Um dos surfistas mais admirados pelo seu estilo e talento, Rob Machado já esteve por muito tempo entre os top 10 do World Tour, vencendo várias etapas importantes.
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Afastado do circuito há alguns anos, o surfista goofy que ajudou a evoluir o surf moderno agora se dedica ao free surf pelo mundo em busca de ondas perfeitas.
Estrela de alguns dos melhores filmes de surf, Rob Machado vai além da vida de surfista profissional, já que se dedica à musica e também contribui com importantes questões sociais e ambientais.
Prestes a lançar seu novo filme The Drifter, Rob viveu uma
experiência bem diferente no ano passado, filmando para esta nova produção da Hurley.
O vídeo produzido em parceria com o renomado produtor Taylor Steele promete ser um dos grandes lançamentos do ano.
Em uma rápida entrevista, Rob comentou sobre suas experiências na produção e como está essa nova fase em sua carreira.
Em 2008 você passou boa parte do ano se dedicando à produção do seu novo filme, junto com Steele. Como foi essa experiência?
Foi realmente incrível. Eu morei seis meses na Indonésia e viajei por todas as ilhas e todos os lugares do arquipélago. Fui praticamente sozinho, apenas com o pessoal da produção do filme.
Você já participou de filmes clássicos de Taylor Steele como Momentum, Focus e The Show. Já nesse projeto foi um pouco diferente?
Eu tenho trabalhado com Steele há muito tempo, desde o inicio da minha carreira desenvolvemos uma boa amizade. Já participei de vários de seus filmes, mas dessa vez foi diferente pois eu peguei a idéia desde o início. A partir daí desenvolvemos todo o projeto juntos.
O vídeo apresenta um formato bem peculiar. Você acha que pode ser considerado uma autobiografia?
É um pouco confuso, pois é difícil você definir um vídeo em uma só categoria. Ao mesmo tempo que é um documentário, também retrata um período da minha vida, da minha jornada.
Você é conhecido por surfar com muitas pranchas diferentes (retrô, single fins, fish). Qual a maior prancha que você usou nessa viagem?
Apesar do tamanho grande das ondas, a maior prancha que usei foi uma 6’3.
Nesse ano você teve outro grande momento. Foi o vencedor do premio SIMA Waterman of the Year. O que esse título significa para você?
Foi uma noite muito especial, ganhar um prêmio como este e recebê-lo das mãos de Gerry Lopez foi realmente incrível. Quando penso em um Waterman, vejo alguém que está sempre no oceano, promovendo qualquer tipo de atividade dentro dele e protegendo–o sempre.