Gabriel Pastori

Indonésia inesquecível

Depois de três meses na Indonésia, voltei para casa de cabeça feita e muita quilometragem de tubos na bagagem. Apesar de ter chegado há pouco tempo, a saudade já bate.
 
Sei que é um privilégio desfrutar de tudo que a Indonésia tem para oferecer, e desde de 2006, quando estive lá pela primeira vez, não teve uma temporada que não tenha sido inesquecível. Digo isso não só pelas ondas, mas por tudo de maravilhoso que aquele lugar tem para oferecer.
 
Costumo dizer a quem ainda não foi, que tudo na Indonéisa é especial: a paisagem, as pessoas, os preços, a comida, a energia do lugar, a cerveja, a noitada, os amigos, as ondas, e por aí vai. A lista é longa.
 
Poder desfrutar disso todos os anos é um privilégio e eu não canso de agradecer de verdade por viver isso tudo.
 
Como já é de costume, aluguei uma casa em Uluwatu e sempre que o swell se aproximava escolhia algum dos milhares picos perfeitos e partia com os amigos. Foram umas oito trips para Desert Point, uma para Sumbawa, uma para G-land e uma para Mentawaii. 
 
Graças a Deus, quase todas elas com muito sucesso. Quando não estava em alguns desses lugares aproveitava a estadia em Bali para comer bem, descansar, surfar Uluawatu, fazer massagem e ficar de olho no swell para a próxima trip.

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

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Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

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