Waves 10 anos

Muitas ondas de vida

 

Galera do Waves comemora 10 anos de atividades do maior portal de surf de língua portuguesa do mundo. Legenda completa no pé da página. Foto: Aleko Stergiou.

Caramba, o tempo surfou e 10 anos se passaram desde a primeira publicação do Waves, quando o site era apenas mais um nesta louca world wide web.

 

Era, porque não demorou muito para ocupar seu lugar, dominar o pico, conquistar um espaço entre os melhores do mundo e atrair altas audiências.

 

Quantas vezes não ouvi dizer, no começo, que o site não daria em nada, que internet era coisa de “nerd”, que surfista não lia, que o mercado não anunciaria nesta parada de computador…

 

Nossa, ainda bem que a gente sempre acreditou no projeto e em nossa experiência no segmento de publicações de surf e não demos trela para os negativistas e teóricos do caos para levar o Waves adiante para ele ser o que é: absolutamente indispensável para o mercado e para toda galera que orbita neste fantástico meio do surf.

 

 

Darcy Filho, correspondente do Waves na Indonésia, está em trânsito e não chegou a tempo de entrar na foto. Foto: Darcy / Dreamdeliver.com.

Ao longo destes dez anos o Waves foi se transformando, se aprimorando e se agigantando, a ponto de hoje ser um site fortemente enraizado nas praias do Brasil e do mundo, por conta de um compromisso com o esporte que poucas mídias podem ostentar e se orgulhar.

 

Afinal, são centenas de colaboradores nas regiões mais estratégicas do cenário nacional e internacional, selecionados pela competência, experiência e credibilidade no ramo, uma galera que dá o sangue ao Waves e que torna o site esse projeto dinâmico e interativo que faz a cabeça de surfistas, longboarders, bodyboarders, bodysurfers e amantes do mar, da natureza e deste modo de vida inigualável. 

 

É muito legal estar à frente de um projeto tão bacana e envolvente. Sinto-me bastante privilegiado por estar há dez anos no comando de uma redação jovem, dinâmica e talentosa: valeu, Claudião!

 

 

Sylvio Mancusi mostra em Sumbawa, Indonésia, porque é o melhor tube rider da redação. Foto: Yuri Loureiro.

Não é apropriado e nem fica bem usar palavrão em editorial, mas, isto é um site de surf e danem-se a formalidade e os critérios porque afinal este é o texto comemorativo de 10 anos e eu penso que o mundo do surf brazuca deve ler aqui o seguinte – Claujones, você é foda!

 

Além do “Alemão” na condição de headhunter largadão mas muito antenado, também tenho a felicidade e a sorte de ter grandes colegas no comando, brothers & associates como Marcelo Barros e Rafael Sobral, sendo o Marcelo o melhor homem de vendas do segmento praia, disparado (mas não é pra ficar se achando)… enquanto o Sobral, dá licença, não tem pra ninguém quando o assunto é tecnologia, longboard, parafernálias eletrônicas e aparatos de complexidade digital de pura tecnolorgia.

 

Também queria fazer uma referência à Cecília Castro, que hoje vive na Califórnia, berço do surf nos Estados Unidos, e que também teve

Bruno Lemos, correspondente no Hawaii, completa a equipe Waves com um trabalho fotográfico de qualidade impecável há várias temporadas. Foto: Lemosimages.com.

participação na história do Waves.

 

Às vezes passo as tardes no msn trocando idéia com meu editor Ader Oliveira, que vive na Bahia, mas está ligado no que rola no mundo inteiro.

 

Incrível como mesmo estando ausente da redação paulista ele marca sua presença com uma pauta sempre vibrante e criativa, reportagens sensacionais e entrevistas marcantes. Isso sem contar com seu astral de baiano misturado ao pique de jornalista meio paulista (!?!?), detalhes que compõem sua personalidade carismática.

 

Aqui em São Paulo, no inside turbulento da redação, Mariano Kornitz e Fernando Iesca remam para cá e para lá atrás da informação qualificada e do texto impecável para manter o Waves do jeito que o crowd gosta e exige, pois os surfistas que nos procuram sabem que aqui as notícias do Eddie Aikau não podem ir parar no canal de tow-in.

 

Já o big rider Sylvio Mancusi, além de pegar umas grandes, sempre reserva boas surpresas aos fãs. Na remada ou no tow-in, Sylvinho está sempre nos mares mais clássicos em qualquer pico renomado do planeta com informações privilegiadas.

 

E para nossos fotógrafos também não existe arrebentação impenetrável ou drop impossível. Na real, raras mídias especializadas podem se orgulhar de ter caras como Aleko Stergiou e Bruno Lemos, que arrebentam no cenário a céu aberto das praias mais paradisíacas e das ondas mais alucinantes.

 

Puxar o email e receber toneladas de imagens desta dupla é a grande alegria dos editores do Waves. Afinal, são páginas e páginas que ganham vida e muitos clics, o que nos garante a liderança destacada no segmento surf pela internet no Brasil.   

 

Nos últimos 10 anos tive o privilégio de trabalhar com pessoas muito especiais e que tiveram passagem marcante pelo Waves. Entre elas, a web-designer Cinthia Lira, uma menina que entrou com 18 anos e não tinha retrospecto no meio do surf, mas era uma gatinha tudo a ver com o surf e nada a ver com certas marias-parafinas que dropam neste meio dispostas a encarar qualquer onda fechando pra se dar bem.

 

Nunca vou me esquecer de quando o Almir Salazar ficou fascinado por ela durante uma feira Surf & Beach, pela capacidade de concentração na montagem das páginas em meio a tanto movimento. “Olha como mexem rápidos os dedinhos da mina pelo teclado!”, espantou-se o legend. Cinthia, querida, que saudades eu tenho de você!

 

Mudando de assunto, no ano passado minha saúde deu uma pifada e eu quase dropei desta para uma pior. Mas, com o apoio da família e dos amigos, mirei nos exemplos de grandes caras como Pauê e Pirata, e consegui superar os momentos mais difíceis da minha vida. Também recebi muitas manifestações de solidariedade dos amigos e dos usuários do Waves que me deixaram muito emocionado.

 

Portanto, aproveito para agradecer a todos que tiveram um pensamento bacana e um gesto legal de apoio espiritual para superação das minhas roubadas. Obrigado, galera, foi muito bom ter tanta solidariedade em meu coração!

 

Para finalizar, gostaria de dedicar o aniversário de dez anos de site para as pessoas que mais vivenciaram o dia-a-dia do Waves sem trabalhar nele: minha amada Celia Almudena, meus filhos Daniel, Caio e Luiza. Também têm um lugar especial no meu coração todos os meus colegas guerreiros de Wavescheck, que não medem esforços para cobrir as praias de Norte a Sul com o objetivo de levar as melhores ondas do país direto para o seu computador e sem muito embaço.  

 

Nas páginas a seguir, selecionamos alguns destaques destes últimos 10 anos de publicações. Clique à vontade e aproveite para rever um material que vale a pena curtir neste aniversário de 10 anos do Waves!

 

Quem é quem na foto (da esquerda para a direita, em pé): Sergio Monaco, Raquel Lima, Geovana Tibúrcio, Fernando Iesca, Alceu Toledo Junior, Ader Oliveira, Rafael Sobral, Fernando Coghi, Marcelo Barros, Thaís Havel e Claudio Martins de Andrade. Embaixo: Aleko Stergiou, Marcelo Bueno, Flávia Bianchi e Mariano Kornitz. 

  

Waves faz aniversário e dá um presente para a maior comunidade do surf brasileiro: baixe aqui o MP3 “Waves”, produzido por Lord K.

 

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Dez reportagens escolhidas ao acaso

 

Australiano enfia prancha naquele lugar

 

 

Engenheiros do Hawaii

 

 

A pororoca do vizinho

 

Volta ao mundo em 80 clics

 

Tinguinha, tiranossauro do surf brasileiro

 

Outubro, 20 dias de altas ondas

 

Escrito nas estrelas

 

Bin Laden encontrado no Espírito Santo

 

Achado não é roubado

 

Bruninho é campeão

 

 

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Cauli Rodrigues: metralhinhas aterrorizavam as festas do Iate Clube. Foto: Arquivo pessoal Cauli Rodrigues.

Dez declarações pinçadas por Ader Oliveira durante uma madrugada

   

Cauli Rodrigues “Eu pertencia a uma turma de aproximadamente 15 pessoas, conhecida como os  ‘metralhinhas’, que implicava com os surfistas da geração mais antiga. Sempre freqüentávamos as festas do Iate Clube, mas não para curtir e sim para aterrorizar. Porém, como alguns daqueles surfistas não tinham pranchas, tomavam de quem era da minha turma quando nos encontravam na praia, devolvendo apenas no final da tarde. E tinha também um lance bem engraçado de deixar alguns moleques sem calção, completamente nus. O calção era pendurado na torre do telégrafo do Arpoador e o garoto tinha que buscá-lo. As maiores vítimas foram o Petit – o “Menino do Rio”, cantado por Caetano Veloso – e o Paulinho Proença”.


Alberto Potz “Um dia estava na praia do Icaraí, quando o Babau apareceu e propôs trocar sua prancha nova em minha prancha usada e mais o meu colete. Ele ficou tão empolgado ao pegar minha prancha que nem percebeu que estava trincada. Ele quebrou a prancha em três pedaços logo na primeira onda, passou o dia inteiro me chamando enquanto eu me divertia no outside. Tive de sair na praia da Tabuba, já anoitecendo, para que o negócio não fosse desfeito, depois disso passei quatro meses sem aparecer no Icaraí”. 
 
Gustavo Camarão “Gosto de valorizar o meu trabalho e vejo que no Brasil a minoria das empresas é séria. É normal você receber uma contraproposta de permuta de roupas. Eu não vou comer um casaco no café da manhã e nem almoçar uma calça jeans”.


Rodrigo Resende “Teve um dia que eu estava na casa do Jorge Guimarães (Jóinha), quando o Kai, que treina o Kala, ligou e disse que ele queria fazer um vale-tudo no Brasil. Como eu já estava puto com essa história dele bater em todo mundo, em pessoas que não sabem brigar, falei que eu estava a fim de fazer um vale-tudo com ele”.
 
Dadá Figueiredo “Eu virava a noite anterior a uma bateria cheirando e bebendo. Naquela época, os campeonatos duravam de quatro a cinco dias e eu nunca agüentava ficar mais de três dias sem beber”.

Renan Rocha “A molecada tem que ser mais bem assessorada, tem muito charlatão no meio do surf, se acham os melhores, mas só sabem criticar a galinha do vizinho em vez de tratar da sua”.

 

Túlio Brandão “A grande imprensa tende a repetir os valores da sociedade. Assim como alguns vizinhos ainda acham que você, por ser surfista, é burro, há jornalistas (poucos, é verdade) que pensam da mesma maneira”.

