Franklin Serpa

Sombra, aéreo e água fresca

A partir de março, as ondulações já começam a encostar nas bancadas de corais e beach breaks da Bahia, não muito diferente do que acontece em grande parte do nosso litoral brasileiro, tirando a temperatura da água e a sombra dos coqueiros em cenários paradisíacos.

 

As condições favoráveis e constantes para surfe vão até meados de setembro, outubro e até novembro – em algumas temporadas especiais.

Abençoado por morar em Olivença e estar numa região contemplada por excelentes picos de surfe, como é o sul da Bahia, fica fácil o acesso às tantas opções de praias e sempre existem alternativas para fugir do crowd ou encontrar melhor formação.

 

A aproximadamente 70 km de casa, a praia da Engenhoca e a de Jeribucaçu, duas das primeiras praia do município de Itacaré, são boas opções quando o mar no Backdoor está pequeno.

Fotos: Vitor Benjamin

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)