#A maioria dos longborders usam uma prancha básica entre 9?0″ e 9?2″que possibilite manobras de bico e de rabeta.

Agora, quando você tem uma prancha que seja mais específica para determinado estilo de surf ou condição de mar, já começa a pintar a necessidade de outra ou mais pranchas complementares, assim um quiver vai sendo formado.

As inúmeras opções envolvendo comprimento, dimensões de outline e configurações de quilhas podem te levar a uma numerosa coleção de pranchas se tiver “bolso” para tal.

Para as condições brasileiras, uma boa opção seria uma básica tal qual a citada no início e uma 9?6″ (ou maior) noserider, que além de muito funcional nas ondas pequenas desenvolve o seu surf clássico e faz um trabalho de perna que ajudará o lip-base quando usar a prancha menor.

Uma outra opção para os dias maiores seria um longboard gun. O que basicamente muda nessa prancha é a configuração de outline. O bico e principalmente a rabeta devem ser mais estreitos. A prancha fica muito mais segura no bottom turn, te deixando mais confiante em botar para baixo.

Enfim, como as preferências dos longboarders são variadas cada um definirá o seu quiver de acordo com a sua “cara”.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)