Neco Padaratz ?Todo ser humano tem seu limite e hoje, meu limite é Teahupoo e não tenho problemas com outras ondas no mundo. Teahupoo é uma onda que não permite hesitar, pois pode ser fatal à vida de quem tem que tomar a decisão. Hoje não me encontro totalmente preparado para tomar uma decisão sem hesitar neste lugar e minha vida vale muito mais do que aquele prêmio em dinheiro”.

Lapo Coutinho “Acho que os juízes deviam usar fones de ouvido para não ouvir nada que os comentaristas falam, para não serem influenciados, já que a platéia e comentaristas puxam para os locais de cada lugar e não têm o mesmo know-how de surf. Ficam berrando e vibrando quando o cara não fez nada e dão a impressão de que a nota devia ser maior”.

 

Murillo Brandi “Como diria o ‘filósofo’ Serapião, merdas cagadas jamais voltarão ao c…”

  

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selecionados sem muito critério…

Adriano Mineirinho, estrela do Season Video Magazine Vol. 2, filmaço de Paulo Tracco. Foto: Divulgação.

Dez vídeos irados

 

Season Volume II

 

Estranha Viagem

 

Madness explora lado insano do surf

 

Enigma apavora Nuth

 

Brasil Secreto, tesouro nacional

 

Fábio Fabuloso

 

Freak Show

 

Que!Issu?

 

Hang With Us

 

A trajetória de Gary Linden

 

… e algumas imagens tiradas do baú

 

Dez fotos iradas 

 

Dez artes clássicas

 

Dez gatas 

 

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Condições meteorológicas integram a página do Wavescheck. Foto: Reprodução.

Alguns números do Waves

 

Praias cobertas pelo Wavescheck 210 picos

 

Audiência diária 270 mil page views

 

Audiência mensal 650 mil visitantes

 

Fotos cadastradas 110.424

 

Fotos de gatas 4.491

 

Matérias cadastradas 33.112 (média de 14 por dia)

 

Usuários cadastrados 33.200

 

 

 

