Surf Ranch

Kelly libera a chave

850x446

De acordo com revista australiana Stab, Surf Ranch pode sediar seu primeiro evento entre setembro e outubro deste ano. Foto: Divulgação.

 

A especulação de que a piscina de ondas criada por Kelly Slater está próxima da abertura ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira.

 

De acordo com o site da revista australiana Stab, pessoas ligadas à WSL (World Surf League) relataram que o primeiro evento no local pode reunir 12 convidados e acontecer entre os dias 17 de setembro e 7 de outubro, intervalo entre as etapas do CT de Trestles (EUA) e da perna europeia.

 

Há duas semanas, o Waves noticiou que Kelly já solicitou à prefeitura de Lemoore, em Kings, Califórnia (EUA), o pedido de alvará de funcionamento do Surf Ranch.

 

O pedido inclui a construção de arquibancadas, a realização de pelo menos seis eventos por ano com capacidade para 8 mil pessoas, além de performances de música.

 

Mas por enquanto são apenas rumores, já que a fonte da WSL não quis se identificar. O que sabemos é que surfistas como Gabriel Medina, Italo Ferreira, Carissa Moore, Kanoa Igarashi, Stephanie Gilmore e Mick Fanning já desfrutaram das ondas do Surf Ranch.

 

Anunciado na última terça como novo diretor de estratégia e chefe internacional da WSL, Joseph Carr sinalizou mudanças radicais para a entidade nos próximos anos. O objetivo principal é a globalização da marca. 

Mais um sinal de que Kelly e a WSL podem estar traçando alguns planos para o Surf Ranch.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)