irawan, Site, Anton, Lisa e Saggi.

Fonte Surf Raw Files

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.