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Valeu a todos que são gente boa: Abelardo e Bernardo Lopes, Abílio Fernandes, Adalvo Argolo, Adrian Kojin, Adriana Lopes Motta, Adriano GSurf, Adriano Matias, Adriano Mineirinho, Adriano Travagini, Adriano Vasconcellos, Adriano da Maresia, Agobar Junior, Aílton Júnior, Akemi Saito, Akio Surfboards, Alan Donato, Albert Vinícius, Albertinho Alves, Alberto ?Turco Loco? Hiar, Alberto Pecegueiro, Alberto Sodré, Alcino Pirata, Aldemir Calunga, Aldo Tassara, Alejo Muniz, Alemão de Garopaba, Alemão de Maresias, Alemãozinho do Tombo (in memorian), Alessandra Nahra, Alex Bichara, Alex Leco, Alex Stefani, Alex Von Gerishten, Alexandre Almeida, Alexandre Andreatta, Alexandre Carnieri, Alexandre Costinha, Alexandre Phillipines, Alexandre Reis, Alexandre Toledo Piza, Alexandre Zeni, Alexandre de Castro “Local Brasil Surf.com”, Alexandre do Amparo (Todos os Santos), Alexandre Gennari, Alexandre Wolthers, Alexis Malabi, Alfio Lagnado, Alfredo e Eduardo Bahia, Alfredo Pacheco, Alice Lima, Aline e Angélica Rolnick, Allen Chahad, Almir Rizzato, Almir e Picuruta e Lequinho (in memorian), Álvaro Bacana, Álvaro Freitas, Álvaro Gobatto, Alvinho Duarte, Amanda Kasecker e Rafaella Malucelli, Amanda Suita, Amani Valentim, Amaro Paulinho Neno Mattos Tomboyz, Amaury Piu Pereira, Amélio Junior, Amir Ferreira, Ana Souto, Anderson Aracaju, Anderson Verti, Andiesca Bavaresko, Andre Bianchi, André Macedo dos Santos, Andre Mideus, Andre Ulloa, Andressa e Jano Belo, André Cheron, André Cyriaco e galera da Associação de Niterói, André Felisberto, André Luis Al Ferreira, André Macedo dos Santos, André Miranda, André Wood, André de Biasi, André e Gabriel Pastori, André Z, Andréa Lopes, Angela Bauer, Angela Gazzio, Angelo Rossi, Anselmo Cachorrão, Antonio Ricardo, Antony “Yep” Colas, Antônio “Maninho” Barbosa, Antônio Nassírius, Antonio Ricardo e galera do Woohoo, Anésio Amaral, Armando “Praça” Júnior, Armando Daltro, Arnaldo “Abacaxi” Spyer, Arnaldo Hase (Santista Roxo.com.br), Arthur Freire, Arthur Richter (Solto), Arthur Scatena Júnior (in memorian), Arthur Toledo, Atolv (uma marca simplesmente inacreditável!), Augusto Saldanha, Avelino Bastos e toda galera Tropical Brasil, Átilla Sbruzzi, Badeco Dardene, Banda No Way, Basílio e Fábio Ruy, Beachcam.com.pt, Bebeto Martins de Andrade, Ben Aipa, Beda Batista e a galera da Zimba, Bernardo Mussi, Beto “Urubu” Lisboa, Beto Costa Souza, Beto Falcão, Beto Issa, Beto Paes Leme, Bidu, Billabong, Bilo Surfista de Cristo, Bira Medeiros, Bite Paganelli, BlackWater, Bob Burnquist, Bola e Calunga (Lightning Bolt), Bricio e Jânio Argolo, Brigida, Ligia e Jarlane da Pena, Brow do Forum, Bruce Boal & Surfers Village crew, Bruna Schmidtz, Bruna Surfistinha, Bruna Tonzano, Bruno Alves, Bruno Benn, Bruno Corti, Bruno Esposito, Bruno Galini, Bruno Januzzi, Bruno Lemos e Claudia Saboia Lemos e Keale Lemos, Bruno Pitanga, Bruno Santos, Bruzzi, Buttons Kaluihokalani, Cacá Freire, Café (Clean), Caio Monteiro (in memorian), Caio Salles, Caio Umehara, Caio e Marina Andrade, Calfin, Camila (Nicoboco), Camila Jung, Camila Storchi, Camile Maltez, Carlos  Moura (in memorian), Carlos  Mudinho, Carlos Abdalla, Carlos Ari, Carlos Augusto, Carlos Augusto Medicis, Carlos Bahia, Carlos Burle, Carlos Carpinelli – autor da arte da antiga home do Waves, Carlos Gama, Carlos Freitas, Carlos Gregório e Diego e Ludmilla Motta, Carlos Lopes, Carlos Lorch, Carlos Marques, Carlos Martins (Surfpoint.com.br), Carlos Perrone, Carlos Sarli, Carlos Marques, Carlos Vargas, Carol Haber, Carol Oliva, Carolina Pissato, Carolina Sanches, Caroline Keller (killer baby), Caroline Lucena, Caroline Rosa (tatoo beautiful girl), Castro Pereira, Cauli Rodrigues, Cebolinha (Ubatubera), Ceci Banzatto, Cecília Castro, Cecília Lourenço da Silva, Celsinho & Ari, Celso da Wagon, Cesar Calejon, Cesar Ferrugem Baltasar, Charles (Waves Rider), Charles Padaratz, Charles Varani (autor do logotipo do Waves, valeu França!), Charlie SanJuan, Cheyne Horan, Chico Padilha (grande Chicão e suas 1.500 erratas!!!), Chico Paioli, Chico Preto, Chris Kipriotys, Chris Stokler, Christian Aguirre, Christian Beserra Yahooooo!, Christiano Cardoso (Revista Sul Sports.com.br e suas gatas maravilhosas), Christiano Morley Boogie, Christiano Spirro, Cinthia Lira, Ciro e Rafael da Goofy, Cícero e Eduardo Lehman, Cisco e Tato Araña, Clarisse Braga, Claudia Ferrari & Sheriff Ozzie, Claudia Gonçalves, Claudia Lupion, Claudinho de Itaúna, Claudio “Alema” Henneck, Claudio Marroquim, Claudio Pastor, Claudio Valle, Claudio Werneck, Claudio Levy, Clemente Coutinho, Click Brasil Sergio e Andréia Kovacevick, Cláudia Gonçalves, Cláudio Grillo, Cocó Fagiano, Cosme Johnny, Cris de Vicq, Cristhyan Correa, Cristian e Dodô Von Siddow,  Cícero Lehmann, Cândido Coelho Neto, Cuca Fromer, Curt Bercht,copiasurf.com.br e seus laranjas amestrados (o site dos abutres da internet, saem clonando, copiando e xerocando tudo que encontram pela frente), Cutibéqui, Dadá Borghet, Dadá Figueiredo, Dadá Nascimento e toda galera do SP Contest, Dadá Souza, Daniel Arena (Liquid Trips), Daniel Carettoni, Daniel Friedman, Daniel Levy, Daniel Neris, Daniel Rosa, Daniel Sabbá, Daniel Setton, Daniel Smorigo (Freesurf.com.br parceiraço), Daniella Velloso, Daniela Santa Rosa, Daniks Fischer, Danilo Costa, Danilo Couto big rider de nascença, Danilo Mulinha, Darcy Filho, Davi Hoffman, David Chamas, David Husadel, Debora Serafim, Deborah Farah (in memorian), Demian Moraru,  Demon, Dener Vianez, Denilson (Uluwatu), Denis Abessa, Denise Galvão, Dennis Tihara, Diana Batalha, Diana Bueno, Dick Brewer, Diego Freire, Diego Garutti, Diego Mota, Diego Mourão, Dimitrius Nassírius, DJ Magoo (Satã e everywhere), Diolanda Vaz, Dodô de Guaratuba, Don Meek, Dondi Vilatore – o sempre pontual de Matinhos, Dora Bria (in memorian), Dr Camargo, Dr Marcelo Babogluian, Dream Delivery.com, Drop SC, Duda Gaspar, Duda e Celia Servo, Dudi Barros, Dudu e Carlinhos Argento, Dudu e Vitinho, Dé High Point, Débora Liotti, Dênis Sarmanho, E-Surf.com.br, ESPN-Brasil, Ecológica, Edgar Bischof, Edgard (Overboard), Edilson Grão, Edimilson Benzoni, Edinho Leite, Edmar Rezende, Edu Buran, Edu Faria, Edu Marron, Edu da Bleat, Eduardo “Monstrão” Nasser, Eduardo “Ado” Martins de Andrade, Eduardo (Jaws Surfboards), Eduardo (OVL Surfboards), Eduardo Bagé, Eduardo Crivella, Eduardo Dardal Alfredo, Eduardo Delduque, Eduardo Machado, Eduardo Moody, Eduardo Sermann, Eduardo Wolf e Dudu da Cyclone, El Surfero.com, Élida Blumenthal, Eliete Karadec (in memorian), Elmo Ramos, Eloi Melo e toda equipe Laboratório Lahimar, Elton Preiss, Emerson Piai, Emiliano Javier, Emoceans Australia, Eraldo Gueiros, Eric Nagata, Ermínio e João Nadin, Ernesto Baldan, Ernesto Nunes, Evandro Kinosita, Evandro Mesquita, Evaristo “Kiko” Ferreira, Everaldo “Psicopato” e Fabiana Nigol, Everton Luis, Evoke, Fabiana Bibi Mello, Fabiana Jacomel, Fabiano Barreto, Fabiano Prado, Fabiano Rosito (in memorian), Fabiano Tissot, Fabinho Anão, Fabinho Burns Airlines, Fabinho Ekizian, Fabinho e Elka Gouveia, Fabio Belem, Fabio Bueno, Fabio Carvalho, Fabio Galli, Fabio Matiazi, Fabio Minduim, Fabio e Irineu da Central Surf, Fabrício Fernandes, Faiçal e Fauze Makhoul, Família Afonso: seu Tomás dona Celia Áurea Manu Nair Paloma Pedro Felipe Tomás Carlos Caetano e Marco Merhej e Oscarzinho recém-chegado, Família Forte Surf, Família Zanata “Top Travel”, Faro de Camburi, Fausto Fawcett & Regininha Poltergeist, Fecasurf, Federação Gaúcha, Federação Paulista, Fedoca Lima, Felipe Braun, Felipe Dantas, Felipe Faria, Felipe Fernandes (irmão, brother e amigaço), Felipe Mortara, Felipe Mota, Felipe Paulinho André e Marquinho de Unamar, Felipe Sica, Felipe Silveira, Felipe Vital, Felipe Zobaran, Fernanda Amorim, Fernanda Bopp, Fernanda Ceravolo, Fernanda Daitchman, Fernanda Garcez, Fernandinha Barbosa, Fernandinho Farina, Fernando “Grilão” Mesquita, Fernando (Clean), Fernando Bitenca, Fernando Coghi, Fernando Costa Netto, Fernando Firpo, Fernando Gasparzinho camarada, Fernando Gonzalez, Fernando Iesca, Fernando Martin, Fernando e José Rêgo (Lightning Bolt), Fernando e Binga F/glass, Feserj, Flávia Andreatta, Flávia Bianchi, Flavia Tavares, Flavio Franhani, Flavio Rasta Almada, Flávio Tin, Fluir (Adrian, Naninho, Kiko, Steven, Guaraná, Fatiminha, Luciano e dona Zilma), Fluminense FM – a maldita, Flávio Boabaid, Flávio Vidigal, France Hazar, Frances “Airplane” Alves, Franciele Hochmuller, Francielle Ferraz, Francisco Carneiro, Francisco Chagas, Francisco Gana, Francisco Garritano, Francisco Mario Corrêa, Franco Uchelli, Frank Zappa (pela inspiração), Frank da Guarda, Franklin Serpa, François Cevert, Fred Hemmings, Fred d’Orey, Fred da Astrodeck, Fred da Surf Travel, Freddy Tórtora, Fredê e Zoró (in memorian), Freire Neto, Fuad Vady e Elias e Tuca Mansurf, Fábio Aquino, Fábio Cabral, Fábio Coppola, Fábio Corsini, Fábio Hipólito, Fábio Madueño, Fábio Maradei Notícias Everyday, Fábio Quencas, Fábio Tihara, G Zero Pipo e Renan Mandetta, Gabi Cadore, Gabi Toledo, Gabi Von Gal, Gabriel Macedo, Gabriel Nascimento, Gabriel Pensador, Gabriel e Manoel Siqueira (in memorian), Gabô Oliva, Gaia Lee, Gary Linden, Gedeon Gonçalves e Associação de Surf de São Sebastião, George Amaral, Georgia Pascoal, Geovana Tibúrcio, Gerry Lopez, Gerson Filho & Ricosurf, Gerson ?Pilão?Perrenoud, Gheorghe Torok, Giba, Giba da Swell, Gil Hanada, Gilberto Miranda, Gilberto Miranda, Gironso, Giselli Souza, Giuseppe Farina Jr, Glauber (Freesurf), Grê Gaya Lee, Greenish, Greg Noll, Gudmila Regis, Guga Arruda, Gugu de Cabo Frio, Gui Matos, Guido Schvartzman, Guiga Mattos, Guilherme Amando de Barros, Guilherme Botura, Guilherme Hammes, Guilherme Herdy, Guilherme Ribeiro, Guilherme Tâmega, Gustavo Beloc, Gustavo Brusca, Guss (EVK), Gustavo Berlinck, Gustavo Bomba, Gustavo Campos e Martin Moreno (Paipo.com.uy), Gustavo Kronig, Gustavo Nader, Gustavo Oliveira, Gustavo Soares, Guto Amorim, Guto Carvalho, Guto Medicis, Guto Villas-Boas, Hakim Hazim, Hang Loose, Hanging Together, Hans Firbas, Heinrich Von der Schulemberg, Heitor Fernandes, Heitor Pereira, Helder “Skelter” Júnior, Helio “Alemão” Medeiros, Henri e Patrícia Lelot, Henrique Bueno e Andréa Bueno, Herbert Passos Neto, Hermano Castro, Hideo, Hilton Surf Art, Homem-Alga Paulo Limoncic, Hizunomê Bettero, Homero Naldinho, Hurley, Hélio Coquinho, Ian Cairns, Ian Lopes, Iberê, Ibrasurf, Igor Lummertz (Original Surf), Igor e Max Cavalera, Igreja Bola de Neve, Ika Cangiano e Fábio Jacui Boturão Ventrilha, Ilan Casartelli, Irineu Santos, Isaac e Jairo Teixeira (Clark Foam), Isabelle Nara, Itamar Guimarães, Ítalo Marcelo, Ithaka (Darin Pappas), Ivan Lopes, Ivan Schiavinatto, Ivan Storti, Iuri Carvalho, Jack McCoy, Jacqueline e Juliane Silva, Jade Dechiara (in memorian), Jadson André, Jafé Britto, Jaime Lobos, Jair Bortoleto, Jairo Fabinho e Renata Bortman, Jakson Adisaka, James e Maria Thisted, Janaína Clea, Janaína Soares, Jander Carvalho, Jaqueline Gonçalves, Jarbas Soares, Jarlane da Pena, Jeanne Vieira, Jefferson Cardoso, Jeremias “Mica”, Jessé Mendes, Jezebel (minha internauta favorita), Jihad e Omar Khodr, Jimi Hendrix (pela sonoridade), Joaquim Silva, Joca Secco, Johnny Carvalho, Johnny e Dominique Rice, Jojó de Olivença, Jonas Furtado, Jorge “Roberto” Baggio – o artilheiro do bodyboard, Jorge Assumpção, Jorge Kuge, Jorge Pacelli, Jorge Piai, Jorge Silva (correspondente do Wavescheck e caçador de Anaconda), Jorge Streit Edge, Jorge e Jorginho Mulla, Jornal High Tide, Jornal Radical, Josil e Paulo Mandacaru, José Augusto Natural Art, José Carlos ?Zequinha? Marques, José Roberto “Zuzubem” Rangel (in memorian), José Roberto Aníbal, José Rêgo, Jota Santana, João Binda, João Carlos (SurfBahia.com.br), João Luis (Overboard), João Kiron e Kalani Jabour, João Phelippe Underground Videos, João Ricardo Lopes, João Simonsen, João Valente e Surf Portugal, João de Orleans e Bragança, Jua Haffers, Juca de Barros e CBS, Juliana Brum, Juliana Caldeira, Juliana Trindade, Julio Adler fuçador de erros do Waves para rechear o blog Goiabada, Julio Coimbra, Jun Hashimoto, Junior (Gul), Junior Bussab, Junior Darwin, Junior e Wili, Junior (Smolder), Júnior Faria, Jão e João Gordo RxDxPx, Kabeha e Marcelo Fukuda, Kadu Moliterno, Kaio Lopes, Kaká Vianna, Kalani Brito, Kalu Freitas, Karina Mattos, Karoline Lopes, Kely Christ, Kiko Surfboards, Kisy, Klaus Kaiser, Klaus Mitteldorf, Kleber Leite, Klécio & Kleber, LF Barros, Lapo Coutinho, Larry Bertleman, Lauro Neto, Layla Werneck, Leandro Cretella, Leandro Tuiuiu, Ledo “Mur” e Ícaro Ronchi, Lee Oswald Pepe, Legends Maresias, Leila Endersby & Peter Townend, Leo Neves, Leo Paioli, Leonardo Feltes (in memorian), Leonardo Gianotti, Leonardo Ribeiro, Levy Paiva e Wanda, Lika (Clica) Maia, Lilian Pacheco, Lima Junior e Kellen, Litinho, Livia Accioli, Lord K e Daniela, Lorraine Lima, Luciana Figueiredo, Luciano Almeida, Luciano Bernhard, Luciano Costa, Luciano Cutino, Luciano Ferrero, Luciano Leão, Luciano Muradas, Luciano Santanna e galera de Caraguatatuba, Lui Lui, Luis Blanco, Luis Neguinho, Luis Remor, Luis ?Pinga? 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Domingues, Marco Antonio Romeu, Marco Aurélio Silva, Marco Claro, Marco Dias, Marco Marcolino, Marcos André Araújo, Marcos Assumpção, Marcos Bukão, Marcos Conde, Marcos Credie, Marcos Lorente, Marcos Prado, Marcos e Thomas Pohl, Marcos Quito, Marcos Tartucci, Marcos Vitorino, Marcus Baleia, Marcus Biju, Marcus Cal Kung, Mareas Uruguay, Margarete Storto, Mariana Cabral, Mariano Kornitz (um brother especial), Marina Vivacqua (photo-girl), Mario Albanese, Mario Caniche, Mario Cesar Pereira Carneiro Maritmo e Martina, Mario Ferminio, Mark Jackola, Mark Lund, Mark Richards, Marko e André Arambasic, Mauro Rabellé, Mauro Fazzi, Mauro Pokemon, Mauro Portugal e suas mentiras extraordinárias, Mauro Ribeiro, Mauro Sérgio Pacheco Escobar, Mauro Talbman, Maurício, Mauricio “Aram” Andrade, Maurício Bochecha e Chris Pires, Maurício Cramer, Maurício Gil, Maurício Moreira, Maurício “Noise” Skateboarder bro, Maurício Orelhinha, Maurício Pelé, Maurício (South to South), Maya Gabeira, Maíra Azevedo, Melissa Yoshimoto & Tronador, Meninas do Mar.com.br, Messias Félix, Mickey “Da Cat” Dora (in memorian), Mickey Bernardoni e Neitan, Mickey Hoffman, Midiabacana, Miguel Brussell, Miguel Calmon, Miguel Cury (in memorian), Miguel Gally, Miguel Noronha, Mike Stewart, Milson da Quebra Mar, Moisés Levy, Monica Rentróia, Monique e Francine Arruda (amiga do coração), Monique Barcellos, Morcego de Itanhaém, Mormaii, Morongo, Moronguinho, Motaury Porto, Mudinho, Munir El Hage, Murillo Xan Nathan e Kaena Brandi, Márcio “Paraíba” Morais, Márcio Freire, Márcio Mundin, Márcio Natureza, Márcio Torres, Márcio Vilela, Máurio Borges, Mônica Levy, Mônica Rentroia, Naim El Etter, Nair Afonso e toda a galera Bad Boy, Naira Muller, Nancy Geringer & Ricardo Macario, Nari Mary, Narimã Santos, Nativo, Neco e Nancy Carbone, Nei Sobral (filho) e Nei Sobral (pai) e dona Regina, Neila Silva, Nelsinho Rizzo, Nelson Ferreira, Nelson Machado da Waimea, Nelson Veiga, Nenelson, Neno Roncaratti, Nete (Rosanete) Silva, Neto Neves, Newton Miranda, Nilton “Tchô” Mondego, Nilton Baptista, Nilton Barbosa (in memorian), Nilton Santos – a Enciclopédia do Surf, Nina Lemos, Nino Matos (in memorian), Nivaldo Nivana, Norton Evaldt Imbituba, Nê Addas, Nilza Marina Eliane e o velho Alceu (in memorian), Oakley, Olavinho, Olimpinho (in memorian), Oliver Scaravaglioni, Omar Caneta, Osmar Gonçalves (in memorian), Oswaldo e Daniela Bissoli, Otávio e Mauro Pacheco, PH (Paulo Henrique), Pablo Dominguez, Pablo Zanocchi (el hermano), Paola Simão, Pardal Guarujá, Pardal Iozzi, Patrick McFeeley, Patrícia Spinelli, Paola Simão, Patrô (in memorian), Paul Gombos, Paula Esmanhoto, Paula Goskez (Surf Vibe), Paulinho (Bully?s), Paulinho, Marcelo e Sonia da Antiqueda, Paulo “Angel Dust” Caseiro, Paulo Anshowinhas, Paulo Anshowinhas, Paulo Banys, Paulo Barcellos, Paulo Baretta, Paulo Dias, Paulo Eduardo Antunes, Paulo Esmeralda, Paulo Govea, Paulo Handa, Paulo Henrique, Paulo Issa, Paulo Issa (Squalo Forever), Paulo Kid, Paulo Lima & Trip, Paulo Mexerica, Paulo Motta, Paulo Pateta, Paulo Pisca-Pisca Sabback, Paulo Proença, Paulo Rabello, Paulo Roberto de Carvalho, Paulo Sefton e Romeu Bruno, Paulo Tendas (in memorian), Paulo Thimoty (in memorian), Paulo Tracco, Paulo de Castro, Paulo de Tarso, Pauê Power Haagard, Pedro Battaglin, Pedro Bove, Pedro Campos, Pedro Cezar, Pedro Duarte, Pedro Felizardo, Pedro Falcão, Pedro Monteiro, Pedro Müller, Pedro Robalinho, Pedro Tojal, Pena Surfwear, Pepê Lopes (in memorian), Peter Troy (in memorian), Peterson e Maicon Rosa, Petrônio e Luiz Carlos da Greenish, Petterson Thomaz, Phil Rajzman, Pierre Musacchio (Fruto Verde), Pilão, Pino Nicolleti, Pinóia, Piola, Piva e Zimpa Imparato, Pranchagrande, Preto Surf Center Guarujá (in memorian), Preveti (Rest In Peace), Priscila Cirqueira, Professurf Marcelo Aguiar Aeroboyz Surf School, Projeto EcoOnda, Ptolomeu Cerqueira, Quiksilver, Quizumba, Rabbit Kekai, Racks Pinguim, Radio Surf, Rafael Azevedo True Ames, Rafael Forti, Rafael Girardi, Rafael Hadad, Rafael Matos, Randy Rarick, Raoni Monteiro, Raphael “Fico” e Claudio Levy, Raphael Gandara, Recent, Reef, Regina Maria Corrêa, Regininha do Méier, Reinaldo “Dragão” Andraus, Reinaldo (Kyw), Reinaldo Gama e suas sereias, Renan Guidon, Renan Maurice, Renan Rocha, Renata Azaro, Renata Cassol, Renato Boulos, Renato Buchab, Renato Castanho, Renato Hickel, Renato Lisboa, Renato e Roberto Macario, Renato Phebo, Renato Zimmerman, Renato de Alexandrino, Renê Xavier, Revista Vibe, Ricardinho Toledo, Ricardo “Makai”, Ricardo “Wanderbill” Wendhousen (in memorian) & Riquinho, Ricardo Barbeiro, Ricardo Batata, Ricardo Bocão e galera Woohoo, Ricardo Borghi, Ricardo Capeletti, Ricardo Cruz (World famous Quinho, da Rolling Stone mega magazine) Ricardo Decanini, Ricardo Junji, Ricardo Lobo e time Veltra, Ricardo Lumbra, Ricardo Luz, Ricardo Macuco, Ricardo Mega, Ricardo Piazza, Ricardo Rapidinho, Ricardo Santos, Ricardo Tatuí, Rick Lopes, Rick Werneck, Ricardo Martins e Wetworks, Rick e Laila Werneck, Ricky de Souza, Rico de Souza, Rip Curl, Rip Girls Tour, Risa (Centauro), Rita Rego, Roberta Borges, Roberta Castellani, Roberto, Fabio, Fernando, Augusto, Rudney, Maurício e toda a galera da Big Brands, Roberto Cardim, Roberto Damiani, Roberto Lima, Roberto Naum, Roberto Perdigão, Roberto Pierantoni, Roberto Price, Roberto Roberval Taylor, Roberto Valério (in memorian), Roberto Vieira, Roberto Daniel e Bruno Vercelli, Robson Cristiano, Rodnei Costa, Rodolfo, Ciro e Rafael da Goofy, Rodolfo Lima, Rodolfo Maia, Rodolfo Tostex, Rodrigo “Monster” Rezende, Rodrigo Dornelles, Rodrigo Koxa, Rodrigo Levy, Rodrigo Mesquita, Rodrigo Tusca, Rodrigo Vieira, Rodrigo e Mauro Ferraz, Roger Barbosa, Roger Barros, Roger Ferreira e Carlosburle.com, Rogerio Boccuzzi, Rogerio Caju, Rogério Ruiz (Associação de São Vicente), Romeu Andreatta e Alma Surf, Romuald Jeremias, Ronaldo Blumenthal, Ronaldo Gabriel Antonio, Ronaldo e Ricardo Fincatto “Lumbra”, Roni e Fábio Carrari, Ronny Zuggos, Rory Russel, Rosaldo Cavalcanti, Rosana da WBD, Rosenval Rolins, Rossiani Faustino, Rossini “Maraca”, Rub Surf Music, Rubão, Rubens Goulart, Rudá Carvalho, Rudney, Rômulo Fonseca, Salomão Moraru, Salomão Pereira, Salvador Lamas, Salvador Parisi, Samia Carolina, Sander Rio Branco Pontes, Sandra Bigio, Sandra Dias, Sandrelly Caseli, Sandro Rocha, Sandro Zarzour, Santiago “Weird” Roig, Sebastian Imiscoz, Sebastian Kornitz, Sebastian Rojas, Sergio Gadelha, Senhor Alberto Franette, Serapião, Serginho “New Advance”, Sergio Laus o homem-pororoca, Sergio Luís Ramos, Sergio Monaco, Sergio Noronha, Sergio Olas, Sergio Peixe, Sergio Richet, Sergio (Nicoboco), Shaun Tomson, Sheena (in memorian), Sidão Nias Tur, Sidão Tenucci, Silvana Lima, Silvia Nabuco, Silvia Winick, Silvinho Cornavieira, Silvio Zampol, Silvério Filho, Silvério Filho (4Iconz), South To South, Sr. Silvio Cornavieira, Star Point, Stefano Triska, Steven Allain, Sunessis Brito, Supla, Surf Prescriptions, Surf Pro.com SC, Surf Van, Surfrider Foundation Brasil, Sylvia Hartmann, Sylvio Mancusi, Sávio Carneiro, Sérgio Olas, SurfBahia.com.br (site porreta), Taiu Bueno SMF legend brazuca, Tales Dakine, Talycio Souza, Tanira Damasceno, Tanira e Andréa Guimarães, Tatiana Souza, Tatiana da Mata, Taís Almeida, Tato Lopes, Tato Sales, Teco Neco e Charles Padaratz, Tenan Surfboards, Terra (Ires Meira, Denise Alamino, Eduardo Villalba, Grace Lira, Jorge Heck, Maurício Palermo, Lilian Viana, Sofia Chen, William Miguita, Erick Jun, Claudia Solano, Aleksey), Thaís Havel, Thaís de Maresias, Thiago Bastos, Thiago Constant, Thiago Ferrão, Thiago Jacaré, Thiago Kafeijan, Thiago Lucio, Thiago Nunes, Thiago Rodrigues, Thiago e Luis Morillo Rivelli, Thiara Mandelli, Thomas Richter, Thyola, Tiago Bastos, Tiago Brant, Tiago Garcia, Tiago Garcia, Tiago Navas, Tiago Pereira Dias, Tiago Prates, Tiago Prates, Tião Maresia, Tico Cavalcanti, Tico da Town & Country, Tijolo Surfbike, Tim Piazza, Tinguinha Lima, Tininha (Lui Lui), Tio e Ushi (Paypo.com.uy), Tita Tavares, Tito Monaco, Tito Rosemberg,  Tião Maresia, Tião (Split), Toló (in memorian), Tom Almeida, Tom Toledo, Toni Costa, Toninho Prada, Tony D’Andrea, Tony Fleury, Tony Kaluama, Tony Vazp & Surf Core, Totó, Tropical Brasil, Tuca Gianotti, Tulio Byte, Tulio Brandão, Tulio Koerich, Tuninho Pier, Twunay, Tânio Barreto, Tão Fonseca (Glasser), Ubatuba Surf Cam, Udson, Unipran, Uri Valadão, Valdir Vagras, Valentino Torkar, Valoir Issa Ferreira, Valter Vale, Vanderlei Deco, Vanessa Machado, Veri Freitas, Verônica Cassavia, Vibbe Bodyboard, Victor Braga, Victor Ribas, Victor Vasconcellos, Vilma e Denise da Tricats, Vinicius Garcia & Go Surf, Vinícius Santos, Vitor Froimtchuck, Vitor Ramos, Vitão (Sportv), Viviane Palladino, Ubirene “Bira” Schauffert, Udson, WG, Wagner Miguel Jeanne Pupo, Walter Garrote, Wanderley Romano, Wanessa Alves, Washington Fiapo, Washington Teixeira, Wellido Telles, Wellington Martins, Wiggolly Dantas, William Leichsenreiring, Willian de Souza, Wilson Nora, Wilson Piolho, Wilson Ribeiro, Wood Waves, Xande Avilla, Xande Teixeira, Xandi Fontes, Xandão e toda a galera do site Ondasdosul.com.br, Yara e Guaciara, Yordan Bosco, Yuri Sardenberg, Yuri Soledade, Zana “Hickel”, Zeca Scheffer (in memorian), Zecão, Zé Armando Atoll, Zé Augusto Pereira, Zé Lúcio Cardim, Zé Machado, Zé Mario (Dropz), Zé Paioli, Zé Paulo e Adriana, Zé Play, Zezão de Niterói… valeu, galera!!!

