Gabriel Pastori

Sozinho em Desert Point

Este ano, além de desfrutar de duas idas à Indonésia recheada de ondas boas, ainda fui presenteado com um fato inédito na minha vida: surfar Desert Point sem ninguém. Isso mesmo, nenhuma pessoa. Pode parecer mentira, mas a combinação de uma série de circunstâncias fez com que eu pudesse surfar uma das melhores ondas do mundo sem nenhuma alma viva do meu lado.

 

O fato de estar no mês de novembro (praticamente fora do período da temporada) ajudou muito. Outro motivo foi a presença de um swell muito pequeno que acabou não despertando o interesse dos surfistas que ainda estavam pela Indonésia.

 

Diante disso, me restou aproveitar algumas horas de surf até o anoitecer, escutando a cada tubo os assobios do meu pai, que registrou algumas ondas com uma câmera amadora e sem tripé. 

 

Foto de capa Arquivo Pessoal

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)