Hang Loose Pro Contest

JP esclarece transmissão

Qualidade da transmissão ao vivo do Hang Loose Pro Contest tem sido alvo de críticas. Foto: Aleko Stergiou.

A baixa qualidade da transmissão ao vivo do Hang Loose Pro Contest 2012 tem sido alvo de críticas pelos internautas nas redes sociais e no fórum do Waves.

A reportagem do Waves conversou nesta quinta-feira com João Paulo Teixeira, gerente de transmissão do campeonato na Cacimba do Padre, Fernando de Noronha (PE).

Conhecido como JP, ele é o responsável por toda a estrutura do link ao vivo e esclareceu alguns pontos de como funciona a transmissão ao vivo do evento no arquipélago.

Qual é a maior dificuldade de transmitir o evento aqui de Noronha?

A maior dificuldade está sendo a internet. A gente encontra uma grande dificuldade por ser uma ilha, a cerca de 400 quilômetros do continente. Então a internet chega em uma qualidade muito fraca.

Tem ainda o problema da forte maresia, que deteriora todos os equipamentos do link local. Mas o principal problema para a gente botar uma melhor qualidade na transmissão tem sido o link da internet, além de outros fatores, mas esse é o grande problema.

Quem é o responsável pelo link?

É um problema de instalação física das empresas fornecedoras aqui da ilha. São eles que precisam melhorar, tem que partir deles. Isso é pedido há mais de quatro anos e há mais de quatro anos eles não resolvem esse problema. Essa não é a primeira vez que eu venho para Noronha fazer este evento, já fazem quatro anos e sempre é o mesmo problema.

É possível melhorar a qualidade ainda neste ano?

Para este ano não.

Existe uma solução a curto prazo?

Uma das soluções que a gente busca para o ano que vem, para trazer a transmissão em HD, é uma solução nova de antena diretamente ligada ao satélite para buscar um link de internet excelente, já para 2013.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)