 

 

Jade Dechiara: saudades de uma colaboradora inesquecível. Foto: Arquivo Pessoal.

Agradecimentos 

 

 

 

 

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    Yago Dora é o campeão do Vivo Rio Pro 2026. O brasileiro derrotou o italiano Leonardo Fioravanti em uma final acirrada, impulsionado pela forte presença da torcida que lotou as areias de Itaúna, mesmo debaixo de chuva e frio. Com mar balançado e ondas com cerca de um metro e meio nas séries, Fioravanti, que chegou à decisão já com o status de novo líder do ranking mundial, repetiu a estratégia da semifinal. O italiano impôs um ritmo forte logo no início da disputa, enquanto Yago optou por ser mais paciente e seletivo na escolha de suas ondas. A tática de Fioravanti rendeu frutos iniciais, deixando-o com um somatório provisório de 8.17 (notas 5.67 e 2.50). No entanto, aos 13 minutos de bateria, Yago Dora encontrou a rampa perfeita, executou um lindo aéreo rodando e levantou a praia ao arrancar um excelente 8.50 dos juízes. Minutos depois, já na metade do confronto, o brasileiro voou novamente. Com outro aéreo bem executado, recebeu um 6.50 e fechou seu somatório em imbatíveis 15.00 pontos. Pressionado, Fioravanti passou a precisar de 9.33 para assumir a liderança. A cinco minutos do fim, o italiano arriscou um ótimo aéreo (sem rotação completa) e diminuiu a diferença com um 7.50. Nos instantes finais, ele precisava de um 7.51 para a virada, mas o mar não colaborou e ele não conseguiu surfar mais nenhuma onda, selando a vitória e o título de Yago Dora pelo placar final de 15.00 a 13.37. Com esse resultado, Yago pulou para o segundo lugar na classificação geral do CT, ficando atrás somente de Fioravanti. Italo Ferreira agora cai para a terceira posição, enquanto Gabriel Medina, eliminado na estreia em Saquarema, ocupa o quarto lugar, seguido por Miguel e Samuel Pupo. Na final feminina, a norte-americana Sawyer Lindblad superou o “fenômeno francês” Tya Zebrowski com duas ondas de pontuações ligeiramente superiores (3.90 e 3.77), fechando seu somatório em 7.67 pontos. Lidando com condições difíceis no mar durante a bateria, Zebrowski lutou bastante e surfou um número muito maior de ondas que sua adversária, em uma tentativa incessante de reverter o placar. No entanto, Tya teve que se contentar com uma pontuação total de 6.10 (3.47 e 2.63) em suas duas melhores apresentações. O esforço não foi suficiente para garantir sua primeira vitória no Championship Tour aos 15 anos de idade, feito que teria estabelecido um recorde histórico da categoria. Adotando uma postura mais estratégica, Sawyer Lindblad vibrou muito com a conquista de sua primeira vitória na carreira no CT. Com o resultado, a surfista norte-americana dá um salto importante e assume a terceira colocação no ranking mundial feminino. Semifinais masculinas A primeira bateria a entrar na água foi a semifinal entre João Chianca e Leo Fioravanti. O italiano abriu o confronto em um ritmo forte, surfando quatro ondas em menos de 10 minutos. Nas três primeiras tentativas, garantiu um 7.00 como sua melhor nota. Na sequência, apostou em um aéreo reverse e arrancou um 6.00 dos juízes. Com isso, Fioravanti pôde se dar ao luxo de descartar um 4.00 e um 5.17, enquanto o brasileiro somava apenas 3.00 pontos naquele momento. Chianca tentou reagir restando pouco mais de 20 minutos para o encerramento da bateria. Depois de aumentar sua nota de descarte para 3.67, o brasileiro pegou uma onda intermediária e executou três rasgadas expressivas para anotar 6.27. Com isso, passou a precisar de um 6.74 para a virada. A poucos minutos do fim, ele arriscou em uma onda com pouco potencial e recebeu apenas um 3.83, pontuação insuficiente para reverter o placar. Com a classificação para a final, Fioravanti garantiu 7.800 pontos e chegou a 33.930 no total, ultrapassando Italo Ferreira (que caiu nas oitavas de final e soma 33.845) e assumindo a liderança do ranking do CT. Vindo de um título inédito em El Salvador, o italiano mostrava grande inspiração na busca pela segunda conquista de sua carreira. O grande obstáculo, no entanto, seria Yago Dora, que chegou à final igualmente embalado após derrotar o australiano Ethan Ewing na outra semifinal com um placar confortável de 14.30 contra 11.67. Isso sem mencionar o forte apoio da torcida brasileira. Quartas de final masculino e semifinais feminino Após uma pausa no domingo, o Vivo Rio Pro retornou à ação na segunda-feira (22) para o seu terceiro dia de competições. Ao longo do dia, a Praia de Itaúna viu definidas as finalistas da categoria feminina e os semifinalistas do masculino, deixando o palco pronto para o aguardado “Finals Day”. A previsão se mostrou muito melhor do que o esperado logo nas primeiras horas. O dia começou com ondas limpas com pouco mais de um metro e meio, permitindo um surfe de alta performance. No entanto, com o passar das horas, o mar perdeu força e as séries ficaram escassas, forçando a organização a paralisar o evento e adiar as baterias decisivas para o próximo chamado. Impulsionado pela energia vibrante da areia, o herói local João Chianca encontrou total sintonia com o oceano. Ele surfou duas excelentes ondas em sequência para colocar a pressão sobre o australiano Morgan Cibilic, que embora tenha surfado a melhor onda da bateria, não foi o suficiente para alcançar o somatório do brasileiro, que garantiu sua primeira semifinal da temporada. O atual campeão do evento, Yago Dora, protagonizou um duelo eletrizante e de notas excelentes contra o compatriota Miguel Pupo. Em uma troca crucial, Pupo arrancou um 8.00 dos juízes, mas Dora respondeu na onda seguinte com um brilhante ataque de frontside que lhe rendeu um 8.50, selando sua classificação para a semifinal. Dora enfrentaria o australiano Ethan Ewing, que virou sua bateria contra Kauli Vaast nos segundos finais, reeditando a grande final do Vivo Rio Pro de 2023. O italiano Leonardo Fioravanti manteve o embalo de sua vitória em El Salvador e frustrou a torcida local ao eliminar Samuel Pupo na primeira bateria do dia. Fioravanti adotou a estratégia de começar forte e manter o ritmo, construindo uma estratégia que Pupo não conseguiu reverter antes do tempo esgotar. Com o melhor

    Etapa brasileira do Championship Tour termina com vitória de Yago Dora. Sawyer Lindblad vence entre as mulheres e Leonardo Fioravanti assume liderança do ranking mundial da WSL, na etapa de Saquarema.

