Copa Rio

Vento maral encerra disputa

Atletas da categoria Profissional decidem encerrar o evento e dividir a premiação. Foto: Luciano Cabal.

A Copa Rio de Bodyboarding aconteceu no último final de semana (26 e 27/9) na Laje da Alagada, Angra dos Reis (RJ).

 

Pela primeira vez na história, a cidade carioca recebeu um campeonato somente de bodyboarding. As categorias em disputa foram: Profissional, Open, Convidados e Local.

 

A primeira categoria a entrar na água foi a Local. Dennys Rosa venceu e carimbou o passaporte para a categoria Open (premiação oferecida ao campeão).

 

Na Open, Dennys não avançou e a final foi composta por Ricardo Ramos, Caio Fabricius, Marcelo Matos e Rafael Ferreira. Ricardo Ramos, chamado de Chocô pelos amigos, parecia muito nervoso e cometeu duas interferências, ficando em último lugar.

 

O mais inspirado era Caio Fabricius, que travou um bom duelo contra Rafael Ferreira. Rafael até que tentou, mas Fabricius achou bons tubos e ficou com o título. Em terceiro ficou Marcelo Matos.

 

Na categoria Convidados, vitória do big rider Marcello Pedro. Marcello não escondeu a emoção de vencer o evento. Max Sabino ficou na segunda colocação, Luis Villar, top do circuito mundial, ficou em terceiro. Elissandre Varella foi o quarto.

 

A categoria mais esperada do dia foi a Profissional, mas os atletas foram surpreendidos por um vento maral nada comum na região.

 

Com o mar perigoso, o risco de acontecerem lesões sérias era grande. Os atletas classificados para a segunda fase Santiago Tobar, Leo Leite, José Otávio, Nicholas Bastos, Felipe Mendes, André Guaraná, J.Urdan e Carlos Eduardo resolveram que era melhor parar o evento e dividir a pontuação e a premiação entre si.

 

“A proposta do evento não é ficar surfando ondas ruins. Infelizmente o vento estragou o mar e a decisão mais sábia foi a de parar. Esta é a vantagem de ter atletas na organização. Quem veio aqui sabe o que aconteceu e quem não veio não terá ideia de como foi”, afirma o atleta Carlos Eduardo, o Miquimba.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)