Nova Zelândia

Paraíso desconhecido

 

Depois de morar por tantos anos no Hawaii e ficar “preso” na ilha, sem poder conhecer outros tipos de ondas e lugares, a Nova Zelândia me pareceu uma ideia muito tentadora.

 

Pela proximidade com outros lugares como Fiji, Tahiti, Austrália, Micronésia, Tonga e muito outros picos com altas ondas e, de certa forma, muito mais baratos para viajar, a Nova Zelândia caiu como uma luva.

 

Por ter morado por tanto tempo em um dos lugares mais belos do mundo, pensei que nada maisme surpreenderia. Grande engano.

 

Fico de bobeira com a criatividade de Deus e a inspiração Dele para criar lugares tão belos e de belezas tão diferentes no mesmo mundo.

 

Começando pela natureza, aqui totalmente imponente, você a sente de uma forma diferente. Todas as paisagens dão aquela impressão de que você realmente não e nada!

 

A temperatura também tem sido algo novo. Depois de muitos anos vivendo em um clima tropical, em pleno verão aqui tem dias que tive de por um moleton.

 

A cada viagem de carro, cada nova praia e onda apresentanda, sempre uma exelente novidade. Não pensei que aqui tivesse o nível de onda que temos encontrado. E olhe que me disseram que ainda não está bom!

 

A água é fria, mas não muito diferente do Sul do Brasil ou de picos como Chile, que já me disseram ser mais frio do que essa região.

 

Há muitas ondas para surfar, mas ainda estou de molho até julho por estar me recuperando de cirurgia no joelho. Mas, um brother, chamado Diego, me levou para conhecer a “Maresias” da região de Auckland, uma praia tradicional conhecida como Piha.

 

Chegamos pela manhã e séries de 4 a 5 pés faziam a cabeça da galera. Existe um formação rochosa na praia gigante, dividida entre Norte e Sul.

 

Na parte Sul, havia umas direitas, mais mamão com açúcar. No trecho Norte era um surf mais para quem tem uma linha. A bancada proporcionava todo tipo de manobras, para a direita e para a esquerda.

 

Deu para sentir que o nível do surf aqui não é tão popular. Por que mesmo com os locais comentando sobre o crowd que havai, em nada se compara ao Brasil ou Hawaii.

 

Isso porque o crowd mesmo se concentra nessa praia e tem dezenas de outras espalhadas só pela região de Auckland.

 

Essa tem sido uma experiência diferente e que espero poder usar o Waves para dividir com a rapazeada que sonha em por o mochilão nas costas e sair por aí, pegando suas ondas no bom e velho estilo underground.

 

Conheci uma galera casca-grossa e que busca ondas e slabs no meio do oceano. No primeiro bom swell vão me levar a um secret, a cerca de 8 horas de jet mar adentro na perigosa região da Tasmânia.

 

Enviaram uma foto do lugar, uma direita muito cascuda que dá arrepios só de ver a imagem. Torço para este swell entrar logo, para continuar mostrando as belezas deste lugar tão pouco explorado pela mídia especializada e que vou procurar desbravar junto da galera local.

 

Se você é brasileiro e está aqui na nova Zelândia, a missão está dada, me adicione no Facebook. E em breve tem mais. 

 

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