    Uma das solicitações mais frequentes desde o lançamento da nova plataforma foi o retorno dos comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial. Por isso, a Waves volta a abrir o espaço para a comunidade acompanhar, comentar e trocar opiniões ao longo das baterias. Clique aqui para assistir ao vivo Clique aqui para saber tudo sobre a etapa de Saquarema Clique aqui para conhecer a nova fase da Waves Durante muitos anos, esse encontro entre surfistas fez parte da cobertura dos eventos na Waves. Agora, a tradição retorna renovada, mantendo o que sempre foi mais importante: a participação da comunidade. Feita de surfista para surfista, a Waves acredita que acompanhar uma etapa vai muito além de assistir às baterias. É também comentar o que acontece nas entrelinhas, discutir as notas, defender seus favoritos e trocar ideias com outros apaixonados por surfe. O Vivo Rio Pro 2026 abre a janela de competições em Saquarema (RJ) nesta sexta-feira (19). Assista às baterias, compartilhe suas opiniões e participe dos debates ao vivo com outros apaixonados por surfe em nosso fórum abaixo. Campeões das etapas da Elite Mundial do Surfe realizadas no Brasil Ano Campeão Masculino Campeã Feminina 2025 Cole Houshmand (EUA) Molly Picklum (AUS) 2024 Italo Ferreira (BRA) Caitlin Simmers (EUA) 2023 Yago Dora (BRA) Caitlin Simmers (EUA) 2022 Filipe Toledo (BRA) Carissa Moore (HAV) 2019 Filipe Toledo (BRA) Sally Fitzgibbons (AUS) 2018 Filipe Toledo (BRA) Stephanie Gilmore (AUS) 2017 Adriano de Souza (BRA) Tyler Wright (AUS) 2016 John John Florence (HAV) Tyler Wright (AUS) 2015 Filipe Toledo (BRA) Courtney Conlogue (EUA) 2014 Michel Bourez (FRA) Sally Fitzgibbons (AUS) 2013 Jordy Smith (RSA) Tyler Wright (AUS) 2012 John John Florence (HAV) Sally Fitzgibbons (AUS) 2011 Adriano de Souza (BRA) Carissa Moore (HAV) 2010 Jadson André (BRA) — 2009 Kelly Slater (EUA) — 2008 Bede Durbidge (AUS) Sally Fitzgibbons (AUS) 2007 Mick Fanning (AUS) Samantha Cornish (AUS) 2006 Mick Fanning (AUS) Layne Beachley (AUS) 2005 Damien Hobgood (EUA) — 2004 Taj Burrow (AUS) — 2003 Kelly Slater (EUA) — 2002 Taj Burrow (AUS) Melanie Bartels (HAV) 2001 Trent Munro (AUS) Samantha Cornish (AUS) 2000 Kalani Robb (EUA) Layne Beachley (AUS) 1999 Taj Burrow (AUS) Andrea Lopes (BRA) 1998 Peterson Rosa (BRA) Pauline Menczer (AUS) 1997 Kelly Slater (EUA) Pauline Menczer (AUS) 1996 Taylor Knox (EUA) Pauline Menczer (AUS) 1995 Barton Lynch (AUS) Neridah Falconer (AUS) 1994 Shane Powell (AUS) Pauline Menczer (AUS) 1993 Dave Macaulay (AUS) Neridah Falconer (AUS) 1992 Damien Hardman (AUS) Wendy Botha (AUS) 1991 Flavio Padaratz (BRA) — 1990 Fabio Gouveia (BRA) — 1989 Dave Macaulay (AUS) — 1988 Dave Macaulay (AUS) — 1982 Terry Richardson (AUS) — 1981 Cheyne Horan (AUS) — 1980 Joey Buran (EUA) — 1978 Cheyne Horan (AUS) — 1977 Daniel Friedmann (BRA) Margo Oberg (EUA) 1976 Pepê Lopes (BRA) — Vivo Rio Pro 2026 Masculino Round 1 1 Ramzi Boukhiam (MAR) 7.00 x Lucas Chianca (BRA) 6.432 Matthew McGillivray (AFS) 11.67 x 5.13 Luke Thompson (AFS)3 Weslley Dantas (BRA) 9.67 x Seth Moniz (HAV) 9.074 Eli Hanneman (HAV) 9.17 x Oscar Berry (AUS) 6.50 Round 2 1 Jack Robinson (AUS) 14.33 x Rio Waida (IND) 12.532 Samuel Pupo (BRA) 11.07 x Alan Cleland (MEX) 8.503 Leonardo Fioravanti (ITA) 12.27 x Weslley Dantas (BRA) 11.604 Liam O’Brien (AUS) 13.93 x Jake Marshall (EUA) 10.835 Morgan Cibilic (AUS) 9.44 x Connor O’Leary (JAP) 9.306 Matthew McGillivray (AFS) 13.53 x Gabriel Medina (BRA) 13.137 João Chianca (BRA) 14.84 x Griffin Colapinto (EUA) 7.178 George Pittar (AUS) 15.00 x Joel Vaughan (AUS) 6.539 Italo Ferreira (BRA) 14.33 x Ramzi Boukhiam (MAR) 10.9710 Kauli Vaast (FRA) 13.73 x Crosby Colapinto (EUA) 11.5011 Ethan Ewing (AUS) 12.66 x Alejo Muniz (BRA) 10.3012 Kanoa Igarashi (JAP) 12.23 x Cole Houshmand (EUA) 11.7713 Yago Dora (BRA) 13.83 x Eli Hanneman (HAV) 12.9014 Marco Mignot (FRA) 12.74 x Barron Mamiya (HAV) 10.4315 Callum Robson (AUS) 14.93 x Filipe Toledo (BRA) 13.0016 Miguel Pupo (BRA) 12.97 x Mateus Herdy (BRA) 10.94 Round 3 1 Samuel Pupo (BRA) 15.84 x 9.94 Jack Robinson (AUS)2 Leonardo Fioravanti (ITA) 16.50 x 13.33 Liam O’Brien (AUS)3 Morgan Cibilic (AUS) 13.40 x 11.50 Matthew McGillivray (AFS)4 João Chianca (BRA) 14.30 x 13.26 George Pittar (AUS)5 Kauli Vaast (FRA) 14.17 x 12.87 Italo Ferreira (BRA)6 Ethan Ewing (AUS) 14.33 x 12.27 Kanoa Igarashi (JAP)7 Yago Dora (BRA) 15.00 x 10.33 Marco Mignot (FRA)8 Miguel Pupo (BRA) 14.03 x 12.17 Callum Robson (AUS) Quartas de Final 1 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.23 x 12.50 Samuel Pupo (BRA)2 João Chianca (BRA) 13.27 x 12.76 Morgan Cibilic (AUS)3 Ethan Ewing (AUS) 13.07 x 12.84 Kauli Vaast (FRA)4 Yago Dora (BRA) 15.67 x 13.33 Miguel Pupo (BRA) Semifinais 1 Leonardo Fioravanti (ITA) 13.00 x 10.10 João Chianca (BRA)2 Yago Dora (BRA) 14.30 x 11.67 Ethan Ewing (AUS) Final Yago Dora (BRA) 15.00 x 13.17 Leonardo Fioravanti (ITA) Feminino Round 1 1 Sally Fitzgibbons (AUS) 14.50 x Vahine Fierro (FRA) 7.002 Erin Brooks (CAN) 11.26 x Anat Lelior (ISR) 9.503 Nadia Erostarbe (ESP) 10.83 x Yolanda Hopkins (POR) 9.104 Isabella Nichols (AUS) 12.50 x Francisca Veselko (POR) 11.705 Tya Zebrowski (FRA) 8.67 x Stephanie Gilmore (AUS) 7.336 Brisa Hennessy (CRC) 12.00 x Alyssa Spencer (EUA) 7.167 Bella Kenworthy (EUA) 10.10 x Bettylou Sakura Johnson (HAV) 8.938 Tatiana Weston-Webb (BRA) 11.00 x Tyler Wright (AUS) 10.46 Round 2 1 Carissa Moore (HAV) 14.50 x Erin Brooks (CAN) 13.302 Tya Zebrowski (FRA) 14.33 x Lakey Peterson (EUA) 11.033 Nadia Erostarbe (ESP) 8.40 x Molly Picklum (AUS) 7.674 Caitlin Simmers (EUA) 15.10 x Bella Kenworthy (EUA) 13.605 Gabriela Bryan (HAV) 17.33 x Sally Fitzgibbons (AUS) 13.266 Caroline Marks (EUA) 14.00 x Tatiana Weston-Webb (BRA) 13.007 Luana Silva (BRA) 12.47 x Isabella Nichols (AUS) 12.208 Sawyer Lindblad (EUA) 14.03 x Brisa Hennessy (CRC) 9.67 Quartas de Final 1 Tya Zebrowski (FRA) 12.70 x Carissa Moore (HAV) 7.772 Nadia Erostarbe (ESP) 15.83 x Caitlin Simmers (EUA) 12.233 Caroline Marks (EUA) 13.04 x Gabriela Bryan (HAV) 11.904 Sawyer Lindblad (EUA) 12.86 x Luana Silva (BRA) 12.26 Semifinais 1 Tya

    Atendendo a um dos pedidos mais frequentes da comunidade, a Waves traz de volta os comentários e debates em tempo real durante as etapas do Circuito Mundial.

    A janela para a etapa brasileira do Circuito Mundial abre nesta sexta-feira (19) e se estende até o dia 27 de junho. Com um período de espera curto, de apenas nove dias, a organização precisará aproveitar ao máximo as condições para o surfe na Praia de Itaúna, que felizmente tem previsão de receber swell com potencial logo no início do evento. Para o dia de abertura da competição espera-se o ápice de uma boa ondulação de sul. Com a primeira chamada diária marcada para às 7h, o evento em Saquarema (RJ) promete disputas acirradas, especialmente com os surfistas brasileiros chegando como grandes favoritos após a etapa de El Salvador. Clique aqui para ver a previsão das ondas Clique aqui para participar dos debates No cenário masculino, o Brasil domina o topo da tabela, ocupando cinco das seis primeiras posições do ranking mundial. Italo Ferreira veste a lycra amarela de líder (30.525 pontos), seguido de perto por Gabriel Medina (2º) e Yago Dora (4º). Os irmãos Miguel e Samuel Pupo fecham o pelotão de elite na 5ª e 6ª colocações. João Chianca, que atualmente ocupa a 23ª colocação no ranking, compete em casa e precisa de um bom resultado, uma combinação de fatores que podem fazer dele um dos sufistas mais perigosos nessa etapa. A organização já divulgou os primeiros embates, que reservam fortes emoções para a torcida. Weslley Dantas está confirmado no round 1, assim como Lucas Chumbo, ambos anunciados como convidados do evento. Além disso, o chaveamento já antecipa um duelo 100% nacional no round 2, colocando frente a frente Miguel Pupo e Mateus Herdy em uma bateria eliminatória de alto nível. Mas, apesar da hegemonia brasileira na ponta da tabela, não podemos baixar a guarda. O principal nome a ser observado entre os visitantes é o italiano Leonardo Fioravanti. Atual 3º colocado no ranking, ele desembarca no Rio de Janeiro embalado após conquistar o título da etapa de El Salvador. Outros adversários que exigem atenção são os australianos George Pittar (7º) e Ethan Ewing (9º), conhecidos por um surfe de borda polido que se encaixa muito bem nas ondas de Itaúna, além do atual defensor do título da etapa, Cole Houshmand, que mesmo não estando em grande fase, é sempre perigoso em beach breaks. Jack Robinson (14ª), o “mais brasileiro dos gringos”, é sempre uma pedra no sapato de seus adversários e se sente à vontade competindo no Brasil. O japonês Kanoa Igarashi (8º) e o norte-americano Griffin Colapinto (10º) completam a lista de estrangeiros no Top 10 com arsenal técnico suficiente para surpreender os donos da casa. Previsão das ondas Já no primeiro dia de janela, nesta sexta-feira (19), as séries podem ultrapassar os 2 metros, criando condições de alto nível para a competição, mas também impondo desafios extras aos atletas e à organização. O vento deve soprar terral (norte-nordeste) pela manhã, virando para maral (leste) ao longo do dia, o que pode prejudicar um pouco a formação, mas ainda assim mantendo o mar em condições razoavelmente boas. A previsão Waves aponta sexta e sábado como os dias mais favoráveis para a competição. A ondulação de sul deve diminuir para a faixa de 1,5 metro pela manhã, com vento terral fraco, oferecendo boas condições para o surfe de alta performance. No entanto, a formação pode se deteriorar à tarde, com a entrada de ventos do quadrante oeste e posteriormente de sul. Tudo indica que no domingo o mar estará menor, com séries com menos de 1 metro, com vento terral variável pela manhã e ventos moderados de sul-sudeste à tarde. Se a previsão se confirmar, a realização de baterias matinais no domingo será uma incógnita para a organização. Na segunda e terça-feira as condições podem piorar e, o meio da janela de espera, especialmente entre quarta e quinta-feira, um novo swell pode surgir com ventos não tão favoráveis, porém com a possibilidade de bons momentos. Para o último dia do evento (27), há potencial para o alinhamento de todos os fatores necessários. Contudo, levando em consideração a distância dessa data, os modelos de previsão ainda podem apresentar algum ajuste sobre como as condições se desenrolarão ao final da próxima semana. Além disso, deixar a definição do evento para o último dia da janela representa um risco para a organização. Traremos mais atualizações ao decorrer da janela. Cenário Feminino Entre as mulheres, a havaiana Gabriela Bryan lidera o circuito, seguida de perto pela compatriota Carissa Moore, que também vem de vitória em El Salvador e é sempre uma das favoritas nas ondas potentes de Itaúna. A australiana Molly Picklum (3ª) e o forte esquadrão norte-americano completam a lista de estrangeiras perigosas. Para o Brasil, a grande esperança no topo da tabela é Luana Silva, atual 4ª colocada e vice-campeã da etapa em 2025. O time brasileiro ganha um peso extra com o retorno de Tatiana Weston-Webb. Após abrir mão de competir no início do circuito, a brasileira entra como convidada do evento e terá um desafio duro logo de cara: enfrentará a experiente australiana Tyler Wright (9ª) em uma das baterias mais aguardadas da primeira fase. Para a atual temporada, a WSL anunciou que os vencedores das categorias masculina e feminina receberão, além da premiação oficial em dinheiro da etapa, um veículo avaliado em R$ 342 mil. Com a soma dos valores, o campeão e a campeã poderão acumular uma recompensa próxima de R$ 750 mil. Este montante estabelece um novo marco, tornando-se a maior premiação individual já oferecida em uma etapa do Circuito Mundial disputada em território brasileiro. A premiação histórica, no entanto, é mais um capítulo de um lugar carregado de tradição quando o assunto é surfe brasileiro. Muita história em Saquarema A vocação de Saquarema para o esporte começou a ser forjada no início da década de 1970. Na época, surfistas que desbravavam o litoral fluminense encontraram na então pacata vila de pescadores de Itaúna um cenário de ondas perfeitas e potentes. Durante alguns anos, as ondas do lugar permaneceram um segredo bem guardado entre surfistas

    Palco da etapa brasileira da elite mundial, Saquarema reúne tradição, ondas icônicas, torcida única e uma premiação inédita, que pode render quase R$ 750 mil aos campeões.

