Rip Curl Cup

De olho na sexta

2178x1317

Direção do Rip Curl Cup adia início da prova em Padang Padang e espera melhores condições nesta sexta-feira. Foto: Mick Curley.

 

O Rip Curl Padang Padang permanece em alerta, com grande possibilidade de ser iniciado, desta vez na sexta-feira.

Como as condições estavam acima do tamanho ideal para a bancada, além de bastante inconsistentes, a direção de prova optou por adiar as disputas nesta quinta-feira.

A expectativa é de ondas de 8 a 12 pés, com algumas séries maiores nos melhores momentos da maré.

Os organizadores pretendem aproveitar a maré seca e iniciar a batalha logo cedo, às 7 horas (horário local).

Dois brasileiros estão escalados no Rip Curl Cup. O niteroiense Bruno Santos já estava garantido, enquanto o pernambucano Paulo Moura entrou de última hora na vaga do havaiano Mason Ho.

 

Todos competem duas vezes e os oito melhores na pontuação geral avançam às semifinais.

Com chancela da World Surf League (WSL), o Rip Curl Cup Padang Padang 2017 tem a janela de 10 de julho a 10 de agosto. As disputas serão transmitidas ao vivo pela internet.

Round 1

1 Raditya Rondi (IND), Paulo Moura (BRA), Pepen Hendrik (IND), Ryan Burch (EUA)
2 Mega Semadhi (IND), Bruno Santos (BRA), Made Adi Putra (IND), Bruce Irons (HAV)
3 Lee Wilson (IND), Clay Marzo (HAV), Garut Widiarta (IND), Dillon Perillo (EUA)
4 Rizal Tandjung (IND), Ozzie Wright (AUS), Rio Waida (IND), Louie Hynd (AUS)

Round 2

1 Mega Semadhi (IND), Paulo Moura (BRA), Rio Waida (IND), Dillon Perillo (EUA)
2 Raditya Rondi (IND), Louie Hynd (AUS), Garut Widiarta (IND), Ryan Burch (EUA)
3 Lee Wilson (IND), Bruno Santos (BRA), Pepen Hendrik (IND), Ozzie Wright (AUS)
4 Rizal Tandjung (IND), Clay Marzo (HAV), Made Adi Putra (IND), Bruce Irons (HAV)

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)