Série ao Fundo

De olho em Snapper

A espera finalmente acabou! Os melhores surfistas do mundo já estão em Gold Coast para o início do CT 2017, que acontece a partir do dia 14 de março.

“Snapper Rocks é uma maravilha da natureza misturada com a mão humana, que colocou aquela areia miraculosa ali e fez daquela uma das melhores ondas do planeta”. É assim que Tiago Brant define o palco da primeira etapa do Circuito Mundial, referindo-se à dragagem de areia do fundo de um rio na região que ajudou a criar o famoso Superbanks.

Nas direitas extensas e performáticas, alguns atletas costumam se destacar. Mick Fanning conhece o pico como poucos e, com a cabeça novamente voltada para as competições, deve ser um forte concorrente ao título.

Aliás, os surfistas regulares costumam ter vantagem em Snapper. Por isso, olho em Adriano de Souza, Kelly Slater, Stuart Kennedy, Jordy Smith e, é claro, Filipe Toledo.

Filipinho venceu em 2015 e no ano passado parecia imbatível, mas foi parado por uma lesão. Outro que já venceu por ali foi Gabriel Medina, em 2014, quebrando a escrita e provando que os goofies também podem começar o ano com uma vitória.

Então faça suas apostas e comece a remar, porque vem Série ao Fundo!

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)

Doutor Guilherme Vieira Lima, explica como a estabilidade do core define a potência das manobras e protege o corpo de lesões crônicas.