    São 28 anos na missão de dar suporte para que os fissurados em ondas estejam no lugar certo, na hora certa. Indicando o caminho, presente no dia a dia dos surfistas brasileiros, o logo da Waves tornou-se reconhecido nacionalmente, e também em âmbito internacional. Bastava ser identificado para que se soubesse que se tratava de conteúdo surfe com a mais alta credibilidade. Neste sentido, tornou-se um ícone, daqueles atrelados para sempre a um significado de compreensão imediata. Mas nem por isso imune à evolução. Foi respeitando a força já consolidada, mas buscando dar mais significado ainda às suas formas, que o recém-assumido líder criativo da plataforma Waves, Felipe Garone, se debruçou sobre o logo. O desafio consistia em tentar melhorar o que já era ótimo, com muita humildade. “Precisávamos respeitar todo um legado construído ao longo de 28 anos. A Waves sempre foi uma marca que pautou cultura, então o rebranding precisava ser sutil, sem perder conexão. Trouxemos fluidez ao logo: o W e as letras, antes muito blocadas, agora respeitam esse movimento, essa fluidez. Atualizamos as cores e deixamos a marca condizente com os tempos atuais. O logo flui, o logo surfa”, observa Felipe Garone. É verdade, como uma ondulação chegando, o novo logo da Waves convida ao surfe. A que o observador deslize por suas formas agora mais arredondadas, lembrando o movimento de sobe e desce do meio líquido que tanto prazer proporciona aos surfistas. É como se a misteriosa energia que cruza oceanos para dar tanto prazer aos surfistas, pudesse agora ser visualizada também no logo.  Para deixar ainda mais claro, Felipe Garone preparou o vídeo acima, no qual divide com os usuários da Waves como esse processo criativo ocorreu. O novo logo integra o conjunto de transformações apresentadas pela Waves em sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso). Pegue essa onda e drope o novo logo da Waves.

    Elemento chave do novo projeto gráfico da plataforma, o icônico logo da Waves ganha forma de ondulação.

    Episódio de estreia da série documental O Pico revela a história da Paúba, desde a era dos nomes falsos e placas pichadas ao campo de treino que ajudou a moldar Gabriel Medina, passando pelo trágico acidente de Taiu Bueno. Toda onda tem uma história. Algumas são escritas em campeonatos, outras em imagens que atravessam décadas. Algumas nascem de momentos de glória, outras carregam marcas deixadas por tragédias que o tempo jamais apaga. Poucas ondas brasileiras reúnem tantos capítulos quanto a Paúba. Ela pertence a uma categoria especial de lugares que habitam conversas de estacionamento, capas de revista, vídeos compartilhados entre amigos e sessões imaginadas durante anos. Há lugares que, mesmo sem terem sido vistos de perto, já ocupam um espaço especial dentro de quem sonha com ondas. Para muitos brasileiros, Paúba é um desses lugares. Escondida entre o mar e a serra no litoral norte paulista, a pequena praia construiu uma reputação capaz de atravessar gerações. Seus tubos pesados, a bancada rasa e as condições frequentemente desafiadoras transformaram o pico em um dos lugares mais respeitados e temidos do surfe nacional. Foi ali que Gabriel Medina desenvolveu parte importante da técnica que o ajudaria a conquistar três títulos mundiais e enfrentar alguns dos tubos mais perigosos do planeta. Foi ali também que o big rider Taiu Bueno sofreu o acidente que mudaria sua vida para sempre. Por trás da fama da Paúba existe uma coleção de histórias. Histórias de pescadores e caiçaras. De fotógrafos, bodyboarders e surfistas. De amizades construídas dentro e fora d’água. De dias perfeitos e acidentes que marcaram profundamente a memória do surfe brasileiro. Durante muitos anos, a localização da Paúba foi protegida como um segredo. Revistas utilizavam nomes falsos para não entregar o pico. Placas eram pichadas para confundir visitantes. Quem encontrava aqueles tubos preferia mantê-los longe dos holofotes. Agora, chegou a hora de contar essa história. Paúba foi escolhida para inaugurar O Pico, nova série documental da Waves criada para explorar algumas das ondas mais emblemáticas do Brasil através das pessoas que ajudaram a construir suas identidades. A série integra o conjunto de novos produtos apresentados pela Waves em sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso). Para contar essa trajetória, a equipe reuniu personagens que viveram diferentes momentos da evolução do pico. Gente que testemunhou a transformação de uma praia quase desconhecida em um dos lugares mais respeitados do surfe nacional. Gente que viu Gabriel Medina chegar ainda menino. Gente que ajudou a escrever capítulos que jamais apareceriam em rankings, resultados ou manchetes. Ao longo do episódio, personagens como Sebastian Rojas, Felipe Paúba, JP Costa, Ditinho, Lúcia Frigerio, Ian Gouveia, Caio Costa, Zecão Rennó e outros nomes que fazem parte da memória da praia ajudam a reconstruir essa trajetória através de relatos raramente registrados em um mesmo lugar. As gravações aconteceram durante um grande swell que atingiu a região no início de maio. Com apoio da previsão do Waves Pro, a equipe mobilizou cinegrafistas locais e registrou um dos maiores dias do ano na Paúba até então. As ondas apareceram exatamente como gostam de se apresentar por lá: agressivas, imprevisíveis, desafiadoras, porém lindas e mágicas ao mesmo tempo. O resultado é um mergulho em uma história que fala de muito mais do que surfe. Fala sobre pertencimento, comunidade e coragem, porque a verdadeira história de uma onda raramente está apenas dentro d’água. Ela vive nas pessoas que cresceram ao seu redor. Nas amizades construídas ao longo dos anos. Nos medos superados. Nas vacas inesquecíveis. Nos tubos que ninguém viu. E nas histórias contadas depois que o mar acalma. Pegar um tubo na Paúba faz parte do imaginário de gerações de surfistas brasileiros, mas para entender de verdade por que esse pequeno trecho de areia exerce tamanho fascínio, é preciso conhecer as histórias que quebram junto com suas ondas. Aperte o play e descubra por que Paúba não é para qualquer um.

    Episódio de estreia da série documental O Pico revela a história da Paúba, dos tempos de segredo e nomes falsos ao pico que ajudou a formar Gabriel Medina e marcou para sempre a vida de Taiu Bueno.

    Feliz. Esse é o melhor adjetivo para descrever o momento que John John Florence vive. Quando ele deixou o Circuito Mundial, logo após conquistar seu terceiro título mundial, escolheu um novo rumo para sua carreira, sem garantia nenhuma de que a difícil decisão iria dar certo. Mas deu, e muito.  É justamente sobre exemplos e escolhas que girou boa parte da descontraída conversa do havaiano com o jornalista Adrian Kojin, que pode ser conferida no primeiro episódio do Wavescast. O podcast, que está sendo lançado pela maior plataforma surfe do Brasil como um dos produtos em destaque na sua nova fase (veja matéria Uma nova onda, o mesmo compromisso), chega para oferecer aos usuários da Waves o que pensam os maiores nomes do surfe mundial. Ter John John estrelando o primeiro episódio foi sem dúvida um privilégio. Escutar John John explicando que não foram os títulos mundiais de Tom Curren o que mais o marcou na trajetória do lendário californiano, mas sim sua coragem de escolher caminhos diferenciados do que se esperava dele, é revelador. “Eu admirava que ele conseguia fazer o que parecia certo para ele, sem estar preso a uma coisa ou outra”, diz ele ao reverenciar Curren como sua maior influência. Tem também John John celebrando seus outros dois grandes ídolos no surfe. Sobre Kelly Slater, ele se declara impressionado com sua capacidade de continuar performando num nível tão alto, “é incrível que ele consiga, na idade dele, ainda surfar do jeito que surfa”. Quanto ao que sentia ao testemunhar Andy Irons em ação, ele destaca a originalidade nas linhas traçadas, que o deixavam com a “sensação de que ele era imprevisível no que ia fazer na onda”.  No que diz respeito aos surfistas brasileiros no Tour, John John é só elogios. Para ele, a tempestade brasileira continua forte e a chance de mais um título mundial verde amarelo é grande. Sobre sua disputa particular com Gabriel Medina, para ver quem chega ao quarto título mundial antes – que deixou de acontecer esse ano quando ele resolveu partir para outra volta ao mundo velejando com a família – John disse sorrindo que “teria sido muito divertido, Gabriel tem sido um dos melhores. Ele me faz focar de verdade”. São 45 minutos de papo rolando solto e os assuntos são muitos. Dos perigos de surfar sozinho em lugares isolados, ao desejo de avistar o Cristo Redentor do deck de seu catamarã, John John demonstra sempre uma grande satisfação com o estilo de vida que optou em seguir. Ele conta que tem saudades do Tour, mas que não troca nada pelas experiências pelas quais tem passado ao lado da sua mulher e filho de dois anos de idade. Liberdade acima de tudo. Vale muito conferir.

    Estreia do Wavescast traz o tricampeão mundial John John Florence direto do seu veleiro enquanto navega pelo Pacífico, falando de Tom Curren, Kelly Slater, Andy Irons, Gabriel Medina e muito mais.

