Pernambuco e Alagoas

Chuva causa destruição

Foto aérea da cidade de Jacuípe (AL) onde a chuva causou estragos sem precedentes. Foto: AP.

Desde o último final de semana, a população dos estados de Pernambuco e Alagoas sofre com o grande volume de chuva que atinge o Nordeste do país.

 

Cidades ainda estão submersas e boa parte da infra-estrutura da região foi comprometida. Escolas, hospitais e milhares casas ruíram. 

 

Além dos danos materiais, até o momento 45 pessoas perderam a vida. Informações oficiais indicam que aproximadamente 100 mil pessoas estão desabrigadas e 1,5 mil desaparecidas.   

 

Nas cidades em que a chuva não caiu tão forte, o nível dos rios subiu rapidamente e pegou todos desprevenidos. De acordo com o presidente da Associação dos Municípios de Alagoas, Luciano Ribeiro, a água subiu “em pouco mais de uma hora” em função das chuvas torrenciais na cabeceira dos rios.

 

“Como as pessoas não viram tanta chuva, acabaram sendo pegas desprevenidas quando o rio já estava transbordando”, conta Luciano. 

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou na última terça-feira (26) que R$100 milhões já estão liberados para os municípios afetados. Todos têm arrecadação insignificante e necessitarão de recursos externos para se reerguerem. 

 

Os governos de Alagoas e Pernambuco criaram centrais de arrecadação de donativos. As maiores necessidades são de agasalhos, alimentos não perecíveis e água potável. 

 

Veja como é possível ajudar as vítimas.

 

Alagoas

O Corpo de Bombeiros de Alagoas e a Defesa Civil do Estado abriram os quartéis de Maceió e do interior para receber donativos para as vítimas das enchentes. Eles podem ser entregues também nos Espaços Cidadão. Além disso, as escolas de todo o Estado que não foram atingidas pelas chuvas funcionam como ponto de coleta.

 

– 1º Grupamento de Bombeiros Militar (1º GBM) – Rodovia 316, km 14, Tabuleiro dos Martins (Maceió). Contato: (0xx82) 3315-2900 ou 3315-2905. 

 

– Grupamento de Socorros de Emergência (GSE) – Conjunto Senador Rui Palmeira, S/N (Maceió). Contato:(0xx82) 3315-2400.

 

– Subgrupamento Independente Ambiental (SGIA) – Av. Dr. Antônio Gouveia, S/A, Pajuçara, próximo ao Iate Clube Pajuçara (Maceió). Contato: (0xx82) 3315-9852.

 

– Quartel do Comando Geral (QCG) – Av. Siqueira Campos, S/N, Trapiche da Barra, próximo a Pecuária (Maceió). Contato: (0xx82) 3315-2830.

 

– Defesa Civil Estadual (Cedec) – Rua Lanevere Machado nº 80, Trapiche da Barra, próximo a Pecuária (Maceió). Contato: (0xx82) 3315-2822 ou 3315-2843.

 

– Grupamento de Salvamento Aquático (GSA) – Av. Assis Chateaubriand, S/N, Pontal, próximo a Braskem (Maceió). Contatos: (82) 3315-2845.

 

– 2º Grupamento de Bombeiros Militar – (0xx82) 3296-2026 ou 3296-2270 (Maragogi).

– 6º Grupamento de Bombeiros Militar – (0xx82) 3551-7622 ou 3551-5358 Penedo.

– 7º Grupamento de Bombeiros Militar – (0xx82) 3522-2377 ou 3421-2695 (Arapiraca e Palmeira dos Índios).

– 9° Grupamento de Bombeiros Militar – (0xx82) 3621-1491 ou 3621-1223 (Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia).

 

Foram criadas, ainda, contas para receber doações em dinheiro no Banco do Brasil:

– C/C 5241-8 Agência 3557-2

 

E na Caixa Econômica Federal:

– C/C 955-6 Agência 2735 Operação 006

 

Pernambuco

A arrecadação de donativos é coordenada pelo comando da Polícia Militar. O principal ponto de recebimento de doações foi montado na quadra poliesportiva do quartel do Comando Geral, na Praça do Derby, no Recife. O local fica aberto das 9h às 17h. Contato: (0xx81) 3181-1370.

 

Fonte Portal Terra

 

 

 

Michelle des Bouillons desceu uma onda de quase 25 metros em Nazaré e pode entrar para a história como a mulher que surfou a maior de todos os tempos. Em entrevista exclusiva ao Waves, ela conta como chegou até aqui.

De Bells Beach a Raglan, Brasil vive quatro etapas de domínio histórico: vitórias, finais, nota 10 e os quatro primeiros do ranking mundial com a mesma bandeira.

Mais de cinquenta anos de câmera na mão: do Píer de Ipanema a Pipeline com Gerry Lopez, de Bob Marley no Havaí aos Rolling Stones no Maracanã. Fernando “Fedoca” Lima viveu e fotografou tudo isso. Agora reúne tudo em um livro.

Maior onda já surfada por uma mulher no Brasil é registrada por Michaela Fregonese durante swell histórico em Jaguaruna (SC)