
O surfista Marcelo de Souza, o Tchelo, desembarcou no Tahiti junto com seu amigo Guilherme Berta para explorar a temida bancada de coral de Teahupoo.
Depois de uma recepção típica taitiana, com direito a música local e flores, os amigos deram conta que as pranchas haviam sido extraviadas.
“Na hora rolou um stress, mas raciocinei que ali era o paraíso e nada podia nos abalar, pois surfaríamos de qualquer jeito”, conta Tchelo.
Saindo do aeroporto, Tchelo e Berta foram recepcionados por uma família francesa que mora de frente a Teahupoo, onde um amigo já havia se hospedado.
No dia seguinte, os brasileiros receberam a notícia de que a prancha estava a caminho e logo começaram os preparativos, pois uma previsão de boas ondas estava a caminho.
Depois do stress inicial foi só curtição. “Foi aquela adrenalina pegar a primeira onda, tinha dois metros perfeitos e um pequeno crowd de locais e brasileiros. Um deles era o Morongo da Mormaii com uns amigos, foi legal e conversamos um pouco”, afirma Tchelo.
“No último dia, organizei para ir de barco onde meu amigo iria filmar e tinha uns dois metros. Consegui pegar uns dos meus melhores tubos já registrados e fiquei amarradão, mesmo quebrando a minha prancha Simon Anderson 6’1” mágica”, desabafa Tchelo.
Marcelo Tchelo voltou para o Brasil e mora atualmente em Maresias (SP), onde pretende dedicar-se ao tow in.