    Tentar explicar a sensação de surfar para quem não pega onda é uma tarefa complicada. Não sem razão uma das frases mais clássicas de nosso universo tão particular é aquela que diz que “Só um surfista conhece o sentimento”. Desde sempre foi uma das favoritas entre a equipe que faz a Waves. Mas, não faz muito tempo, alguém trouxe outra frase genial escutada para uma reunião de pauta, uma descrição tão apurada do nosso comportamento que ficamos absolutamente fascinados com sua sutileza e precisão: “Nós gastamos anos perseguindo segundos”. Tempo é o bem mais valioso que um ser humano pode ter. Se ele ou ela for um surfista, multiplique por muitas vezes esse valor. Surfistas precisam gastar muito tempo para poder sentir aquela sensação que dura uns poucos, ínfimos e efêmeros, segundos.  Mas é aí que reside o verdadeiro milagre do surfe. Na capacidade que a interação entre homem, prancha e ondas possui de alterar a percepção do tempo. Shaun Tomson, o sul-africano campeão mundial em 1977, considerado um dos maiores embaixadores que o surfe já teve, segue, aos 70 anos de idade, brilhando os olhos ao explicar que “o tempo se expande dentro do tubo”. Enquanto Gerry Lopez, eterno rei de Pipeline, que ainda entuba fundo e com muito estilo, celebra o efeito câmera lenta. “Quanto mais rápido eu deslizo, mais lentamente as coisas parecem acontecer.” Hoje a plataforma Waves pega uma nova onda, em disparada ao futuro, mas sem nunca deixar de reverenciar a essência do surfe. Todo surfista sonha com a onda perfeita, é onde ele quer estar. Por 28 anos esse foi o compromisso da Waves com seus usuários. Agora mais do que nunca. Quando a onda digital despontou no horizonte do surfe, a Waves remou forte e se tornou o primeiro veículo especializado no Brasil a botar pra baixo. Muitas séries vieram depois, e nunca amarelamos.  Mas chegou um momento em que percebemos que o lipe estava ameaçando correr mais veloz do que nossa capacidade de aceleração. Hora de reavaliar o posicionamento, se certificar de que as ferramentas utilizadas estão em sintonia com o desafio à frente e buscar entender ainda mais como podemos ser úteis a quem busca nossos serviços. É isso mesmo, a vocação da Waves é a de servir a comunidade do surfe. Informando, inspirando, indicando quando e onde as melhores ondas estarão acontecendo. Economizando tempo, para garantir mais segundos de onda. Na nossa prioridade é o usuário quem manda, e nesse novo momento estamos abrindo canais para que essa interação aconteça da forma mais eficiente possível.  Atualizamos o visual do site, facilitando a maneira como os surfistas interagem com a previsão, que foi expandida para 16 dias no Waves Pro. Vamos seguir publicando matérias com nossa reconhecida credibilidade, mas buscando ainda mais profundidade. Preservar e fomentar a rica cultura do surfe é um dever nosso, como principal veículo de mídia surfe na América Latina. Nesses tempos velozes, nosso Instagram receberá uma atenção ainda mais apurada, para divulgar o que de mais relevante está acontecendo no universo surfe. Ao mesmo tempo em que destacamos as frases, imagens, tópicos mais significativos de nossa produção editorial.  Nesse sentido, a TV Waves, nosso canal no YouTube, está sendo reinaugurada. Já estão disponíveis o primeiro episódio de “O Pico” e do Wavescast. Teremos muito mais conteúdo preenchendo a grade. Para começar, fomos à praia da Paúba retratar um dia de ondas grandes no campo de treino do tricampeão mundial Gabriel Medina e aproveitamos para contar a história de uma onda na qual tragédia e glória estão próximas demais uma da outra.  No nosso programa de entrevistas, o havaiano tricampeão mundial, John John Florence, responde do meio do Oceano Pacífico às perguntas feitas por Adrian Kojin, que quis entender o que o levou a abandonar as competições para viver com a família a bordo de um catamarã, cruzando os mares do planeta. Estamos apenas no início dessa nova onda que decidimos dropar com toda nossa energia. Muita coisa bacana está sendo programada para que a plataforma Waves se torne cada vez mais o centro em torno do qual gravita uma comunidade de surfistas, que tem as ondas como prioridade em suas vidas. Cada segundo surfado possui um valor enorme. E nós queremos que esses segundos virem minutos, horas, dias, uma vida dentro d’água. Sabemos que isso é impossível, mas nós gostamos de sonhar. Fica o convite para você sonhar com a gente.  NO LUGAR CERTO NA HORA CERTA É ONDE TODO SURFISTA SONHA EM ESTAR A FELICIDADE VEM EM ONDAS E NÓS SABEMOS ONDE E QUANDO

    Em nova fase e com visual remodelado, Waves evolui plataforma, expande seus produtos e reafirma o compromisso de quase três décadas: garantir que os surfistas estejam no lugar certo, na hora certa.

    A quinta etapa do Championship Tour da WSL chegou ao seu dia de encerramento neste sábado (13), nas ondas de Punta Roca, La Libertad, em El Salvador. Após uma breve pausa, o evento retornou com as quartas de final em um mar de boa formação, com ondas com pouco mais de um metro nas séries. O sábado em El Salvador terminou com um resultado histórico para o surfe europeu: Leonardo Fioravanti superou Italo Ferreira e se tornou o primeiro italiano a conquistar um título na elite mundial da WSL. Coroando uma campanha impecável, Fioravanti encerrou a competição sendo dono de três das cinco maiores notas de toda a etapa (9.00, 8.50 e 8.33). Apesar do vice-campeonato, Italo Ferreira deu mais uma prova de sua impressionante resiliência. Apenas dois dias antes do início da janela em Punta Roca, o potiguar sofreu um acidente no mar: foi atingido pela prancha de outro surfista durante uma sessão livre e precisou levar oito pontos no joelho direito. Mesmo assim, competiu em alto nível até o último dia. A grande decisão começou com Fioravanti ditando o ritmo ao abrir a bateria com um high score de 8.33. Italo tentou responder de imediato, mas a onda não ofereceu potencial e rendeu apenas 3.60. Consistente, o italiano logo somou um 6.17, abrindo uma vantagem confortável de 14.50 contra 5.33 do brasileiro. A oito minutos do fim, Italo incendiou a disputa. O potiguar encontrou uma excelente rampa, executou um aéreo perfeito e arrancou um 7.50 dos juízes. No entanto, Fioravanti não deu margem para a virada e, na sequência, cravou um 7.00 para selar o placar. Com 15.33 contra 10.90 do brasileiro, Leonardo saiu da água extasiado para celebrar a conquista inédita para a Itália. Com o resultado em El Salvador, Italo Ferreira garante a manutenção da cobiçada lycra amarela, seguindo na liderança do ranking mundial. Já o campeão Fioravanti dá um salto importante e assume a terceira colocação na corrida pelo título. Na final feminina, a pentacampeã mundial Carissa Moore (HAV) protagonizou uma final eletrizante contra a australiana Tyler Wright e conquistou seu segundo título consecutivo na temporada. Embalada pela vitória recente na etapa de Raglan, na Nova Zelândia, a havaiana mostrou frieza de campeã: encontrou a onda que precisava a menos de cinco minutos do fim e arrancou uma virada espetacular sobre a adversária. A bateria começou morna, com ambas as surfistas arriscando em ondas sem muito potencial. O ritmo mudou quando Carissa anotou um 5.50 em sua segunda tentativa. Tyler respondeu à altura, encaixando boas manobras para arrancar um 7.67. A havaiana não se intimidou e, logo em seguida, cravou a maior nota do confronto: um excelente 8.33. A seis minutos do fim, a australiana voltou a assumir a liderança ao marcar um 6.17. No entanto, mostrando toda a sua experiência, Carissa aproveitou os instantes finais para surfar uma onda decisiva de 6.77. Com a virada no apagar das luzes, a pentacampeã fechou o somatório em 15.10 contra 13.84 de Wright, garantindo a taça. Semifinais O clássico brasileiro entre Italo Ferreira e Gabriel Medina marcou as semifinais. Em uma bateria extremamente acirrada, o potiguar levou a melhor sobre o tricampeão mundial e, com o resultado, garantiu a manutenção da liderança do ranking. A disputa começou quente, com Medina abrindo com uma onda consistente. Combinando batidas e rasgadas, ele arrancou um 7.67 dos juízes. Italo respondeu à altura: encaixou bem na bancada, distribuiu manobras fortes e anotou 7.17. Na sequência, o potiguar arriscou um aéreo em uma nova onda e, mesmo sem completar a aterrissagem com perfeição, conseguiu os pontos necessários para assumir a liderança provisória da bateria. Sem se abalar, Gabriel surfou uma onda bastante técnica, rendendo um 5.67 e devolvendo-lhe a primeira posição. O clímax ficou para os seis minutos finais, quando ambos foram para o tudo ou nada em busca de notas maiores. Italo achou uma excelente onda, cravou 7.53 e virou o placar, somando 14.70. Medina lutou até o fim e ainda elevou seu somatório para 14.17, mas o tempo se esgotou, selando a classificação de Italo que, com o resultado, garantiu a lycra amarela (caso Medina vencesse o campeonato, ele assumiria a primeira posição do ranking). Na outra semifinal masculina em Punta Roca, Leonardo Fioravanti superou Kanoa Igarashi. O surfista japonês liderou boa parte da bateria, mas o italiano manteve o surfe sólido apresentado ao longo de todo o evento. Com uma reação decisiva nos minutos finais, Fioravanti alcançou o somatório de 12.00 e garantiu sua vaga na decisão. Abrindo as semifinais femininas, as havaianas Gabriela Bryan e Carissa Moore caíram na água para um duelo de alto nível. Gabriela começou melhor, anotando 6.50 e somando um 4.83 de backup. No entanto, Carissa Moore usou sua experiência para reverter o cenário: encontrou uma onda excelente, arrancou um 8.17 dos juízes e assegurou a classificação. Na segunda bateria feminina, as australianas Tyler Wright e Molly Picklum disputaram a última vaga para a grande final. Tyler assumiu a liderança logo no início com um expressivo 7.17. Molly chegou a assustar ao surfar a melhor onda do confronto, que lhe rendeu um 7.33, mas Tyler respondeu com um 6.73, fechou a conta e carimbou seu passaporte para a decisão. Quartas de final Dois brasileiros entraram na água neste sábado para as disputas das quartas de final: Italo Ferreira e Gabriel Medina. Italo protagonizou um verdadeiro duelo olímpico contra o taitiano Kauli Vaast, atual campeão de Paris 2024. O brasileiro levou a melhor e avançou à semifinal com um placar de 10.67 contra 8.33. O confronto foi marcado pelo equilíbrio na metade da bateria, quando ambos surfaram ondas parecidas e executaram manobras semelhantes. No entanto, a execução de Italo foi superior, rendendo-lhe um 6.50 contra um 5.00 de Kauli, o que o colocou na liderança. A dez minutos do fim, o potiguar trocou sua segunda nota por um 4.17, enquanto o taitiano somou apenas 3.33. A bateria chegou ao fim com Kauli precisando de um 5.67 para a virada, mas sem sucesso. Já Gabriel Medina teve um

    Italiano Leonardo Fioravanti e havaiana Carissa Moore faturam etapa de El Salvador no Circuito Mundial. Italo Ferreira é vice e mantém liderança do ranking.